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A noite estrelada, de Vincent van Gogh (1889): céu noturno em espirais, com estrelas e lua cercadas de halos de luz, sobre uma vila

Tratamento de ceratocone em São Paulo

O ceratocone afina a córnea, que ganha forma de cone, e a visão piora.⁠[1] Consulta e exames nas 5 unidades; crosslinking, anel e transplante no MIRA, hospital próprio da rede.

Vincent van Gogh, A noite estrelada, 1889. Museum of Modern Art, Nova York. Domínio público.

Ainda sem diagnóstico? Agende uma consulta na unidade

O Instituto do Ceratocone é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de ceratocone. Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular.

Escolha a mais perto de você

O olho que vê Van Gogh

As estrelas e a lua de A noite estrelada são pontos de luz. Com a córnea regular, cada ponto chega à retina como um ponto. No ceratocone, a córnea fica irregular e a luz se espalha: aparecem rastros, halos e imagem dupla. Escolha a córnea e um tratamento e veja o que muda.

A pintura e o olho em corte

Com o olho em foco, as setas giram o desenho.

O que você vê

Córnea regular

O que você vê. As estrelas e a lua são pontos nítidos, com o contorno das pinceladas.

O que você vê. Um rastro leve em cada estrela. O resto da pintura quase não muda.

O que você vê. Cada luz vira uma mancha com rastro para cima e uma segunda imagem, com halo em volta. A pintura perde contraste e as linhas entortam um pouco.

O que você vê. A imagem continua praticamente a mesma de antes. O crosslinking serve para o cone não piorar.

O que você vê. Os rastros ficam menores, mas continuam.

O que você vê. Com a lágrima sob a lente, as luzes voltam a ser quase pontos.

A simulação mostra a parte da irregularidade que os óculos não corrigem. O que cada pessoa vê varia.

1. Escolha a córnea
2. Veja um tratamento

Simulação ilustrativa, fora de escala. O tratamento é definido na avaliação, com exames da córnea (tomografia).

Córnea regular

A córnea é a parte transparente da frente do olho. Com a curvatura regular, a luz de cada estrela da pintura se junta num ponto só da retina, e a imagem sai nítida.

A imagem chega de cabeça para baixo; o cérebro a endireita.

Ceratocone no começo

No ceratocone, a córnea fica mais fina, se abaúla em forma de cone e perde força. Na maioria das vezes, o cone fica abaixo do centro da córnea e um pouco para o lado de fora.

No começo, a mudança é pequena: as luzes ganham um rastro leve. Muita gente não percebe nada, porque um olho costuma ser mais afetado que o outro.

Ceratocone avançado

Com o avanço, o cone fica mais alto e a córnea fica mais fina nele. A luz que passa pelo cone se desvia de jeitos diferentes e não se junta mais num ponto só.

Cada estrela vira uma mancha com rastro e uma segunda imagem mais fraca. A pintura perde contraste e parece um pouco torta. Os óculos corrigem o grau, mas não essa irregularidade; por isso, com o avanço, eles deixam de bastar.

Crosslinking

Com anestesia em colírio, a córnea recebe riboflavina (vitamina B2) e, depois, luz ultravioleta A. As fibras de colágeno ficam mais unidas, e a córnea fica mais rígida. O objetivo é conter a piora do ceratocone.

O crosslinking não desfaz o cone: a forma fica praticamente a mesma. A visão pode melhorar um pouco, mas esse não é o objetivo. Para enxergar melhor, a pessoa continua com óculos ou lentes de contato.

É indicado quando os exames mostram que o ceratocone está piorando.

Anel intracorneano

Segmentos em arco são colocados dentro da córnea para regularizar a curvatura. Eles aplanam parte do cone: a luz se espalha menos, mas a irregularidade continua.

O anel pode adiar ou evitar o transplante. Ele não substitui o crosslinking: se os exames mostram piora, é o crosslinking que a contém.

É considerado quando a córnea não tem cicatriz e óculos e lentes não dão boa visão, ou a lente incomoda.

Lente rígida ou escleral

A face de trás da lente é lisa e regular. A lágrima preenche o espaço entre a lente e o cone, e a luz passa a entrar por uma superfície regular. Na simulação, as luzes voltam a ser quase pontos.

A lente serve para enxergar melhor, mas não freia a doença. Quando os óculos não bastam, a lente rígida é a opção preferida. A escleral é maior, se apoia no branco do olho e serve para córneas muito curvas ou irregulares.

Na figura, a lente é rígida no cone inicial e escleral no avançado. O resultado varia de pessoa para pessoa.

Coçar os olhos. Coçar os olhos com força, muitas vezes por causa de alergia, é um dos fatores associados ao ceratocone e à piora dele. Evitar coçar e tratar a alergia fazem parte do cuidado.

E o transplante de córnea? Fica para os casos avançados, quando óculos e lentes já não dão visão útil ou não podem ser usados, por exemplo por cicatriz na córnea. A simulação não mostra essa etapa.

Pintura: Vincent van Gogh, A noite estrelada, 1889. Museum of Modern Art, Nova York. Domínio público. As versões de “O que você vê” são feitas por código sobre a imagem, para fins educativos.

Modelo anatômico: “Eye, Female, Right”, do Human Reference Atlas (HuBMAP), feito com dados do Visible Human Project da National Library of Medicine; NIH 3D, 3DPX-020963, licença CC BY 4.0. Modificado: córnea deformada em cone, peças de tratamento acrescentadas e olho girado.

Crosslinking
mais de 3.000 feitos desde 2017 (registros da rede até setembro de 2026)
Google
4,5 média de 1.070 avaliações das 5 unidades (11/10/2026)
Hospital
MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, em Indianópolis
Convênios
6 planos atendidos, com regras por unidade

Quanto custa tratar ceratocone em São Paulo?

Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, os exames de córnea custam a partir de R$ 110 à vista. O crosslinking custa R$ 4.300 por olho, à vista, e o anel intracorneano custa R$ 9.900 por olho, também à vista; no cartão, o mesmo valor, em até 10 vezes.

Valores do atendimento particular em 2026
ServiçoÀ vista (PIX)No cartão
Consulta particular R$ 180 R$ 200
Topografia de córnea (os dois olhos)nas 5 unidades R$ 110 R$ 140
Tomografia de córnea (os dois olhos)no MIRA, só particular R$ 260 R$ 363
Paquimetria (os dois olhos)no Tatuapé e na Lapa R$ 110 R$ 140
Crosslinking, por olhono MIRA R$ 4.300 R$ 4.300, em até 10x
Anel intracorneano, por olhono MIRA R$ 9.900 R$ 9.900, em até 10x
Lente rígida corneana (par) R$ 1.980 R$ 2.200
Lente escleral (par) R$ 5.015 R$ 5.900
Transplante de córneano MIRA Valor definido depois da avaliação

Na consulta, o médico indica quais exames fazer. Pelo convênio, a cobertura segue as regras do plano (veja o que cada plano cobre). Outros exames estão na tabela completa de exames.

Leia também: valor, convênio, atestado e recuperação do crosslinking.

O convênio cobre o tratamento do ceratocone?

Os planos regulados pela ANS são obrigados a cobrir o crosslinking e o anel intracorneano quando o caso cumpre as regras da agência.⁠[2] Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem a consulta e os exames de córnea; nesses planos, o crosslinking, o anel e o transplante dependem das regras do plano e da autorização da operadora. Pela Amil e pela Ameplan Saúde, com autorização prévia; a Ameplan pede guia autorizadora e agendamento por telefone.

O crosslinking está no Rol da ANS, a lista do que os planos de saúde são obrigados a cobrir, com uma diretriz de utilização (DUT 121).⁠[2] Nos planos regulados pela ANS, conforme o tipo de plano contratado, a cobertura é obrigatória quando o astigmatismo do centro da córnea ou a curvatura máxima (Kmax) aumenta 1,00 dioptria ou mais em até um ano. A regra não vale se houver contraindicação, como córnea com menos de 400 micrômetros de espessura.

O anel intracorneano também está no Rol, com regras próprias (DUT 34), entre elas visão ruim com óculos e lentes de contato ou intolerância à lente.⁠[2]

Toque no seu plano

Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem a consulta e os exames de córnea; a tomografia de córnea é só particular. O crosslinking, o anel e o transplante dependem das regras do plano e da autorização da operadora. Toque no seu plano para ver as unidades que o atendem.

Detalhes de cada plano

Onde tratar ceratocone em São Paulo?

A consulta e a topografia de córnea são feitas nas 5 unidades da Drudi e Almeida, em São Paulo e Guarulhos; a paquimetria, conforme a unidade. A tomografia de córnea, o crosslinking, o anel intracorneano e o transplante de córnea são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo.

Centro cirúrgico do MIRA Hospital Oftalmológico, com mesa cirúrgica e microscópio

MIRA Hospital Oftalmológico

Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo

Metrô Moema (cerca de 8 min a pé) e Eucaliptos (cerca de 10 min), Linha 5-Lilás.

Consulta de ceratocone no MIRA com a Dra. Priscilla: quintas, das 9h às 15h.

Diretora Técnica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia).

Unidades para a consulta e os exames

Notas das fichas do Google em 11/10/2026.

Quem atende: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

Retrato da Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista

A Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia), atende ceratocone na Drudi e Almeida e fez fellowship em córnea na Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP).

Na rede, ela faz o crosslinking e o transplante de córnea, nas técnicas lamelar anterior profunda (DALK) e penetrante, e adapta lentes esclerais. Cofundou a Drudi e Almeida em 2017 e é Diretora Técnica da rede e do MIRA Hospital Oftalmológico.

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A agenda abaixo mostra, em tempo real, os horários livres da Dra. Priscilla. Ao escolher um, você marca a consulta pelo convênio ou particular.

Agenda em tempo real

Horários livres com a Dra. Priscilla

Consultando a agenda da clínica…

As vagas mudam ao longo do dia. O horário só fica seu depois da confirmação.

O que é ceratocone, em resumo

O ceratocone é uma doença degenerativa da córnea: ela fica mais fina, se abaúla em forma de cone e perde força.⁠[1] A visão piora, com miopia e astigmatismo irregular.⁠[3]

Costuma atingir os dois olhos, um mais que o outro. Em geral começa na puberdade e avança sobretudo até os 30 anos, mais depressa nos jovens.⁠[1]

Uma metanálise de 29 estudos, feitos em 15 países, estimou 1,38 caso a cada 1.000 pessoas, com grande variação entre os países.⁠[4]⁠[3]

O Guia do ceratocone responde se a doença tem cura e explica os estágios e os sintomas.

Como saber se tenho ceratocone?

Só os exames de córnea confirmam o ceratocone.⁠[1] Marque a consulta se notar:

  • visão embaçada ou distorcida, que vai piorando;
  • grau dos óculos mudando com frequência;
  • halos em volta das luzes;
  • sensibilidade à luz;
  • irritação nos olhos.

No começo, muita gente não percebe nada, porque um olho costuma ser mais afetado que o outro.⁠[3] Veja os sintomas do ceratocone e como é o diagnóstico.

Coçar os olhos com força e ter alergia nos olhos são fatores associados ao ceratocone, e não sintomas.⁠[1]⁠[4] Cerca de 13% dos casos têm história familiar.⁠[1] Se alguém da família tem ceratocone, vale fazer o exame de córnea mesmo sem queixa. Leia sobre coçar os olhos e alergia no ceratocone.

Procure um pronto atendimento oftalmológico no mesmo dia se tiver dor forte no olho, perda súbita da visão ou olho vermelho com dor.

Na dúvida, faça o teste de sintomas.

Teste de sintomas: vale fazer o exame de córnea?

O teste não faz diagnóstico: ele organiza o que você sente para você decidir se vale marcar a consulta com exame de córnea.

O mesmo teste está em página própria: Teste de sintomas do ceratocone.

Como é a avaliação do ceratocone?

A avaliação do ceratocone começa na consulta. A topografia e a tomografia de córnea confirmam o diagnóstico.⁠[1]⁠[5]

Quem usa lente de contato precisa ficar um tempo sem ela antes dos exames de córnea, porque a lente muda o formato da córnea e altera as medidas. Pergunte o prazo quando marcar.

A piora se confirma comparando exames de datas diferentes. Pelo consenso global de 2015, há piora quando pelo menos 2 destas 3 medidas mudam de forma consistente: a curvatura da frente da córnea, a curvatura de trás e o afinamento.⁠[5] Na prática, um sinal usado é o aumento de 1,00 dioptria ou mais na curvatura máxima (Kmax) em até um ano, que também é um dos critérios da ANS.⁠[2]

Jovens repetem os exames em intervalos mais curtos, definidos pelo médico, porque a doença avança mais depressa nessa idade.⁠[1] Veja os valores dos exames.

Qual é o tratamento para ceratocone?

O tratamento do ceratocone tem dois objetivos: conter a piora da córnea, com o crosslinking, e enxergar melhor, com óculos, lentes de contato especiais, anel intracorneano ou transplante de córnea.⁠[1]⁠[3]

Comparar as opções em uma tabela
Opções de tratamento
OpçãoO que fazQuando costuma ser consideradaOnde é feito
Óculos Corrigem o grau No começo⁠[3] Nas unidades
Lente rígida corneana Forma uma superfície regular Óculos não bastam⁠[3] Na rede
Lente escleral Apoia-se no branco do olho Córnea muito curva ou irregular⁠[3] Na rede
Crosslinking Enrijece a córnea Exames mostram piora⁠[2]⁠[5] No MIRA
Anel intracorneano Regulariza a curvatura Óculos e lentes não bastam⁠[2]⁠[3] No MIRA
Transplante de córnea Troca a parte central da córnea, só as camadas da frente ou todas Casos avançados⁠[3] No MIRA

O que é o crosslinking?

O crosslinking é um procedimento que deixa a córnea mais rígida para conter a piora do ceratocone. Com anestesia em colírio, a córnea recebe riboflavina (vitamina B2) e luz ultravioleta A.⁠[1] É indicado quando os exames mostram piora.⁠[1] Na semana seguinte, com colírios e lente protetora, pode haver dor, lacrimejamento e visão embaçada. Complicações sérias, como infecção, são raras, mas há casos de perda de linhas de visão.⁠[1] O crosslinking não corrige o grau.⁠[1] É feito no MIRA pela Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Veja a indicação, os cuidados e o valor do crosslinking.

Lente de contato para ceratocone funciona?

A lente de contato funciona para enxergar melhor no ceratocone, mas não freia a doença. Quando os óculos não bastam, a lente rígida corneana é a opção preferida; a híbrida e a escleral são alternativas, e a escleral serve para córneas muito curvas ou irregulares.⁠[3] A Dra. Priscilla adapta lentes esclerais. Veja os tipos de lente para ceratocone e os cuidados.

O que é o anel intracorneano?

O anel intracorneano (conhecido como anel de Ferrara) é formado por segmentos em arco colocados dentro da córnea para regularizar a curvatura.⁠[3] É considerado quando a córnea não tem cicatriz e óculos e lentes não dão boa visão, ou a lente incomoda.⁠[2]⁠[3] Pode adiar ou evitar o transplante,⁠[3] mas não substitui o crosslinking: se os exames mostram piora, é o crosslinking que a contém.⁠[1]⁠[3] Veja a indicação, os riscos e o valor do anel intracorneano.

Quando o transplante de córnea é indicado?

O transplante de córnea é indicado nos casos avançados, quando óculos e lentes já não dão visão útil;⁠[3] pelo protocolo do Ministério da Saúde, isso acontece em cerca de 10% a 20% dos casos.⁠[1] A técnica lamelar anterior profunda (DALK) troca as camadas da frente e mantém a camada mais interna do paciente, o endotélio, o que elimina o risco de rejeição dessa camada; é a preferida quando o endotélio está saudável. A técnica penetrante troca todas as camadas da parte central da córnea e é usada quando há cicatriz profunda ou o endotélio não está saudável.⁠[3] A Dra. Priscilla faz as duas técnicas. Veja os tipos de transplante e a recuperação.

Vídeo de 56 segundos sobre ceratocone e lentes esclerais

O vídeo fala dos sinais que levam à consulta e das lentes esclerais. É ilustrativo: as pessoas e os lugares foram criados por inteligência artificial e não são pacientes nem profissionais da rede. Os resultados variam de pessoa para pessoa, e o tratamento é definido na consulta.

Tratamentos para Ceratocone e Lentes Esclerais em SP

56 segundos · publicado no YouTube em 2 de maio de 2026

Vídeo produzido com inteligência artificial.
Ler a transcrição do vídeo

[Recepção de uma clínica. Um homem entra e vai até o balcão.]

A sua visão está cada vez mais turva e os óculos já não resolvem o problema? Pode ser ceratocone.

[Consultório. Uma mulher examina o homem com um aparelho.]

No Instituto do Ceratocone, combinamos especialistas focados na sua visão com tecnologia de ponta, como [marca de um aparelho de tomografia de córnea].

[Uma apresentadora fala para a câmera. Na tela aparecem os nomes de dois tratamentos.]

Aqui no Instituto, oferecemos tratamentos totalmente personalizados para tratar o ceratocone e devolver a sua qualidade de vida. As lentes esclerais, por exemplo, são desenhadas sob medida pra apoiar apenas na parte branca do olho, sem tocar a córnea. Assim, elas garantem um conforto maior. É a tecnologia perfeita pra devolver aquela visão cristalina e nítida que os óculos comuns já não conseguem mais te dar.

[Uma jovem lê um livro no sofá e sorri.]

Não deixe o ceratocone progredir. Preserve a sua visão com quem realmente entende do assunto.

[Logotipo: Drudi e Almeida Clínicas Oftalmológicas.]

[Outra voz:] Temos cinco unidades em São Paulo e Guarulhos. Clique no botão e agende a sua avaliação hoje mesmo.

Transcrição feita a partir das legendas do vídeo.

Perguntas frequentes

Quanto custa o exame de ceratocone?

Na Drudi e Almeida, os exames de córnea para ceratocone custam a partir de R$ 110 à vista, no particular, em 2026. A topografia de córnea e a paquimetria custam R$ 110 à vista ou R$ 140 no cartão, cada uma, pelos dois olhos. A tomografia de córnea custa R$ 260 à vista ou R$ 363 no cartão, em até 10 vezes, pelos dois olhos. Ela é feita no MIRA Hospital Oftalmológico e é só particular: nenhum convênio cobre. O médico indica quais exames fazer na consulta. Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem os outros exames; pela Amil e pela Ameplan, com autorização prévia.

Quanto custa a cirurgia de ceratocone?

Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, o crosslinking custa R$ 4.300 por olho e o anel intracorneano, R$ 9.900 por olho, os dois à vista; no cartão, o mesmo valor, em até 10 vezes. O valor do transplante de córnea é definido depois da avaliação. As três cirurgias são feitas no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. Pelo convênio, os planos regulados pela ANS cobrem o crosslinking e o anel quando o caso cumpre as diretrizes de utilização 121 e 34.⁠[2]

O plano de saúde cobre crosslinking e anel intracorneano?

Sim: os planos regulados pela ANS cobrem o crosslinking e o anel intracorneano quando o caso cumpre as diretrizes de utilização 121 e 34, conforme o tipo de plano contratado.⁠[2] O crosslinking é coberto quando o astigmatismo do centro da córnea ou a curvatura máxima aumentou 1,00 dioptria ou mais numa reavaliação feita em até um ano, sem contraindicação, como córnea com menos de 400 micrômetros. O anel é coberto quando a visão é ruim com óculos e lentes, ou a lente não é tolerada, com curvatura máxima acima de 53 e abaixo de 75 dioptrias, sem cicatriz no centro da córnea e com espessura acima de 300 micrômetros. O Rol vale para planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei dos Planos de Saúde. O Instituto Pró-PM não é operadora registrada na ANS e segue regras próprias.

Onde são feitos o crosslinking e os outros procedimentos?

Na Drudi e Almeida, o crosslinking, o anel intracorneano, o transplante de córnea e a tomografia de córnea são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo. A consulta, a topografia de córnea e o acompanhamento ficam nas 5 unidades: Santana, Tatuapé, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos; a paquimetria, conforme a unidade.

Já tenho diagnóstico. Como agendo pelo Instituto?

Quem já tem diagnóstico de ceratocone agenda pelo WhatsApp do Instituto do Ceratocone: conte o seu diagnóstico. No horário de atendimento (de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h), quem responde é a consultora do Instituto, no (11) 91654-4653. Fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca a consulta pelo Instituto, e a consultora retoma o pedido. O Instituto é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de ceratocone. Sem diagnóstico, marque a consulta na unidade, pelo site ou pela central telefônica, (11) 5430-2421.

Ceratocone pode cegar?

O ceratocone pode reduzir muito a visão nos casos avançados, quando óculos e lentes já não bastam; nesses casos, o anel intracorneano ou o transplante de córnea podem ser considerados.⁠[3] Uma complicação rara, a hidropsia aguda (inchaço súbito da córnea), faz a visão cair de repente, com dor e lacrimejamento, e pede atendimento no mesmo dia.⁠[1]⁠[3] Exames repetidos ajudam a tratar a piora cedo.

Em que idade o ceratocone aparece?

O ceratocone costuma aparecer na puberdade.⁠[1] A doença avança sobretudo entre os 10 e os 30 anos e, excepcionalmente, até os 50.⁠[1] A piora costuma ser mais rápida em jovens,⁠[1] que por isso repetem os exames em intervalos mais curtos, definidos pelo médico.

Ceratocone é hereditário?

O ceratocone pode ocorrer em mais de uma pessoa da mesma família: cerca de 13% dos casos têm história familiar,⁠[1] e, numa metanálise, quem tinha um parente com ceratocone teve chance cerca de 6 vezes maior de ter a doença.⁠[4] Por isso, para pais, irmãos e filhos de quem tem ceratocone, vale fazer o exame de córnea mesmo sem queixa.

Coçar os olhos causa ceratocone?

Coçar os olhos com força pode contribuir para o ceratocone. Muitas vezes ligado à alergia, esse hábito é um dos principais fatores que predispõem à doença e à piora dela.⁠[3] Numa metanálise mundial, quem esfrega os olhos teve chance cerca de 3 vezes maior de ter a doença.⁠[4] Controlar bem a alergia pode reduzir o risco de piora.⁠[3]

O ceratocone sempre precisa de cirurgia?

Não: o ceratocone nem sempre precisa de cirurgia. No começo, óculos ou lentes de contato são o primeiro tratamento para a visão.⁠[3] O crosslinking é indicado quando os exames mostram piora.⁠[1]⁠[5] O anel intracorneano é considerado quando óculos e lentes não dão boa visão e a córnea não tem cicatriz,⁠[2]⁠[3] e o transplante de córnea, quando óculos e lentes já não dão visão útil.⁠[3] A decisão depende da consulta e da comparação dos exames.

Crosslinking melhora a visão?

O crosslinking pode melhorar um pouco a visão, mas esse não é o objetivo: ele deixa a córnea mais rígida para conter a piora do ceratocone.⁠[1] Nem todos têm o mesmo ganho.⁠[1] Para enxergar melhor, a pessoa continua com óculos ou lentes de contato, conforme o caso.

A noite estrelada, de Vincent van Gogh (1889): céu noturno em espirais, com estrelas e lua cercadas de halos de luz, sobre uma vila

Como agendar pelo Instituto do Ceratocone

Com diagnóstico de ceratocone, envie o pedido pelo WhatsApp, e a consultora faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular.

Mora longe? Segunda opinião por vídeo com a Dra. Priscilla Almeida, a partir da sua tomografia ou topografia de córnea.