Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–13h
Piet Mondrian, Composição II em vermelho, azul e amarelo, 1930: linhas pretas retas que se cruzam em ângulo reto sobre o branco, com um grande quadrado vermelho, um retângulo azul e um pequeno amarelo.

Tratamento de estrabismo em São Paulo

Estrabismo é quando os olhos não apontam para o mesmo ponto, em crianças ou em adultos. Na Drudi e Almeida, a consulta e o acompanhamento são feitos nas unidades de São Paulo e Guarulhos, o teste ortóptico no Tatuapé, e a cirurgia e a toxina botulínica no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Piet Mondrian, Composição II em vermelho, azul e amarelo, 1930. Kunsthaus Zürich. Domínio público.

Mondrian pintou só com linhas retas, que se cruzam em ângulo reto, e três cores puras. É uma imagem de alinhamento: para o cérebro juntar numa só as imagens dos dois olhos, os olhos precisam apontar para o mesmo ponto. No estrabismo, um deles desvia.

Ainda sem diagnóstico? Agende uma consulta na unidade

O Instituto do Estrabismo é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de estrabismo. Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular: R$ 180 à vista · R$ 200 no cartão. Vale também para crianças. Crianças com menos de 6 anos, inclusive bebês, são atendidas pelo Dr. Fernando Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), nas unidades Tatuapé, Santana e Guarulhos, ou por nossos especialistas cirúrgicos, na unidade Santana, nos mesmos dias da agenda normal de cada um.

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4,5 , média de 1.070 avaliações das 5 unidades (11/10/2026)
Hospital
MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, em Indianópolis
Convênios
6 planos atendidos, com regras por unidade

Dois olhos, uma imagem: o que o estrabismo faz com a visão

Com os olhos alinhados, cada olho manda ao cérebro uma imagem quase igual, e ele junta as duas numa só, com profundidade. Quando um olho desvia na vida adulta, as imagens não se encaixam, e a pessoa vê dobrado. Quando o desvio começa na infância, o cérebro aprende a apagar a imagem do olho desviado: a criança quase nunca vê dobrado, mas pode perder a visão de profundidade e, se é sempre o mesmo olho que desvia, a visão desse olho.⁠[1]⁠[2]

Rembrandt, Autorretrato, 1660. The Metropolitan Museum of Art, Nova York. Domínio público.

Em 2004, dois pesquisadores de Harvard mediram a posição dos olhos em 36 autorretratos de Rembrandt: em 35, um olho desviava para fora, e eles propuseram que o pintor tinha estrabismo e pouca visão de profundidade.⁠[3] A ideia foi contestada no ano seguinte⁠[4] e, em 2020, dois oftalmologistas mostraram que quem tem um olho muito dominante vê o outro "desviado" no espelho, mesmo com os olhos retos, o que explicaria os autorretratos.⁠[5] Não se sabe se Rembrandt tinha estrabismo.

O que um olho desviado faz com a visão, em 5 etapas. Avance com Próxima, com as etapas ou com as setas do teclado.

Os olhosOs olhos, vistos de cima e de trás

alinhados

À frente, o quadro. A cruz é o ponto que a pessoa olha; o olho que desvia é o direito.

O que a pessoa vêO que a pessoa vê (simulação)

uma imagem

Detalhe do quadro do topo. A cruz é o mesmo ponto: o olho do pintor.

1. Olhos alinhados

O quadro está à frente dos olhos. A cruz, nos dois painéis, é o ponto que a pessoa olha: o olho do pintor. As linhas de mira dos dois olhos chegam a ela, e o cérebro junta as duas imagens numa só, com profundidade.

2. Desvio que começa no adulto

O olho direito vira para dentro. O rosto aparece duas vezes: é a visão dupla. E, no ponto que a pessoa olha, o olho desviado põe outra parte do quadro por cima: é a confusão.

Visão dupla que começa de repente, no adulto, precisa de avaliação médica urgente.

3. Desvio que começa na infância

O cérebro da criança aprende a apagar a imagem do olho desviado. Por isso ela quase nunca se queixa de ver dobrado. O preço é perder a profundidade fina.

4. Ambliopia: tampar o olho bom

Se é sempre o mesmo olho que desvia, ele passa a ver menos, mesmo de óculos. Tampar o olho bom obriga o cérebro a usar o mais fraco; as horas por dia dependem da idade, e quem define é o médico. Entre 3 e 7 anos, o tampão melhorou a visão em média 3 linhas da tabela em 6 meses; 1 em 4 crianças piorou de novo no ano depois de parar.

5. Depois de alinhar

Com os olhos retos (óculos, cirurgia ou toxina botulínica, conforme o caso), o campo dos dois olhos costuma se alargar para o lado do olho que desviava: é a faixa dourada, além do tracejado. O objetivo principal é alinhar. Recuperar a profundidade depende da idade e do tipo de desvio.

Simulação fora de escala: não mede a visão.

As 5 etapas, em texto
  1. Etapa 1 de 5. Olhos alinhados

    As linhas de mira dos dois olhos chegam ao mesmo ponto do quadro. O cérebro junta as duas imagens numa só e, pela pequena diferença entre elas, calcula a distância das coisas: é a visão de profundidade, que depende de os olhos estarem bem alinhados.⁠[3]

  2. Etapa 2 de 5. Um olho desvia na vida adulta

    Um olho gira para dentro, como acontece quando o nervo que o leva para fora deixa de funcionar. As linhas de mira se separam, e o quadro aparece duas vezes, uma delas deslocada: é a visão dupla. O centro do olho desviado ainda vê outra parte da cena no mesmo lugar, e a imagem fica confusa.⁠[1]

    Visão dupla que começou de repente, no adulto, precisa de avaliação médica urgente.⁠[6]

  3. Etapa 3 de 5. O desvio começou na infância

    O olho desvia do mesmo jeito, mas a pessoa não vê dobrado: o cérebro da criança aprende a apagar a imagem do olho desviado nas partes da cena em que ela atrapalharia. Num estudo com 14 pessoas cujo olho desviava para fora desde a infância, a cena se dividiu em duas metades, e cada olho passou a "cuidar" de uma delas.⁠[1] O preço é a visão de profundidade fina, que precisa dos dois olhos alinhados.⁠[3]

  4. Etapa 4 de 5. Ambliopia, o "olho preguiçoso"

    Quando é sempre o mesmo olho que desvia, o cérebro deixa de usar a imagem dele, e a visão desse olho não se desenvolve na infância: é a ambliopia.⁠[7] Com o olho bom tampado, o cérebro precisa usar o outro olho, e é assim que o tampão trata. Em crianças de 3 a 7 anos com ambliopia moderada, a visão do olho mais fraco melhorou em média 3 linhas da tabela em 6 meses de tampão.⁠[8] Quantas horas por dia e por quanto tempo depende da idade da criança; quem define é o médico. Cerca de 1 em cada 4 crianças volta a perder parte da visão no primeiro ano depois de parar.⁠[9] Entre 7 e 12 anos, o tratamento ainda melhorou a visão em cerca de metade das crianças.⁠[10]

  5. Etapa 5 de 5. Depois de alinhar

    Com os olhos retos, seja por óculos, cirurgia ou toxina botulínica, a parte da cena que os dois olhos enxergam juntos fica maior: 34 de 35 adultos com o olho desviado para dentro tiveram esse ganho depois da cirurgia.⁠[11] Em grandes séries de adultos, a cirurgia alinhou os olhos em 68% a 85% dos casos, e em muitos a visão dupla acabou.⁠[12]

O objetivo principal do tratamento é alinhar os olhos e, na criança, proteger a visão de cada olho. A visão de profundidade depende da idade em que o desvio começou e do tipo de estrabismo: quando o olho do bebê desvia para fora o tempo todo, ela raramente fica normal, mesmo com cirurgia cedo.⁠[2]

O que é estrabismo, em resumo

Estrabismo é quando os olhos não apontam para o mesmo ponto: um olho desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo, o tempo todo ou só às vezes. Cerca de 2 em cada 100 pessoas têm estrabismo.⁠[13] Na criança, o risco maior é a ambliopia; no adulto, um desvio novo costuma causar visão dupla.⁠[7]⁠[1] O tratamento pode incluir óculos, tampão, toxina botulínica ou cirurgia nos músculos do olho, conforme o tipo e a idade.⁠[2]

Estrabismo na criança

Até os 6 meses, os olhos do bebê devem estar alinhados.⁠[14] Antes dos 4 meses, um desvio pequeno e que vai e volta pode sumir sozinho; um desvio para dentro constante que aparece antes dos 6 meses raramente some.⁠[2] Em qualquer idade, olho que desvia merece consulta com oftalmologista, porque o estrabismo da criança pode levar à ambliopia.

Sinais que pedem consulta

  • Um olho que vira para dentro, para fora, para cima ou para baixo, o tempo todo ou só às vezes, por exemplo com sono ou doença.⁠[2]
  • Fechar ou cobrir um olho no sol.⁠[2]
  • Virar ou inclinar a cabeça para olhar: a posição da cabeça faz parte do exame do estrabismo.⁠[2]⁠[12]
  • Estrabismo que apareceu de repente: avaliação no mesmo dia (ver a linha de urgência).⁠[2]

Fotos ou vídeos em que o desvio aparece ajudam na consulta.⁠[2]

O que a consulta faz

O médico mede a visão de cada olho, o alinhamento (com o teste de cobertura, explicado no guia) e o grau dos óculos com o colírio que relaxa o foco do olho, a cicloplegia.⁠[14] Quando precisa de mais detalhe, o teste ortóptico mede o desvio com prismas e a visão com os dois olhos; na rede, ele é feito no Tatuapé.⁠[2]

Crianças com menos de 6 anos

Crianças com menos de 6 anos, inclusive bebês, são atendidas pelo Dr. Fernando Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), nas unidades Tatuapé, Santana e Guarulhos, ou por nossos especialistas cirúrgicos, na unidade Santana, nos mesmos dias da agenda normal de cada um. Veja os horários livres na agenda do Dr. Fernando e nas agendas desta página.

O tratamento na criança

  • Óculos: em parte das crianças com o olho desviado para dentro e hipermetropia, os óculos alinham os olhos sem cirurgia.⁠[2]
  • Ambliopia: tampão no olho bom ou colírio de atropina.⁠[7] Quantas horas por dia e por quanto tempo depende da idade da criança; quem define é o médico.
  • Cirurgia: alinha os olhos, mas não trata a ambliopia. Por isso o tratamento da ambliopia costuma começar antes da cirurgia e continuar depois.⁠[2]⁠[7]
  • O desvio que vai e volta para fora, com bom controle, pode ser só acompanhado.⁠[2]

Leia: Estrabismo em crianças: sinais e primeira avaliação · Ambliopia: avaliação e tratamento na infância

Estrabismo no adulto

O adulto pode ter um estrabismo que vem da infância ou um desvio que começou agora. Quando o desvio é novo, a queixa costuma ser a visão dupla.⁠[1] O estrabismo que vem de longe também pode ser tratado na vida adulta: a cirurgia serve para alinhar os olhos, tirar a visão dupla, ampliar a parte da cena vista pelos dois olhos e corrigir a posição da cabeça.⁠[12]

De onde vem o desvio novo

Depois dos 50 anos, quando um dos nervos que movem o olho para de funcionar de repente, a causa mais comum é a má circulação no nervo, em quem tem diabetes, pressão alta ou colesterol alto. Mas, num estudo com 109 adultos nessa situação, 1 em cada 6 tinha outra causa, como AVC no tronco cerebral, tumor ou inflamação de artéria.⁠[6] Doença da tireoide e trauma na órbita também podem desviar o olho.⁠[12]⁠[15] Por isso a visão dupla nova é avaliada no mesmo dia (bloco de urgência logo abaixo).

Viu dobrado de repente?

Visão dupla que começou de repente, no adulto, precisa de avaliação médica urgente.⁠[6]

Pancada no olho ou no rosto com visão dupla, dor ou visão pior: procure um pronto-socorro. Urgência ocular: quando procurar atendimento em São Paulo

No horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), ligue (11) 5430-2421; fora dele, procure um pronto-socorro. Um estrabismo que apareceu de repente na criança também pede avaliação no mesmo dia.⁠[2]⁠[6]

O tratamento no adulto

  • Prismas nos óculos podem juntar as duas imagens em parte dos casos.⁠[2]
  • Toxina botulínica: injeção que enfraquece o músculo por um tempo; muitas vezes precisa repetir.⁠[2]⁠[16]
  • Cirurgia: em grandes séries de adultos, alinhou os olhos em 68% a 85% dos casos. Até 21% precisaram de outra cirurgia que não estava planejada, e até metade quando o desvio vinha da tireoide. Visão dupla nova depois da cirurgia apareceu em 1% a 14%.⁠[12]
  • O estrabismo pesa na vida social e no trabalho, e o tratamento pode melhorar esses pontos também no adulto.⁠[2]⁠[17]

Leia: Cirurgia de estrabismo em adultos: avaliação e decisão

Quanto custa a cirurgia de estrabismo em São Paulo?

Na Drudi e Almeida, sem convênio, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700, operando um ou os dois olhos. O valor inclui exames, hospital, anestesia, honorários e retornos. Em crianças, a cirurgia é feita com anestesia geral, e o valor é diferente, informado na consulta. A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Cirurgia de estrabismo em adultos, no MIRA: R$ 7.000, em até 10 vezes de R$ 700, pela cirurgia (um ou os dois olhos)

Consulta e exame em 2026
ServiçoÀ vista (PIX)No cartão
Consulta particular, nas 5 unidadesR$ 180R$ 200
Teste ortóptico, no TatuapéR$ 360R$ 360

A consulta confirma o diagnóstico e diz se o caso é de óculos, tampão, toxina botulínica ou cirurgia. O teste ortóptico mede o desvio com prismas e a visão com os dois olhos, quando o médico pede. Pelo convênio, a cobertura segue as regras do plano (veja o que cada plano cobre). O artigo Cirurgia de estrabismo em SP: preço, convênio e o que esperar explica o valor e a cirurgia em detalhe.

O convênio cobre a cirurgia de estrabismo?

Depende do plano. Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem consulta, exames e cirurgia; nesses planos, a cirurgia de estrabismo, feita no MIRA, depende das regras do plano e da autorização da operadora. O Bradesco Saúde, a Mediservice e o Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia de estrabismo no MIRA; nos demais planos que cobrem cirurgia, ela é feita com guia de autorização da operadora. A Ameplan pede guia autorizadora e agendamento por telefone.

Sem cobertura para a cirurgia, ela pode ser feita como particular ou, com diagnóstico, pelo Instituto.

Toque no seu plano

Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde cobrem consulta, exames e cirurgia. Bradesco Saúde, Mediservice e Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia de estrabismo no MIRA; nos demais, ela é feita com guia de autorização da operadora. Toque no seu plano para ver as unidades que o atendem.

Detalhes de cada plano

Onde tratar estrabismo em São Paulo?

A consulta e o acompanhamento do estrabismo são feitos nas unidades da Drudi e Almeida, em São Paulo e Guarulhos. O teste ortóptico é feito no Tatuapé. A cirurgia de estrabismo, de crianças (com anestesia geral) e de adultos, e a aplicação de toxina botulínica são feitas no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo.

MIRA Hospital Oftalmológico

Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo

Metrô Moema (cerca de 8 min a pé) e Eucaliptos (cerca de 10 min), Linha 5-Lilás.

No MIRA: cirurgia de estrabismo em crianças e adultos e aplicação de toxina botulínica. A cirurgia e a aplicação da toxina são feitas por nossos especialistas cirúrgicos.

Diretora técnica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia).

Unidades para a consulta

Notas das fichas do Google em 11/10/2026.

Quem atende estrabismo na Drudi e Almeida

Na Drudi e Almeida, o estrabismo de crianças e adultos é atendido por nossos especialistas cirúrgicos, médicas oftalmologistas que fazem a consulta nas unidades Santana e São Miguel Paulista, operam no MIRA e aplicam a toxina botulínica.

O teste ortóptico é feito por ortoptista, no Tatuapé. A cirurgia é feita no MIRA por nossos especialistas cirúrgicos. A revisão médica desta página é do Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), fundador e diretor clínico da rede.

Crianças com menos de 6 anos, inclusive bebês, são atendidas pelo Dr. Fernando Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), nas unidades Tatuapé, Santana e Guarulhos, ou por nossos especialistas cirúrgicos, na unidade Santana, nos mesmos dias da agenda normal de cada um. Veja os horários livres na agenda do Dr. Fernando e nas agendas abaixo.

A agenda abaixo mostra, em tempo real, os horários livres para a consulta de estrabismo. Ao escolher um, você marca a consulta pelo convênio ou particular.

Agenda em tempo real

Horários livres para estrabismo em Santana

Consultando a agenda da clínica…

As vagas mudam ao longo do dia. O horário só fica seu depois da confirmação.

Agenda em tempo real

Horários livres para estrabismo em São Miguel Paulista

Consultando a agenda da clínica…

As vagas mudam ao longo do dia. O horário só fica seu depois da confirmação.

Como se trata o estrabismo

Depende do tipo de estrabismo e da idade. Os tratamentos são óculos, o tratamento da ambliopia (tampão ou colírio de atropina), prismas nos óculos, toxina botulínica e cirurgia nos músculos do olho. Muitas vezes se combinam dois ou mais.⁠[2]⁠[7]

TratamentoO que fazNa Drudi e Almeida
Óculos Corrigem o grau. Em parte das crianças com o olho desviado para dentro e hipermetropia, alinham os olhos sozinhos.⁠[2] Receita na consulta, nas unidades
Tampão ou atropina Tratam a ambliopia: obrigam o cérebro a usar o olho mais fraco. Não alinham os olhos.⁠[7] Orientação e acompanhamento nas unidades
Prismas Lentes que desviam a luz, nos óculos; em parte dos casos, juntam as duas imagens de quem vê dobrado.⁠[2] Receita na consulta
Toxina botulínica Injeção que enfraquece um músculo do olho por um tempo; muitas vezes precisa repetir. Nos estudos, a cirurgia alinhou mais que a toxina, e a toxina deixou a pálpebra caída por um tempo em 17% a 37% dos casos.⁠[16]⁠[2] No MIRA
Cirurgia Muda a posição ou o comprimento de músculos do lado de fora do olho.⁠[18] No MIRA, em crianças (com anestesia geral) e adultos

Leia: Cirurgia de estrabismo em adultos: avaliação e decisão · Ambliopia: avaliação e tratamento na infância

O que a cirurgia faz no músculo

A cirurgia de estrabismo é feita nos músculos que ficam do lado de fora do olho. O cirurgião abre a conjuntiva, a película transparente que cobre o branco do olho, solta o músculo e o costura em outro ponto. O olho não sai do lugar, não há corte na pele e não se usa laser.⁠[18]

Um olho direito virado para dentro, visto de cima e da frente. A cirurgia age nos músculos, por fora do olho. Escolha uma das duas formas de deixá-lo reto.

O olho direito, visto de cima

virado para dentro

A linha dourada mostra para onde o olho aponta; o tracejado, reto em frente. Arraste a cena para girar.A seta mostra para onde o olho aponta; o pontilhado, reto em frente.

Antes da cirurgia

O olho está virado para o nariz. O reto medial o puxa para o nariz, e o reto lateral, para a orelha. Os dois saem do fundo da órbita, com o nervo óptico entre eles, e se prendem na parte branca do olho.

Recuar o músculo

Abre-se a conjuntiva, a película sobre a parte branca do olho. O reto medial é solto e costurado mais para trás (os pontinhos marcam onde ele se prendiao tracejado marca onde estava): puxa menos, e o olho gira para fora.

Encurtar o músculo

O reto lateral é solto, um pedaço dele (em dourado) é retirado, e ele é costurado de volta no mesmo ponto. Mais curto, ele puxa mais, e o olho gira para o lado dele.

Não é laser, e nada é feito dentro do olho. Às vezes se operam os dois olhos; o plano sai da medida do desvio.

Esquema fora de escala, sem medidas de cirurgia.

Recuar ou encurtar o músculo, em texto
Começo
Dois músculos movem o olho para os lados. O do lado do nariz puxa o olho para dentro; o do lado da orelha puxa para fora. Cada um se prende à parede do olho, um pouco atrás da córnea.⁠[19]
Recuar o músculo (recessão)
O músculo é solto e costurado mais para trás. Fica mais frouxo, puxa menos, e o olho gira um pouco para o lado oposto. Se o olho desvia para dentro, recuar o músculo do lado do nariz ajuda a alinhar.⁠[18]
Encurtar o músculo (ressecção ou plicatura)
Um pedaço do músculo é retirado ou dobrado, e ele volta a se prender no mesmo ponto. Fica mais esticado, puxa mais, e o olho gira para o lado desse músculo.⁠[18] Numa revisão Cochrane, dobrar ou retirar o pedaço deram resultado parecido, com evidência fraca.⁠[20]

O plano de cada cirurgia sai da medida do desvio, feita em dioptrias prismáticas no exame. Às vezes se opera um olho só; às vezes, os dois.⁠[2] Em adultos que conseguem colaborar, alguns cirurgiões usam um nó provisório para ajustar a posição do músculo depois da cirurgia, com o olho anestesiado por colírio. Os estudos ainda não mostram com segurança que esse ajuste melhora o resultado.⁠[18]⁠[21]⁠[22]

Como é a recuperação

  • O branco do olho fica vermelho, e a vermelhidão pode levar semanas para sumir. O olho arranha e dói ao mexer; isso melhora em poucos dias.⁠[18]
  • A cirurgia costuma ser feita sem internação.⁠[18] No MIRA, em adultos, ela é feita com anestesia local e sedação, dura cerca de 90 minutos, e a alta é no mesmo dia; em crianças, com anestesia geral. A avaliação antes da anestesia depende do questionário de saúde.
  • No fim da cirurgia se aplica colírio ou pomada de antibiótico, às vezes com corticoide, e o médico pode receitar o mesmo por alguns dias.⁠[18]
  • Em adultos, a visão dupla pode aparecer ou mudar depois da cirurgia; nas séries revisadas, uma visão dupla nova apareceu em 1% a 14%.⁠[12]
  • Procure a equipe antes do retorno se a pálpebra inchar e ficar vermelha, se houver febre, ou se o olho parar de se mover para um dos lados.⁠[2]
  • Os retornos são no 1º dia, na 1ª semana e no 1º mês depois da cirurgia; outros podem ser necessários, conforme a indicação médica.

Como agendar pelo Instituto do Estrabismo

O Instituto é para quem já tem diagnóstico de estrabismo, criança ou adulto. O agendamento é pelo WhatsApp do Instituto. No horário de atendimento (de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h), quem responde é a consultora do Instituto, no (11) 91654-4653. Fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca a consulta pelo Instituto, e a consultora retoma o pedido.

  1. Se tiver, separe os exames anteriores, a receita dos óculos e fotos ou vídeos em que o desvio aparece.

  2. Envie pelo WhatsApp do Instituto. A mensagem já vai com o código do Instituto, e a consultora faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto.

  3. Na consulta, o médico confere o diagnóstico, pede o teste ortóptico quando precisa e define o tratamento. A cirurgia e a toxina botulínica, quando indicadas, são feitas no MIRA.

No pedido médico, o estrabismo costuma aparecer com o código CID-10 H50 ou H49. Os mais comuns são H50.0, estrabismo convergente (olho desviado para dentro, a esotropia); H50.1, estrabismo divergente (para fora, a exotropia); H50.2, estrabismo vertical; H50.3, heterotropia intermitente (o desvio que vai e volta); e H49.0 a H49.2, estrabismo paralítico, quando um nervo do olho para de funcionar. A ambliopia é H53.0. Não existe um código próprio para "estrabismo infantil": vale o tipo de desvio. O código certo é o que o médico escreveu no seu pedido.⁠[15]

Sem diagnóstico, a consulta é na unidade, pelo convênio ou particular (R$ 180 à vista · R$ 200 no cartão).

A cirurgia de estrabismo em 20 segundos

O vídeo fala do valor da cirurgia de estrabismo em adultos e do parcelamento; o valor é pela cirurgia, operando um ou os dois olhos. A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, depois da consulta que confirma a indicação.

Ler a transcrição do vídeo

[Uma apresentadora fala para a câmera numa rua, entre prédios de vidro.]

Você vive com o olho desalinhado e acha que a cirurgia é inacessível?

No Instituto Drudi e Almeida, a cirurgia custa R$ 7.000 e você parcela até 10 vezes.

[A mesma apresentadora, com outra blusa azul, num saguão claro.]

R$ 7.000 em 10 vezes, menos de R$ 700 por mês, para ter os olhos alinhados e recuperar sua autoestima.

Agende agora: institutodrudiealmeida.com.br.

[Tela azul-marinho com o texto: Cirurgia de Estrabismo — R$ 7.000 | 10x.]

Transcrição feita a partir do áudio e das imagens do vídeo.

Vídeo produzido com inteligência artificial.

Para saber mais sobre o estrabismo

Quais são os tipos de estrabismo?

Pelo lado para onde o olho desvia: para dentro (esotropia), para fora (exotropia), para cima ou para baixo (hipertropia e hipotropia). O desvio pode ser constante ou ir e voltar (intermitente). Quando vem de um nervo do olho que parou de funcionar, chama-se estrabismo paralítico.⁠[2]⁠[15] No mundo, o desvio para fora é um pouco mais comum que o desvio para dentro.⁠[13]

Estrabismo em crianças: sinais e primeira avaliação
Como é o exame de estrabismo?

O médico mede a visão de cada olho, o grau dos óculos com a cicloplegia (colírio que relaxa o foco do olho e dilata a pupila) e o alinhamento, com o teste de cobertura e prismas. Também olha os movimentos dos olhos em várias direções e o fundo do olho.⁠[14]⁠[2] Em bebês que ainda não seguram o olhar num alvo, o desvio é estimado pelo reflexo de uma luz nas duas córneas.⁠[14]

Guia do estrabismo, com o teste de cobertura explicado
Outras leituras (6)

Ver todos os artigos sobre estrabismo

Perguntas frequentes

Estrabismo tem cura?

Pode ser tratado, mas nem sempre de uma vez só. Óculos, cirurgia ou toxina botulínica alinham os olhos em boa parte dos casos, e o desvio pode voltar com o tempo. Em grandes séries de adultos, a cirurgia alinhou os olhos em 68% a 85%, e até 21% precisaram de outra cirurgia que não estava planejada.⁠[12] Na criança, o acompanhamento continua depois do alinhamento, porque o desvio e a ambliopia podem voltar.⁠[2]

Com que idade se opera o estrabismo?

Não há uma idade única: depende do tipo. Quando o olho do bebê desvia para dentro o tempo todo desde antes dos 6 meses, o desvio raramente some sozinho, e operar cedo melhora a chance de a criança usar os dois olhos juntos.⁠[2] Quando o olho desvia para fora só às vezes e a criança controla bem, ela pode ser só acompanhada.⁠[2] Adultos também operam, para alinhar os olhos, tirar a visão dupla e ampliar a parte da cena vista pelos dois olhos.⁠[12]

Quanto custa a cirurgia de estrabismo?

Na Drudi e Almeida, sem convênio, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700, operando um ou os dois olhos. O valor inclui exames, hospital, anestesia, honorários e retornos. Em crianças, a cirurgia é feita com anestesia geral, e o valor é diferente, informado na consulta. A consulta particular custa R$ 180 à vista ou R$ 200 no cartão, e a cirurgia é feita no MIRA, hospital próprio da rede.

O convênio cobre a cirurgia de estrabismo?

Depende do plano. Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior, Instituto Pró-PM, Amil e Ameplan Saúde cobrem consulta, exames e cirurgia, e a cirurgia de estrabismo, feita no MIRA, depende da autorização da operadora: o Bradesco Saúde, a Mediservice e o Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia no MIRA; nos demais planos que cobrem cirurgia, ela é feita com guia de autorização da operadora. As regras mudam por unidade: confira o seu plano no verificador acima.

A cirurgia de estrabismo é feita a laser?

Não. A cirurgia é feita nos músculos que ficam do lado de fora do olho, por uma pequena abertura na conjuntiva, a película que cobre o branco do olho. O olho não sai do lugar e não há corte na pele.⁠[18]

A cirurgia de estrabismo é perigosa?

Complicação grave é rara. Num levantamento de 2 anos no Reino Unido, com cerca de 24 mil cirurgias, houve uma complicação grave a cada 400 cirurgias, e o resultado final foi ruim (perda de visão ou visão dupla ao olhar em frente) em 1 a cada 2.400. As mais comuns foram furo na parede do olho, músculo que escorrega e infecção grave.⁠[23] No adulto, visão dupla nova depois da cirurgia apareceu em 1% a 14% nas séries revisadas.⁠[12]

Meu filho tem ambliopia (olho preguiçoso). O que resolve?

Óculos, quando há grau, e tampão no olho bom ou colírio de atropina. Quantas horas por dia e por quanto tempo depende da idade da criança; quem define é o médico. A cirurgia alinha os olhos, mas não trata a ambliopia. Cerca de 1 em cada 4 crianças volta a perder parte da visão no primeiro ano depois de parar, por isso o acompanhamento continua.⁠[9]⁠[7]

Qual é o CID do estrabismo infantil?

Não existe um código CID-10 próprio para o estrabismo infantil: vale o tipo de desvio, o mesmo do adulto. Os mais comuns são H50.0, estrabismo convergente (o olho desviado para dentro); H50.1, estrabismo divergente (para fora); e H50.3, heterotropia intermitente (o desvio que vai e volta). A ambliopia é H53.0. O código certo é o que o médico escreveu no seu pedido.⁠[15]

Já tenho diagnóstico. Como agendo pelo Instituto?

Pelo WhatsApp do Instituto do Estrabismo: conte o seu diagnóstico. No horário de atendimento (de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h), quem responde é a consultora do Instituto, no (11) 91654-4653. Fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca a consulta pelo Instituto, e a consultora retoma o pedido. O Instituto é o braço social da rede, com consulta a valor diferenciado para quem já tem diagnóstico de estrabismo. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, marque a consulta na unidade, pelo site ou pela central telefônica, (11) 5430-2421.

Comecei a ver dobrado de repente. O que faço?

Visão dupla que começou de repente, no adulto, precisa de avaliação médica urgente. No horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), ligue (11) 5430-2421; fora dele, procure um pronto-socorro.⁠[6]

Referências

Referências (23)

Diretrizes e estudos usados no texto desta página. As informações têm finalidade educativa e não substituem a consulta.

  1. [1]Economides JR, Adams DL, Horton JC. Perception via the deviated eye in strabismus. J Neurosci. 2012;32(30):10286-95. PMID 22836262. doi 10.1523/JNEUROSCI.1435-12.2012 (abre em nova aba)
  2. [2]Sprunger DT, Lambert SR, Hercinovic A, et al. Esotropia and Exotropia Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2023;130(3):P179-P221. PMID 36526451. doi 10.1016/j.ophtha.2022.11.002 (abre em nova aba)
  3. [3]Livingstone MS, Conway BR. Was Rembrandt stereoblind? N Engl J Med. 2004;351(12):1264-5. PMID 15371590. doi 10.1056/NEJM200409163511224 (abre em nova aba)
  4. [4]Marmor MF, Shaikh S. Was Rembrandt stereoblind? (carta). N Engl J Med. 2005;352(6):631-2. PMID 15703434. doi 10.1056/NEJM200502103520622 (abre em nova aba)
  5. [5]Shakarchi AF, Guyton DL. A geometric analysis of eye dominance suggesting that Rembrandt and Leonardo da Vinci had straight eyes after all. JAMA Ophthalmol. 2020;138(1):101-2. PMID 31774472. doi 10.1001/jamaophthalmol.2019.4603 (abre em nova aba)
  6. [6]Tamhankar MA, Biousse V, Ying GS, et al. Isolated third, fourth, and sixth cranial nerve palsies from presumed microvascular versus other causes: a prospective study. Ophthalmology. 2013;120(11):2264-9. PMID 23747163. doi 10.1016/j.ophtha.2013.04.009 (abre em nova aba)
  7. [7]Cruz OA, Repka MX, Hercinovic A, et al. Amblyopia Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2023;130(3):P136-P178. PMID 36526450. doi 10.1016/j.ophtha.2022.11.003 (abre em nova aba)
  8. [8]Pediatric Eye Disease Investigator Group. The course of moderate amblyopia treated with patching in children: experience of the amblyopia treatment study. Am J Ophthalmol. 2003;136(4):620-9. PMID 14516801. doi 10.1016/s0002-9394(03)00392-1 (abre em nova aba)
  9. [9]Holmes JM, Beck RW, Kraker RT, et al. Risk of amblyopia recurrence after cessation of treatment. J AAPOS. 2004;8(5):420-8. PMID 15492733. doi 10.1016/S1091853104001612 (abre em nova aba)
  10. [10]Scheiman MM, Hertle RW, Beck RW, et al. Randomized trial of treatment of amblyopia in children aged 7 to 17 years. Arch Ophthalmol. 2005;123(4):437-47. PMID 15824215. doi 10.1001/archopht.123.4.437 (abre em nova aba)
  11. [11]Kushner BJ. Binocular field expansion in adults after surgery for esotropia. Arch Ophthalmol. 1994;112(5):639-43. PMID 8185521. doi 10.1001/archopht.1994.01090170083027 (abre em nova aba)
  12. [12]Mills MD, Coats DK, Donahue SP, Wheeler DT. Strabismus surgery for adults: a report by the American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology. 2004;111(6):1255-62. PMID 15177982. doi 10.1016/j.ophtha.2004.03.013 (abre em nova aba)
  13. [13]Hashemi H, Pakzad R, Heydarian S, et al. Global and regional prevalence of strabismus: a comprehensive systematic review and meta-analysis. Strabismus. 2019;27(2):54-65. PMID 31012389. doi 10.1080/09273972.2019.1604773 (abre em nova aba)
  14. [14]Hutchinson AK, Morse CL, Hercinovic A, et al. Pediatric Eye Evaluations Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2023;130(3):P222-P270. PMID 36543602. doi 10.1016/j.ophtha.2022.10.030 (abre em nova aba)
  15. [15]Organização Mundial da Saúde. CID-10, versão 2019, capítulo VII, H49 a H50 e H53. https://icd.who.int/browse10/2019/en#/H49-H52 · Tradução oficial: DATASUS, CID-10. http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/h49_h52.htm (abre em nova aba)
  16. [16]Bort-Martí AR, Rowe FJ, Ruiz Sifre L, et al. Botulinum toxin for the treatment of strabismus. Cochrane Database Syst Rev. 2023;3(3):CD006499. PMID 36916692. doi 10.1002/14651858.CD006499.pub5 (abre em nova aba)
  17. [17]Durnian JM, Noonan CP, Marsh IB. The psychosocial effects of adult strabismus: a review. Br J Ophthalmol. 2011;95(4):450-3. PMID 20852320. doi 10.1136/bjo.2010.188425 (abre em nova aba)
  18. [18]American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus (AAPOS). Strabismus Surgery. https://aapos.org/glossary/strabismus-surgery (atualizado em 01/2022; lido em 30/09/2026) (abre em nova aba)
  19. [19]Apt L. An anatomical reevaluation of rectus muscle insertions. Trans Am Ophthalmol Soc. 1980;78:365-75. PMID 7257065 (abre em nova aba)
  20. [20]Pang Y, Gnanaraj L, Gayleard J, et al. Interventions for intermittent exotropia. Cochrane Database Syst Rev. 2021;9(9):CD003737. PMID 34516656. doi 10.1002/14651858.CD003737.pub4 (abre em nova aba)
  21. [21]Hassan S, Haridas A, Sundaram V. Adjustable versus non-adjustable sutures for strabismus. Cochrane Database Syst Rev. 2018;3(3):CD004240. PMID 29527670. doi 10.1002/14651858.CD004240.pub4 (abre em nova aba)
  22. [22]Heidary G, Aakalu VK, Binenbaum G, et al. Adjustable sutures in the treatment of strabismus: a report by the American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology. 2022;129(1):100-9. PMID 34446304. doi 10.1016/j.ophtha.2021.07.026 (abre em nova aba)
  23. [23]Bradbury JA, Taylor RH. Severe complications of strabismus surgery. J AAPOS. 2013;17(1):59-63. PMID 23352718. doi 10.1016/j.jaapos.2012.10.016 (abre em nova aba)

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), com residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE. Ver o perfil do Dr. Fernando.

Outros institutos: Catarata · Ceratocone · Glaucoma · Retina · Plástica facial

Créditos das imagens: Piet Mondrian, Composição II em vermelho, azul e amarelo, 1930, óleo sobre tela, Kunsthaus Zürich, domínio público (reprodução do Wikimedia Commons). Rembrandt (Rembrandt van Rijn), Autorretrato, 1660, óleo sobre tela, The Metropolitan Museum of Art, Nova York (legado de Benjamin Altman, 1913), domínio público. Vídeo: produzido com inteligência artificial. Olhos em 3D: modelo “Eye, Female, Right” do Human Reference Atlas, NIH 3D, licença CC BY 4.0, modificado: olhos girados e músculos e nervo óptico desenhados à parte.

Marque a consulta de estrabismo

Com diagnóstico de estrabismo, envie o pedido pelo WhatsApp, e a consultora faz o agendamento no horário de atendimento; fora dele, a Central, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto. O retorno em até 30 dias não é cobrado. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular, para você ou para o seu filho.