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Fundadores: Dr. Fernando Drudi e Dra. Priscilla Almeida

Diretor Clínico · Diretora Técnica

Dois médicos formados na mesma residência, no Hospital do Servidor Público Estadual. Em 2017 alugaram uma sala no Tatuapé para responder a uma pergunta que a fila do hospital fazia todo dia.

Monet pintou com catarata: a arte que virou diagnóstico

Dr. Fernando Macei Drudi, diretor clínico e fundador
Dr. Fernando CRM-SP 139.300
Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, diretora técnica e fundadora
Dra. Priscilla CRM-SP 148.173

Por que quem precisa tratar a córnea ou a retina só tem duas saídas: a fila do serviço público ou um preço que não cabe no orçamento?

Na residência do HSPE, os dois passavam o dia operando catarata, córnea e retina em pacientes que tinham esperado meses por aquela vaga. E viam, do outro lado do balcão, quem desistia no meio do caminho.

Em 2017 abriram a primeira unidade, no Tatuapé, para tentar uma terceira saída: cada doença com os médicos que se dedicam a ela, em consultório, por um preço que o paciente consegue pagar. Os primeiros pacientes vieram por indicação. O resto veio depois.

Retrato de Dr. Fernando Macei Drudi no consultório

CRM-SP 139.300 · RQE 50.645

Diretor Clínico e Fundador

Dr. Fernando Macei Drudi

Médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia); atua em catarata e retina. Formado em Medicina pela Universidade Federal Fluminense em 2009, fez residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE/IAMSPE, onde hoje é médico concursado e preceptor de residentes e fellows. Opera catarata e retina, faz injeções intravítreas, é certificado para o implante de lente fácica e para o microimplante de glaucoma e acompanha pacientes com glaucoma. Participa como cirurgião voluntário do Projeto Amazônico de Oftalmologia Humanitária, da Universidade Federal do Amazonas com o Instituto da Visão (IPEPO/Unifesp) e apoio da Marinha do Brasil.

Áreas de atuação

Catarata e lentes intraocularesRetina cirúrgica e clínicaLente fácicaMicroimplante para glaucomaInjeção intravítrea

Formação

  • Medicina — Universidade Federal Fluminense (UFF)
  • Residência em Oftalmologia — HSPE/IAMSPE (Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo)
  • Fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata — HSPE/IAMSPE
  • Médico concursado e preceptor de residência — HSPE/IAMSPE

Atuação e títulos

  • Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)
  • Cirurgião voluntário do Projeto Amazônico de Oftalmologia Humanitária (Universidade Federal do Amazonas e Instituto da Visão, IPEPO/Unifesp, com apoio da Marinha do Brasil)

Atende em

TatuapéSantanaGuarulhos

Prefere conversar? Agendar pelo WhatsApp

Mora longe? Teleconsulta: segunda opinião por vídeo

Retrato de Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida em estúdio

CRM-SP 148.173 · RQE 59.216

Diretora Técnica e Fundadora

Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

Médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia); atende ceratocone, córnea e doenças oculares externas. Residência no HSPE/IAMSPE e fellowship em Doenças Oculares Externas e Córnea na Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP). Lidera o Instituto do Ceratocone, onde faz crosslinking, implante de anel intraestromal e a adaptação de lentes esclerais e especiais. É Diretora Técnica da Drudi e Almeida e do MIRA Hospital Oftalmológico, onde também atende, e tem Pós-Graduação em Gestão em Saúde pelo IPEPO/EPM.

Áreas de atuação

Ceratocone e CrosslinkingLentes de Contato EspeciaisTransplante de CórneaCirurgia de Catarata

Formação

  • Medicina — Fundação UNIRG
  • Residência em Oftalmologia — HSPE/IAMSPE
  • Fellowship em Doenças Oculares Externas e Córnea — EPM/UNIFESP
  • Pós-Graduação em Gestão em Saúde — IPEPO/EPM

Atuação e títulos

  • Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)
  • Diretora Técnica — MIRA Hospital Oftalmológico

Atende em

TatuapéLapaSão MiguelMIRA Hospital Oftalmológico

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2017

Ano de fundação

5

Unidades

6

Institutos

300.000+

Pacientes atendidos

Números institucionais acumulados desde 2017.

Cada um por um caminho

O que os dois construíram

Entardecer sobre o rio na Amazônia, região das comunidades ribeirinhas atendidas pelas missões

Fora do consultório

Cirurgia de catarata na Amazônia

O Dr. Fernando é cirurgião voluntário do projeto Oftalmologia Humanitária há 10 anos, com participação em todas as edições desde então. O projeto leva consulta e cirurgia de catarata a comunidades ribeirinhas do Amazonas, em parceria da Universidade Federal do Amazonas com o Instituto da Visão (IPEPO/Unifesp) e apoio da Marinha do Brasil. Pela participação, recebeu da Marinha a condecoração Amigo da Marinha. O Instituto da Visão (IPEPO), um dos parceiros do projeto, dividiu o Prêmio António Champalimaud de Visão de 2019 com a Fundação Altino Ventura e o Serviço de Oftalmologia da Unicamp. O prêmio não foi concedido à Drudi e Almeida.

O que foi o Prêmio Champalimaud 2019
Ilustração do mapa de curvatura da córnea no ceratocone: a região mais curva aparece em vermelho, deslocada para baixo do centro

Dentro da rede

O Instituto do Ceratocone

A Dra. Priscilla lidera o Instituto do Ceratocone, que acompanha desde o diagnóstico precoce em adolescentes até crosslinking, anel intraestromal e transplante de córnea. É dela também a adaptação das lentes esclerais e especiais, usadas por quem já não enxerga bem com óculos. É Diretora Técnica da rede e do MIRA Hospital Oftalmológico, o hospital próprio da rede, onde ela também atende.

Conhecer o Instituto do Ceratocone
Fileira de poltronas sob duas reproduções de Claude Monet na parede azul da sala de espera
Sala de espera de uma das unidades

A escolha que atravessa a casa

Por que há um Monet
na sala de espera

Monet pintou o jardim de Giverny por anos enxergando através da própria catarata. Degas trocou a tinta pelo pastel quando a retina começou a falhar. A doença não os impediu de trabalhar — mudou o que eles conseguiam fazer.

Foi daí que veio o nome de cada instituto da rede. É a forma que os dois encontraram de dizer, sem discurso, que perder visão não é detalhe: é perder parte do que se faz da vida.

Ver os onze artistas e os diagnósticos

Combinado desde a primeira sala

Três regras que não mudaram

Cada doença com a sua equipe

Cada instituto reúne os médicos que se dedicam àquela doença, com protocolo e equipamento próprios. Foi por isso que a rede se organizou em institutos.

O preço dito antes

Valor de consulta, de exame e de cirurgia informado antes de qualquer decisão. Ninguém devia precisar escolher entre enxergar e caber no orçamento. Foi essa a inquietação que abriu a clínica.

A parede não é enfeite

Cada instituto tem um artista associado a uma doença que ele de fato teve. É um jeito de lembrar, todo dia, que doença ocular acontece com gente, e que ela muda o que a pessoa consegue fazer.

Perguntas sobre os fundadores

Quem fundou a Drudi e Almeida Oftalmologia?

A Drudi e Almeida Oftalmologia foi fundada em 2017 pelo Dr. Fernando Macei Drudi (CRM-SP 139.300, RQE 50.645) e pela Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida (CRM-SP 148.173, RQE 59.216), com a abertura da primeira unidade no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

Onde os fundadores se formaram?

Os dois concluíram a Residência Médica em Oftalmologia no HSPE/IAMSPE, em São Paulo. O Dr. Fernando graduou-se em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e fez fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE/IAMSPE. A Dra. Priscilla graduou-se pela Fundação UNIRG e fez fellowship em Doenças Oculares Externas e Córnea Cirúrgica na Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP).

Em que o Dr. Fernando Drudi atua?

Médico oftalmologista (RQE 50.645, Oftalmologia), atua em catarata e retina. Opera catarata, com implante de lente intraocular, e retina, faz injeções intravítreas, é certificado para o implante de lente fácica e para o microimplante de glaucoma e acompanha pacientes com glaucoma. Atende nas unidades de Santana, Tatuapé e Guarulhos.

Em que a Dra. Priscilla Almeida atua?

Médica oftalmologista (RQE 59.216, Oftalmologia), atende córnea, ceratocone e doenças oculares externas. Ela faz crosslinking, implante de anel intraestromal, transplante de córnea, cirurgia de catarata e a adaptação de lentes de contato especiais e esclerais. Atende nas unidades de Tatuapé, Lapa e São Miguel Paulista, e no MIRA Hospital Oftalmológico.

Em quais unidades cada fundador atende?

O Dr. Fernando Drudi atende em Santana, Tatuapé e Guarulhos. A Dra. Priscilla Almeida atende em Tatuapé, Lapa e São Miguel Paulista, além do MIRA Hospital Oftalmológico. A agenda de cada unidade pode ser consultada no agendamento on-line do site.

Como marcar consulta com o Dr. Fernando ou com a Dra. Priscilla?

Pelo agendamento on-line do site, pelo WhatsApp (11) 91298-8844 ou diretamente na recepção de qualquer unidade. No agendamento on-line dá para escolher o médico e ver os horários livres de cada unidade, e o valor da consulta é informado antes de você confirmar.

O Dr. Fernando Drudi atende no serviço público?

Sim. Desde 2020 ele é médico concursado do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE/IAMSPE), onde também é preceptor de residentes e fellows, ou seja, acompanha a formação prática de novos oftalmologistas.

O que é o trabalho na Amazônia?

O Dr. Fernando é cirurgião voluntário do projeto Oftalmologia Humanitária há 10 anos, com participação em todas as edições desde então. O projeto leva consulta e cirurgia de catarata a comunidades ribeirinhas do Amazonas, em parceria da Universidade Federal do Amazonas com o Instituto da Visão (IPEPO/Unifesp) e apoio da Marinha do Brasil. Pela participação, recebeu da Marinha a condecoração Amigo da Marinha.

A clínica ganhou o Prêmio Champalimaud de Visão?

Não. O Instituto da Visão (IPEPO), um dos parceiros do projeto, dividiu o Prêmio António Champalimaud de Visão de 2019 com a Fundação Altino Ventura e o Serviço de Oftalmologia da Unicamp. O prêmio não foi concedido à Drudi e Almeida.

Quem é a diretora técnica da clínica?

A Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista (CRM-SP 148.173, RQE 59.216), é a Diretora Técnica da Drudi e Almeida Oftalmologia e também do MIRA Hospital Oftalmológico, o hospital próprio da rede, onde são feitas as cirurgias dos Institutos.

Por que a clínica é organizada em institutos?

Porque os dois fundadores vieram de áreas de atuação diferentes e queriam que cada doença tivesse uma equipe dedicada a ela. A rede tem seis institutos (Catarata, Ceratocone, Glaucoma, Retina, Estrabismo e Plástica Facial); cada um reúne os médicos que se dedicam àquela doença, com protocolo clínico e equipamento próprios.

Por que os institutos são associados a artistas?

Cada instituto é associado a um artista que teve a doença de que ele trata, documentada em estudos de história da medicina: Monet e a catarata, Degas e a doença de retina, Leonardo da Vinci e o estrabismo, entre outros. É a forma que a casa encontrou de lembrar que doença ocular muda o que a pessoa consegue fazer. Os onze artistas e os respectivos diagnósticos estão na página Arte e Visão.

Marque com quem fundou a clínica

Consulta com o Dr. Fernando ou com a Dra. Priscilla, nas unidades em que cada um atende. O valor é informado antes de você confirmar.