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Pintura de Claude Monet de 1899: a ponte japonesa verde sobre o lago de nenúfares, vista sob um véu amarelado que simula a catarata

Cirurgia de catarata em São Paulo

Rede de clínicas oftalmológicas com 5 unidades e hospital oftalmológico próprio

Claude Monet, A ponte japonesa, 1899. National Gallery of Art, Washington. Sobre a tela, um véu amarelado simula como a catarata filtra as cores; no fim da página, a mesma tela aparece sem o véu. Anos depois, a catarata mudou as cores que Monet via, e no início de 1923 ele operou o olho direito.

Ainda sem diagnóstico? Agende uma consulta na unidade

O Instituto da Catarata é o braço social da rede, com valores diferenciados para quem já tem diagnóstico de catarata. Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular.

Escolha a mais perto de você
Google
4,5 média de 1.070 avaliações das 5 unidades (11/10/2026)
Cirurgias
+30.000 cirurgias realizadas desde 2017
Hospital
MIRA Hospital Oftalmológico, onde a cirurgia é feita, em Indianópolis
Convênio
Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem a cirurgia, com regras por unidade

Seu convênio cobre a cirurgia?

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Toque no seu plano

Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem a consulta, os exames e a cirurgia de catarata no MIRA Hospital Oftalmológico, conforme as regras do plano e, pela Amil, pelo Prevent Senior e pela Ameplan Saúde, com autorização prévia da operadora quando ela exigir. Toque no seu plano para ver as unidades que o atendem.

Mais detalhes por plano na página de convênios.

Qual lente, em resumo

A lente é escolhida depois dos exames, conforme a retina, a córnea, o astigmatismo e a sua rotina. Não existe uma lente melhor para todos.

Escolha a lente

Multifocal

O olho, em corte

O que você vê

Simulação ilustrativa, fora de escala. Não mostra a visão de um paciente específico; o resultado varia de pessoa para pessoa.

Com catarata

O cristalino, a lente natural do olho, ficou opaco e amarelado. Ele espalha parte da luz antes de ela chegar à retina. A imagem perde nitidez, contraste e cor, e as luzes ofuscam, principalmente à noite.

Na cirurgia, esse cristalino é retirado e uma lente intraocular transparente entra no lugar dele.

Escolha uma lente para ver a cirurgia e o que muda.

A lente é escolhida na avaliação, conforme exames e rotina; não existe uma lente melhor para todos.

Pertoleitura, 40 cm
Letras embaçadas e com pouco contraste.
Médiacomputador, 70 cm
Tela embaçada, com cores desbotadas.
Longe6 metros
A imagem perde nitidez e fica amarelada.
À noitefaróis e lâmpadas
Faróis e lâmpadas ofuscam e espalham luz.
De onde vêm as informações
  1. de Silva SR et al. Lentes multifocais comparadas a monofocais após a catarata. Cochrane, 2016. doi:10.1002/14651858.CD003169.pub4
  2. Zamora-de La Cruz D et al. Lentes trifocais comparadas a bifocais. Cochrane, 2023. doi:10.1002/14651858.CD012648.pub3
  3. Lentes trifocais comparadas a lentes de foco estendido (EDOF) após a cirurgia de catarata. Cochrane, 2024 (CD014891). doi:10.1002/14651858.CD014891.pub2
  4. American Academy of Ophthalmology: lentes intraoculares, como escolher a lente e catarata.

Olho em 3D: modelo “Eye, Female, Right”, do Human Reference Atlas (HuBMAP), feito com dados do Visible Human Project da National Library of Medicine; NIH 3D, 3DPX-020963, licença CC BY 4.0. Simplificado, recolorido e girado, com a íris desenhada em código e o saco capsular acrescentado; a lente intraocular é genérica, sem marca.

Pintura: Claude Monet, A ponte japonesa, 1899, National Gallery of Art, Washington, domínio público (CC0). A sala do museu e o esquema do olho foram desenhados para esta seção.

Monofocal (esférica, asférica e plus)
Foco principal para longe; óculos para perto. A asférica reduz pequenas distorções da imagem; a plus alcança também parte da distância média.
Tórica
Corrige também o astigmatismo, nos casos em que é indicada. Exige medidas precisas da córnea.
Multifocal difrativa (a "Bifocal" do simulador)
Longe e perto, com menos dependência de óculos.
EDOF (foco estendido)
Longe e distância média, como computador e painel do carro.
Trifocal
Perto, distância média e longe, em casos selecionados.

Lentes com mais de um foco podem causar halos à noite (círculos de luz em volta de faróis e lâmpadas). Numa revisão de estudos de 2024 (Cochrane), as trifocais deram melhor visão de perto e menos dependência de óculos para ler do que as EDOF, sem diferença importante em halos e ofuscamento entre as duas.[3]

Guia completo das lentes intraoculares

Quanto custa a cirurgia particular

De R$ 2.800 a R$ 9.200 por olho, conforme a lente, o mesmo valor nas cinco unidades, em até 10x sem juros. Valores de setembro de 2026; o valor final é confirmado depois da avaliação.

Valor da cirurgia de catarata particular por olho, conforme a lente
LentePor olhoEm 10x
Monofocal esférica R$ 2.800 R$ 280
Foco principal para longe; óculos para perto.
Monofocal asférica R$ 3.500 R$ 350
Foco para longe; o desenho da lente reduz pequenas distorções da imagem.
Monofocal plus asférica R$ 4.200 R$ 420
Longe e parte da distância média.
Monofocal tórica R$ 4.800 R$ 480
Corrige também o astigmatismo, nos casos em que é indicada.
Multifocal difrativa R$ 6.200 R$ 620
Longe e perto, com menos dependência de óculos.
EDOF (foco estendido) R$ 9.200 R$ 920
Longe e distância média, como computador e painel do carro.
Trifocal R$ 9.200 R$ 920
Perto, distância média e longe, em casos selecionados.

O pacote inclui

  • Exames pré-operatórios
  • Cirurgia com anestesista
  • Acompanhamento pós-operatório

Pelo convênio

Pelo convênio, a lente coberta é a monofocal esférica; as outras lentes têm coparticipação do paciente, com o valor informado na avaliação, antes de qualquer decisão.

Consulta perto de casa, cirurgia no MIRA

Você faz a consulta e os exames na unidade mais perto de casa. Com a indicação, a cirurgia é feita no MIRA, com alta no mesmo dia.

MIRA Hospital Oftalmológico

Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo

Metrô Moema (cerca de 8 min a pé) e Eucaliptos (cerca de 10 min), Linha 5-Lilás.

Unidades para a consulta

Notas das fichas do Google em 11/10/2026.

Retrato do Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista

Quem opera: Dr. Fernando Macei Drudi

Médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), com residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE. É ele quem opera a catarata na rede, no MIRA.

Atende nas unidades Tatuapé, Santana e Guarulhos. Os dias e os horários livres estão na agenda em tempo real da página dele.

Fora da rede, ele é cirurgião voluntário do projeto Oftalmologia Humanitária há 10 anos, com participação em todas as edições desde então, que leva cirurgia de catarata a ribeirinhos do interior do Amazonas. Conheça o projeto.

Conhecer o Dr. Fernando

Enxergar mal pode ser sinal de catarata, mesmo antes dos 60 anos

Se a visão piorou, a consulta com o oftalmologista confirma se a causa é a catarata. O assistente logo abaixo organiza o que você sente e mostra o caminho até a consulta.

Abrir o assistente
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Você sabia que enxergar mal pode ser sinal de catarata mesmo antes dos 60 anos? No Instituto Drudi e Almeida, o diagnóstico é rápido e o tratamento transforma sua vida. Agende sua consulta.
Vídeo produzido com inteligência artificial.

Assistente da catarata

Três passos: seus sinais, a sua situação e o caminho mais curto até a consulta ou a cirurgia. Leva cerca de 2 minutos e não substitui o exame.

  1. 1. Sinais
  2. 2. Situação
  3. 3. Caminho

Seus sinais Pergunta 1 de 8
Você tem dificuldade para enxergar à noite ou dirigir com segurança?

Como Monet via: a mesma ponte, antes e durante a catarata

Claude Monet pintou muitas vezes a ponte japonesa do jardim dele em Giverny, na França. Em 1899, os verdes dominam e a ponte tem contorno nítido. Por volta de 1920 a 1922, ela quase se desfaz em vermelho, castanho e amarelo. Historiadores e oftalmologistas associam essa mudança à catarata que Monet tinha nos dois olhos.[8]

Pintura de Claude Monet de 1899: a ponte japonesa em arco, verde-azulada, sobre um lago coberto de nenúfares brancos e rosados, com contornos nítidos e muitos tons de verde
Pintura de Claude Monet de cerca de 1920 a 1922: a mesma ponte quase se desfaz em pinceladas grossas de vermelho, castanho e amarelo, sem contornos definidos

Para a esquerda: mais 1920 a 1922Para a direita: mais 1899

Cores que mais aparecem na pintura de 1899:verdes e verde-acinzentados (em % da tela)

Cores que mais aparecem na pintura de cerca de 1920 a 1922:castanhos, vermelhos e ocres (em % da tela)

As duas obras

À esquerda: Claude Monet, A ponte japonesa, 1899. Óleo sobre tela. National Gallery of Art, Washington. Domínio público (CC0), imagem cedida pelo museu ao Wikimedia Commons.

À direita: Claude Monet, A ponte japonesa, cerca de 1920 a 1922. Óleo sobre tela. Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Domínio público (Monet morreu em 1926), via Wikimedia Commons.

O que se sabe

  • Em 1914 e 1915, Monet se queixava de que as cores tinham perdido a intensidade e de que os vermelhos pareciam barrentos.
  • Em 1922, o oftalmologista Charles Coutela anotou que o olho direito de Monet só percebia a luz.
  • No início de 1923, Monet operou a catarata do olho direito, em duas etapas. Depois, reclamou de ver tudo azulado; com óculos novos, voltou a pintar em 1925.[8]

Ninguém sabe exatamente o que Monet enxergava, e o estilo livre do fim da vida dele também é lido como escolha do pintor. Um oftalmologista da Universidade Stanford chegou a simular em imagens como a catarata de Monet alterava o que ele via.[9] Hoje a cirurgia é outra: dura minutos, e uma lente fica dentro do olho no lugar do cristalino opaco (a lente natural do olho).

Como a catarata muda a leitura do dia a dia

Arraste o controle para ver a perda de nitidez, contraste e cor. É uma simulação educativa: cada catarata evolui de um jeito.

Como a visão muda

Catarata moderada. Ler por muito tempo, enxergar com pouco contraste e dirigir à noite ficam cada vez mais cansativos.

Avaliar os meus sinais no assistente da catarata

Como é, da consulta à alta

A cirurgia leva de 15 a 20 minutos por olho e você volta para casa no mesmo dia; a visão se estabiliza em cerca de 30 dias. A cada etapa, a ponte do Monet perde um pouco do véu. O resultado varia: outras doenças do olho, como glaucoma ou problemas de retina, podem limitar a visão mesmo depois da cirurgia.

  1. 1

    Consulta e exames

    O médico confirma se a catarata é a causa da queixa. A biometria mede o olho para calcular a lente.

  2. 2

    Cirurgia

    No MIRA, com colírio anestésico e sedação leve. Dura de 15 a 20 minutos por olho; você fica de 2 a 3 horas no hospital.

  3. 3

    Primeira revisão

    Em dia combinado na alta. Ler e ver televisão costumam estar liberados no dia seguinte; os colírios seguem a receita.

  4. 4

    Primeiras semanas

    A visão se estabiliza em cerca de 30 dias. Esforço físico e piscina, só depois de 15 a 30 dias.

Se você cuida do seu pai ou da sua mãe

  • Um acompanhante adulto precisa levar e buscar o paciente no dia da cirurgia.
  • O paciente fica de 2 a 3 horas no MIRA e volta para casa no mesmo dia.
  • Você pode agendar a consulta em nome de outra pessoa, pelo site ou pelo WhatsApp.
  • Leve à consulta a lista dos remédios em uso e os exames que já tiver.
Já marcou a cirurgia? Veja o checklist pré-cirúrgico
Instituto da Catarata: avaliação, cirurgia e recuperação

Riscos e recuperação, em resumo

A cirurgia de catarata tem baixa taxa de complicações graves quando bem indicada e acompanhada. Nos grandes registros, a infecção grave dentro do olho (endoftalmite) aconteceu em cerca de 4 a cada 10 mil cirurgias (0,038%)[4], e a ruptura da cápsula que sustenta a lente, em cerca de 14 a cada mil (1,40%)[5]. O descolamento de retina aparece em 4 a 29 de cada mil pacientes ao longo de 10 anos (0,36% a 2,9%)[6], mais em quem tem miopia alta.

Meses ou anos depois, parte dos pacientes tem a catarata secundária: a cápsula fica embaçada e é tratada com laser no MIRA Hospital Oftalmológico. Procure o médico no mesmo dia se tiver dor forte, perda súbita da visão ou muitos flashes de luz.

Casos reais de pacientes da rede

São pacientes da rede, descritos sem dados que permitam identificá-los. Cada evolução é individual: nem todos têm o mesmo ganho, e outras doenças do olho podem limitar o resultado.

Mulher, entre 60 e 69 anos, aposentada

Queixa
Ofuscamento ao dirigir à noite, leitura mais lenta e visão dupla em um dos olhos em ambientes de alto contraste.
O que foi feito
Depois da avaliação completa, o médico indicou a cirurgia de catarata (facoemulsificação), com a lente planejada para o caso dela.
Como ficou
No primeiro retorno, contou que ler, se locomover e fazer as tarefas de casa tinha ficado mais fácil. Segue em acompanhamento.

Homem, cerca de 70 anos, ainda trabalha em escritório

Queixa
Dificuldade para alternar o foco entre tela, papéis e direção, e perda de contraste no fim do dia.
O que foi feito
Antes de escolher a lente, a equipe mediu o olho (biometria), levou em conta a rotina dele e conversou com clareza sobre o uso de óculos depois da cirurgia.
Como ficou
Voltou ao trabalho com mais conforto e foi se acostumando aos poucos com a nova visão.
Ver mais 5 casos

Mulher, entre 60 e 69 anos, com astigmatismo

Queixa
Visão embaçada, halos noturnos e insegurança para dirigir sozinha.
O que foi feito
O planejamento levou em conta o astigmatismo e os exames da córnea.
Como ficou
Nas primeiras semanas depois da cirurgia, contou que enxergava com mais nitidez. Continua indo às revisões marcadas.

Homem, entre 60 e 69 anos, diabético com a glicemia controlada

Queixa
Dificuldade para ler, usar o celular e acompanhar os exames, e visão opaca.
O que foi feito
A cirurgia foi indicada depois de conferir o controle do diabetes, a retina e o que ele esperava enxergar.
Como ficou
A visão melhorou no começo, e ele segue acompanhado pelo oftalmologista e pelo médico do diabetes.

Mulher, entre 70 e 79 anos, cuida da família

Queixa
Perda de autonomia para cozinhar, identificar remédios e circular em lugares com pouca luz.
O que foi feito
A equipe combinou com ela o momento da cirurgia e quem da família ajudaria nos primeiros dias. A lente foi escolhida pensando na rotina da casa.
Como ficou
Nos primeiros retornos, contou que se sentia mais segura nas tarefas de casa e para ler de perto.

Homem, entre 60 e 69 anos, trabalha dirigindo

Queixa
Ofuscamento intenso com faróis e perda de confiança para dirigir no início da noite.
O que foi feito
Como ele dirige à noite, isso pesou no planejamento, junto com a medida do olho (biometria) e o que ele esperava enxergar.
Como ficou
Contou que passou a enxergar melhor o contraste e voltou aos poucos ao trabalho. Segue em reavaliações periódicas.

Mulher, entre 50 e 59 anos, trabalha com computador

Queixa
Dificuldade para alternar o foco entre tela, papel e reuniões, e cansaço visual no fim do expediente.
O que foi feito
Na consulta, a equipe levou em conta a rotina de trabalho e a necessidade de enxergar bem a distância média, como a tela do computador.
Como ficou
Nas primeiras semanas, se adaptou bem à tela e à leitura. Os ajustes seguintes foram combinados nos retornos.

Perguntas frequentes

A cirurgia de catarata dói?

A anestesia é feita com colírio, combinada com sedação leve. Durante o procedimento, você pode perceber luzes ou uma leve pressão; dor é incomum. Depois, é comum a sensação de areia no olho operado, que melhora com os colírios prescritos.

Quanto tempo dura a cirurgia e quanto tempo fico no hospital?

A cirurgia dura, em média, de 15 a 20 minutos por olho. Contando o preparo, a dilatação da pupila e a observação depois do procedimento, você fica cerca de 2 a 3 horas no MIRA Hospital Oftalmológico e vai para casa no mesmo dia, com um acompanhante.

A catarata pode voltar depois da cirurgia?

Não. O cristalino (a lente natural do olho), que ficou opaco, é retirado e substituído por uma lente que não fica opaca. Em parte dos pacientes, meses ou anos depois, a cápsula que sustenta a lente fica embaçada (a chamada catarata secundária). Ela é tratada com um laser, a capsulotomia YAG, feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Quando posso voltar às atividades e ao trabalho?

Ler, usar o celular e ver televisão costumam estar liberados no dia seguinte. Dá para voltar ao trabalho de escritório entre 3 e 7 dias. Esforço físico, carregar peso, nadar e lugares com poeira, só depois de 15 a 30 dias, conforme a avaliação médica.

Qual a idade certa para operar?

A indicação não depende da idade nem do "amadurecimento" da catarata. A cirurgia é indicada quando a visão começa a atrapalhar a leitura, a direção à noite, as tarefas do dia a dia ou a segurança, por exemplo com risco de quedas.

Posso operar os dois olhos no mesmo dia?

Na Drudi e Almeida, o padrão é operar um olho de cada vez, com intervalo de 1 a 2 semanas. Assim o médico confere o resultado do primeiro olho e, se precisar, ajusta o cálculo da lente do segundo. Em alguns países os dois olhos são operados no mesmo dia, e uma revisão de estudos de 2022 (Cochrane) não encontrou diferença importante entre as duas formas.

O convênio cobre a cirurgia de catarata?

Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem a cirurgia de catarata, sempre com autorização prévia do plano (na Ameplan, com a guia autorizadora). A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. Pelo convênio, a lente coberta é a monofocal esférica; as outras lentes têm coparticipação do paciente, com o valor informado na avaliação, antes de qualquer decisão.

Quanto custa a cirurgia de catarata particular?

De R$ 2.800 a R$ 9.200 por olho, conforme a lente, em até 10x sem juros. O pacote inclui os exames pré-operatórios, a cirurgia com anestesista e o acompanhamento pós-operatório. O valor é confirmado depois da avaliação.

Pintura de Claude Monet de 1899: a ponte japonesa em arco, verde-azulada, sobre um lago coberto de nenúfares brancos e rosados, com contornos nítidos e muitos tons de verde

Como agendar pelo Instituto da Catarata

Com diagnóstico, envie o pedido pelo WhatsApp: a consultora cirúrgica faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular.

Mora longe? Segunda opinião por vídeo com o Dr. Fernando Drudi, a partir dos seus exames recentes.