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Membrana Epirretiniana: O Que É, Sintomas e Cirurgia

Publicado em 05 de agosto de 2026 Atualizado em 22 de agosto de 2026 Revisão médica: 22 de agosto de 2026 14 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
Membrana Epirretiniana: O Que É, Sintomas e Cirurgia — ilustração médica sobre retina — Instituto Drudi e Almeida Oftalmologia
Dr. Fernando Macei Drudi
Autor Médico
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300 | RQE 50.645

Resumo em linguagem simples

Este artigo explica de forma acessível o que é membrana epirretiniana: o que é, sintomas e cirurgia, incluindo causas, sintomas, diagnóstico e opções de tratamento disponíveis no Instituto Drudi e ...

CID-10: H35.3 — Degeneração da mácula e do polo posterior

Resposta rápida. A membrana epirretiniana é uma película fina que se forma sobre a mácula e, ao se contrair, enruga a retina. O sintoma típico é ver linhas retas tortas, sempre na visão central. Não há colírio ou comprimido demonstrado para remover a membrana; a cirurgia pode ser considerada quando sintomas, exames e evolução justificam a conversa. Mas nem toda membrana precisa de cirurgia, e o que orienta essa decisão é o estágio no OCT, não apenas o incômodo.


O que é e como se forma

Figura 1 — Quatro cortes de OCT mostrando retina normal, descolamento do vítreo, formação da membrana e contração com perda da depressão foveal.

Figura 1. O gel do olho se solta da retina e deixa um rastro de células.

A mácula é a região central da retina, responsável pela visão de detalhe. A membrana epirretiniana — também chamada de pucker macular ou membrana pré-macular — é uma película de tecido fibrocelular que se forma sobre essa região.

A origem mais comum é o descolamento posterior do vítreo, o processo natural em que o gel que preenche o olho encolhe e se separa da retina com a idade. Na maioria das pessoas isso passa sem consequência. Em algumas, a separação deixa células na superfície da mácula, e elas se organizam numa película.

Por que a visão piora: não é a membrana que atrapalha a passagem da luz. É a contração dela. Ao encolher, a película enruga a retina por baixo — e a imagem chega distorcida ao cérebro.

Muitos pacientes chamam de "membrana na retina", e não está errado. A visão periférica não é afetada: ninguém fica cego por uma membrana epirretiniana.

Causas secundárias

Quando a membrana decorre de outra doença, chama-se secundária:

  • Inflamações oculares (uveíte)
  • Trauma ocular
  • Cirurgias prévias, especialmente de descolamento de retina
  • Doenças vasculares, como retinopatia diabética e oclusão venosa da retina
  • Rasgaduras periféricas da retina, tratadas ou não

Qual o CID da membrana epirretiniana

Na CID-10, o código usado é H35.3 — Degeneração da mácula e do polo posterior. É o mesmo código do buraco macular, o que às vezes gera dúvida em guias de convênio. Peça que o relatório descreva o diagnóstico por extenso e informe o estágio observado no OCT.


Sintomas e o teste que você faz em casa

Figura 2 — Três telas de Amsler comparando visão normal, distorção leve e distorção acentuada.

Figura 2. A distorção é o sintoma mais característico — e o mais fácil de acompanhar em casa.

Os sintomas são exclusivamente centrais e indolores:

  • Metamorfopsia — linhas retas parecem tortas, onduladas ou curvadas. Batentes de porta, azulejos, linhas de texto
  • Embaçamento central — dificuldade para ler letras pequenas ou reconhecer rostos
  • Mancha acinzentada no centro da visão
  • Micropsia — objetos parecem menores com o olho afetado
  • Aniseiconia — a mesma imagem tem tamanhos diferentes entre os dois olhos, o que atrapalha a fusão e cansa

Muita gente descobre por acaso, ao tampar um olho, porque o outro compensa.

Use a tela de Amsler

Imprima um quadriculado com um ponto central. Com os óculos de leitura, a 30 cm, tape um olho e fixe o ponto. Repita com o outro.

Faça isso uma vez por semana. Se a distorção aumentar entre uma consulta e outra, isso é informação concreta — e ajuda a decidir o momento da cirurgia com um dado, não com uma impressão.


Os quatro estágios no OCT

Figura 3 — Classificação em quatro estágios baseada na presença de camadas foveais internas ectópicas e na organização das camadas da retina.

Figura 3. O que muda de um estágio para o outro é a depressão foveal, depois o surgimento de tecido atravessando a fóvea.

Esta é a informação que costuma faltar quando se explica membrana epirretiniana — e é ela que transforma "vamos acompanhar" numa conversa com régua.

Em 2017, um estudo publicado no American Journal of Ophthalmology analisou 194 olhos de 172 pacientes e propôs um estadiamento baseado em OCT. O marcador central são as camadas foveais internas ectópicas: tecido da retina interna que a membrana arrasta para dentro da fóvea, onde ele normalmente não existe [1].

Estágio O que o OCT mostra Frequência
1 Membrana fina, depressão foveal preservada, camadas bem distinguíveis 22,1%
2 Depressão foveal ausente, camada nuclear externa alargada, camadas ainda distintas 45,4%
3 Surgem camadas ectópicas contínuas atravessando toda a fóvea, camadas ainda visíveis 26,3%
4 Membrana espessa, camadas ectópicas contínuas e camadas indistinguíveis 6,2%

No estudo original, essas camadas ectópicas apareceram em 63 dos 194 olhos (32,5%) e se associaram a visão significativamente pior. E a acuidade visual declinou progressivamente do estágio 1 ao 4 [1].

Por que isso importa para você: estudos posteriores mostraram que o estágio antes da cirurgia ajuda a prever quanto de visão é possível recuperar depois dela. Membranas operadas nos estágios iniciais recuperam melhor.

Se você tem um laudo de OCT em mãos, vale perguntar em qual estágio está — e acompanhar se ele muda entre um exame e outro.


Quando operar — e quando esperar

Não existe uma regra automática, mas existem critérios objetivos que substituem o "quando incomodar":

Pesa a favor de operar:

  • Distorção que atrapalha atividades concretas — ler, dirigir, trabalhar, reconhecer rostos
  • Queda documentada de acuidade visual entre consultas
  • Progressão de estágio no OCT
  • Aumento da distorção na tela de Amsler feita em casa
  • Estágio 3 ou 4, especialmente se recente
  • Aniseiconia que impede o uso confortável dos dois olhos juntos

Pesa a favor de esperar:

  • Estágio 1 com visão preservada e sem queixa
  • Membrana estável em exames repetidos ao longo de meses
  • Sintoma mínimo, que o paciente só percebe quando procura
  • Olho único ou comorbidades que aumentam o risco cirúrgico

Um ponto honesto: esperar demais tem custo. A retina que passou anos sendo tracionada recupera menos. Por outro lado, operar uma membrana estágio 1 assintomática expõe o paciente ao risco cirúrgico sem ganho claro. O equilíbrio se encontra acompanhando — com OCT e com Amsler.


Não é tudo membrana

Três achados aparecem em laudos e são frequentemente confundidos:

Membrana epirretiniana — tecido sobre a retina, que a contrai. É este artigo.

Pseudoburaco macular — a membrana contraída deixa a fóvea com aparência de buraco, mas não há perda de tecido. Se houver sintoma, trata-se a membrana, não o "buraco".

Buraco lamelar — um defeito parcial, que atinge só as camadas internas, com a retina íntegra por baixo. Frequentemente apenas acompanhado.

Se o seu laudo trouxe essas palavras, vale ler também o artigo sobre buraco macular, onde explico a diferença entre os três em detalhe.


A cirurgia

Figura 4 — Etapas da cirurgia: vitrectomia, coloração com corante, remoção da membrana e remoção seletiva da membrana limitante interna.

Figura 4. Anestesia local com sedação, microincisões sem pontos na maioria dos casos, e alta no mesmo dia.

A operação é a vitrectomia via pars plana com remoção da membrana.

1. Vitrectomia. O gel vítreo é removido, eliminando qualquer tração residual sobre a mácula.

2. Coloração. A membrana é praticamente transparente. Um corante específico a torna visível, o que permite removê-la por completo — membrana que fica para trás é motivo de recorrência.

3. Peeling da membrana. Com uma micropinça, a película é descolada da superfície da retina. É a etapa principal.

4. Membrana limitante interna, quando indicado. Explicado adiante.

Não há gás nem posicionamento no pós-operatório — diferente da cirurgia de buraco macular.


Tirar ou não a membrana limitante interna

Esta é a decisão que os cirurgiões de retina de fato discutem, e que raramente é explicada ao paciente.

A membrana limitante interna (MLI) é uma película finíssima que reveste a superfície da retina, logo abaixo da membrana epirretiniana. Removê-la junto é uma escolha, não uma regra.

A favor de remover: metanálises mostram menor chance de a membrana voltar e menos reoperações [6].

Contra: a MLI é a membrana basal das células de Müller. Removê-la deixa marcas visíveis no OCT e na retinografia — o chamado aspecto dissociado da camada de fibras nervosas —, e exames de sensibilidade retiniana mostram redução em parte dos casos. Quanto maior a área removida, mais intensa a alteração.

O ponto que fecha o raciocínio: a acuidade visual final é semelhante com e sem a remoção. Ou seja, troca-se menos recorrência por mais alteração estrutural, sem ganho claro de visão.

Nossa conduta

No Instituto Drudi e Almeida, a MLI não é removida de rotina. A remoção é reservada a casos selecionados, conforme o estágio da membrana e as características de cada olho.

Se você foi operado em outro serviço e a MLI foi removida, isso não significa que a conduta foi errada — significa que a decisão foi outra, dentro de uma zona em que a literatura ainda não aponta um vencedor claro.


A catarata que vem depois

Esta informação precisa ser dita antes da cirurgia.

Remover o vítreo acelera a formação de catarata. Um estudo do registro americano IRIS analisou 181.540 olhos que ainda tinham cristalino e foram submetidos a vitrectomia: 46% precisaram de cirurgia de catarata em até 2 anos [7].

Isso é especialmente relevante aqui, porque a membrana epirretiniana costuma aparecer justamente na faixa dos 60 aos 75 anos, quando muita gente já tem catarata incipiente.

O que isso significa na prática:

  • Se você já operou catarata, não se aplica
  • Se ainda tem cristalino, é provável que precise operar catarata em 1 a 2 anos
  • Não é complicação — é evolução esperada, e a cirurgia de catarata resolve
  • Em casos selecionados, faz sentido combinar as duas cirurgias no mesmo tempo, evitando um segundo procedimento

Saber disso antes evita a angústia de ver a visão melhorar e depois piorar de novo alguns meses depois — não por falha, mas pela catarata.


A recuperação

Figura 5 — Cronologia de doze meses mostrando a recuperação visual progressiva e o surgimento de catarata após a vitrectomia.

Figura 5. A visão leva meses para se estabilizar.

Primeiras semanas. Visão embaçada, e isso é esperado. Colírios por algumas semanas. Sem gás e sem posicionamento.

Primeiros meses. A distorção costuma ceder antes da nitidez — muitos pacientes notam que as linhas voltaram a ficar retas antes de conseguirem ler melhor. Retornos com OCT para acompanhar o desenrugamento da retina.

Até seis meses. Concentra-se a maior parte do ganho.

Até doze meses. A visão continua melhorando lentamente. É comum a visão do décimo segundo mês ser melhor que a do sexto.


Membrana epirretiniana no OCT: como ler o laudo sem decidir sozinho

O OCT mostra a anatomia da mácula em cortes. Em um laudo de membrana epirretiniana, termos como tração, perda da depressão foveal, espessamento ou alteração das camadas descrevem o que a imagem registrou naquele momento. Eles ajudam a comparar exames e a organizar a conversa, mas não definem cirurgia isoladamente.

A decisão costuma combinar a imagem com a distorção percebida, a acuidade visual, a evolução entre consultas, a atividade que a pessoa quer preservar e as condições do outro olho. Levar o laudo e, quando possível, os exames anteriores permite observar mudanças reais sem transformar uma palavra técnica em prognóstico. Para aprofundar, veja como funciona o exame de OCT, quando a vitrectomia pode ser discutida e quais causas de visão embaçada precisam de avaliação.

O que esperar de verdade

Figura 6 — Comparação entre acuidade visual, distorção e aniseiconia, mostrando que cada uma melhora em ritmo diferente.

Figura 6. Trocar a expectativa por informação evita a frustração mais comum do pós-operatório.

A cirurgia é eficaz — mas nem tudo melhora na mesma proporção.

A nitidez costuma melhorar bem, sobretudo quando a membrana foi operada em estágio inicial.

A distorção melhora bastante, mas raramente desaparece por completo. A retina passou meses ou anos sendo puxada, e parte da deformação pode persistir.

A aniseiconia é a que menos melhora. A diferença de tamanho da imagem entre os olhos pode continuar incomodando mesmo com boa acuidade — e é uma queixa real, não implicância.

O que mais influencia o resultado: o estágio no OCT antes da cirurgia, a integridade da camada dos fotorreceptores e há quanto tempo a membrana está lá.

A frustração mais comum do pós-operatório é: "a cirurgia deu certo, mas ainda vejo torto." Saber disso de antemão muda completamente a experiência.


Se a membrana voltar

A recorrência acontece em uma minoria dos casos e é menos frequente quando a MLI foi removida.

Quando ocorre, a conduta segue a mesma lógica da primeira vez: avalia-se o estágio, o impacto na visão e a progressão. Nem toda recorrência precisa de nova cirurgia — e quando precisa, o procedimento é semelhante, com a MLI então geralmente incluída.


E o outro olho?

A membrana epirretiniana é bilateral em parcela relevante dos casos, ainda que muitas vezes de forma assimétrica: um olho sintomático e o outro com uma membrana fina, estágio 1, que o paciente nem percebe.

Por isso o OCT dos dois olhos faz parte da avaliação, e o olho aparentemente bom continua sendo acompanhado.

O que você pode fazer: o teste de Amsler semanal, tapando um olho de cada vez. É a forma mais simples de detectar precocemente alteração no outro olho.


Onde tratar em São Paulo

O Instituto Drudi e Almeida avalia e opera membrana epirretiniana com OCT de alta resolução para estadiamento e acompanhamento.

As cirurgias são realizadas no MIRA Hospital Oftalmológico, e a avaliação e o seguimento acontecem nas cinco unidades da Grande São Paulo — Santana, Tatuapé, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos.

O serviço de retina é conduzido pelo Dr. Fernando Macei Drudi (CRM-SP 139.300 · RQE 50.645).

📞 (11) 5430-2421 · 💬 WhatsApp (11) 91654-4653

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Perguntas frequentes

Membrana epirretiniana precisa sempre de cirurgia?

Não. Membranas em estágio 1, com visão preservada e sem queixa, costumam apenas ser acompanhadas. A cirurgia entra quando a distorção atrapalha atividades concretas, quando há queda documentada de visão ou quando o estágio progride no OCT.

Membrana epirretiniana cega?

Não. A visão periférica permanece intacta e a pessoa continua se locomovendo normalmente. O que se perde é qualidade da visão central — leitura, rostos, detalhes.

O que significa o estágio da minha membrana?

O estágio no OCT descreve o quanto a membrana já deformou a mácula. No estágio 1 a depressão foveal está preservada; no 2 ela desaparece; no 3 surgem camadas internas atravessando a fóvea; no 4 as camadas da retina ficam indistinguíveis. A visão piora progressivamente do 1 ao 4, e o estágio ajuda a prever a recuperação após a cirurgia.

Existe colírio ou remédio para membrana epirretiniana?

Não. Nenhum colírio, comprimido, suplemento ou óculos remove a membrana. A cirurgia pode ser considerada quando a avaliação identifica benefício potencial diante dos sintomas, do OCT e da evolução.

Membrana epirretiniana pode sumir sozinha?

É muito raro. Existem relatos de separação espontânea da membrana, mas são exceção. A regra é que ela permaneça — estável em muitos casos, progressiva em outros.

Quanto tempo demora para melhorar depois da cirurgia?

A visão melhora progressivamente ao longo de meses. A maior parte do ganho acontece até o sexto mês, e a melhora pode continuar até um ano. A distorção costuma ceder antes da nitidez.

Vou parar de ver as linhas tortas?

A distorção melhora bastante na maioria dos casos, mas raramente desaparece por completo — especialmente em membranas que ficaram muito tempo. Isso não significa que a cirurgia falhou; significa que parte da deformação já estava estabelecida.

Precisa de gás e de ficar de cabeça para baixo?

Não. Diferente da cirurgia de buraco macular, a cirurgia de membrana epirretiniana geralmente não usa tamponamento com gás nem exige posicionamento no pós-operatório.

Vou precisar operar catarata depois?

Provavelmente sim, se ainda tiver o cristalino. Um estudo com 181.540 olhos mostrou que 46% dos pacientes operaram catarata em até 2 anos após a vitrectomia. Não é complicação, é evolução esperada — e em alguns casos vale combinar as duas cirurgias.

O que é a membrana limitante interna e por que às vezes é removida?

É uma película finíssima que reveste a superfície da retina, logo abaixo da membrana epirretiniana. Removê-la reduz a chance de recorrência, mas deixa marcas na retina interna e pode reduzir a sensibilidade em parte dos casos, com acuidade visual final semelhante. Por isso a remoção é uma escolha, feita caso a caso.

Vocês removem a membrana limitante interna?

Não de rotina. A remoção é reservada a casos selecionados, conforme o estágio da membrana e as características de cada olho.

A membrana pode voltar?

Pode, numa minoria dos casos, e com frequência menor quando a membrana limitante interna foi removida. Nem toda recorrência exige nova cirurgia — a decisão segue a mesma lógica da primeira vez.

Meu laudo diz pseudoburaco. É a mesma coisa?

Não. No pseudoburaco, a membrana contraída dá à fóvea a aparência de um buraco, mas não há perda de tecido. Se houver sintoma, trata-se a membrana. É diferente do buraco macular de espessura total.

O outro olho corre risco?

A membrana é bilateral em parcela relevante dos casos, frequentemente de forma assimétrica. Por isso o OCT dos dois olhos faz parte da avaliação, e o teste de Amsler semanal ajuda a detectar alteração precocemente.

Qual o CID da membrana epirretiniana?

H35.3 na CID-10 — degeneração da mácula e do polo posterior. É o mesmo código do buraco macular, o que às vezes gera dúvida em convênios. Peça que o relatório descreva o diagnóstico por extenso e informe o estágio.


Referências

  1. Govetto A, Lalane RA 3rd, Sarraf D, Figueroa MS, Hubschman JP. Insights Into Epiretinal Membranes: Presence of Ectopic Inner Foveal Layers and a New Optical Coherence Tomography Staging Scheme. Am J Ophthalmol. 2017;175:99-113. doi:10.1016/j.ajo.2016.12.006

  2. Govetto A, Virgili G, Rodriguez FJ, Figueroa MS, Sarraf D, Hubschman JP. Functional and Anatomical Significance of the Ectopic Inner Foveal Layers in Eyes with Idiopathic Epiretinal Membranes: Surgical Results at 12 Months. Retina. 2019;39(2):347-357. doi:10.1097/IAE.0000000000001940

  3. González-Saldivar G, Berger A, Wong D, Juncal V, Chow DR. Ectopic Inner Foveal Layer Classification Scheme Predicts Visual Outcomes After Epiretinal Membrane Surgery. Retina. 2020;40(4):710-717. doi:10.1097/IAE.0000000000002486

  4. Mavi Yildiz A, Avci R, Yilmaz S. The predictive value of ectopic inner retinal layer staging scheme for idiopathic epiretinal membrane: surgical results at 12 months. Eye (Lond). 2021;35(8):2164-2172. doi:10.1038/s41433-020-01218-x

  5. Zur D, Iglicki M, Feldinger L, et al. Disorganization of Retinal Inner Layers as a Biomarker for Idiopathic Epiretinal Membrane After Macular Surgery — the DREAM Study. Am J Ophthalmol. 2018;196:129-135. doi:10.1016/j.ajo.2018.08.037

  6. Azuma K, Ueta T, Eguchi S, Aihara M. Effects of Internal Limiting Membrane Peeling Combined With Removal of Idiopathic Epiretinal Membrane: A Systematic Review of Literature and Meta-Analysis. Retina. 2017;37(10):1813-1819. doi:10.1097/IAE.0000000000001537

  7. Wang JC, Khurana RN, Liu L, Li C, Lum F. Cataract Progression and Risk Factors for Cataract Surgery after Pars Plana Vitrectomy in Phakic Eyes: An IRIS Registry Analysis. Ophthalmol Retina. 2026;10(8):783-791. doi:10.1016/j.oret.2026.03.016

  8. Tadayoni R, Paques M, Massin P, Mouki-Benani S, Mikol J, Gaudric A. Dissociated optic nerve fiber layer appearance of the fundus after idiopathic epiretinal membrane removal. Ophthalmology. 2001;108(12):2279-2283. doi:10.1016/s0161-6420(01)00856-9

  9. American Academy of Ophthalmology. Idiopathic Epiretinal Membrane and Vitreomacular Traction Preferred Practice Pattern. aao.org

  10. Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV). sbrv.org.br


Revisão médica. Conteúdo escrito e revisado por Dr. Fernando Macei Drudi, CRM-SP 139.300 · RQE 50.645 — Retina cirúrgica. Revisão adicional por Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, CRM-SP 148.173 · RQE 59.216. Última revisão médica: 8 de agosto de 2026. Consulte nossa Política Editorial.

Aviso importante. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Se você notou que linhas retas parecem tortas ou que sua visão central está embaçada, procure avaliação com um especialista em retina.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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