Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–13h
A aula de dança, de Edgar Degas (c. 1873): bailarinas de tutu branco e faixas coloridas numa sala de ensaio, com uma escada em caracol à esquerda e uma mulher de vermelho sentada entre elas

Instituto da Retina em São Paulo

A retina participa da visão central, da leitura e do reconhecimento de rostos. Distorção, mancha, flashes, moscas volantes ou queda repentina da visão podem exigir avaliação rápida. O oftalmologista define os exames e o próximo passo conforme os sintomas e o exame ocular.

Edgar Degas, A aula de dança, c. 1873. National Gallery of Art, Washington (Corcoran Collection). Domínio público.

Flashes novos, aumento súbito de moscas volantes, cortina escura ou queda repentina da visão? Procure avaliação no mesmo dia. No horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), ligue (11) 5430-2421; fora dele, procure um pronto-socorro imediatamente, sem esperar a clínica abrir.

Ainda sem diagnóstico? Agende uma consulta na unidade

O Instituto da Retina é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de doença da retina. Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular.

Escolha a mais perto de você
Exame
OCT, exame sem contato que mostra a retina em camadas
Injeções
+5.000 injeções anti-VEGF realizadas
Experiência
+10 anos de experiência do Dr. Fernando em retina
Hospital
MIRA, hospital próprio da rede: injeção, laser e vitrectomia

A retina que vê Degas

O que as doenças da retina mudam na visão

A retina é a tela do fundo do olho: é nela que a imagem se forma, de cabeça para baixo. O centro, a mácula, dá o detalhe; o resto mostra o ambiente.

Fundo de olho direito, como numa retinografia

O que você vê

Olhe para o ponto

Com o quadro em foco, as setas mudam o ponto para onde você olha.

Escolha a retina

A pintura chega nítida: o centro dá o detalhe e o resto mostra a sala.

A mancha vai para onde você olha, porque está no centro do olho: por isso ler e reconhecer rostos fica difícil. Os lados continuam nítidos.

Olhando sempre para o ponto do meio, a DMRI aparece como linhas tortas e uma mancha no centro da grade.

No começo, a imagem pode continuar igual. Por isso o exame é importante mesmo enxergando bem.

Com o avanço: o centro embaça, as cores desbotam e podem surgir manchas escuras que flutuam.

Um clarão fino no canto, pontinhos escuros e uma sombra que sobe de baixo: a retina solta no alto escurece a parte de baixo da visão, porque a imagem se forma invertida. O centro ainda está nítido.

Simulação ilustrativa, fora de escala. Não faz diagnóstico; no começo, muitas doenças da retina não dão sintoma.

Retina saudável

A luz forma a imagem de cabeça para baixo na retina e o cérebro a endireita. Aqui a lente está limpa: a imagem chega focada. O que muda nas doenças da retina é a própria tela.

DMRI (degeneração macular relacionada à idade)

Na DMRI, depósitos (drusas) se acumulam sob a mácula; nem toda forma seca evolui. Na forma úmida, vasos anormais deixam vazar líquido e sangue: o centro embaça, as linhas entortam e pode surgir uma mancha. A visão dos lados costuma continuar.

Retinopatia diabética

O açúcar alto no sangue danifica os vasinhos da retina. No começo pode não haver sintoma; quando o líquido chega à mácula, o centro embaça. Quem tem diabetes faz o exame de retina mesmo enxergando bem, no intervalo que a equipe definir.

Descolamento de retina

Um rasgo deixa passar líquido por baixo da retina, que se solta. Flashes, muitas moscas volantes de repente ou uma sombra que avança pedem atendimento no mesmo dia. Fora do horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), procure um pronto-socorro imediatamente, sem esperar a clínica abrir.

Por que Degas. Degas notou os primeiros sinais de uma doença dos olhos em 1870. A visão central dos dois olhos piorou aos poucos, e a luz forte o incomodava; para os oftalmologistas que estudaram o caso, era provavelmente uma doença hereditária da retina [17] [18]. Com a visão caindo, os detalhes dos quadros dele ficaram maiores e mais grosseiros [19].

Sintomas e decisão

Quando os sintomas na retina são urgência?

Nem todo embaçamento visual significa que é preciso trocar os óculos. Na retina, o significado de um sintoma depende do local, da intensidade e de quando ele começou. A retina periférica pode dar sinais como fotopsias (flashes de luz) e miodesópsias (aumento súbito de moscas volantes). Quando surgem de forma nova ou intensa, esses sinais merecem avaliação rápida para afastar rasgaduras ou descolamento de retina [14].

Problemas na mácula, área central da retina, podem causar visão torta ou uma mancha na região usada para leitura e reconhecimento de rostos. A metamorfopsia faz linhas retas parecerem onduladas. Já o escotoma central é uma área borrada ou escura no centro da visão. Uma queda visual súbita, sobretudo com sensação de cortina, exige avaliação no mesmo dia para identificar sua causa [14] [15] [16].

A cronologia muda a urgência. Um sintoma antigo é avaliado de modo diferente de uma alteração que começou ontem. Diabetes, miopia alta e idade também influenciam o risco. Pessoas com diabetes devem manter exames oftalmológicos periódicos, mesmo sem sintomas, no intervalo definido pela equipe que as acompanha.

A grade de Amsler desta página ajuda a registrar alterações na visão central. Ela não faz diagnóstico e não substitui o exame oftalmológico. Distorção nova, assimetria entre os olhos ou mudança percebida por quem tem drusas merece contato com a equipe para definir se a consulta deve ser antecipada [5] [9]. Estudos com outros aparelhos de monitoramento em casa avaliaram esse tipo de registro [7] [8]. O exame e as imagens, como o OCT, orientam os próximos passos.

Linha de cuidado em retina

1

Triagem clínica do sintoma

Identificar se a queixa sugere mácula, retina periférica, vítreo, evento vascular ou necessidade de investigação de emergência.

2

Imagem e documentação

Usar OCT, retinografia, mapeamento e, quando indicado, angiografia ou ecografia para definir anatomia e atividade.

3

Decisão terapêutica

Observar, repetir imagem, iniciar anti-VEGF, indicar laser, programar cirurgia ou pedir exames de saúde geral (pressão, diabetes, circulação).

4

Acompanhamento

Registrar como a visão e a retina respondem ao tratamento, ajustar o intervalo entre as consultas e ensinar o paciente a reconhecer sinais de piora.

Grade de Amsler para usar em casa
Principais doenças

Quais doenças atingem a retina?

O cuidado de doenças retinianas combina diagnóstico precoce, imagem e escolha individualizada do tratamento. Injeções intravítreas de anti-VEGF podem controlar a atividade de vasos anormais em casos selecionados. A vitrectomia, cirurgia do vítreo e da retina, é indicada em situações específicas. O melhor momento para tratar depende do diagnóstico, da anatomia e do risco funcional [1] [2] [4].

DMRI seca e úmida

A degeneração macular relacionada à idade pode começar com drusas e alterações discretas da mácula e evoluir para neovascularização, hemorragia e perda rápida da visão central.

Na forma seca, o acompanhamento é periódico, com exames que mostram se a doença avança. Na forma úmida, as injeções anti-VEGF começam logo, para proteger a leitura e o reconhecimento de rostos.

Retinopatia diabética e edema macular diabético

O diabetes afeta diretamente a microcirculação retiniana e pode produzir edema macular, isquemia, neovascularização e hemorragia vítrea, mesmo antes de sintomas intensos.

Controlar a glicemia e fazer o mapeamento de retina e o OCT no intervalo indicado reduz o risco de perder visão. Quando é preciso tratar, o médico indica laser ou injeção intravítrea.

Descolamento de retina e rasgaduras

Flashes, aumento súbito de moscas volantes e sombra em forma de cortina são sinais de alerta. Eles podem estar associados a rasgaduras ou descolamento de retina, situações em que o tempo de avaliação importa.

O descolamento de retina pede avaliação no mesmo dia. O exame mostra onde está a rasgadura e se a mácula foi atingida; o tratamento pode ser laser, pneumopexia, retinopexia ou vitrectomia, conforme o caso.

Membrana epirretiniana e buraco macular

São doenças maculares frequentemente associadas a distorção de linhas, piora para leitura e perda de nitidez central.

O OCT mostra se a mácula está espessada ou sendo puxada. Quando indicada, a vitrectomia com a retirada da membrana reduz a tração e a distorção; o resultado varia conforme o caso.

Oclusões vasculares retinianas

As oclusões venosas e arteriais da retina se relacionam com risco cardiovascular, edema macular e queda visual súbita.

Além do tratamento ocular, o Instituto orienta o paciente a investigar a saúde geral (pressão, diabetes, colesterol), porque a retina muitas vezes mostra problemas de circulação do corpo todo.

Retina pediátrica e prematuridade

Prematuros e crianças com doenças da retina precisam de rastreamento específico, com exames em datas definidas, porque algumas alterações têm pouco tempo para serem tratadas.

Encontrar cedo a retinopatia da prematuridade reduz o risco de sequelas que não têm volta. A rede faz o rastreamento da retinopatia da prematuridade; a marcação é pela unidade ou pelo WhatsApp.

Como é a consulta de retina?

A retina é o tecido sensível à luz no fundo do olho. Ela envia ao cérebro as informações que formam a visão. A mácula, sua área central, participa da leitura e do reconhecimento de rostos. A retina periférica contribui para o campo visual. Alterações nessas regiões podem afetar atividades do dia a dia e precisam de avaliação adequada.

A avaliação combina consulta, exame de fundo de olho e imagens quando indicadas. Algumas situações exigem decisão rápida, como suspeita de descolamento de retina [14] [16]. O impacto visual depende de vários fatores, inclusive se a mácula está envolvida. Na DMRI úmida, o oftalmologista avalia atividade da doença e o momento adequado para iniciar o tratamento.

A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é um exame sem contato que mostra camadas da retina em corte. Ela pode identificar líquido, tração e outras alterações maculares. Em alguns casos, angiografia fluoresceínica ou Angio-OCT complementam a investigação vascular. A escolha do exame depende da suspeita clínica.

Em retinopatia diabética, edema macular, membrana epirretiniana, buraco macular e oclusões vasculares, a conduta depende de achados específicos. As imagens ajudam a avaliar espessura macular, isquemia e tração. Com esses dados, o oftalmologista pode indicar observação, tratamento intravítreo ou cirurgia [1] [2] [4].

Onde é feito cada exame

OCT e Angio-OCT

Permitem ver a retina em cortes micrométricos e mapear a circulação sem contraste, identificando fluido, tração, atrofia, membranas e neovascularização.

Como é o exame de OCT

Retinografia

Documenta a retina ao longo do tempo e ajuda a comparar evolução anatômica em diabetes, DMRI, oclusões vasculares, cicatrizes, drusas e respostas ao tratamento.

Como é a retinografia

Angiofluoresceinografia

Mantém papel importante quando é necessário entender vazamento, perfusão, áreas isquêmicas e comportamento vascular retiniano em tempo real. Não é feita na rede; quando indicada, o médico orienta onde fazer.

Ecografia ocular

Ajuda quando uma catarata densa, uma hemorragia no vítreo ou outra opacidade impede ver a retina no exame de fundo de olho.

Como é a ecografia ocular

Medidas para comparar as consultas

Não basta ver a lesão: a cada retorno, as imagens medem líquido, espessura da retina e inflamação, e mostram se o tratamento está fazendo efeito.

Planejamento cirúrgico e terapêutico

O médico junta as imagens, a urgência do caso e a evolução entre as consultas para decidir entre acompanhar, aplicar injeção, fazer laser ou operar.

Ferramentas práticas da retina

Ferramentas de autoavaliação

Quiz de sintomas, grade de Amsler, orientação sobre quando procurar atendimento e checklist para organizar a conversa com a equipe.

Os recursos abaixo ajudam o paciente a organizar dúvidas antes da consulta. Eles incluem quiz de sintomas, grade de Amsler, orientação sobre quando procurar atendimento e checklist de preparo. Não produzem diagnóstico nem definem tratamento. A avaliação médica e os exames continuam essenciais [5] [9].

Os resultados ajudam você a contar o que sente e a anotar as dúvidas sobre acompanhamento, convênio, injeções e cirurgia. A equipe define o próximo passo depois de avaliar cada caso.

Ferramenta aberta

Quiz de sintomas

Uma triagem educativa para organizar sinais de urgência, sintomas maculares e fatores de risco antes da consulta.

Cerca de 2 min Leve um resumo objetivo para a equipe

Resultado orientativo

Marque os sinais e fatores de risco e toque em Gerar orientação do quiz. O resumo mostra um nível de urgência orientativo e o próximo passo para conversar com a equipe.

Acompanhamento e tratamento

Quando é preciso tratar a retina?

Nem toda alteração na retina exige tratamento imediato. Muitas exigem acompanhamento e contexto clínico. Drusas sem atividade costumam pedir seguimento. Edema macular, isquemia, tração e sinais periféricos agudos podem mudar a urgência ou a proposta terapêutica. O oftalmologista integra sintomas, exame, imagens e velocidade de evolução antes de decidir [1] [2] [3] [4].

O tratamento de retina pode exigir acompanhamento ao longo do tempo. Em alguns casos, há séries de injeções, OCTs comparativos e revisão do intervalo entre as visitas. Os números do início da página (injeções anti-VEGF realizadas e anos de experiência em retina) refletem experiência acumulada e não determinam resultado individual. A conduta é reavaliada conforme a resposta anatômica, funcional e clínica.

Entender termos como metamorfopsia, escotoma e drusas torna a conversa com a equipe mais objetiva. O material é complementar e não substitui avaliação médica. A seleção de fontes inclui diretrizes da AAO, revisões Cochrane e materiais de sociedades especializadas [2] [10] [11] [12] [13].

A injeção intravítrea, o laser e a vitrectomia são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404. A consulta, os exames e o acompanhamento são nas unidades.

Retina médica

DMRI, edema macular diabético, retinopatia diabética, oclusões vasculares e inflamações retinianas pedem acompanhamento com imagem, tratamento com medicamentos e decisão cuidadosa sobre o momento de cada etapa.

Retina cirúrgica

Descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular e membranas que puxam a retina são situações em que a cirurgia pode ser indicada; o resultado varia conforme o caso.

Retina de urgência

Quando há suspeita de descolamento, rasgadura, oclusão de artéria ou queda súbita da visão, a avaliação precisa ser no mesmo dia.

Retina de acompanhamento

Pacientes com DMRI seca, diabetes, miopia alta e história familiar precisam de seguimento estruturado, para que o tratamento seja indicado no momento adequado.

Retrato do Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista

Quem atende: Dr. Fernando Macei Drudi

O Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), atende retina na Drudi e Almeida, nas unidades Tatuapé, Santana e Guarulhos. Fez residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), onde é preceptor de residentes.

No MIRA, hospital próprio da rede, ele faz as injeções intravítreas e as cirurgias de retina. É fundador e Diretor Clínico da Drudi e Almeida e assina a revisão médica desta página.

Conhecer o Dr. Fernando

A agenda abaixo mostra, em tempo real, os dias e os horários livres do Dr. Fernando. Ao escolher um, você marca a consulta pelo convênio ou particular.

Agenda em tempo real

Horários livres com o Dr. Fernando

Consultando a agenda da clínica…

As vagas mudam ao longo do dia. O horário só fica seu depois da confirmação.

Vídeos explicativos

Vídeos sobre retina

Os vídeos ajudam a reconhecer sinais de alerta, entender o papel dos exames e conversar com a equipe com mais segurança.

Instituto da Retina Instituto da Retina: tecnologia diagnóstica, urgência e acompanhamento especializado

Vídeo sobre sintomas de alerta, exames de imagem e opções de tratamento em doenças da retina.

DMRI DMRI: novos tratamentos para a forma seca e a úmida

Vídeo sobre diagnóstico precoce da DMRI, injeções anti-VEGF de ação prolongada na forma úmida e terapias em estudo para a forma seca avançada (atrofia geográfica).

Termos da consulta

Glossário da retina

Os termos mais usados na consulta de retina, em linguagem simples, para ajudar a entender exames, diagnósticos e tratamentos.

Ver os 8 termos

Mácula

Região central da retina responsável pela visão de detalhes finos, leitura, percepção de faces e tarefas que exigem nitidez central.

Metamorfopsia

Percepção de linhas retas como tortas, onduladas ou quebradas. É um sinal clássico de doença macular ativa e justifica comparação entre um olho e outro.

Escotoma central

Área apagada, embaçada ou ausente na região central da visão. Pode acompanhar DMRI, buraco macular, membrana epirretiniana e outras condições retinianas.

Anti-VEGF

Classe terapêutica utilizada para controlar neovascularização e vazamento vascular em DMRI úmida, edema macular diabético e algumas oclusões vasculares.

Vitrectomia

Cirurgia em que o gel vítreo é removido para permitir acesso à retina e tratar descolamento, hemorragia vítrea, membranas, tração e buraco macular.

Drusas

Depósitos extracelulares que podem aparecer sob a retina na DMRI seca e ajudam a definir risco de progressão, especialmente quando associados a alterações pigmentares.

Isquemia retiniana

Redução de perfusão da retina, frequentemente ligada a diabetes e oclusões vasculares, com risco de neovascularização e perda funcional.

Peeling de membrana

Etapa cirúrgica delicada em que membranas sobre a mácula são removidas para aliviar a tração.

Quanto custa tratar a retina em São Paulo?

Valores particulares, à vista: exames a partir de R$ 110, injeção intravítrea a partir de R$ 1.904 por aplicação, laser a partir de R$ 360 por sessão e vitrectomia a partir de R$ 14.600. O valor depende do diagnóstico e do tratamento indicado na consulta. Quando há dois valores, o primeiro é à vista (Pix) e o segundo, no cartão.

Diagnóstico

Exames de Retina

OCT de retina, mapeamento de retina e retinografia. Servem para o diagnóstico e para acompanhar a evolução.
OCT de retina (os dois olhos)R$ 240 · R$ 300
Mapeamento de retina (os dois olhos)R$ 160 · R$ 200
Retinografia colorida (os dois olhos)R$ 110 · R$ 140

O valor de cada exame cobre os dois olhos. Os convênios cobrem a maioria dos exames.

Injeção intravítrea

Por aplicação, no MIRA

Medicamentos aplicados dentro do olho. Os antiangiogênicos (anti-VEGF) tratam DMRI úmida, edema macular diabético e edema por oclusão venosa; os corticoides são usados em alguns casos de edema macular. O médico indica qual medicamento e quantas aplicações.
Bevacizumabe (por aplicação, uso fora da bula)R$ 1.904
Ranibizumabe (por aplicação)R$ 6.426
Aflibercepte (por aplicação)R$ 6.426
Implante de dexametasona, corticoide (por aplicação)R$ 9.690
Triancinolona, corticoide (por aplicação)R$ 1.904

O valor inclui a aplicação, a sala do MIRA e o medicamento. Valor particular à vista · Parcelamento disponível

Cirurgia

Vitrectomia

Cirurgia para descolamento de retina, membrana epirretiniana, buraco macular e hemorragia vítrea, feita no MIRA.
Vitrectomia (um olho)R$ 14.600
Vitrectomia com cirurgia de catarataR$ 16.000
Vitrectomia com anestesia geralR$ 24.000

Avaliação individual necessária · Valores variam conforme a complexidade

Laser Retiniano

Fotocoagulação e Micropulsado

Fotocoagulação: rasgaduras, áreas sem circulação na retinopatia diabética e lesões da periferia. Laser micropulsado: alguns casos de edema macular e de coriorretinopatia serosa central. Saiba mais sobre o Laser de Argônio →
Fotocoagulação a laser, uma sessão, um olhoR$ 360 · R$ 460
Fotocoagulação a laser, uma sessão, os dois olhosR$ 720 · R$ 940
Laser micropulsado, um olhoR$ 600 · R$ 800
Laser micropulsado, os dois olhosR$ 800 · R$ 1.000

A fotocoagulação é cobrada por sessão. Os lasers são feitos no MIRA.

Capsulotomia

YAG Laser

Procedimento para opacificação de cápsula posterior, comum após cirurgia de catarata. Sobre o YAG laser.
Capsulotomia YAG, um olhoR$ 360 · R$ 460
Capsulotomia YAG, os dois olhosR$ 720 · R$ 940

Feita no MIRA.

Valores particulares de 2026. Quando há dois valores, o primeiro é à vista (Pix) e o segundo, no cartão.

Atendemos convênios e particulares, com prioridade para casos agudos como o descolamento de retina. Já tenho diagnóstico: perguntar valores pelo WhatsApp

O convênio cobre o tratamento da retina?

Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior e Instituto Pró-PM cobrem a injeção intravítrea e a vitrectomia, conforme as regras do plano; Amil e Ameplan Saúde também cobrem, com autorização prévia (na Ameplan, com a guia autorizadora). Os dois procedimentos são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Toque no seu plano

Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem a consulta e os exames de retina; a injeção intravítrea e a vitrectomia, feitas no MIRA, seguem as regras do plano e a autorização da operadora. Toque no seu plano para ver as unidades que o atendem.

Detalhes de cada plano

Onde tratar a retina em São Paulo?

A consulta, os exames e o acompanhamento são feitos nas 5 unidades da Drudi e Almeida, em São Paulo e Guarulhos; a injeção intravítrea, o laser e a vitrectomia, no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Onde é feito cada exame: OCT, em Santana, no Tatuapé e no MIRA. Angio-OCT, no Tatuapé. Retinografia, em Santana, no Tatuapé e na Lapa. Mapeamento de retina, nas 5 unidades. Ultrassom ocular (ecografia), em Santana, no Tatuapé e em São Miguel. A angiofluoresceinografia não é feita na rede.

Hospital próprio da rede

MIRA Hospital Oftalmológico

Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo

Metrô Moema (cerca de 8 min a pé) e Eucaliptos (cerca de 10 min), Linha 5-Lilás.

No MIRA: injeção intravítrea, laser (fotocoagulação, micropulsado e YAG) e vitrectomia.

Diretora Técnica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia).

Unidades para a consulta e os exames

Artigos do blog

Para ler com calma

DMRI, retinopatia diabética, descolamento de retina, doenças da mácula e tratamentos, explicados em artigos do blog.

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Perguntas frequentes

Quando flashes e moscas volantes indicam urgência real?

Moscas volantes são pontos ou teias escuras que parecem flutuar na visão. Muitas vezes são benignas e acompanham mudanças do gel vítreo com a idade. Procure avaliação no mesmo dia se surgirem de forma súbita, em grande quantidade, ou junto com flashes de luz ou sombra semelhante a uma cortina. Esses sinais podem estar associados a rasgadura ou descolamento de retina e precisam de exame adequado. No horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), ligue (11) 5430-2421; fora dele, procure um pronto-socorro imediatamente, sem esperar a clínica abrir.

Toda pessoa com diabetes precisa fazer exame da retina mesmo sem sintomas?

O diabetes pode afetar a retina antes de causar sintomas. Por isso, pessoas com diabetes precisam incluir a avaliação oftalmológica no acompanhamento regular. O exame de retina e o intervalo de retorno são definidos conforme o tipo de diabetes, achados oculares e orientação da equipe médica. Não espere a visão embaçar para conversar com o oftalmologista.

A injeção intravítrea (anti-VEGF) dói e exige internação?

Não exige internação. A injeção é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, e você vai para casa no mesmo dia. O olho é anestesiado com colírio, e a aplicação do medicamento (como ranibizumabe, aflibercepte ou faricimabe) dura poucos segundos; a maioria das pessoas sente só uma pressão rápida. Depois, o olho pode ficar irritado ou com sensação de areia por algumas horas. Antes da aplicação, o médico explica os riscos e os cuidados com o olho nos dias seguintes.

Quanto custa a injeção intravítrea e o convênio cobre?

No particular, o valor é por aplicação, à vista, e muda com o medicamento: R$ 1.904 com bevacizumabe (uso fora da bula) ou triancinolona; R$ 6.426 com ranibizumabe ou aflibercepte; e R$ 9.690 com o implante de dexametasona. O valor inclui a aplicação, a sala do MIRA e o medicamento. O médico indica qual medicamento e quantas aplicações. Pelo convênio: Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior e Instituto Pró-PM cobrem a injeção intravítrea e a vitrectomia, conforme as regras do plano; Amil e Ameplan Saúde também cobrem, com autorização prévia (na Ameplan, com a guia autorizadora). Os dois procedimentos são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

O convênio cobre a vitrectomia?

Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior e Instituto Pró-PM cobrem a injeção intravítrea e a vitrectomia, conforme as regras do plano; Amil e Ameplan Saúde também cobrem, com autorização prévia (na Ameplan, com a guia autorizadora). Os dois procedimentos são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. No particular, a vitrectomia de um olho custa R$ 14.600 à vista; o valor final depende da avaliação e da complexidade do caso.

Já tenho diagnóstico. Como agendo pelo Instituto?

Pelo WhatsApp do Instituto da Retina: conte o seu diagnóstico. No horário de atendimento (de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h), quem responde é a consultora do Instituto, no (11) 91654-4653. Fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca a consulta pelo Instituto, e a consultora retoma o pedido. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, marque a consulta na unidade, pelo site ou pela central telefônica, (11) 5430-2421.

Como a ferramenta digital de distorção macular (Grade de Amsler) deve ser usada?

A grade de Amsler ajuda a observar a visão central. Use a correção habitual para perto, se indicada. Cubra um olho e fixe o olhar no ponto central da grade. Observe se há linhas tortas, onduladas, ausentes ou manchas escuras. Uma mudança nova merece contato com a equipe para avaliar a necessidade de antecipar a consulta. A grade não substitui exame oftalmológico.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) sempre leva à cegueira?

Não necessariamente. A DMRI afeta principalmente a visão central, usada para leitura e reconhecimento de rostos. A evolução depende do tipo e do estágio. A forma seca costuma progredir mais lentamente. A forma úmida pode causar perda visual mais rápida. Quando há atividade da forma úmida, o oftalmologista pode indicar injeções anti-VEGF. O objetivo é controlar a atividade da doença e preservar a função visual quando possível.

Quando a cirurgia de Vitrectomia é indicada?

A vitrectomia via pars plana é uma cirurgia que remove o gel vítreo para permitir o tratamento da retina. Pode ser indicada em descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular ou membrana epirretiniana. A decisão depende do exame, das imagens e do impacto funcional. A técnica e a recuperação variam conforme cada caso. Na rede, ela é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

O que é o OCT (Tomografia de Coerência Óptica) e por que ele é tão importante?

O OCT é um exame de imagem sem contato que mostra a retina em camadas. Ele pode revelar líquido, edema, tração e alterações da mácula que ajudam na decisão clínica. Nem toda doença de retina exige OCT em todas as consultas. Quando indicado, o exame complementa o fundo de olho e ajuda a acompanhar a resposta ao tratamento.

Referências

Referências (18)

Diretrizes e materiais usados no texto desta página sobre DMRI, retinopatia diabética, grade de Amsler, urgências e tratamentos da retina.

  1. [1]AAO Preferred Practice Pattern: Age-Related Macular Degeneration
  2. [2]AAO Preferred Practice Pattern: Diabetic Retinopathy
  3. [3]National Eye Institute — Age-Related Macular Degeneration
  4. [4]National Eye Institute — Diabetic Retinopathy
  5. [5]Cleveland Clinic — Amsler Grid Eye Test
  6. [7]Randomized Trial of a Home Monitoring System for Early Detection of CNV
  7. [8]Evaluation of a Digital Amsler Grid for Macular Disease Monitoring
  8. [9]AAO — Facts About the Amsler Grid and Daily Vision Checks for AMD
  9. [10]Cochrane — Anti-vascular endothelial growth factor for neovascular age-related macular degeneration
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  11. [12]Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo
  12. [13]American Society of Retina Specialists — Retina Health Information
  13. [14]AAO Preferred Practice Pattern: Posterior Vitreous Detachment, Retinal Breaks, and Lattice Degeneration
  14. [15]AAO Preferred Practice Pattern: Retinal and Ophthalmic Artery Occlusions
  15. [16]National Eye Institute — Retinal Detachment
  16. [17]Karcioglu ZA. Did Edgar Degas have an inherited retinal degeneration? Ophthalmic Genet. 2007;28(2):51-5. PMID 17558845
  17. [18]Karcioglu ZA, Stone EM, Marmor MF. Did Edgar Degas have Stargardt disease? Ophthalmic Genet. 2021;42(4):402-4. PMID 33781147
  18. [19]Marmor MF. An eye chart for Edgar Degas. JAMA Ophthalmol. 2013;131(10):1353-5. PMID 24114134

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), com residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE.

Outros institutos: Catarata · Glaucoma · Ceratocone · Estrabismo · Plástica facial

Como agendar pelo Instituto da Retina

Com diagnóstico de doença da retina, envie o pedido pelo WhatsApp, e a consultora faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular.

Mora longe? Segunda opinião por vídeo com o Dr. Fernando Drudi, a partir dos seus exames recentes.