Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–12h

Instituto do Glaucoma em São Paulo — Diagnóstico Precoce

O glaucoma é o "ladrão silencioso da visão". Selecione sua unidade e receba informações sobre diagnóstico e tratamento com especialistas.

Agendamento orientado

Escolha a unidade e receba a orientação mais adequada para o seu caso

A equipe ajuda a orientar avaliação, exames de glaucoma, risco visual, acompanhamento contínuo e o melhor próximo passo com mais clareza.

Escolha a unidade
Agendamento on-line Consulta em até 48h Agende pelo WhatsApp Ligar: (11) 91654-4653

Sem falsa urgência e sem simplificações: no glaucoma, a estratégia depende da pressão intraocular, do nervo óptico, do campo visual e do estágio real da doença.

O que é o Instituto do Glaucoma — Drudi e Almeida?

O Instituto do Glaucoma da Drudi e Almeida Oftalmologia é uma clínica especializada no diagnóstico precoce e tratamento do glaucoma em São Paulo e Guarulhos, com 5 unidades. O glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo; o tratamento inclui colírios hipotensores, trabeculoplastia a laser (SLT) e cirurgia filtrante (trabeculectomia) para controlar a pressão intraocular e preservar o campo visual.

Utiliza equipamentos como OCT de nervo óptico, campimetria computadorizada e paquimetria para diagnóstico e acompanhamento. Atende pelos principais planos de saúde nas unidades Santana, Lapa, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos Centro.

5 unidades em SP e Guarulhos Laser SLT e cirurgia filtrante OCT e campimetria computadorizada Diagnóstico precoce especializado
Entenda a Condição

O que é o Glaucoma?

O glaucoma é um grupo de doenças oculares que causam danos progressivos e irreversíveis ao nervo óptico, a estrutura que conecta o olho ao cérebro e transmite as imagens que vemos. É a segunda causa de cegueira permanente no mundo.

Na maioria dos casos, o dano é causado pelo aumento da pressão intraocular (PIO), que ocorre quando o humor aquoso — o líquido que preenche a parte anterior do olho — não é drenado adequadamente.

Conhecido como o "ladrão silencioso da visão", o glaucoma geralmente não apresenta sintomas em suas fases iniciais. A perda de visão começa pela periferia e avança lentamente para o centro. Quando o paciente percebe, o dano já pode ser significativo e irreversível.

Dado importante: Estima-se que metade dos portadores de glaucoma no mundo não sabem que têm a doença. Consultas oftalmológicas regulares são a única forma de diagnóstico precoce.

Tonometria de aplanação de Goldmann — medida da pressão intraocular com luz azul fluorescente

Tonometria

Medida da pressão intraocular — exame fundamental

Sinais de Alerta

Sintomas do Glaucoma

O glaucoma de ângulo aberto é assintomático nos estágios iniciais. Fique atento a estes sinais:

1

Assintomático na Fase Inicial

É crucial entender que o Glaucoma Primário de Ângulo Aberto não apresenta NENHUM sintoma em suas fases iniciais e moderadas. O paciente não sente dor, o olho não fica vermelho e a acuidade visual central (usada para ler) permanece perfeita. O diagnóstico precoce depende exclusivamente de exames de rotina.

2

Escotomas Arqueados (Perda Periférica)

O dano glaucomatoso inicia-se nas fibras nervosas que suprem a visão periférica. Formam-se 'pontos cegos' (escotomas) em formato de arco, geralmente na região nasal ou superior do campo visual. O paciente pode começar a esbarrar em móveis ou ter dificuldade para mudar de faixa ao dirigir.

3

Visão Tubular (Estágio Avançado)

Quando o glaucoma não é tratado, a perda de campo visual avança da periferia para o centro. No estágio terminal, o paciente experimenta a 'visão em túnel', enxergando apenas o que está diretamente à sua frente, como se olhasse através de um canudo, até a perda visual total (cegueira irreversível).

4

Crise Aguda (Dor e Halos)

Exclusivo do glaucoma de ângulo fechado: o aumento abrupto da pressão causa dor ocular lancinante que pode irradiar para a cabeça, acompanhada de olho muito vermelho, pupila dilatada, embaçamento visual severo e percepção de halos coloridos (como um arco-íris) ao redor das lâmpadas.

Classificação

Tipos de Glaucoma

Existem diferentes formas de glaucoma, cada uma com características e abordagens terapêuticas distintas.

Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA)

Mais Comum

Corresponde a cerca de 90% dos casos. A via de drenagem natural do olho (malha trabecular) sofre uma resistência crônica, reduzindo o escoamento do humor aquoso. A pressão intraocular (PIO) sobe de forma insidiosa e indolor. Como a perda visual começa pela periferia extrema, o cérebro compensa a falha, tornando a doença totalmente assintomática até seus estágios finais.

Glaucoma de Ângulo Fechado

Emergência

Considerado uma verdadeira emergência oftalmológica. A anatomia do olho (geralmente em olhos menores e hipermétropes) favorece o bloqueio súbito do ângulo de drenagem pela íris. A pressão ocular pode disparar de 15 para 60 mmHg em poucas horas, causando dor ocular excruciante, vermelhidão, náuseas, vômitos e perda visual aguda.

Glaucoma de Tensão Normal (GTN)

Especial

Uma variante desafiadora onde o dano neuropático e a perda de campo visual ocorrem mesmo com a PIO estatisticamente normal (abaixo de 21 mmHg). O nervo óptico desses pacientes é altamente suscetível. É frequentemente associado a distúrbios de perfusão vascular, como enxaqueca, apneia obstrutiva do sono e síndrome de Raynaud.

Glaucoma Secundário

Secundário

Ocorre como consequência de outras condições oculares ou sistêmicas. Pode ser induzido pelo uso crônico de corticosteroides (colírios ou via oral), traumas oculares graves, inflamações intraoculares (uveítes), ou pelo crescimento de vasos sanguíneos anormais na íris devido ao diabetes descontrolado (glaucoma neovascular).

Prevenção

Fatores de Risco

Conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para a prevenção. Se você se identifica com algum deles, procure um oftalmologista.

Idade acima de 40 anos

O risco aumenta significativamente após os 40 e dobra a cada década

Histórico familiar

Parentes de 1º grau com glaucoma aumentam o risco em 4-9 vezes

Pressão intraocular elevada

Principal fator de risco modificável — quanto maior, maior o risco

Descendência africana

Risco 6-8x maior de desenvolver glaucoma e 15x maior de cegueira

Miopia elevada

Olhos míopes têm nervo óptico mais vulnerável ao dano glaucomatoso

Córneas mais finas

Espessura corneana < 555 μm é fator de risco independente

Diabetes e hipertensão

Doenças vasculares comprometem a irrigação do nervo óptico

Uso de corticosteroides

Uso prolongado de corticoides (colírios, pomadas, sistêmicos) pode elevar a PIO

Diagnóstico

Exames Diagnósticos

O diagnóstico do glaucoma requer uma bateria completa de exames. Na Drudi e Almeida, contamos com todos os equipamentos de última geração.

Tonometria de Aplanação de Goldmann

O padrão-ouro mundial para medir a Pressão Intraocular (PIO). Utiliza um prisma acoplado à lâmpada de fenda que achata suavemente a córnea. Valores normais variam de 10 a 21 mmHg, mas a PIO ideal (pressão alvo) é individualizada para cada paciente de acordo com o dano no nervo. <a href='/exames/tonometria/' class='text-navy font-semibold hover:text-gold transition-colors underline'>Ver exame de Tonometria →</a>

Tomografia de Coerência Óptica (OCT)

Exame de imagem de altíssima resolução que revolucionou o diagnóstico precoce. O OCT mede a espessura da Camada de Fibras Nervosas da Retina (CFNR) e das células ganglionares da mácula em micrômetros. Ele consegue detectar o dano estrutural no nervo óptico anos antes de qualquer alteração aparecer no campo visual.

Campimetria Computadorizada (Humphrey)

Avalia a função visual. O paciente clica em um botão ao perceber luzes de diferentes intensidades em várias posições. O exame mapeia a sensibilidade da retina, identificando os escotomas (pontos cegos) característicos do glaucoma. É o exame mais importante para monitorar a progressão funcional da doença.

Gonioscopia

Utiliza uma lente especial com espelhos para visualizar diretamente o ângulo da câmara anterior (o 'ralo' do olho). É obrigatório para classificar o glaucoma: define se o ângulo é aberto (via de drenagem visível, mas ineficiente) ou fechado (via bloqueada fisicamente pela íris).

Paquimetria Ultrassônica

Mede a espessura da córnea. A paquimetria é crucial porque a espessura corneana interfere na leitura da tonometria. Córneas muito finas subestimam a pressão real (mascarando uma PIO alta), enquanto córneas espessas superestimam o valor. Além disso, córneas finas são um fator de risco independente para a progressão do glaucoma.

Retinografia Colorida

Fotografia digital de alta resolução do fundo do olho, focada no nervo óptico. Permite documentar a relação escavação/disco (C/D), a presença de hemorragias de disco (sinal de progressão) e a atrofia peripapilar, servindo como base de comparação visual ao longo dos anos.

Classificação Internacional de Doenças
CID-10 H40 — Glaucoma H40.0 Suspeita de glaucoma H40.1 Glaucoma primário de ângulo aberto H40.2 Glaucoma primário de ângulo fechado Q15.0 Glaucoma congênito
Tratamento — Etapa 1

Colírios Antiglaucomatosos

O tratamento inicial do glaucoma é geralmente com colírios. Existem diversas classes, cada uma com mecanismo de ação diferente.

Análogos de Prostaglandina

Exemplos: Latanoprost, Bimatoprost, Travoprost

Aumentam a drenagem do humor aquoso pela via uveoescleral. Uso 1x/dia à noite.

Redução PIO 25-33%

Betabloqueadores

Exemplos: Timolol, Betaxolol

Reduzem a produção de humor aquoso pelo corpo ciliar. Uso 2x/dia.

Redução PIO 20-25%

Inibidores da Anidrase Carbônica

Exemplos: Dorzolamida, Brinzolamida

Reduzem a produção de humor aquoso. Disponíveis em colírio e comprimido.

Redução PIO 15-20%

Alfa-2 Agonistas

Exemplos: Brimonidina, Apraclonidina

Reduzem a produção e aumentam a drenagem do humor aquoso.

Redução PIO 20-25%

Inibidores de Rho-Kinase

Exemplos: Netarsudil

Nova classe que atua diretamente na malha trabecular, melhorando a drenagem convencional.

Redução PIO 15-20%
Tratamento — Etapa 2

Procedimentos a Laser

Quando os colírios não são suficientes ou como alternativa inicial, procedimentos a laser oferecem resultados eficazes com mínima invasividade.

Trabeculoplastia Seletiva a Laser (SLT)

Procedimento ambulatorial que estimula o sistema de drenagem natural do olho (malha trabecular) sem destruir tecido. Pode ser repetido. Eficaz como tratamento inicial ou complementar aos colírios.

Reduz PIO em 20-30%Efeito dura 3-5 anosPode ser repetido

Iridotomia Periférica a Laser (YAG)

Cria uma pequena abertura na íris para permitir a passagem do humor aquoso da câmara posterior para a anterior. Tratamento definitivo para o glaucoma de ângulo fechado e profilático para olhos em risco.

Procedimento de 5 minutosAmbulatorialPrevenção de crises agudas

Ciclofotocoagulação

Laser aplicado no corpo ciliar para reduzir a produção de humor aquoso. Reservado para casos refratários que não responderam a outros tratamentos. Pode ser transescleral ou endoscópica.

Para casos avançadosReduz produção de humor aquoso
Tratamento — Etapa 3

Cirurgias para Glaucoma

Para casos que não respondem adequadamente a colírios e laser, a cirurgia cria novas vias de drenagem para o humor aquoso.

Convencional

Trabeculectomia

Padrão-ouro cirúrgico. Cria uma fístula controlada que permite a drenagem do humor aquoso para um espaço sob a conjuntiva (bolha filtrante). Reduz significativamente a PIO.

Taxa de sucesso: 70-90%Redução de PIO: 30-50%
Implante

Implante de Válvula de Drenagem

Dispositivos como a válvula de Ahmed ou Baerveldt são implantados para criar uma via alternativa de drenagem do humor aquoso. Indicados quando a trabeculectomia falha ou não é possível.

Para casos refratáriosControle de longo prazo
Minimamente Invasiva

MIGS — Cirurgia Minimamente Invasiva

Nova geração de procedimentos com menor trauma cirúrgico: iStent, Xen Gel Stent, Hydrus Microstent. Perfil de segurança mais favorável, recuperação mais rápida e podem ser combinados com cirurgia de catarata.

Recuperação rápidaMenor riscoPode combinar com catarata
Não-Penetrante

Esclerectomia Profunda / Canaloplastia

Técnicas não-penetrantes que melhoram a drenagem sem criar uma abertura completa na parede do olho. Menor risco de complicações como hipotonia. A canaloplastia dilata o canal de Schlemm com um microcateter.

Não-penetranteMenor risco de hipotonia
Passo a Passo

Como funciona o atendimento?

Do agendamento ao acompanhamento — entenda cada etapa do cuidado com o glaucoma na Drudi e Almeida.

1

Agende uma consulta de avaliação

Entre em contato pelo WhatsApp ou telefone. Nossa equipe agenda sua consulta com um especialista em glaucoma na unidade mais conveniente para você.

2

Avaliação completa com exames modernos

Realizamos tonometria, campo visual computadorizado, OCT do nervo óptico e gonioscopia. Na maioria dos casos, os exames são feitos no mesmo dia da consulta.

3

Diagnóstico e plano de tratamento individualizado

Com base nos resultados, o especialista explica o estágio da doença e apresenta as opções de tratamento — colírios, laser ou cirurgia — de forma clara e acolhedora.

4

Acompanhamento contínuo e monitoramento

O glaucoma exige acompanhamento regular. Realizamos consultas periódicas para verificar a pressão, o campo visual e a estabilidade do nervo óptico, ajustando o tratamento conforme necessário.

Ouça nossa mensagem de boas-vindas

Instituto do Glaucoma

Mensagem de boas-vindas — Drudi e Almeida

Acompanhamento

A Importância do Campo Visual

O exame de campo visual computadorizado (perimetria de Humphrey) é o exame mais importante para monitorar a progressão do glaucoma. Ele mapeia a sensibilidade de cada ponto da sua visão.

Através dele, o oftalmologista consegue detectar áreas de perda visual (escotomas) que você ainda não percebe, e acompanhar se o tratamento está sendo eficaz em estabilizar a doença.

Detecta perda visual antes do paciente perceber

Monitora eficácia do tratamento ao longo do tempo

Disponível nas unidades com Humphrey 750i

Comparação entre campo visual normal e campo visual glaucomatoso — exame de Humphrey mostrando escotoma arciforme inferior e perda de campo visual periférico no glaucoma

Exame de campo visual computadorizado (Humphrey 24-2 SITA Standard): à esquerda, campo visual normal com MD de -0,30 dB; à direita, campo visual glaucomatoso com MD de -18,35 dB e escotoma arciforme inferior típico. A perda de campo visual no glaucoma é irreversível.

Resultados esperados com o tratamento

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a grande maioria dos pacientes com glaucoma mantém visão funcional por toda a vida. O objetivo do tratamento não é curar, mas estabilizar a doença e preservar a qualidade de vida.

Pacientes que seguem o tratamento corretamente — usando os colírios no horário certo e comparecendo às consultas de acompanhamento — têm excelente prognóstico. A pressão intraocular pode ser controlada em mais de 80% dos casos com colírios.

Quando o tratamento clínico não é suficiente, procedimentos a laser (SLT) e cirurgias modernas como MIGS oferecem redução significativa da pressão com recuperação rápida e menor necessidade de colírios.

80%+

Controlados com colírios

20-30%

Redução de PIO com SLT

3-6m

Intervalo de consultas

Orientações

Vida com Glaucoma: cuidados essenciais

O glaucoma é uma doença crônica, mas com os cuidados certos é possível manter uma vida plena e ativa. A adesão ao tratamento é o fator mais importante para preservar a visão a longo prazo.

Confira os cuidados fundamentais para quem convive com o glaucoma:

Use os colírios no horário certo

A eficácia do tratamento depende da regularidade. Use os colírios sempre no mesmo horário, mesmo quando se sentir bem. A interrupção pode levar à progressão silenciosa da doença.

Não falte às consultas de acompanhamento

O glaucoma pode progredir sem sintomas perceptíveis. Consultas regulares (a cada 3–6 meses) são essenciais para detectar progressão precocemente e ajustar o tratamento.

Evite atividades que elevam a pressão ocular

Exercícios de alta intensidade, instrumentos de sopro e posições invertidas podem elevar temporariamente a PIO. Converse com seu médico sobre as atividades físicas mais seguras para o seu caso.

Informe todos os médicos sobre o glaucoma

Alguns medicamentos sistêmicos (corticosteroides, anticolinérgicos) podem elevar a PIO ou interagir com os colírios antiglaucomatosos. Sempre informe seu histórico oftalmológico a qualquer médico que te atenda.

Arte e Visão

O Glaucoma e a Visão em Túnel

El Greco e o Glaucoma

Domenikos Theotokopoulos (1541–1614), conhecido como El Greco, pintou figuras humanas notavelmente alongadas e cenas com campo visual estreito — características que pesquisadores associam à visão em túnel provocada pelo glaucoma avançado. Seus personagens parecem esticados verticalmente, como se o pintor só conseguisse ver com nitidez o que estava diretamente à sua frente.

O glaucoma destrói silenciosamente as fibras do nervo óptico responsáveis pela visão periférica. O paciente passa a enxergar como se olhasse através de um tubo cada vez mais estreito — exatamente o que as telas de El Greco parecem retratar: um mundo comprimido, onde só o centro existe.

Visão em Túnel

A perda de campo visual no glaucoma é chamada de "visão em túnel". O paciente mantém a visão central, mas perde progressivamente a capacidade de ver ao redor — afetando mobilidade, direção e qualidade de vida. O diagnóstico precoce é a única forma de preservar o campo visual restante.

El Greco — Visão em Túnel: Arte e Glaucoma
Perto de Você

Nossas Clínicas

5 unidades na Grande São Paulo com o mesmo padrão de atendimento e equipamentos atuais.

Unidade Drudi e Almeida Guarulhos Centro
Guarulhos - SP

Guarulhos Centro

Rua Sete de Setembro, 375

(11) 5430-2421

Ver no Google Maps
Unidade Drudi e Almeida Lapa
São Paulo - SP

Lapa

Rua Barão de Jundiaí, 221

(11) 5430-2421

Ver no Google Maps
Unidade Drudi e Almeida Santana
São Paulo - SP

Santana

Rua Dr. César, 130

(11) 5430-2421

Ver no Google Maps
Unidade Drudi e Almeida São Miguel Paulista
São Paulo - SP

São Miguel Paulista

Rua Beraldo Marcondes, 108

(11) 5430-2421

Ver no Google Maps
Unidade Drudi e Almeida Tatuapé
São Paulo - SP

Tatuapé

Rua Tuiuti, 2429

(11) 5430-2421

Ver no Google Maps

4,9

no Google

5

unidades em SP

+10

anos de experiência

GUIA BASEADO EM EVIDÊNCIAS

Guia Definitivo: Glaucoma (2026)

Diagnóstico precoce com OCT, campo visual, tratamento com colírios, laser SLT e cirurgia.

3.200
palavras
10
referências
PDF
gratuito
📄

E-BOOK GRATUITO

PDF · 10 referências

Glaucoma

Diagnóstico precoce com OCT, campo visual, tratamento com colírios, laser SLT e cirurgia.

  • Tipos: ângulo aberto, fechado, normotensivo
  • Trabeculoplastia laser (SLT)
  • Colírios hipotensores
  • Trabeculectomia e válvula Ahmed
  • Estudos: Lancet 2019, JAMA 2014
FAQ

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre o glaucoma e seus tratamentos.

Glaucoma tem cura?

O glaucoma é uma neuropatia óptica crônica e progressiva. Isso significa que as fibras nervosas que já foram perdidas não podem ser regeneradas, portanto, não há 'cura' no sentido de reverter o dano já estabelecido. No entanto, o glaucoma é altamente tratável. O objetivo central de todo o tratamento (colírios, laser ou cirurgia) é reduzir a Pressão Intraocular (PIO) a um nível seguro, interrompendo o dano ao nervo óptico. Quando diagnosticado precocemente, a grande maioria dos pacientes mantém excelente visão funcional por toda a vida.

O tratamento com colírios é para a vida toda?

Historicamente, o diagnóstico de glaucoma significava o uso vitalício de colírios diários. Hoje, o paradigma mudou. Embora muitos pacientes ainda utilizem colírios de forma crônica, procedimentos modernos como a Trabeculoplastia Seletiva a Laser (SLT) e as cirurgias minimamente invasivas (MIGS) têm reduzido drasticamente a dependência química. Estudos de referência, como o estudo LiGHT, mostraram que o SLT pode manter a pressão controlada sem colírios por anos em mais de 70% dos pacientes com glaucoma inicial.

Alguém na minha família tem glaucoma. Eu também terei?

O fator genético é muito forte no glaucoma. Ter um parente de primeiro grau (pai, mãe, irmão) com a doença aumenta seu risco em cerca de 4 a 9 vezes em comparação com a população geral. Isso não é uma sentença de que você terá a doença, mas é um alerta clínico: você deve realizar consultas oftalmológicas anuais rigorosas (incluindo tonometria e avaliação do fundo de olho) a partir dos 35-40 anos, pois o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenção da cegueira.

Pressão ocular alta sempre significa glaucoma?

Não. Pressão Intraocular (PIO) elevada (acima de 21 mmHg) é o principal fator de risco para o glaucoma, mas não é a doença em si. Muitas pessoas têm pressão alta sem dano ao nervo óptico (condição chamada de Hipertensão Ocular) e precisam apenas de monitoramento. Inversamente, cerca de 30% dos pacientes com glaucoma apresentam pressão 'normal' (Glaucoma de Tensão Normal), mas seus nervos ópticos são tão sensíveis que sofrem dano mesmo com pressões estatisticamente normais.

Qual a diferença entre o Laser SLT e a Cirurgia de Glaucoma (Trabeculectomia)?

A Trabeculoplastia Seletiva a Laser (SLT) é um procedimento de consultório, rápido e indolor, que usa pulsos de luz para 'limpar' o ralo natural do olho (a malha trabecular), melhorando a drenagem sem cortes. É indicado para glaucomas iniciais ou moderados. Já a Trabeculectomia é a cirurgia tradicional de centro cirúrgico, indicada para casos avançados ou que não respondem aos colírios. Nela, o cirurgião cria uma via alternativa (fístula) para o fluido ocular drenar sob a conjuntiva, formando uma 'bolha' de drenagem.

O que são as cirurgias MIGS (Minimally Invasive Glaucoma Surgery)?

MIGS representa a maior revolução cirúrgica no tratamento do glaucoma das últimas décadas. São procedimentos que utilizam micro-implantes (do tamanho de um cílio, como o iStent) inseridos no sistema de drenagem do olho para reduzir a pressão. A grande vantagem das MIGS é o perfil de segurança altíssimo, recuperação rápida e a possibilidade de serem realizadas no mesmo ato cirúrgico da cirurgia de catarata, ajudando o paciente a se livrar dos colírios.

Quais são os sintomas do glaucoma inicial?

O Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (que representa 90% dos casos) é conhecido como o 'ladrão silencioso da visão'. Em seus estágios iniciais e moderados, ele é absolutamente assintomático: não causa dor, vermelhidão, nem embaçamento central. A doença destrói primeiro a visão periférica de forma tão gradual que o cérebro preenche as falhas, impedindo que o paciente perceba. Quando o paciente nota a perda visual (visão em túnel), o nervo óptico já sofreu dano extenso e irreversível.

Quais exames são necessários para acompanhar o glaucoma?

O acompanhamento moderno do glaucoma baseia-se no 'tripé diagnóstico': 1) Tonometria (para medir a pressão intraocular e verificar a eficácia do tratamento); 2) Tomografia de Coerência Óptica - OCT (para avaliar a estrutura física do nervo óptico e a espessura da camada de fibras nervosas em nível microscópico); e 3) Campimetria Computadorizada (para avaliar a função visual e detectar pontos cegos periféricos). Esses exames são geralmente repetidos a cada 6 ou 12 meses.

Os colírios para glaucoma podem causar efeitos colaterais?

Sim. Como qualquer medicamento crônico, os colírios antiglaucomatosos possuem efeitos adversos. Os análogos de prostaglandina (latanoprosta, bimatoprosta) podem causar vermelhidão ocular, crescimento dos cílios e escurecimento da pele ao redor dos olhos e da íris. Os betabloqueadores (timolol) podem ser absorvidos sistemicamente e reduzir a frequência cardíaca, sendo contraindicados para asmáticos. Se o colírio causar muito desconforto, o oftalmologista deve ser consultado para troca da medicação ou indicação de Laser SLT.

O que é o Glaucoma de Ângulo Fechado?

É uma forma mais rara e perigosa da doença, considerada uma emergência oftalmológica. Ocorre quando a íris (a parte colorida do olho) bloqueia subitamente o sistema de drenagem (o ângulo). A pressão ocular dispara rapidamente, causando dor intensa, olho muito vermelho, visão embaçada, percepção de halos coloridos ao redor das luzes, além de náuseas e vômitos. O tratamento imediato é feito com medicações na veia e colírios fortes, seguido do procedimento a laser chamado Iridotomia.

Investimento no Tratamento

O tratamento do glaucoma é contínuo e varia conforme o estágio da doença, a resposta ao tratamento clínico e a eventual necessidade de procedimentos cirúrgicos.

Tratamento Clínico
Colírios e Acompanhamento
Consultas periódicas, campo visual, OCT de nervo óptico e ajuste de colírios hipotensores.
CampimetriaR$ 110 – R$ 140
OCT (nervo óptico)R$ 240 – R$ 300
PaquimetriaR$ 110 – R$ 140

Convênios cobrem a maioria dos exames de acompanhamento

Mais solicitado
Laser (SLT/ALT)
Trabeculoplastia
Procedimento a laser para redução da pressão intraocular. Pode substituir ou complementar os colírios em casos selecionados.
Iridotomia YAG (monocular)R$ 360 – R$ 460
Iridotomia YAG (binocular)R$ 720 – R$ 940

Valor particular à vista · Parcelamento disponível

Cirurgia
MIGS e Trabeculectomia
Cirurgias minimamente invasivas (MIGS), trabeculectomia e implante de válvulas para casos refratários ao tratamento clínico.
Trabeculectomia + FacectomiaR$ 11.600

Avaliação individual necessária · Valores variam conforme complexidade

Valores referência 2026 · Particular à vista

O glaucoma exige acompanhamento contínuo. Atendemos convênios e particulares, com protocolos adaptados a cada estágio da doença.

Última revisão médica: 05 de maio de 2026 — conteúdo revisado por Dr. Fernando Macei Drudi, CRM-SP 139.300 • RQE 58.695.

Proteja sua visão — agende sua avaliação

O diagnóstico precoce é a melhor arma contra o glaucoma. Nossos especialistas estão prontos para avaliar seu caso com os equipamentos mais modernos.

Agendar pelo WhatsApp Agendar Online Consulta em até 48h