Tratamento de ceratocone em São Paulo
O ceratocone afina a córnea, que ganha forma de cone, e a visão piora.[1] Consulta e exames nas 5 unidades; crosslinking, anel e transplante no MIRA, hospital próprio da rede.
Vincent van Gogh, A noite estrelada, 1889. Museum of Modern Art, Nova York. Domínio público.
Ainda sem diagnóstico? Agende uma consulta na unidade
O Instituto do Ceratocone é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de ceratocone. Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular.
O olho que vê Van Gogh
As estrelas e a lua de A noite estrelada são pontos de luz. Com a córnea regular, cada ponto chega à retina como um ponto. No ceratocone, a córnea fica irregular e a luz se espalha: aparecem rastros, halos e imagem dupla. Escolha a córnea e um tratamento e veja o que muda.
Com o olho em foco, as setas giram o desenho.
O que você vê
Córnea regular
O que você vê. As estrelas e a lua são pontos nítidos, com o contorno das pinceladas.
O que você vê. Um rastro leve em cada estrela. O resto da pintura quase não muda.
O que você vê. Cada luz vira uma mancha com rastro para cima e uma segunda imagem, com halo em volta. A pintura perde contraste e as linhas entortam um pouco.
O que você vê. A imagem continua praticamente a mesma de antes. O crosslinking serve para o cone não piorar.
O que você vê. Os rastros ficam menores, mas continuam.
O que você vê. Com a lágrima sob a lente, as luzes voltam a ser quase pontos.
A simulação mostra a parte da irregularidade que os óculos não corrigem. O que cada pessoa vê varia.
Simulação ilustrativa, fora de escala. O tratamento é definido na avaliação, com exames da córnea (tomografia).
Córnea regular
A córnea é a parte transparente da frente do olho. Com a curvatura regular, a luz de cada estrela da pintura se junta num ponto só da retina, e a imagem sai nítida.
A imagem chega de cabeça para baixo; o cérebro a endireita.
Ceratocone no começo
No ceratocone, a córnea fica mais fina, se abaúla em forma de cone e perde força. Na maioria das vezes, o cone fica abaixo do centro da córnea e um pouco para o lado de fora.
No começo, a mudança é pequena: as luzes ganham um rastro leve. Muita gente não percebe nada, porque um olho costuma ser mais afetado que o outro.
Ceratocone avançado
Com o avanço, o cone fica mais alto e a córnea fica mais fina nele. A luz que passa pelo cone se desvia de jeitos diferentes e não se junta mais num ponto só.
Cada estrela vira uma mancha com rastro e uma segunda imagem mais fraca. A pintura perde contraste e parece um pouco torta. Os óculos corrigem o grau, mas não essa irregularidade; por isso, com o avanço, eles deixam de bastar.
Crosslinking
Com anestesia em colírio, a córnea recebe riboflavina (vitamina B2) e, depois, luz ultravioleta A. As fibras de colágeno ficam mais unidas, e a córnea fica mais rígida. O objetivo é conter a piora do ceratocone.
O crosslinking não desfaz o cone: a forma fica praticamente a mesma. A visão pode melhorar um pouco, mas esse não é o objetivo. Para enxergar melhor, a pessoa continua com óculos ou lentes de contato.
É indicado quando os exames mostram que o ceratocone está piorando.
Anel intracorneano
Segmentos em arco são colocados dentro da córnea para regularizar a curvatura. Eles aplanam parte do cone: a luz se espalha menos, mas a irregularidade continua.
O anel pode adiar ou evitar o transplante. Ele não substitui o crosslinking: se os exames mostram piora, é o crosslinking que a contém.
É considerado quando a córnea não tem cicatriz e óculos e lentes não dão boa visão, ou a lente incomoda.
Lente rígida ou escleral
A face de trás da lente é lisa e regular. A lágrima preenche o espaço entre a lente e o cone, e a luz passa a entrar por uma superfície regular. Na simulação, as luzes voltam a ser quase pontos.
A lente serve para enxergar melhor, mas não freia a doença. Quando os óculos não bastam, a lente rígida é a opção preferida. A escleral é maior, se apoia no branco do olho e serve para córneas muito curvas ou irregulares.
Na figura, a lente é rígida no cone inicial e escleral no avançado. O resultado varia de pessoa para pessoa.
Coçar os olhos. Coçar os olhos com força, muitas vezes por causa de alergia, é um dos fatores associados ao ceratocone e à piora dele. Evitar coçar e tratar a alergia fazem parte do cuidado.
E o transplante de córnea? Fica para os casos avançados, quando óculos e lentes já não dão visão útil ou não podem ser usados, por exemplo por cicatriz na córnea. A simulação não mostra essa etapa.
Pintura: Vincent van Gogh, A noite estrelada, 1889. Museum of Modern Art, Nova York. Domínio público. As versões de “O que você vê” são feitas por código sobre a imagem, para fins educativos.
Modelo anatômico: “Eye, Female, Right”, do Human Reference Atlas (HuBMAP), feito com dados do Visible Human Project da National Library of Medicine; NIH 3D, 3DPX-020963, licença CC BY 4.0. Modificado: córnea deformada em cone, peças de tratamento acrescentadas e olho girado.
- Crosslinking
- mais de 3.000 feitos desde 2017 (registros da rede até setembro de 2026)
- 4,5 média de 1.070 avaliações das 5 unidades (11/10/2026)
- Hospital
- MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, em Indianópolis
- Convênios
- 6 planos atendidos, com regras por unidade
Quanto custa tratar ceratocone em São Paulo?
Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, os exames de córnea custam a partir de R$ 110 à vista. O crosslinking custa R$ 4.300 por olho, à vista, e o anel intracorneano custa R$ 9.900 por olho, também à vista; no cartão, o mesmo valor, em até 10 vezes.
| Serviço | À vista (PIX) | No cartão |
|---|---|---|
| Consulta particular | R$ 180 | R$ 200 |
| Topografia de córnea (os dois olhos)nas 5 unidades | R$ 110 | R$ 140 |
| Tomografia de córnea (os dois olhos)no MIRA, só particular | R$ 260 | R$ 363 |
| Paquimetria (os dois olhos)no Tatuapé e na Lapa | R$ 110 | R$ 140 |
| Crosslinking, por olhono MIRA | R$ 4.300 | R$ 4.300, em até 10x |
| Anel intracorneano, por olhono MIRA | R$ 9.900 | R$ 9.900, em até 10x |
| Lente rígida corneana (par) | R$ 1.980 | R$ 2.200 |
| Lente escleral (par) | R$ 5.015 | R$ 5.900 |
| Transplante de córneano MIRA | Valor definido depois da avaliação | |
Na consulta, o médico indica quais exames fazer. Pelo convênio, a cobertura segue as regras do plano (veja o que cada plano cobre). Outros exames estão na tabela completa de exames.
Leia também: valor, convênio, atestado e recuperação do crosslinking.
O convênio cobre o tratamento do ceratocone?
Os planos regulados pela ANS são obrigados a cobrir o crosslinking e o anel intracorneano quando o caso cumpre as regras da agência.[2] Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem a consulta e os exames de córnea; nesses planos, o crosslinking, o anel e o transplante dependem das regras do plano e da autorização da operadora. Pela Amil e pela Ameplan Saúde, com autorização prévia; a Ameplan pede guia autorizadora e agendamento por telefone.
O crosslinking está no Rol da ANS, a lista do que os planos de saúde são obrigados a cobrir, com uma diretriz de utilização (DUT 121).[2] Nos planos regulados pela ANS, conforme o tipo de plano contratado, a cobertura é obrigatória quando o astigmatismo do centro da córnea ou a curvatura máxima (Kmax) aumenta 1,00 dioptria ou mais em até um ano. A regra não vale se houver contraindicação, como córnea com menos de 400 micrômetros de espessura.
O anel intracorneano também está no Rol, com regras próprias (DUT 34), entre elas visão ruim com óculos e lentes de contato ou intolerância à lente.[2]
Onde tratar ceratocone em São Paulo?
A consulta e a topografia de córnea são feitas nas 5 unidades da Drudi e Almeida, em São Paulo e Guarulhos; a paquimetria, conforme a unidade. A tomografia de córnea, o crosslinking, o anel intracorneano e o transplante de córnea são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo.
MIRA Hospital Oftalmológico
Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo
Metrô Moema (cerca de 8 min a pé) e Eucaliptos (cerca de 10 min), Linha 5-Lilás.
Consulta de ceratocone no MIRA com a Dra. Priscilla: quintas, das 9h às 15h.
Diretora Técnica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia).
Unidades para a consulta e os exames
Notas das fichas do Google em 11/10/2026.
-
Santana
Rua Dr. César, 130, zona norte
4,3 no Google (156 avaliações)
Consulta com a equipe médica da unidade; os procedimentos são no MIRA.
-
Tatuapé
Rua Tuiuti, 2429, zona leste
4,5 no Google (411 avaliações)
Consulta de ceratocone com a Dra. Priscilla; os procedimentos são no MIRA.
-
Lapa
Rua Barão de Jundiaí, 221, zona oeste
4,5 no Google (182 avaliações)
Consulta de ceratocone com a Dra. Priscilla; os procedimentos são no MIRA.
-
São Miguel Paulista
Rua Beraldo Marcondes, 108, zona leste
4,7 no Google (176 avaliações)
Consulta de ceratocone com a Dra. Priscilla; os procedimentos são no MIRA.
-
Guarulhos
Rua Sete de Setembro, 375, Centro
4,3 no Google (145 avaliações)
Consulta com a equipe médica da unidade; os procedimentos são no MIRA.
Quem atende: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida
A Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia), atende ceratocone na Drudi e Almeida e fez fellowship em córnea na Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP).
Na rede, ela faz o crosslinking e o transplante de córnea, nas técnicas lamelar anterior profunda (DALK) e penetrante, e adapta lentes esclerais. Cofundou a Drudi e Almeida em 2017 e é Diretora Técnica da rede e do MIRA Hospital Oftalmológico.
Conhecer a Dra. PriscillaA agenda abaixo mostra, em tempo real, os horários livres da Dra. Priscilla. Ao escolher um, você marca a consulta pelo convênio ou particular.
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O que é ceratocone, em resumo
O ceratocone é uma doença degenerativa da córnea: ela fica mais fina, se abaúla em forma de cone e perde força.[1] A visão piora, com miopia e astigmatismo irregular.[3]
Costuma atingir os dois olhos, um mais que o outro. Em geral começa na puberdade e avança sobretudo até os 30 anos, mais depressa nos jovens.[1]
Uma metanálise de 29 estudos, feitos em 15 países, estimou 1,38 caso a cada 1.000 pessoas, com grande variação entre os países.[4][3]
O Guia do ceratocone responde se a doença tem cura e explica os estágios e os sintomas.
Como saber se tenho ceratocone?
Só os exames de córnea confirmam o ceratocone.[1] Marque a consulta se notar:
- visão embaçada ou distorcida, que vai piorando;
- grau dos óculos mudando com frequência;
- halos em volta das luzes;
- sensibilidade à luz;
- irritação nos olhos.
No começo, muita gente não percebe nada, porque um olho costuma ser mais afetado que o outro.[3] Veja os sintomas do ceratocone e como é o diagnóstico.
Coçar os olhos com força e ter alergia nos olhos são fatores associados ao ceratocone, e não sintomas.[1][4] Cerca de 13% dos casos têm história familiar.[1] Se alguém da família tem ceratocone, vale fazer o exame de córnea mesmo sem queixa. Leia sobre coçar os olhos e alergia no ceratocone.
Procure um pronto atendimento oftalmológico no mesmo dia se tiver dor forte no olho, perda súbita da visão ou olho vermelho com dor.
Na dúvida, faça o teste de sintomas.
Teste de sintomas: vale fazer o exame de córnea?
O teste não faz diagnóstico: ele organiza o que você sente para você decidir se vale marcar a consulta com exame de córnea.
Procure um pronto atendimento oftalmológico no mesmo dia se tiver dor forte no olho, perda súbita da visão ou olho vermelho com dor.
O mesmo teste está em página própria: Teste de sintomas do ceratocone.
Como é a avaliação do ceratocone?
A avaliação do ceratocone começa na consulta. A topografia e a tomografia de córnea confirmam o diagnóstico.[1][5]
- Topografia de córnea: mapa da curvatura da frente da córnea.[1]
- Tomografia de córnea: as duas faces da córnea e a espessura em cada ponto.[5]
- Paquimetria: a espessura da córnea.[1]
Quem usa lente de contato precisa ficar um tempo sem ela antes dos exames de córnea, porque a lente muda o formato da córnea e altera as medidas. Pergunte o prazo quando marcar.
A piora se confirma comparando exames de datas diferentes. Pelo consenso global de 2015, há piora quando pelo menos 2 destas 3 medidas mudam de forma consistente: a curvatura da frente da córnea, a curvatura de trás e o afinamento.[5] Na prática, um sinal usado é o aumento de 1,00 dioptria ou mais na curvatura máxima (Kmax) em até um ano, que também é um dos critérios da ANS.[2]
Jovens repetem os exames em intervalos mais curtos, definidos pelo médico, porque a doença avança mais depressa nessa idade.[1] Veja os valores dos exames.
Qual é o tratamento para ceratocone?
O tratamento do ceratocone tem dois objetivos: conter a piora da córnea, com o crosslinking, e enxergar melhor, com óculos, lentes de contato especiais, anel intracorneano ou transplante de córnea.[1][3]
Comparar as opções em uma tabela
| Opção | O que faz | Quando costuma ser considerada | Onde é feito |
|---|---|---|---|
| Óculos | Corrigem o grau | No começo[3] | Nas unidades |
| Lente rígida corneana | Forma uma superfície regular | Óculos não bastam[3] | Na rede |
| Lente escleral | Apoia-se no branco do olho | Córnea muito curva ou irregular[3] | Na rede |
| Crosslinking | Enrijece a córnea | Exames mostram piora[2][5] | No MIRA |
| Anel intracorneano | Regulariza a curvatura | Óculos e lentes não bastam[2][3] | No MIRA |
| Transplante de córnea | Troca a parte central da córnea, só as camadas da frente ou todas | Casos avançados[3] | No MIRA |
O que é o crosslinking?
O crosslinking é um procedimento que deixa a córnea mais rígida para conter a piora do ceratocone. Com anestesia em colírio, a córnea recebe riboflavina (vitamina B2) e luz ultravioleta A.[1] É indicado quando os exames mostram piora.[1] Na semana seguinte, com colírios e lente protetora, pode haver dor, lacrimejamento e visão embaçada. Complicações sérias, como infecção, são raras, mas há casos de perda de linhas de visão.[1] O crosslinking não corrige o grau.[1] É feito no MIRA pela Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Veja a indicação, os cuidados e o valor do crosslinking.
Lente de contato para ceratocone funciona?
A lente de contato funciona para enxergar melhor no ceratocone, mas não freia a doença. Quando os óculos não bastam, a lente rígida corneana é a opção preferida; a híbrida e a escleral são alternativas, e a escleral serve para córneas muito curvas ou irregulares.[3] A Dra. Priscilla adapta lentes esclerais. Veja os tipos de lente para ceratocone e os cuidados.
O que é o anel intracorneano?
O anel intracorneano (conhecido como anel de Ferrara) é formado por segmentos em arco colocados dentro da córnea para regularizar a curvatura.[3] É considerado quando a córnea não tem cicatriz e óculos e lentes não dão boa visão, ou a lente incomoda.[2][3] Pode adiar ou evitar o transplante,[3] mas não substitui o crosslinking: se os exames mostram piora, é o crosslinking que a contém.[1][3] Veja a indicação, os riscos e o valor do anel intracorneano.
Quando o transplante de córnea é indicado?
O transplante de córnea é indicado nos casos avançados, quando óculos e lentes já não dão visão útil;[3] pelo protocolo do Ministério da Saúde, isso acontece em cerca de 10% a 20% dos casos.[1] A técnica lamelar anterior profunda (DALK) troca as camadas da frente e mantém a camada mais interna do paciente, o endotélio, o que elimina o risco de rejeição dessa camada; é a preferida quando o endotélio está saudável. A técnica penetrante troca todas as camadas da parte central da córnea e é usada quando há cicatriz profunda ou o endotélio não está saudável.[3] A Dra. Priscilla faz as duas técnicas. Veja os tipos de transplante e a recuperação.
Vídeo de 56 segundos sobre ceratocone e lentes esclerais
O vídeo fala dos sinais que levam à consulta e das lentes esclerais. É ilustrativo: as pessoas e os lugares foram criados por inteligência artificial e não são pacientes nem profissionais da rede. Os resultados variam de pessoa para pessoa, e o tratamento é definido na consulta.
56 segundos · publicado no YouTube em 2 de maio de 2026
Ler a transcrição do vídeo
[Recepção de uma clínica. Um homem entra e vai até o balcão.]
A sua visão está cada vez mais turva e os óculos já não resolvem o problema? Pode ser ceratocone.
[Consultório. Uma mulher examina o homem com um aparelho.]
No Instituto do Ceratocone, combinamos especialistas focados na sua visão com tecnologia de ponta, como [marca de um aparelho de tomografia de córnea].
[Uma apresentadora fala para a câmera. Na tela aparecem os nomes de dois tratamentos.]
Aqui no Instituto, oferecemos tratamentos totalmente personalizados para tratar o ceratocone e devolver a sua qualidade de vida. As lentes esclerais, por exemplo, são desenhadas sob medida pra apoiar apenas na parte branca do olho, sem tocar a córnea. Assim, elas garantem um conforto maior. É a tecnologia perfeita pra devolver aquela visão cristalina e nítida que os óculos comuns já não conseguem mais te dar.
[Uma jovem lê um livro no sofá e sorri.]
Não deixe o ceratocone progredir. Preserve a sua visão com quem realmente entende do assunto.
[Logotipo: Drudi e Almeida Clínicas Oftalmológicas.]
[Outra voz:] Temos cinco unidades em São Paulo e Guarulhos. Clique no botão e agende a sua avaliação hoje mesmo.
Transcrição feita a partir das legendas do vídeo.
Para ler com calma
A doença
Exames
Tratamentos
Teste
Perguntas frequentes
Quanto custa o exame de ceratocone?
Na Drudi e Almeida, os exames de córnea para ceratocone custam a partir de R$ 110 à vista, no particular, em 2026. A topografia de córnea e a paquimetria custam R$ 110 à vista ou R$ 140 no cartão, cada uma, pelos dois olhos. A tomografia de córnea custa R$ 260 à vista ou R$ 363 no cartão, em até 10 vezes, pelos dois olhos. Ela é feita no MIRA Hospital Oftalmológico e é só particular: nenhum convênio cobre. O médico indica quais exames fazer na consulta. Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem os outros exames; pela Amil e pela Ameplan, com autorização prévia.
Quanto custa a cirurgia de ceratocone?
Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, o crosslinking custa R$ 4.300 por olho e o anel intracorneano, R$ 9.900 por olho, os dois à vista; no cartão, o mesmo valor, em até 10 vezes. O valor do transplante de córnea é definido depois da avaliação. As três cirurgias são feitas no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. Pelo convênio, os planos regulados pela ANS cobrem o crosslinking e o anel quando o caso cumpre as diretrizes de utilização 121 e 34.[2]
O plano de saúde cobre crosslinking e anel intracorneano?
Sim: os planos regulados pela ANS cobrem o crosslinking e o anel intracorneano quando o caso cumpre as diretrizes de utilização 121 e 34, conforme o tipo de plano contratado.[2] O crosslinking é coberto quando o astigmatismo do centro da córnea ou a curvatura máxima aumentou 1,00 dioptria ou mais numa reavaliação feita em até um ano, sem contraindicação, como córnea com menos de 400 micrômetros. O anel é coberto quando a visão é ruim com óculos e lentes, ou a lente não é tolerada, com curvatura máxima acima de 53 e abaixo de 75 dioptrias, sem cicatriz no centro da córnea e com espessura acima de 300 micrômetros. O Rol vale para planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei dos Planos de Saúde. O Instituto Pró-PM não é operadora registrada na ANS e segue regras próprias.
Onde são feitos o crosslinking e os outros procedimentos?
Na Drudi e Almeida, o crosslinking, o anel intracorneano, o transplante de córnea e a tomografia de córnea são feitos no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo. A consulta, a topografia de córnea e o acompanhamento ficam nas 5 unidades: Santana, Tatuapé, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos; a paquimetria, conforme a unidade.
Já tenho diagnóstico. Como agendo pelo Instituto?
Quem já tem diagnóstico de ceratocone agenda pelo WhatsApp do Instituto do Ceratocone: conte o seu diagnóstico. No horário de atendimento (de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h), quem responde é a consultora do Instituto, no (11) 91654-4653. Fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca a consulta pelo Instituto, e a consultora retoma o pedido. O Instituto é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de ceratocone. Sem diagnóstico, marque a consulta na unidade, pelo site ou pela central telefônica, (11) 5430-2421.
Ceratocone pode cegar?
O ceratocone pode reduzir muito a visão nos casos avançados, quando óculos e lentes já não bastam; nesses casos, o anel intracorneano ou o transplante de córnea podem ser considerados.[3] Uma complicação rara, a hidropsia aguda (inchaço súbito da córnea), faz a visão cair de repente, com dor e lacrimejamento, e pede atendimento no mesmo dia.[1][3] Exames repetidos ajudam a tratar a piora cedo.
Em que idade o ceratocone aparece?
Ceratocone é hereditário?
O ceratocone pode ocorrer em mais de uma pessoa da mesma família: cerca de 13% dos casos têm história familiar,[1] e, numa metanálise, quem tinha um parente com ceratocone teve chance cerca de 6 vezes maior de ter a doença.[4] Por isso, para pais, irmãos e filhos de quem tem ceratocone, vale fazer o exame de córnea mesmo sem queixa.
Coçar os olhos causa ceratocone?
Coçar os olhos com força pode contribuir para o ceratocone. Muitas vezes ligado à alergia, esse hábito é um dos principais fatores que predispõem à doença e à piora dela.[3] Numa metanálise mundial, quem esfrega os olhos teve chance cerca de 3 vezes maior de ter a doença.[4] Controlar bem a alergia pode reduzir o risco de piora.[3]
O ceratocone sempre precisa de cirurgia?
Não: o ceratocone nem sempre precisa de cirurgia. No começo, óculos ou lentes de contato são o primeiro tratamento para a visão.[3] O crosslinking é indicado quando os exames mostram piora.[1][5] O anel intracorneano é considerado quando óculos e lentes não dão boa visão e a córnea não tem cicatriz,[2][3] e o transplante de córnea, quando óculos e lentes já não dão visão útil.[3] A decisão depende da consulta e da comparação dos exames.
Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Ver o perfil da Dra. Priscilla
Outros institutos: Catarata · Glaucoma · Retina · Estrabismo · Plástica facial
Como agendar pelo Instituto do Ceratocone
Com diagnóstico de ceratocone, envie o pedido pelo WhatsApp, e a consultora faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular.
Mora longe? Segunda opinião por vídeo com a Dra. Priscilla Almeida, a partir da sua tomografia ou topografia de córnea.