Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–12h
Sala cirúrgica e ambiente de avaliação especializada do Instituto da Retina.

Instituto da Retina em São Paulo — Retinólogo Especializado

A retina participa da leitura, da visão central, da percepção de contraste e da segurança para caminhar, dirigir e reconhecer rostos. Quando surgem distorção, mancha, flashes, moscas volantes ou queda repentina da visão, o paciente precisa entender com clareza o que pode ser urgência, quais exames costumam ajudar e como funciona o cuidado com o retinólogo.

OCT
Angio-OCT e imagem de retina
+5.000
injeções anti-VEGF realizadas
+10 anos
de experiência do Dr. Fernando em retina
20+
Artigos integrados sobre retina
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A equipe ajuda a organizar urgência, sintomas de mácula ou retina periférica, exames como OCT e mapeamento, disponibilidade da unidade e o próximo passo para avaliação com o retinólogo.

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Os conteúdos do instituto não substituem exame oftalmológico. Em retina, tempo de avaliação e imagem adequada mudam prognóstico.

Flashes novos, aumento súbito de moscas volantes, cortina escura ou queda visual repentina? Esses sintomas exigem avaliação rápida porque podem indicar rasgadura, descolamento de retina, oclusão vascular ou hemorragia vítrea. Ligue agora: (11) 5430-2421

Avaliação por sintomas de urgência

Flashes, moscas volantes, sombra periférica e distorção central com orientação objetiva.

Camada tecnológica real

OCT, Angio-OCT, retinografia e ecografia integrados à decisão clínica.

Retina médica e cirúrgica

Do acompanhamento da DMRI à vitrectomia em cenários que exigem decisão especializada.

Sintomas e decisão

Como interpretar sinais de alerta sem banalizar nem dramatizar

Um dos maiores erros em oftalmologia é tratar todo embaçamento visual como uma simples necessidade de trocar os óculos. O raciocínio clínico maduro em retina exige mapear o sintoma para a sua origem anatômica. A retina periférica não avisa quando está doente com perda de visão; ela avisa através de fotopsias (flashes de luz súbitos, como relâmpagos) e miodesópsias (aumento abrupto de moscas volantes, teias ou pontos pretos). Esses sintomas indicam que o gel vítreo está tracionando a retina, com alto risco de causar uma rasgadura (ruptura) que pode evoluir para descolamento de retina se não for bloqueada com laser de argônio em tempo hábil.

Por outro lado, problemas na mácula (como a DMRI e o Edema Macular Diabético) manifestam-se de forma muito diferente. O paciente queixa-se de metamorfopsia (as linhas retas das portas, azulejos ou textos parecem tortas, onduladas ou quebradas) e de escotoma central (uma mancha escura ou borrada exatamente no centro da visão, dificultando o reconhecimento de rostos). Já uma queda visual súbita e indolor, como se uma cortina escura descesse sobre o olho, aponta fortemente para um evento vascular grave (oclusão da artéria ou veia central da retina) ou para um descolamento de retina já instalado [2] [5].

A boa medicina de retina depende profundamente da cronologia. Um sintoma que está lá há 10 anos tem um peso clínico diferente de um sintoma que apareceu ontem à noite. Fatores de risco como diabetes descontrolado, alta miopia (que afina a retina periférica) e idade avançada alteram completamente o grau de suspeição. O paciente diabético, por exemplo, deve realizar o mapeamento de retina anualmente mesmo sem nenhum sintoma, pois a retinopatia diabética prolifera silenciosamente até causar uma hemorragia vítrea devastadora.

Esse mesmo raciocínio justifica a presença da ferramenta prática digital logo adiante. O monitoramento domiciliar é uma extensão vital do tratamento retiniano. Em vez de apenas olhar uma grade impressa esquecida na gaveta, o paciente pode testar sua visão central ativamente, registrando onde percebe linhas onduladas. Qualquer assimetria nova entre os olhos ou distorção recente em um paciente com drusas (DMRI seca) é o gatilho para antecipar a consulta, realizar um OCT e, se confirmada a conversão para DMRI úmida, iniciar o tratamento com anti-VEGF antes que o dano se torne irreversível [6] [7] [8] [9].

Linha de cuidado em retina

1

Triagem clínica do sintoma

Identificar se a queixa sugere mácula, retina periférica, vítreo, evento vascular ou necessidade de investigação de emergência.

2

Imagem e documentação

Usar OCT, retinografia, mapeamento e, quando indicado, angiografia ou ecografia para definir anatomia e atividade.

3

Decisão terapêutica

Observar, repetir imagem, iniciar anti-VEGF, indicar laser, programar cirurgia ou articular investigação sistêmica.

4

Monitoramento longitudinal

Registrar resposta funcional e anatômica, ajustar intervalo terapêutico e educar o paciente para reconhecer sinais de piora.

Principais cenários clínicos

Doenças que mais exigem avaliação retiniana organizada

O manejo das doenças retinianas foi revolucionado nas últimas duas décadas. A introdução das injeções intravítreas de anti-VEGF (fator de crescimento endotelial vascular) transformou doenças que antes causavam cegueira inevitável em condições crônicas gerenciáveis. Paralelamente, a evolução da vitrectomia minimamente invasiva (calibres 25G e 27G) tornou as cirurgias intraoculares muito mais seguras, sem necessidade de pontos e com recuperação acelerada. A organização do cuidado começa em diagnosticar a doença na janela de tempo em que essas tecnologias ainda podem salvar ou restaurar a visão [1] [2] [4].

DMRI seca e úmida

A degeneração macular relacionada à idade pode começar com drusas e alterações discretas da mácula e evoluir para neovascularização, hemorragia e perda rápida da visão central.

A forma seca exige acompanhamento longitudinal, análise de progressão e educação do paciente. A forma úmida demanda intervenção rápida com anti-VEGF para preservar leitura, reconhecimento facial e autonomia funcional.

Retinopatia diabética e edema macular diabético

O diabetes afeta diretamente a microcirculação retiniana e pode produzir edema macular, isquemia, neovascularização e hemorragia vítrea, mesmo antes de sintomas intensos.

A integração entre controle metabólico, mapeamento de retina, OCT, laser e terapia intravítrea é o que permite reduzir risco de perda visual progressiva e organizar seguimento adequado.

Descolamento de retina e rasgaduras

Flashes, aumento súbito de moscas volantes e sombra em forma de cortina são sinais de alerta para rasgaduras e descolamento de retina, situações em que o tempo de avaliação muda prognóstico.

A retina descolada não pode ser tratada como sintoma banal. O objetivo é confirmar rapidamente a anatomia macular e periférica, planejar retinopexia, laser, pneumopexia ou vitrectomia conforme o caso.

Membrana epirretiniana e buraco macular

São doenças maculares frequentemente associadas a distorção de linhas, piora para leitura e perda de nitidez central.

O OCT é central para diferenciar espessamento, tração e desorganização estrutural. Quando necessário, a vitrectomia com peeling é planejada para restabelecer arquitetura e função visual.

Oclusões vasculares retinianas

As oclusões venosas e arteriais da retina se relacionam com risco cardiovascular, edema macular e queda visual súbita.

Além do tratamento ocular, o Instituto também orienta o paciente sobre a importância da investigação sistêmica, porque a retina muitas vezes sinaliza um descontrole vascular mais amplo.

Retina pediátrica e prematuridade

Prematuros e crianças com doenças retinianas exigem rastreamento específico, janelas diagnósticas rígidas e equipe habituada a timing clínico sensível.

A detecção precoce da retinopatia da prematuridade reduz risco de sequelas irreversíveis e integra oftalmologia, neonatologia e seguimento estruturado da visão em desenvolvimento.

Visão estratégica

O que o paciente encontra no Instituto da Retina logo na primeira visita

A retina é o tecido neurológico que forra o fundo do olho, funcionando como o "filme fotográfico" que capta a luz e a transforma em impulsos elétricos para o cérebro. Ela não é uma estrutura homogênea: a mácula (sua porção central) é responsável pela visão de altíssima resolução, leitura e reconhecimento facial, enquanto a retina periférica garante o campo visual amplo e a percepção noturna. Quando qualquer dessas áreas sofre danos — seja por degeneração, descolamento ou isquemia vascular — o impacto na autonomia do paciente é imediato e severo.

Por isso, a avaliação moderna de retina exige sair do modelo genérico de “consulta e exame” e entrar em um modelo de estratificação tecnológica e janela de oportunidade. Doenças retinianas são corridas contra o tempo. Um descolamento de retina que ainda não atingiu a mácula (macula-on) é uma emergência cirúrgica que, se tratada em poucas horas, preserva a visão. Se a mácula descolar (macula-off), o prognóstico visual despenca. Da mesma forma, a DMRI úmida não tratada rapidamente com anti-VEGF causa cicatrizes irreversíveis na fóvea em questão de semanas.

O Instituto da Retina foi estruturado para fornecer respostas clínicas de alta precisão logo na primeira visita. A espinha dorsal do diagnóstico é a Tomografia de Coerência Óptica (OCT), um exame não invasivo que realiza cortes microscópicos da mácula, revelando fluidos, trações ou neovascularização que o exame clínico comum não consegue ver. Em casos vasculares, a Angiografia Fluoresceínica e o Angio-OCT (que dispensa contraste) mapeiam o fluxo sanguíneo em tempo real, guiando tratamentos a laser ou injeções intravítreas.

Em quadros complexos como retinopatia diabética, edema macular, membrana epirretiniana, buraco macular e oclusões vasculares, a conduta depende de métricas exatas: espessura macular em micrômetros, presença de isquemia periférica e tração vítreo-macular. O Instituto combina essa camada tecnológica com o julgamento cirúrgico experiente para decidir com segurança quando apenas observar, quando iniciar terapia intravítrea e quando indicar a vitrectomia via pars plana [1] [2] [4].

OCT e Angio-OCT

Permitem ver a retina em cortes micrométricos e mapear a circulação sem contraste, identificando fluido, tração, atrofia, membranas e neovascularização com precisão clínica elevada.

Retinografia de alta resolução

Documenta a retina ao longo do tempo e ajuda a comparar evolução anatômica em diabetes, DMRI, oclusões vasculares, cicatrizes, drusas e respostas ao tratamento.

Angiofluoresceinografia

Mantém papel importante quando é necessário entender vazamento, perfusão, áreas isquêmicas e comportamento vascular retiniano em tempo real.

Ecografia ocular

É estratégica quando catarata densa, hemorragia vítrea ou opacidade dos meios impede visualização adequada da retina no exame clínico convencional.

Biomarcadores de acompanhamento

A leitura moderna da retina não depende apenas de ver a lesão: depende de quantificar fluido, espessura, atividade inflamatória, resposta terapêutica e estabilidade entre visitas.

Planejamento cirúrgico e terapêutico

Retinologia atual combina imagem, urgência, janela terapêutica e seguimento para decidir quando observar, quando injetar, quando laserizar e quando operar.

Ferramentas práticas da retina

Quiz de sintomas, mapa macular avançado, calculadora orientativa e checklist baixável

Em retina, tecnologia útil para o paciente não precisa se limitar a uma grade estática. No instituto, a lógica da tela de Amsler foi ampliada para um hub prático de triagem com quatro recursos complementares: um quiz de sintomas retinianos, um mapa digital de metamorfopsia, uma calculadora de orientação para a próxima conversa com a equipe e um checklist pré-procedimento baixável para anti-VEGF ou vitrectomia [5] [6] [8].

Esses recursos não fazem diagnóstico e não substituem exame de retina, OCT, retinografia ou consulta com retinólogo. O objetivo é organizar melhor o relato do paciente, melhorar a percepção de urgência e deixar mais objetiva a conversa sobre acompanhamento, convênio, injeções intravítreas, cirurgia e retaguarda assistencial quando o caso pode exigir o MIRA Hospital Oftalmológico.

MIRA Hospital Oftalmológico

Retaguarda hospitalar quando o caso precisa ir além do acompanhamento ambulatorial

A maioria dos pacientes de retina começa pela avaliação, documentação por imagem e definição de seguimento. Quando o caso exige injeção intravítrea estruturada, laser, urgência retiniana ou discussão cirúrgica, a jornada pode conversar com a estrutura do MIRA Hospital Oftalmológico.

Experiência ativa

Quiz: você tem sintomas de problema retiniano?

Uma triagem educativa para organizar sinais de urgência, sintomas maculares e fatores de risco antes da consulta.

2 min Leve um resumo objetivo para a equipe

Resultado orientativo

Selecione os sintomas e fatores de risco acima. O resumo vai classificar o nível de urgência relativo, o eixo anatômico provável e o próximo passo mais adequado para conversar com a equipe.

Monitoramento e tratamento

Quando observar, quando tratar e quando acelerar

Na retina, nem toda alteração anatômica exige tratamento imediato, mas quase toda alteração relevante exige contexto. Drusas sem atividade neovascular pedem seguimento e educação; edema macular ativo pode pedir anti-VEGF; isquemia retiniana pode redefinir risco de neovascularização; tração macular pode exigir acompanhamento seriado antes de indicação cirúrgica; sinais periféricos associados a sintomas agudos podem antecipar conduta de urgência. A grande competência do retinólogo está em integrar anatomia, função, velocidade de progressão e risco de dano irreversível [1] [2] [3] [4].

O paciente moderno também precisa entender que o tratamento de retina é frequentemente longitudinal. Há doenças que pedem séries de injeções, comparações estruturais sucessivas no OCT, revisão do intervalo entre visitas e reinterpretação constante do que é melhora funcional versus estabilização anatômica. Dentro dessa lógica, o Instituto da Retina já acumula mais de 5.000 injeções anti-VEGF realizadas e o Dr. Fernando soma mais de 10 anos de experiência em retina, o que reforça a necessidade de processos consistentes de documentação, reavaliação e decisão terapêutica ao longo do tempo.

É por isso que o instituto dedica espaço para vídeos, glossário, ferramenta de triagem funcional e conteúdo complementar. Quando o paciente consegue reconhecer termos como metamorfopsia, escotoma, drusas, fluido e urgência, a conversa com a equipe fica mais objetiva e a adesão ao acompanhamento tende a melhorar. Essa educação estruturada conversa com diretrizes da AAO, revisões sistemáticas da Cochrane e materiais de apoio ao paciente produzidos por sociedades especializadas como a SBRV e a ASRS [2] [10] [11] [12] [13].

Quando a jornada diagnóstica ou terapêutica exige estrutura complementar, a organização assistencial do instituto conversa com a retaguarda do MIRA Hospital Oftalmológico. Isso ajuda o paciente a entender que retina envolve desde acompanhamento ambulatorial com OCT até injeções intravítreas, laser e cenários cirúrgicos com suporte hospitalar adequado.

Retina médica

DMRI, edema macular diabético, retinopatia diabética, oclusões vasculares e inflamações retinianas pedem acompanhamento com imagem, terapêutica medicamentosa e decisão temporal refinada.

Retina cirúrgica

Descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular e membranas tracionais são cenários em que a cirurgia pode redefinir anatomia, prognóstico e janela funcional.

Retina de urgência

Quando há suspeita de descolamento, rasgo, oclusão arterial ou queda súbita visual, o eixo principal deixa de ser apenas “entender a doença” e passa a ser “agir na velocidade adequada”.

Retina de acompanhamento

Pacientes com DMRI seca, diabetes, miopia alta e história familiar precisam de seguimento estruturado para que a intervenção ocorra antes da perda visual incapacitante.

Vídeos explicativos

Comece pelos vídeos se quiser entender a retina de forma mais simples

Logo no início do instituto, os vídeos ajudam a reconhecer sinais de alerta, entender o papel dos exames e conversar com a equipe com muito mais segurança.

Instituto da Retina Instituto da Retina: tecnologia diagnóstica, urgência e acompanhamento especializado

Vídeo institucional para entender como funciona a jornada do paciente em retina, desde os sintomas de alerta até o planejamento terapêutico com OCT, angiografia e tratamento cirúrgico ou medicamentoso.

DMRI DMRI: sinais iniciais, uso da grade de Amsler e quando indicar injeções intravítreas

Vídeo educativo dedicado à degeneração macular relacionada à idade, com foco em sintomas de metamorfopsia, monitoramento domiciliar e linhas de tratamento com anti-VEGF.

Glossário avançado

Termos que ajudam o paciente a conversar como alguém que entende a própria retina

No Instituto da Retina, o glossário foi pensado para traduzir termos técnicos em linguagem clara, sem perder precisão. A ideia é ajudar o paciente a entender melhor o que está ouvindo na consulta e a acompanhar a própria jornada com mais segurança.

Entendimento guiado

O glossário ajuda a reconhecer os termos mais usados na rotina da retina, facilitando a conversa com a equipe e o entendimento de exames, diagnósticos e tratamentos.

Mácula

Região central da retina responsável pela visão de detalhes finos, leitura, percepção de faces e tarefas que exigem nitidez central.

Metamorfopsia

Percepção de linhas retas como tortas, onduladas ou quebradas. É um sinal clássico de doença macular ativa e justifica comparação entre um olho e outro.

Escotoma central

Área apagada, embaçada ou ausente na região central da visão. Pode acompanhar DMRI, buraco macular, membrana epirretiniana e outras condições retinianas.

Anti-VEGF

Classe terapêutica utilizada para controlar neovascularização e vazamento vascular em DMRI úmida, edema macular diabético e algumas oclusões vasculares.

Vitrectomia

Cirurgia em que o gel vítreo é removido para permitir acesso à retina e tratar descolamento, hemorragia vítrea, membranas, tração e buraco macular.

Drusas

Depósitos extracelulares que podem aparecer sob a retina na DMRI seca e ajudam a definir risco de progressão, especialmente quando associados a alterações pigmentares.

Isquemia retiniana

Redução de perfusão da retina, frequentemente ligada a diabetes e oclusões vasculares, com risco de neovascularização e perda funcional.

Peeling de membrana

Etapa cirúrgica delicada em que membranas sobre a mácula são removidas para aliviar tração e restaurar arquitetura retiniana.

Investimento no Tratamento

O tratamento das doenças da retina varia conforme o diagnóstico, a urgência e a tecnologia necessária. Apresentamos uma visão geral para auxiliar no planejamento.

Diagnóstico
Exames de Retina
OCT de retina, mapeamento de retina e retinografia. Essenciais para diagnóstico preciso e acompanhamento. Ver USG Ocular →
OCT de RetinaR$ 240 – R$ 300
Mapeamento de RetinaR$ 160 – R$ 200
Retinografia ColoridaR$ 110 – R$ 140

Convênios cobrem a maioria dos exames diagnósticos

Mais solicitado
Injeção Intravítrea
Anti-VEGF
Tratamento padrão-ouro para DMRI úmida, edema macular diabético e oclusão vascular retiniana.
Avastin (por dose)R$ 1.904
Lucentis (por dose)R$ 6.426
Eylia (por dose)R$ 6.426
Ozurdex (por dose)R$ 9.690
Triancinolona (por dose)R$ 1.904

Valor particular à vista · Parcelamento disponível

Cirurgia
Vitrectomia
Cirurgia para descolamento de retina, membrana epirretiniana, buraco macular e hemorragia vítrea.
Vitrectomia (monocular)R$ 14.600
Vitrectomia + FacectomiaR$ 16.000
Vitrectomia (anest. geral)R$ 24.000

Avaliação individual necessária · Valores variam conforme complexidade

Laser Retiniano
Fotocoagulação e Micropulsado
Tratamento a laser para retinopatia diabética, rasgaduras e lesões periféricas da retina. Saiba mais sobre o Laser de Argônio →
Fotocoagulação Argônio (mono)R$ 360 – R$ 460
Fotocoagulação Argônio (bino)R$ 720 – R$ 940
Laser Micropulsado (mono)R$ 600 – R$ 800
Laser Micropulsado (bino)R$ 800 – R$ 1.000
Capsulotomia
YAG Laser
Procedimento para opacificação de cápsula posterior, comum após cirurgia de catarata.
Capsulotomia YAG (monocular)R$ 360 – R$ 460
Capsulotomia YAG (binocular)R$ 720 – R$ 940

Valores referência 2026 · Particular à vista

Doenças da retina frequentemente exigem tratamento urgente. Atendemos convênios e particulares, com prioridade para casos agudos como descolamento de retina.

Perguntas frequentes

Dúvidas que realmente importam em retina

Quando flashes e moscas volantes indicam urgência real?

As "moscas volantes" (pontos ou teias escuras flutuando na visão) são comuns e frequentemente benignas, causadas pela degeneração natural do gel vítreo com a idade. No entanto, elas se tornam um sinal de ALERTA MÁXIMO quando ocorrem de forma súbita, em grande quantidade (como uma "chuva de fuligem"), ou quando vêm acompanhadas de flashes de luz (fotopsias) e de uma "cortina escura" cobrindo parte da visão. Esse quadro clássico indica que o vítreo puxou a retina com força suficiente para rasgá-la ou descolá-la, exigindo mapeamento de retina de urgência para possível bloqueio com laser ou cirurgia.

Toda pessoa com diabetes precisa fazer exame da retina mesmo sem sintomas?

Absolutamente sim. Este é um dos pilares da saúde ocular preventiva. A retinopatia diabética é uma doença microvascular traiçoeira: os pequenos vasos da retina começam a vazar sangue e fluidos muito antes de a visão central ser afetada. Quando o paciente diabético finalmente nota que a visão está embaçada, a doença já está em estágios avançados (como edema macular diabético ou retinopatia proliferativa com neovasos). O protocolo internacional exige que todo diabético realize o mapeamento de retina (fundo de olho) pelo menos uma vez ao ano, com as pupilas dilatadas.

A injeção intravítrea (anti-VEGF) dói e exige internação?

O procedimento assusta pelo nome, mas na prática é extremamente rápido, seguro e praticamente indolor. Não exige internação; é feito em regime ambulatorial (no consultório ou em sala de pequenos procedimentos). Utilizamos colírios anestésicos potentes que adormecem completamente a superfície do olho. A aplicação do medicamento (como ranibizumabe, aflibercepte ou faricimabe) dura apenas alguns segundos. O paciente pode sentir uma leve pressão, mas raramente dor. Após o procedimento, o paciente vai para casa no mesmo dia, com orientações simples de uso de colírios profiláticos.

Como a ferramenta digital de distorção macular (Grade de Amsler) deve ser usada?

A Grade de Amsler é o "termômetro" da mácula. Para usá-la corretamente: coloque seus óculos de leitura (se usar), fique a cerca de 30 cm da tela, cubra um olho com a mão e fixe o olhar no ponto central da grade. Sem desviar o olho do centro, observe as linhas ao redor. Se alguma linha parecer torta, ondulada, ausente ou se houver uma mancha escura (escotoma), isso indica sofrimento macular. O teste deve ser feito semanalmente, um olho de cada vez. O aparecimento de uma distorção NOVA é motivo para agendar uma consulta retiniana em poucos dias.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) sempre leva à cegueira?

Não. A DMRI afeta a visão central (leitura, rostos), mas poupa a visão periférica, logo, raramente causa cegueira total (escuridão). Além disso, a evolução depende do tipo. A DMRI Seca (85% dos casos) progride muito lentamente ao longo de anos. Já a DMRI Úmida (15% dos casos) é agressiva e causa perda visual rápida devido ao sangramento sob a mácula. A grande revolução da oftalmologia moderna é que, se a DMRI úmida for diagnosticada precocemente e tratada agressivamente com injeções de anti-VEGF, podemos estabilizar a doença e, muitas vezes, recuperar linhas de visão.

Quando a cirurgia de Vitrectomia é indicada?

A vitrectomia pars plana é uma microcirurgia de alta complexidade na qual o gel vítreo é removido do interior do olho para dar acesso direto à retina. Ela é indicada em casos onde colírios, laser ou injeções não resolvem o problema anatômico. As indicações mais comuns incluem: Descolamento de Retina complexo, Hemorragia Vítrea densa (sangue no olho que não limpa sozinho, comum em diabéticos graves), Buraco Macular (uma ruptura bem no centro da visão) e Membrana Epirretiniana (uma pele cicatricial que enruga a mácula). Hoje, a vitrectomia é feita com micro-incisões que muitas vezes não precisam de pontos.

O que é o OCT (Tomografia de Coerência Óptica) e por que ele é tão importante?

O OCT é o divisor de águas na retinologia. Funciona como um "ultrassom a laser" que não encosta no olho e captura imagens microscópicas em 3D de todas as camadas da retina. Enquanto no exame de fundo de olho o médico vê a retina de frente, o OCT permite ver a retina "de lado" (em corte), revelando acúmulo de líquido (edema), espessura exata da mácula, membranas tracionais e integridade dos fotorreceptores. É impossível diagnosticar, tratar ou acompanhar adequadamente doenças maculares (como DMRI e edema diabético) sem o uso contínuo do OCT.

Blog integrado

Todo o acervo disponível de artigos sobre retina

Aqui o paciente encontra, em um só lugar, os conteúdos mais importantes sobre retina publicados pelo instituto. Isso facilita a continuidade da leitura, aprofunda dúvidas frequentes e ajuda a revisar orientações com calma depois da consulta.

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