A retina é o tecido sensível à luz no fundo do olho. Ela envia ao cérebro as informações que formam a visão. A mácula, sua área central, participa da leitura e do reconhecimento de rostos. A retina periférica contribui para o campo visual. Alterações nessas regiões podem afetar atividades do dia a dia e precisam de avaliação adequada.
A avaliação combina consulta, exame de fundo de olho e imagens quando indicadas. Algumas situações exigem decisão rápida, como suspeita de descolamento de retina. O impacto visual depende de vários fatores, inclusive se a mácula está envolvida. Na DMRI úmida, o retinólogo avalia atividade da doença e o momento adequado para iniciar o tratamento.
A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é um exame sem contato que mostra camadas da retina em corte. Ela pode identificar líquido, tração e outras alterações maculares. Em alguns casos, angiografia fluoresceínica ou Angio-OCT complementam a investigação vascular. A escolha do exame depende da suspeita clínica.
Em retinopatia diabética, edema macular, membrana epirretiniana, buraco macular e oclusões vasculares, a conduta depende de achados específicos. As imagens ajudam a avaliar espessura macular, isquemia e tração. Com esses dados, o especialista pode indicar observação, tratamento intravítreo ou cirurgia [1] [2] [4].