Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–12h
Sala cirúrgica e ambiente de avaliação especializada do Instituto da Retina.

Instituto da Retina em São Paulo — Retinólogo Especializado

A retina participa da visão central, da leitura e do reconhecimento de rostos. Distorção, mancha, flashes, moscas volantes ou queda repentina da visão podem exigir avaliação rápida. O retinólogo define os exames e o próximo passo conforme os sintomas e o exame ocular.

OCT
Angio-OCT e imagem de retina
+5.000
injeções anti-VEGF realizadas
+10 anos
de experiência do Dr. Fernando em retina
19+
Artigos integrados sobre retina
Agendamento orientado

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A equipe ajuda a organizar urgência, sintomas de mácula ou retina periférica, exames como OCT e mapeamento, disponibilidade da unidade e o próximo passo para avaliação com o retinólogo.

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Os conteúdos do instituto não substituem exame oftalmológico. Em retina, tempo de avaliação e imagem adequada mudam prognóstico.

Flashes novos, aumento súbito de moscas volantes, cortina escura ou queda visual repentina? Esses sintomas podem indicar uma alteração retiniana importante. Procure avaliação rápida. Ligue agora: (11) 5430-2421

Avaliação por sintomas de urgência

Flashes, moscas volantes, sombra periférica e distorção central com orientação objetiva.

Camada tecnológica real

OCT, Angio-OCT, retinografia e ecografia integrados à decisão clínica.

Retina médica e cirúrgica

Do acompanhamento da DMRI à vitrectomia em cenários que exigem decisão especializada.

Sintomas e decisão

Sinais de alerta na retina

Nem todo embaçamento visual significa que é preciso trocar os óculos. Na retina, o significado de um sintoma depende do local, da intensidade e de quando ele começou. A retina periférica pode dar sinais como fotopsias (flashes de luz) e miodesópsias (aumento súbito de moscas volantes). Quando surgem de forma nova ou intensa, esses sinais merecem avaliação rápida para afastar rasgaduras ou descolamento de retina.

Problemas na mácula, área central da retina, podem causar visão torta ou uma mancha na região usada para leitura e reconhecimento de rostos. A metamorfopsia faz linhas retas parecerem onduladas. Já o escotoma central é uma área borrada ou escura no centro da visão. Uma queda visual súbita, sobretudo com sensação de cortina, exige avaliação no mesmo dia para identificar sua causa [2] [5].

A cronologia muda a urgência. Um sintoma antigo é avaliado de modo diferente de uma alteração que começou ontem. Diabetes, miopia alta e idade também influenciam o risco. Pessoas com diabetes devem manter exames oftalmológicos periódicos, mesmo sem sintomas, no intervalo definido pela equipe que as acompanha.

A ferramenta digital abaixo ajuda a registrar alterações na visão central. Ela não faz diagnóstico e não substitui o exame oftalmológico. Distorção nova, assimetria entre os olhos ou mudança percebida por quem tem drusas merece contato com a equipe para definir se a consulta deve ser antecipada. O exame e as imagens, como o OCT, orientam os próximos passos [6] [7] [8] [9].

Linha de cuidado em retina

1

Triagem clínica do sintoma

Identificar se a queixa sugere mácula, retina periférica, vítreo, evento vascular ou necessidade de investigação de emergência.

2

Imagem e documentação

Usar OCT, retinografia, mapeamento e, quando indicado, angiografia ou ecografia para definir anatomia e atividade.

3

Decisão terapêutica

Observar, repetir imagem, iniciar anti-VEGF, indicar laser, programar cirurgia ou articular investigação sistêmica.

4

Monitoramento longitudinal

Registrar resposta funcional e anatômica, ajustar intervalo terapêutico e educar o paciente para reconhecer sinais de piora.

Principais cenários clínicos

Doenças que mais exigem avaliação retiniana organizada

O cuidado de doenças retinianas combina diagnóstico precoce, imagem e escolha individualizada do tratamento. Injeções intravítreas de anti-VEGF podem controlar a atividade de vasos anormais em cenários selecionados. A vitrectomia, cirurgia do vítreo e da retina, é indicada em situações específicas. O melhor momento para tratar depende do diagnóstico, da anatomia e do risco funcional [1] [2] [4].

DMRI seca e úmida

A degeneração macular relacionada à idade pode começar com drusas e alterações discretas da mácula e evoluir para neovascularização, hemorragia e perda rápida da visão central.

A forma seca exige acompanhamento longitudinal, análise de progressão e educação do paciente. A forma úmida demanda intervenção rápida com anti-VEGF para preservar leitura, reconhecimento facial e autonomia funcional.

Retinopatia diabética e edema macular diabético

O diabetes afeta diretamente a microcirculação retiniana e pode produzir edema macular, isquemia, neovascularização e hemorragia vítrea, mesmo antes de sintomas intensos.

A integração entre controle metabólico, mapeamento de retina, OCT, laser e terapia intravítrea é o que permite reduzir risco de perda visual progressiva e organizar seguimento adequado.

Descolamento de retina e rasgaduras

Flashes, aumento súbito de moscas volantes e sombra em forma de cortina são sinais de alerta. Eles podem estar associados a rasgaduras ou descolamento de retina, situações em que o tempo de avaliação importa.

A retina descolada não pode ser tratada como sintoma banal. O objetivo é confirmar rapidamente a anatomia macular e periférica, planejar retinopexia, laser, pneumopexia ou vitrectomia conforme o caso.

Membrana epirretiniana e buraco macular

São doenças maculares frequentemente associadas a distorção de linhas, piora para leitura e perda de nitidez central.

O OCT é central para diferenciar espessamento, tração e desorganização estrutural. Quando necessário, a vitrectomia com peeling é planejada para restabelecer arquitetura e função visual.

Oclusões vasculares retinianas

As oclusões venosas e arteriais da retina se relacionam com risco cardiovascular, edema macular e queda visual súbita.

Além do tratamento ocular, o Instituto também orienta o paciente sobre a importância da investigação sistêmica, porque a retina muitas vezes sinaliza um descontrole vascular mais amplo.

Retina pediátrica e prematuridade

Prematuros e crianças com doenças retinianas exigem rastreamento específico, janelas diagnósticas rígidas e equipe habituada a timing clínico sensível.

A detecção precoce da retinopatia da prematuridade reduz risco de sequelas irreversíveis e integra oftalmologia, neonatologia e seguimento estruturado da visão em desenvolvimento.

Visão estratégica

Avaliação inicial em retina

A retina é o tecido sensível à luz no fundo do olho. Ela envia ao cérebro as informações que formam a visão. A mácula, sua área central, participa da leitura e do reconhecimento de rostos. A retina periférica contribui para o campo visual. Alterações nessas regiões podem afetar atividades do dia a dia e precisam de avaliação adequada.

A avaliação combina consulta, exame de fundo de olho e imagens quando indicadas. Algumas situações exigem decisão rápida, como suspeita de descolamento de retina. O impacto visual depende de vários fatores, inclusive se a mácula está envolvida. Na DMRI úmida, o retinólogo avalia atividade da doença e o momento adequado para iniciar o tratamento.

A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é um exame sem contato que mostra camadas da retina em corte. Ela pode identificar líquido, tração e outras alterações maculares. Em alguns casos, angiografia fluoresceínica ou Angio-OCT complementam a investigação vascular. A escolha do exame depende da suspeita clínica.

Em retinopatia diabética, edema macular, membrana epirretiniana, buraco macular e oclusões vasculares, a conduta depende de achados específicos. As imagens ajudam a avaliar espessura macular, isquemia e tração. Com esses dados, o especialista pode indicar observação, tratamento intravítreo ou cirurgia [1] [2] [4].

OCT e Angio-OCT

Permitem ver a retina em cortes micrométricos e mapear a circulação sem contraste, identificando fluido, tração, atrofia, membranas e neovascularização com precisão clínica elevada.

Retinografia de alta resolução

Documenta a retina ao longo do tempo e ajuda a comparar evolução anatômica em diabetes, DMRI, oclusões vasculares, cicatrizes, drusas e respostas ao tratamento.

Angiofluoresceinografia

Mantém papel importante quando é necessário entender vazamento, perfusão, áreas isquêmicas e comportamento vascular retiniano em tempo real.

Ecografia ocular

É estratégica quando catarata densa, hemorragia vítrea ou opacidade dos meios impede visualização adequada da retina no exame clínico convencional.

Biomarcadores de acompanhamento

A leitura moderna da retina não depende apenas de ver a lesão: depende de quantificar fluido, espessura, atividade inflamatória, resposta terapêutica e estabilidade entre visitas.

Planejamento cirúrgico e terapêutico

Retinologia atual combina imagem, urgência, janela terapêutica e seguimento para decidir quando observar, quando injetar, quando laserizar e quando operar.

Ferramentas práticas da retina

Ferramentas de autoavaliação

Quiz de sintomas, mapa macular, calculadora orientativa e checklist para organizar a conversa com a equipe.

Os recursos abaixo ajudam o paciente a organizar dúvidas antes da consulta. Eles incluem quiz de sintomas, mapa de distorção visual, calculadora orientativa e checklist de preparo. Não produzem diagnóstico nem definem tratamento. A avaliação médica e os exames continuam essenciais [5] [6] [8].

Esses recursos não fazem diagnóstico e não substituem consulta, OCT ou retinografia. Eles ajudam a organizar o relato de sintomas e as dúvidas sobre seguimento, convênio, injeções, cirurgia ou retaguarda assistencial. A equipe define o próximo passo após avaliar cada caso.

MIRA Hospital Oftalmológico

Retaguarda hospitalar

A maior parte dos atendimentos começa com avaliação e documentação por imagem. Quando há indicação de injeção intravítrea, laser, urgência ou discussão cirúrgica, a jornada pode ser articulada com a estrutura do MIRA Hospital Oftalmológico.

Experiência ativa

Quiz: você tem sintomas de problema retiniano?

Uma triagem educativa para organizar sinais de urgência, sintomas maculares e fatores de risco antes da consulta.

2 min Leve um resumo objetivo para a equipe

Resultado orientativo

Selecione os sintomas e fatores de risco acima. O resumo vai classificar o nível de urgência relativo, o eixo anatômico provável e o próximo passo mais adequado para conversar com a equipe.

Monitoramento e tratamento

Quando observar, quando tratar e quando acelerar

Nem toda alteração na retina exige tratamento imediato. Muitas exigem acompanhamento e contexto clínico. Drusas sem atividade costumam pedir seguimento. Edema macular, isquemia, tração e sinais periféricos agudos podem mudar a urgência ou a proposta terapêutica. O retinólogo integra sintomas, exame, imagens e velocidade de evolução antes de decidir [1] [2] [3] [4].

O tratamento de retina pode exigir acompanhamento ao longo do tempo. Em alguns casos, há séries de injeções, OCTs comparativos e revisão do intervalo entre as visitas. Os indicadores institucionais apresentados acima refletem experiência acumulada e não determinam resultado individual. A conduta é reavaliada conforme a resposta anatômica, funcional e clínica.

Vídeos, glossário e ferramentas educativas ajudam o paciente a preparar perguntas para a consulta. Entender termos como metamorfopsia, escotoma e drusas torna a conversa com a equipe mais objetiva. O material é complementar e não substitui avaliação médica. A seleção de fontes inclui diretrizes da AAO, revisões Cochrane e materiais de sociedades especializadas [2] [10] [11] [12] [13].

Quando a avaliação ou o tratamento exigem estrutura complementar, a equipe pode articular a jornada com o MIRA Hospital Oftalmológico. O cuidado em retina pode envolver acompanhamento ambulatorial, OCT, injeções, laser ou cirurgia, conforme a necessidade clínica.

Retina médica

DMRI, edema macular diabético, retinopatia diabética, oclusões vasculares e inflamações retinianas pedem acompanhamento com imagem, terapêutica medicamentosa e decisão temporal refinada.

Retina cirúrgica

Descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular e membranas tracionais são cenários em que a cirurgia pode redefinir anatomia, prognóstico e janela funcional.

Retina de urgência

Quando há suspeita de descolamento, rasgo, oclusão arterial ou queda súbita visual, o eixo principal deixa de ser apenas “entender a doença” e passa a ser “agir na velocidade adequada”.

Retina de acompanhamento

Pacientes com DMRI seca, diabetes, miopia alta e história familiar precisam de seguimento estruturado para que a intervenção ocorra antes da perda visual incapacitante.

Vídeos explicativos

Vídeos sobre retina

Logo no início do instituto, os vídeos ajudam a reconhecer sinais de alerta, entender o papel dos exames e conversar com a equipe com muito mais segurança.

Instituto da Retina Instituto da Retina: tecnologia diagnóstica, urgência e acompanhamento especializado

Vídeo sobre sintomas de alerta, exames de imagem e opções de tratamento em doenças da retina.

DMRI DMRI: sinais iniciais, uso da grade de Amsler e quando indicar injeções intravítreas

Vídeo educativo sobre sinais de DMRI, grade de Amsler e tratamento anti-VEGF quando indicado.

Glossário avançado

Glossário da retina

No Instituto da Retina, o glossário foi pensado para traduzir termos técnicos em linguagem clara, sem perder precisão. A ideia é ajudar o paciente a entender melhor o que está ouvindo na consulta e a acompanhar a própria jornada com mais segurança.

Entendimento guiado

O glossário ajuda a reconhecer os termos mais usados na rotina da retina, facilitando a conversa com a equipe e o entendimento de exames, diagnósticos e tratamentos.

Mácula

Região central da retina responsável pela visão de detalhes finos, leitura, percepção de faces e tarefas que exigem nitidez central.

Metamorfopsia

Percepção de linhas retas como tortas, onduladas ou quebradas. É um sinal clássico de doença macular ativa e justifica comparação entre um olho e outro.

Escotoma central

Área apagada, embaçada ou ausente na região central da visão. Pode acompanhar DMRI, buraco macular, membrana epirretiniana e outras condições retinianas.

Anti-VEGF

Classe terapêutica utilizada para controlar neovascularização e vazamento vascular em DMRI úmida, edema macular diabético e algumas oclusões vasculares.

Vitrectomia

Cirurgia em que o gel vítreo é removido para permitir acesso à retina e tratar descolamento, hemorragia vítrea, membranas, tração e buraco macular.

Drusas

Depósitos extracelulares que podem aparecer sob a retina na DMRI seca e ajudam a definir risco de progressão, especialmente quando associados a alterações pigmentares.

Isquemia retiniana

Redução de perfusão da retina, frequentemente ligada a diabetes e oclusões vasculares, com risco de neovascularização e perda funcional.

Peeling de membrana

Etapa cirúrgica delicada em que membranas sobre a mácula são removidas para aliviar tração e restaurar arquitetura retiniana.

Investimento no Tratamento

O tratamento das doenças da retina varia conforme o diagnóstico, a urgência e a tecnologia necessária. Apresentamos uma visão geral para auxiliar no planejamento.

Diagnóstico
Exames de Retina
OCT de retina, mapeamento de retina e retinografia. Essenciais para diagnóstico preciso e acompanhamento. Ver USG Ocular →
OCT de RetinaR$ 240 – R$ 300
Mapeamento de RetinaR$ 160 – R$ 200
Retinografia ColoridaR$ 110 – R$ 140

Convênios cobrem a maioria dos exames diagnósticos

Mais solicitado
Injeção Intravítrea
Anti-VEGF
Tratamento padrão-ouro para DMRI úmida, edema macular diabético e oclusão vascular retiniana.
Avastin (por dose)R$ 1.904
Lucentis (por dose)R$ 6.426
Eylia (por dose)R$ 6.426
Ozurdex (por dose)R$ 9.690
Triancinolona (por dose)R$ 1.904

Valor particular à vista · Parcelamento disponível

Cirurgia
Vitrectomia
Cirurgia para descolamento de retina, membrana epirretiniana, buraco macular e hemorragia vítrea.
Vitrectomia (monocular)R$ 14.600
Vitrectomia + FacectomiaR$ 16.000
Vitrectomia (anest. geral)R$ 24.000

Avaliação individual necessária · Valores variam conforme complexidade

Laser Retiniano
Fotocoagulação e Micropulsado
Tratamento a laser para retinopatia diabética, rasgaduras e lesões periféricas da retina. Saiba mais sobre o Laser de Argônio →
Fotocoagulação Argônio (mono)R$ 360 – R$ 460
Fotocoagulação Argônio (bino)R$ 720 – R$ 940
Laser Micropulsado (mono)R$ 600 – R$ 800
Laser Micropulsado (bino)R$ 800 – R$ 1.000
Capsulotomia
YAG Laser
Procedimento para opacificação de cápsula posterior, comum após cirurgia de catarata.
Capsulotomia YAG (monocular)R$ 360 – R$ 460
Capsulotomia YAG (binocular)R$ 720 – R$ 940

Valores referência 2026 · Particular à vista

Doenças da retina frequentemente exigem tratamento urgente. Atendemos convênios e particulares, com prioridade para casos agudos como descolamento de retina.

Perguntas frequentes

Dúvidas que realmente importam em retina

Quando flashes e moscas volantes indicam urgência real?

Moscas volantes são pontos ou teias escuras que parecem flutuar na visão. Muitas vezes são benignas e acompanham mudanças do gel vítreo com a idade. Procure avaliação rápida se surgirem de forma súbita, em grande quantidade, ou junto com flashes de luz ou sombra semelhante a uma cortina. Esses sinais podem estar associados a rasgadura ou descolamento de retina e precisam de exame adequado.

Toda pessoa com diabetes precisa fazer exame da retina mesmo sem sintomas?

O diabetes pode afetar a retina antes de causar sintomas. Por isso, pessoas com diabetes precisam incluir a avaliação oftalmológica no acompanhamento regular. O exame de retina e o intervalo de retorno são definidos conforme o tipo de diabetes, achados oculares e orientação da equipe médica. Não espere a visão embaçar para conversar com o oftalmologista.

A injeção intravítrea (anti-VEGF) dói e exige internação?

O procedimento assusta pelo nome, mas na prática é extremamente rápido, seguro e praticamente indolor. Não exige internação; é feito em regime ambulatorial (no consultório ou em sala de pequenos procedimentos). Utilizamos colírios anestésicos potentes que adormecem completamente a superfície do olho. A aplicação do medicamento (como ranibizumabe, aflibercepte ou faricimabe) dura apenas alguns segundos. O paciente pode sentir uma leve pressão, mas raramente dor. Após o procedimento, o paciente vai para casa no mesmo dia, com orientações simples de uso de colírios profiláticos.

Como a ferramenta digital de distorção macular (Grade de Amsler) deve ser usada?

A grade de Amsler ajuda a observar a visão central. Use a correção habitual para perto, se indicada. Cubra um olho e fixe o olhar no ponto central da grade. Observe se há linhas tortas, onduladas, ausentes ou manchas escuras. Uma mudança nova merece contato com a equipe para avaliar a necessidade de antecipar a consulta. A grade não substitui exame oftalmológico.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) sempre leva à cegueira?

Não necessariamente. A DMRI afeta principalmente a visão central, usada para leitura e reconhecimento de rostos. A evolução depende do tipo e do estágio. A forma seca costuma progredir mais lentamente. A forma úmida pode causar perda visual mais rápida. Quando há atividade da forma úmida, o retinólogo pode indicar injeções anti-VEGF. O objetivo é controlar a atividade da doença e preservar a função visual quando possível.

Quando a cirurgia de Vitrectomia é indicada?

A vitrectomia via pars plana é uma cirurgia que remove o gel vítreo para permitir o tratamento da retina. Pode ser indicada em descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular ou membrana epirretiniana. A decisão depende do exame, das imagens e do impacto funcional. A técnica e a recuperação variam conforme cada caso.

O que é o OCT (Tomografia de Coerência Óptica) e por que ele é tão importante?

O OCT é um exame de imagem sem contato que mostra a retina em camadas. Ele pode revelar líquido, edema, tração e alterações da mácula que ajudam na decisão clínica. Nem toda doença de retina exige OCT em todas as consultas. Quando indicado, o exame complementa o fundo de olho e ajuda a acompanhar a resposta ao tratamento.

Blog integrado

Todo o acervo disponível de artigos sobre retina

Aqui o paciente encontra, em um só lugar, os conteúdos mais importantes sobre retina publicados pelo instituto. Isso facilita a continuidade da leitura, aprofunda dúvidas frequentes e ajuda a revisar orientações com calma depois da consulta.

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