Especialistas em Retina
em São Paulo
A retina é responsável por transformar luz em visão. Nosso Instituto da Retina oferece diagnóstico avançado e tratamento cirúrgico para todas as doenças retinianas — de DMRI a descolamento de retina. Selecione sua unidade e agende.
O que é o Instituto da Retina — Drudi e Almeida?
O Instituto da Retina da Drudi e Almeida Oftalmologia é uma clínica especializada em doenças da retina em São Paulo e Guarulhos, com 5 unidades. Realiza diagnóstico e tratamento de retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), descolamento de retina, membrana epirretiniana e oclusão vascular. Os tratamentos incluem injeção intravítrea de anti-VEGF (Eylea, Lucentis, Avastin), fotocoagulação a laser e vitrectomia.
Liderado pelo Dr. Fernando Macei Drudi (CRM-SP 139300, RQE 50645), especialista em retina cirúrgica com mais de 10 anos de experiência. Atende pelos principais planos de saúde nas unidades Santana, Lapa, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos Centro.
Flashes de luz, muitas moscas volantes novas ou cortina escura no campo visual? Esses podem ser sinais de descolamento de retina — uma emergência que exige tratamento em até 24-48 horas. Ligue agora: (11) 5430-2421
O que é a retina e por que ela é tão importante?
A retina é uma fina camada de tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. Ela funciona como o "filme fotográfico" do olho: capta a luz, converte em sinais elétricos e os envia ao cérebro pelo nervo óptico, onde se formam as imagens que enxergamos.
A mácula — região central da retina — é responsável pela visão de detalhes, leitura, reconhecimento de faces e percepção de cores. A fóvea, no centro da mácula, é o ponto de máxima acuidade visual, com a maior concentração de cones (fotorreceptores para cor e detalhe).
Por ser tecido nervoso, a retina não se regenera. Doenças retinianas tratadas tardiamente podem causar perda visual irreversível. Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno são fundamentais para preservar a qualidade de vida.
Doenças da Retina que tratamos
Nossos especialistas em retina tratam todas as principais doenças retinianas com tecnologia de última geração e protocolos baseados em evidências.
Retinopatia Diabética
Complicação microvascular do diabetes que afeta os vasos sanguíneos da retina. É a principal causa de cegueira em adultos em idade produtiva no Brasil.
Saiba mais sobre Retinopatia Diabética
A retinopatia diabética evolui em estágios: não-proliferativa (leve, moderada e grave) e proliferativa. Na fase não-proliferativa, microaneurismas e hemorragias puntiformes surgem na retina. Na fase proliferativa, novos vasos frágeis crescem sobre a retina e o vítreo, podendo causar hemorragia vítrea e descolamento de retina tracional. O controle rigoroso da glicemia, pressão arterial e colesterol é fundamental para retardar a progressão. O tratamento inclui laser (fotocoagulação panretiniana), injeções de anti-VEGF e, nos casos avançados, vitrectomia.
Descolamento de Retina
Separação da retina neurossensorial do epitélio pigmentar. É uma emergência oftalmológica que requer tratamento urgente para preservar a visão.
Saiba mais sobre Descolamento de Retina
O descolamento de retina regmatogênico — o mais comum — ocorre quando uma rasgadura na retina permite que o líquido vítreo passe por baixo dela, separando-a do epitélio pigmentar. Fatores de risco incluem miopia elevada, trauma ocular, cirurgia de catarata prévia e história familiar. Os sintomas clássicos são aparecimento súbito de moscas volantes, flashes de luz e uma 'cortina' ou sombra no campo visual. O tratamento cirúrgico (vitrectomia, escleral buckle ou pneumopexia) tem taxa de sucesso superior a 90% quando realizado precocemente.
Degeneração Macular (DMRI)
Principal causa de cegueira em idosos acima de 60 anos. A forma úmida causa perda rápida por vasos anormais que sangram sob a mácula.
Saiba mais sobre Degeneração Macular (DMRI)
A DMRI afeta a mácula — a região central da retina responsável pela visão de detalhes, leitura e reconhecimento de faces. A forma seca (90% dos casos) progride lentamente com acúmulo de drusas e atrofia geográfica. A forma úmida (10%) é mais agressiva: membranas neovasculares coroideanas crescem sob a retina, vazando sangue e líquido que destroem os fotorreceptores. O OCT com angio-OCT é o exame padrão-ouro para diagnóstico e monitoramento. O tratamento da DMRI úmida com injeções de anti-VEGF (Ranibizumabe, Aflibercept, Bevacizumabe) estabiliza ou melhora a visão em 90% dos casos quando iniciado precocemente.
Oclusões Vasculares Retinianas
Bloqueio dos vasos sanguíneos da retina — veias (mais comum) ou artérias. A oclusão arterial é uma emergência com perda súbita de visão.
Saiba mais sobre Oclusões Vasculares Retinianas
As oclusões venosas (de ramo ou central) causam edema macular e hemorragias retinianas. O edema macular é tratado com injeções de anti-VEGF ou implante de dexametasona (Ozurdex). A oclusão arterial central é uma emergência — causa perda visual súbita e indolor, semelhante a um AVC ocular. Requer avaliação cardiovascular urgente. Fatores de risco incluem hipertensão, diabetes, dislipidemia, tabagismo e doenças da coagulação.
Membrana Epirretiniana
Tecido fibroso que cresce sobre a superfície da retina, causando distorção e embaçamento visual progressivos.
Saiba mais sobre Membrana Epirretiniana
A membrana epirretiniana (ou pucker macular) é uma proliferação celular sobre a superfície da retina que contrai e distorce a mácula. O principal sintoma é a metamorfopsia — linhas retas parecem onduladas. O diagnóstico é feito por OCT, que mostra o espessamento e a distorção das camadas retinianas. O tratamento cirúrgico (vitrectomia com peeling da membrana) melhora a acuidade visual e reduz a distorção em 80-90% dos casos. A recuperação é gradual, podendo levar 3-6 meses.
Buraco Macular
Abertura na mácula que causa perda da visão central e distorção de imagens. Tratamento cirúrgico com alta taxa de sucesso.
Saiba mais sobre Buraco Macular
O buraco macular ocorre quando as forças de tração do vítreo criam uma abertura na fóvea — o ponto de máxima acuidade visual. O paciente percebe uma mancha escura ou distorção no centro do campo visual. O OCT classifica o buraco em estágios (1 a 4) e guia a indicação cirúrgica. A vitrectomia com peeling da membrana limitante interna (MLI) e tamponamento com gás tem taxa de fechamento superior a 90% para buracos de estágio 2-3. O paciente precisa manter posição de cabeça inclinada para baixo por 5-7 dias após a cirurgia.
Edema Macular Diabético (EMD)
Acúmulo de líquido na mácula causado pelo diabetes. É a principal causa de perda visual em diabéticos, mesmo sem retinopatia proliferativa.
Saiba mais sobre Edema Macular Diabético (EMD)
O edema macular diabético resulta da quebra da barreira hematorretiniana pelos produtos da hiperglicemia crônica. O líquido se acumula nas camadas da mácula, reduzindo a acuidade visual. O OCT quantifica o espessamento macular e guia o tratamento. As injeções de anti-VEGF são o tratamento de primeira linha, com melhora visual em 50-70% dos pacientes. O implante de dexametasona (Ozurdex) é uma alternativa para casos refratários. O controle metabólico rigoroso é indispensável para o sucesso do tratamento.
Retinopatia da Prematuridade (ROP)
Doença vascular da retina em prematuros. O rastreamento e tratamento precoce previnem a cegueira em bebês de alto risco.
Saiba mais sobre Retinopatia da Prematuridade (ROP)
A ROP afeta prematuros com menos de 32 semanas ou menos de 1.500g. O desenvolvimento vascular retiniano incompleto pode levar à neovascularização e descolamento de retina. O rastreamento com mapeamento de retina é obrigatório e deve ser iniciado entre 4-6 semanas de vida. O tratamento com laser ou injeção de anti-VEGF (bevacizumabe) nos estágios iniciais previne a progressão para cegueira em mais de 90% dos casos.
Sinais de alerta para doenças da retina
Alguns sintomas exigem avaliação urgente. Conheça os sinais que não devem ser ignorados — o tempo é fundamental para preservar a visão.
Moscas Volantes (Floaters)
Pequenos pontos, manchas ou filamentos que parecem flutuar no campo visual. O aparecimento súbito de muitas moscas volantes — especialmente acompanhado de flashes — pode indicar descolamento de retina e exige avaliação urgente.
Flashes de Luz (Fotopsias)
Percepção de clarões ou relâmpagos de luz, especialmente na visão periférica. Flashes novos e frequentes são um sinal de alerta importante para tração vítreorretiniana e risco de descolamento de retina.
Cortina Escura na Visão
Sensação de uma sombra ou cortina que se move sobre o campo visual. Este é o sintoma clássico do descolamento de retina e constitui uma emergência oftalmológica — procure atendimento imediatamente.
Distorção de Imagens (Metamorfopsia)
Linhas retas parecem onduladas ou tortas ao olhar para uma grade ou texto. É o sintoma característico de doenças maculares como DMRI úmida, membrana epirretiniana e edema macular. Teste com a Grade de Amsler em casa.
Perda Súbita de Visão
Perda repentina e indolor da visão em um olho pode indicar oclusão vascular retiniana ou hemorragia vítrea. É uma emergência médica — procure atendimento nas próximas horas para maximizar as chances de recuperação visual.
Exames para diagnóstico da retina
Nosso Instituto da Retina dispõe dos exames mais modernos para diagnóstico preciso e monitoramento do tratamento.
OCT com Angio-OCT
Tomografia de coerência óptica que produz cortes transversais da retina em resolução de micrômetros. O Angio-OCT mapeia a vascularização retiniana sem necessidade de contraste injetável. Permite visualizar cada camada da retina individualmente, detectando edema, membranas, buracos e alterações estruturais mínimas.
Angiofluoresceinografia (AFG)
Fotografa os vasos da retina com contraste fluorescente injetado na veia do braço. Detecta vazamentos, oclusões, neovascularização e alterações da barreira hematorretiniana. Essencial para planejamento do laser e monitoramento de tratamentos.
Mapeamento de Retina
Exame completo com dilatação da pupila para avaliar toda a retina periférica e central. Detecta rasgaduras, degenerações periféricas, nevos e tumores. Indicado para míopes, diabéticos, familiares de portadores de descolamento e pacientes com sintomas visuais.
Retinografia Digital
Fotografia de alta resolução do fundo do olho para documentação e acompanhamento longitudinal de doenças retinianas. Permite comparar exames ao longo do tempo e detectar progressão de doenças como retinopatia diabética e DMRI.
Ecografia Ocular (B-scan)
Ultrassonografia ocular que permite avaliar o vítreo e a retina mesmo quando os meios oculares estão turvos (catarata densa, hemorragia vítrea). Fundamental para diagnóstico de descolamento de retina, tumores e corpos estranhos intraoculares.
Campo Visual (Perimetria)
Avalia a extensão e qualidade da visão periférica. Detecta perdas de campo visual causadas por doenças retinianas, glaucoma e doenças neurológicas. O Humphrey Field Analyzer é o equipamento padrão-ouro para esta avaliação.
Opções de tratamento para doenças da retina
Cada doença retiniana tem um protocolo de tratamento específico. Nosso especialista indicará a melhor opção após avaliação completa.
Injeção Intravítrea (Anti-VEGF)
As injeções intravítreas de anti-VEGF são o tratamento padrão para DMRI úmida, edema macular diabético e oclusões venosas. Os medicamentos (Ranibizumabe, Bevacizumabe, Aflibercept) bloqueiam o fator de crescimento vascular que causa o vazamento dos vasos anormais, estabilizando ou melhorando a visão em 90% dos casos quando iniciados precocemente.
- Procedimento ambulatorial com anestesia tópica (colírios)
- Duração de 5-10 minutos — sem internação
- Retorno às atividades normais no dia seguinte
- Monitoramento com OCT a cada consulta
- Cobertura pela maioria dos planos de saúde
Implante de Dexametasona (Ozurdex): Para casos refratários ao anti-VEGF ou edema macular de origem inflamatória/vascular, o implante biodegradável de dexametasona libera corticoide diretamente no vítreo por 4-6 meses.
Vitrectomia Via Pars Plana
A vitrectomia moderna utiliza instrumentos de calibre 25-27G (0,5mm de diâmetro), com incisões auto-selantes que dispensam suturas. É o tratamento cirúrgico para descolamento de retina, membranas epirretinianas, buracos maculares, hemorragias vítreas e complicações da retinopatia diabética proliferativa.
- Incisões de 0,5mm — sem suturas
- Anestesia local ou geral conforme indicação
- Internação de 1 dia (cirurgia ambulatorial)
- Taxa de sucesso > 90% para descolamento primário
- Recuperação completa em 4-8 semanas
Laser Retiniano
Fotocoagulação para retinopatia diabética proliferativa, rasgaduras e oclusões vasculares. Procedimento ambulatorial de 15-30 minutos.
Crioterapia
Aplicação de frio extremo para tratar rasgaduras de retina periférica. Alternativa ao laser quando os meios oculares estão turvos.
Pneumopexia
Injeção de gás no vítreo para tamponar descolamentos selecionados. Procedimento minimamente invasivo realizado no consultório.
Escleral Buckle
Banda de silicone ao redor do olho para indentação escleral. Indicado para descolamentos de retina em pacientes jovens sem proliferação vítreorretiniana.
Pós-operatório da vitrectomia
Entender o processo de recuperação ajuda a ter expectativas realistas e a seguir as orientações corretamente para o melhor resultado.
Primeiras 24-48 horas
- Repouso relativo em casa — evitar esforço físico intenso
- Colírios antibiótico e anti-inflamatório conforme prescrição
- Protetor ocular durante o sono
- Posição de cabeça (para buracos maculares): face para baixo por 5-7 dias
- Evitar nadar, mergulhar ou expor o olho à água
1ª Semana
- Retorno ao consultório para avaliação da pressão intraocular
- Visão turva é normal — o gás ou silicone no olho causa embaçamento temporário
- Evitar voos de avião se houver gás intraocular (risco de expansão)
- Atividades leves permitidas a partir do 3º dia
- Dirigir somente após liberação médica
1 Mês em diante
- Retorno progressivo às atividades normais
- Melhora visual gradual — pode levar 3-6 meses para estabilizar
- Consultas de acompanhamento com OCT mensais no primeiro trimestre
- Troca de óculos somente após estabilização da refração (3-4 meses)
- Atividade física liberada progressivamente conforme orientação médica
Tratamento de retina pelo convênio
A maioria dos procedimentos de retina — incluindo injeções de anti-VEGF, laser e vitrectomia — tem cobertura pelos principais planos de saúde. Nossa equipe auxilia na solicitação de autorização prévia.
Procedimentos cobertos pelos convênios
* A cobertura varia conforme o plano e o contrato. Consulte nossa equipe para verificar a cobertura do seu plano específico e obter auxílio na solicitação de autorização prévia.
O que nossos pacientes dizem
Histórias reais de pacientes que recuperaram ou preservaram a visão com tratamento especializado.
"Fui diagnosticada com DMRI úmida com 67 anos. Estava com medo de perder a visão. O Dr. Fernando me explicou tudo com calma e iniciamos as injeções. Após 6 meses, minha visão melhorou muito. Hoje consigo ler e ver o rosto dos meus netos."
Maria Aparecida S.
DMRI Úmida · Unidade Santana
"Acordei com uma cortina escura no olho. Liguei para a clínica e fui atendido no mesmo dia. O Dr. Fernando operou na manhã seguinte. Hoje, 8 meses depois, recuperei quase toda a visão. A agilidade da equipe fez toda a diferença."
Roberto M.
Descolamento de Retina · Unidade Guarulhos
"Sou diabética há 15 anos e nunca havia feito mapeamento de retina. Quando fui à Drudi e Almeida, descobri retinopatia em estágio inicial. Com o laser e controle do diabetes, conseguimos estabilizar. Hoje faço acompanhamento semestral."
Claudia F.
Retinopatia Diabética · Unidade Tatuapé
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Guia Definitivo: Retina e Retinopatia Diabética (2026)
Retinopatia diabética, DMRI, injeções intravítreas anti-VEGF, laser de retina e vitrectomia.
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Retina e Retinopatia Diabética
Retinopatia diabética, DMRI, injeções intravítreas anti-VEGF, laser de retina e vitrectomia.
- ✓Anti-VEGFs: ranibizumabe, aflibercepte, faricimabe
- ✓Retinopatia diabética e DMRI
- ✓Laser de retina
- ✓Vitrectomia posterior
- ✓Estudos: NEJM 2015, Lancet 2022
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Nossos especialistas em retina estão prontos para avaliar seu caso, indicar o melhor tratamento e acompanhá-lo em todas as etapas. Não espere os sintomas piorarem.