Resumo em linguagem simples
Este artigo explica de forma acessível o que é membrana epirretiniana: o que é, sintomas e cirurgia, incluindo causas, sintomas, diagnóstico e opções de tratamento disponíveis no Instituto Drudi e ...
Resposta rápida. A membrana epirretiniana é uma película fina que se forma sobre a mácula e, ao se contrair, enruga a retina. O sintoma típico é ver linhas retas tortas, sempre na visão central. Não há colírio ou comprimido demonstrado para remover a membrana; a cirurgia pode ser considerada quando sintomas, exames e evolução justificam a conversa. Mas nem toda membrana precisa de cirurgia, e o que orienta essa decisão é o estágio no OCT, não apenas o incômodo.
O que é e como se forma
Figura 1. O gel do olho se solta da retina e deixa um rastro de células.
A mácula é a região central da retina, responsável pela visão de detalhe. A membrana epirretiniana — também chamada de pucker macular ou membrana pré-macular — é uma película de tecido fibrocelular que se forma sobre essa região.
A origem mais comum é o descolamento posterior do vítreo, o processo natural em que o gel que preenche o olho encolhe e se separa da retina com a idade. Na maioria das pessoas isso passa sem consequência. Em algumas, a separação deixa células na superfície da mácula, e elas se organizam numa película.
Por que a visão piora: não é a membrana que atrapalha a passagem da luz. É a contração dela. Ao encolher, a película enruga a retina por baixo — e a imagem chega distorcida ao cérebro.
Muitos pacientes chamam de "membrana na retina", e não está errado. A visão periférica não é afetada: ninguém fica cego por uma membrana epirretiniana.
Causas secundárias
Quando a membrana decorre de outra doença, chama-se secundária:
- Inflamações oculares (uveíte)
- Trauma ocular
- Cirurgias prévias, especialmente de descolamento de retina
- Doenças vasculares, como retinopatia diabética e oclusão venosa da retina
- Rasgaduras periféricas da retina, tratadas ou não
Qual o CID da membrana epirretiniana
Na CID-10, o código usado é H35.3 — Degeneração da mácula e do polo posterior. É o mesmo código do buraco macular, o que às vezes gera dúvida em guias de convênio. Peça que o relatório descreva o diagnóstico por extenso e informe o estágio observado no OCT.
Sintomas e o teste que você faz em casa
Figura 2. A distorção é o sintoma mais característico — e o mais fácil de acompanhar em casa.
Os sintomas são exclusivamente centrais e indolores:
- Metamorfopsia — linhas retas parecem tortas, onduladas ou curvadas. Batentes de porta, azulejos, linhas de texto
- Embaçamento central — dificuldade para ler letras pequenas ou reconhecer rostos
- Mancha acinzentada no centro da visão
- Micropsia — objetos parecem menores com o olho afetado
- Aniseiconia — a mesma imagem tem tamanhos diferentes entre os dois olhos, o que atrapalha a fusão e cansa
Muita gente descobre por acaso, ao tampar um olho, porque o outro compensa.
Use a tela de Amsler
Imprima um quadriculado com um ponto central. Com os óculos de leitura, a 30 cm, tape um olho e fixe o ponto. Repita com o outro.
Faça isso uma vez por semana. Se a distorção aumentar entre uma consulta e outra, isso é informação concreta — e ajuda a decidir o momento da cirurgia com um dado, não com uma impressão.
Os quatro estágios no OCT
Figura 3. O que muda de um estágio para o outro é a depressão foveal, depois o surgimento de tecido atravessando a fóvea.
Esta é a informação que costuma faltar quando se explica membrana epirretiniana — e é ela que transforma "vamos acompanhar" numa conversa com régua.
Em 2017, um estudo publicado no American Journal of Ophthalmology analisou 194 olhos de 172 pacientes e propôs um estadiamento baseado em OCT. O marcador central são as camadas foveais internas ectópicas: tecido da retina interna que a membrana arrasta para dentro da fóvea, onde ele normalmente não existe [1].
| Estágio | O que o OCT mostra | Frequência |
|---|---|---|
| 1 | Membrana fina, depressão foveal preservada, camadas bem distinguíveis | 22,1% |
| 2 | Depressão foveal ausente, camada nuclear externa alargada, camadas ainda distintas | 45,4% |
| 3 | Surgem camadas ectópicas contínuas atravessando toda a fóvea, camadas ainda visíveis | 26,3% |
| 4 | Membrana espessa, camadas ectópicas contínuas e camadas indistinguíveis | 6,2% |
No estudo original, essas camadas ectópicas apareceram em 63 dos 194 olhos (32,5%) e se associaram a visão significativamente pior. E a acuidade visual declinou progressivamente do estágio 1 ao 4 [1].
Por que isso importa para você: estudos posteriores mostraram que o estágio antes da cirurgia ajuda a prever quanto de visão é possível recuperar depois dela. Membranas operadas nos estágios iniciais recuperam melhor.
Se você tem um laudo de OCT em mãos, vale perguntar em qual estágio está — e acompanhar se ele muda entre um exame e outro.
Quando operar — e quando esperar
Não existe uma regra automática, mas existem critérios objetivos que substituem o "quando incomodar":
Pesa a favor de operar:
- Distorção que atrapalha atividades concretas — ler, dirigir, trabalhar, reconhecer rostos
- Queda documentada de acuidade visual entre consultas
- Progressão de estágio no OCT
- Aumento da distorção na tela de Amsler feita em casa
- Estágio 3 ou 4, especialmente se recente
- Aniseiconia que impede o uso confortável dos dois olhos juntos
Pesa a favor de esperar:
- Estágio 1 com visão preservada e sem queixa
- Membrana estável em exames repetidos ao longo de meses
- Sintoma mínimo, que o paciente só percebe quando procura
- Olho único ou comorbidades que aumentam o risco cirúrgico
Um ponto honesto: esperar demais tem custo. A retina que passou anos sendo tracionada recupera menos. Por outro lado, operar uma membrana estágio 1 assintomática expõe o paciente ao risco cirúrgico sem ganho claro. O equilíbrio se encontra acompanhando — com OCT e com Amsler.
Não é tudo membrana
Três achados aparecem em laudos e são frequentemente confundidos:
Membrana epirretiniana — tecido sobre a retina, que a contrai. É este artigo.
Pseudoburaco macular — a membrana contraída deixa a fóvea com aparência de buraco, mas não há perda de tecido. Se houver sintoma, trata-se a membrana, não o "buraco".
Buraco lamelar — um defeito parcial, que atinge só as camadas internas, com a retina íntegra por baixo. Frequentemente apenas acompanhado.
Se o seu laudo trouxe essas palavras, vale ler também o artigo sobre buraco macular, onde explico a diferença entre os três em detalhe.
A cirurgia
Figura 4. Anestesia local com sedação, microincisões sem pontos na maioria dos casos, e alta no mesmo dia.
A operação é a vitrectomia via pars plana com remoção da membrana.
1. Vitrectomia. O gel vítreo é removido, eliminando qualquer tração residual sobre a mácula.
2. Coloração. A membrana é praticamente transparente. Um corante específico a torna visível, o que permite removê-la por completo — membrana que fica para trás é motivo de recorrência.
3. Peeling da membrana. Com uma micropinça, a película é descolada da superfície da retina. É a etapa principal.
4. Membrana limitante interna, quando indicado. Explicado adiante.
Não há gás nem posicionamento no pós-operatório — diferente da cirurgia de buraco macular.
Tirar ou não a membrana limitante interna
Esta é a decisão que os cirurgiões de retina de fato discutem, e que raramente é explicada ao paciente.
A membrana limitante interna (MLI) é uma película finíssima que reveste a superfície da retina, logo abaixo da membrana epirretiniana. Removê-la junto é uma escolha, não uma regra.
A favor de remover: metanálises mostram menor chance de a membrana voltar e menos reoperações [6].
Contra: a MLI é a membrana basal das células de Müller. Removê-la deixa marcas visíveis no OCT e na retinografia — o chamado aspecto dissociado da camada de fibras nervosas —, e exames de sensibilidade retiniana mostram redução em parte dos casos. Quanto maior a área removida, mais intensa a alteração.
O ponto que fecha o raciocínio: a acuidade visual final é semelhante com e sem a remoção. Ou seja, troca-se menos recorrência por mais alteração estrutural, sem ganho claro de visão.
Nossa conduta
No Instituto Drudi e Almeida, a MLI não é removida de rotina. A remoção é reservada a casos selecionados, conforme o estágio da membrana e as características de cada olho.
Se você foi operado em outro serviço e a MLI foi removida, isso não significa que a conduta foi errada — significa que a decisão foi outra, dentro de uma zona em que a literatura ainda não aponta um vencedor claro.
A catarata que vem depois
Esta informação precisa ser dita antes da cirurgia.
Remover o vítreo acelera a formação de catarata. Um estudo do registro americano IRIS analisou 181.540 olhos que ainda tinham cristalino e foram submetidos a vitrectomia: 46% precisaram de cirurgia de catarata em até 2 anos [7].
Isso é especialmente relevante aqui, porque a membrana epirretiniana costuma aparecer justamente na faixa dos 60 aos 75 anos, quando muita gente já tem catarata incipiente.
O que isso significa na prática:
- Se você já operou catarata, não se aplica
- Se ainda tem cristalino, é provável que precise operar catarata em 1 a 2 anos
- Não é complicação — é evolução esperada, e a cirurgia de catarata resolve
- Em casos selecionados, faz sentido combinar as duas cirurgias no mesmo tempo, evitando um segundo procedimento
Saber disso antes evita a angústia de ver a visão melhorar e depois piorar de novo alguns meses depois — não por falha, mas pela catarata.
A recuperação
Figura 5. A visão leva meses para se estabilizar.
Primeiras semanas. Visão embaçada, e isso é esperado. Colírios por algumas semanas. Sem gás e sem posicionamento.
Primeiros meses. A distorção costuma ceder antes da nitidez — muitos pacientes notam que as linhas voltaram a ficar retas antes de conseguirem ler melhor. Retornos com OCT para acompanhar o desenrugamento da retina.
Até seis meses. Concentra-se a maior parte do ganho.
Até doze meses. A visão continua melhorando lentamente. É comum a visão do décimo segundo mês ser melhor que a do sexto.
Membrana epirretiniana no OCT: como ler o laudo sem decidir sozinho
O OCT mostra a anatomia da mácula em cortes. Em um laudo de membrana epirretiniana, termos como tração, perda da depressão foveal, espessamento ou alteração das camadas descrevem o que a imagem registrou naquele momento. Eles ajudam a comparar exames e a organizar a conversa, mas não definem cirurgia isoladamente.
A decisão costuma combinar a imagem com a distorção percebida, a acuidade visual, a evolução entre consultas, a atividade que a pessoa quer preservar e as condições do outro olho. Levar o laudo e, quando possível, os exames anteriores permite observar mudanças reais sem transformar uma palavra técnica em prognóstico. Para aprofundar, veja como funciona o exame de OCT, quando a vitrectomia pode ser discutida e quais causas de visão embaçada precisam de avaliação.
O que esperar de verdade
Figura 6. Trocar a expectativa por informação evita a frustração mais comum do pós-operatório.
A cirurgia é eficaz — mas nem tudo melhora na mesma proporção.
A nitidez costuma melhorar bem, sobretudo quando a membrana foi operada em estágio inicial.
A distorção melhora bastante, mas raramente desaparece por completo. A retina passou meses ou anos sendo puxada, e parte da deformação pode persistir.
A aniseiconia é a que menos melhora. A diferença de tamanho da imagem entre os olhos pode continuar incomodando mesmo com boa acuidade — e é uma queixa real, não implicância.
O que mais influencia o resultado: o estágio no OCT antes da cirurgia, a integridade da camada dos fotorreceptores e há quanto tempo a membrana está lá.
A frustração mais comum do pós-operatório é: "a cirurgia deu certo, mas ainda vejo torto." Saber disso de antemão muda completamente a experiência.
Se a membrana voltar
A recorrência acontece em uma minoria dos casos e é menos frequente quando a MLI foi removida.
Quando ocorre, a conduta segue a mesma lógica da primeira vez: avalia-se o estágio, o impacto na visão e a progressão. Nem toda recorrência precisa de nova cirurgia — e quando precisa, o procedimento é semelhante, com a MLI então geralmente incluída.
E o outro olho?
A membrana epirretiniana é bilateral em parcela relevante dos casos, ainda que muitas vezes de forma assimétrica: um olho sintomático e o outro com uma membrana fina, estágio 1, que o paciente nem percebe.
Por isso o OCT dos dois olhos faz parte da avaliação, e o olho aparentemente bom continua sendo acompanhado.
O que você pode fazer: o teste de Amsler semanal, tapando um olho de cada vez. É a forma mais simples de detectar precocemente alteração no outro olho.
Onde tratar em São Paulo
O Instituto Drudi e Almeida avalia e opera membrana epirretiniana com OCT de alta resolução para estadiamento e acompanhamento.
As cirurgias são realizadas no MIRA Hospital Oftalmológico, e a avaliação e o seguimento acontecem nas cinco unidades da Grande São Paulo — Santana, Tatuapé, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos.
O serviço de retina é conduzido pelo Dr. Fernando Macei Drudi (CRM-SP 139.300 · RQE 50.645).
📞 (11) 5430-2421 · 💬 WhatsApp (11) 91654-4653
Agendar avaliação · Consulta em até 48h · Conheça o Instituto da Retina
Perguntas frequentes
Membrana epirretiniana precisa sempre de cirurgia?
Não. Membranas em estágio 1, com visão preservada e sem queixa, costumam apenas ser acompanhadas. A cirurgia entra quando a distorção atrapalha atividades concretas, quando há queda documentada de visão ou quando o estágio progride no OCT.
Membrana epirretiniana cega?
Não. A visão periférica permanece intacta e a pessoa continua se locomovendo normalmente. O que se perde é qualidade da visão central — leitura, rostos, detalhes.
O que significa o estágio da minha membrana?
O estágio no OCT descreve o quanto a membrana já deformou a mácula. No estágio 1 a depressão foveal está preservada; no 2 ela desaparece; no 3 surgem camadas internas atravessando a fóvea; no 4 as camadas da retina ficam indistinguíveis. A visão piora progressivamente do 1 ao 4, e o estágio ajuda a prever a recuperação após a cirurgia.
Existe colírio ou remédio para membrana epirretiniana?
Não. Nenhum colírio, comprimido, suplemento ou óculos remove a membrana. A cirurgia pode ser considerada quando a avaliação identifica benefício potencial diante dos sintomas, do OCT e da evolução.
Membrana epirretiniana pode sumir sozinha?
É muito raro. Existem relatos de separação espontânea da membrana, mas são exceção. A regra é que ela permaneça — estável em muitos casos, progressiva em outros.
Quanto tempo demora para melhorar depois da cirurgia?
A visão melhora progressivamente ao longo de meses. A maior parte do ganho acontece até o sexto mês, e a melhora pode continuar até um ano. A distorção costuma ceder antes da nitidez.
Vou parar de ver as linhas tortas?
A distorção melhora bastante na maioria dos casos, mas raramente desaparece por completo — especialmente em membranas que ficaram muito tempo. Isso não significa que a cirurgia falhou; significa que parte da deformação já estava estabelecida.
Precisa de gás e de ficar de cabeça para baixo?
Não. Diferente da cirurgia de buraco macular, a cirurgia de membrana epirretiniana geralmente não usa tamponamento com gás nem exige posicionamento no pós-operatório.
Vou precisar operar catarata depois?
Provavelmente sim, se ainda tiver o cristalino. Um estudo com 181.540 olhos mostrou que 46% dos pacientes operaram catarata em até 2 anos após a vitrectomia. Não é complicação, é evolução esperada — e em alguns casos vale combinar as duas cirurgias.
O que é a membrana limitante interna e por que às vezes é removida?
É uma película finíssima que reveste a superfície da retina, logo abaixo da membrana epirretiniana. Removê-la reduz a chance de recorrência, mas deixa marcas na retina interna e pode reduzir a sensibilidade em parte dos casos, com acuidade visual final semelhante. Por isso a remoção é uma escolha, feita caso a caso.
Vocês removem a membrana limitante interna?
Não de rotina. A remoção é reservada a casos selecionados, conforme o estágio da membrana e as características de cada olho.
A membrana pode voltar?
Pode, numa minoria dos casos, e com frequência menor quando a membrana limitante interna foi removida. Nem toda recorrência exige nova cirurgia — a decisão segue a mesma lógica da primeira vez.
Meu laudo diz pseudoburaco. É a mesma coisa?
Não. No pseudoburaco, a membrana contraída dá à fóvea a aparência de um buraco, mas não há perda de tecido. Se houver sintoma, trata-se a membrana. É diferente do buraco macular de espessura total.
O outro olho corre risco?
A membrana é bilateral em parcela relevante dos casos, frequentemente de forma assimétrica. Por isso o OCT dos dois olhos faz parte da avaliação, e o teste de Amsler semanal ajuda a detectar alteração precocemente.
Qual o CID da membrana epirretiniana?
H35.3 na CID-10 — degeneração da mácula e do polo posterior. É o mesmo código do buraco macular, o que às vezes gera dúvida em convênios. Peça que o relatório descreva o diagnóstico por extenso e informe o estágio.
Referências
-
Govetto A, Lalane RA 3rd, Sarraf D, Figueroa MS, Hubschman JP. Insights Into Epiretinal Membranes: Presence of Ectopic Inner Foveal Layers and a New Optical Coherence Tomography Staging Scheme. Am J Ophthalmol. 2017;175:99-113. doi:10.1016/j.ajo.2016.12.006
-
Govetto A, Virgili G, Rodriguez FJ, Figueroa MS, Sarraf D, Hubschman JP. Functional and Anatomical Significance of the Ectopic Inner Foveal Layers in Eyes with Idiopathic Epiretinal Membranes: Surgical Results at 12 Months. Retina. 2019;39(2):347-357. doi:10.1097/IAE.0000000000001940
-
González-Saldivar G, Berger A, Wong D, Juncal V, Chow DR. Ectopic Inner Foveal Layer Classification Scheme Predicts Visual Outcomes After Epiretinal Membrane Surgery. Retina. 2020;40(4):710-717. doi:10.1097/IAE.0000000000002486
-
Mavi Yildiz A, Avci R, Yilmaz S. The predictive value of ectopic inner retinal layer staging scheme for idiopathic epiretinal membrane: surgical results at 12 months. Eye (Lond). 2021;35(8):2164-2172. doi:10.1038/s41433-020-01218-x
-
Zur D, Iglicki M, Feldinger L, et al. Disorganization of Retinal Inner Layers as a Biomarker for Idiopathic Epiretinal Membrane After Macular Surgery — the DREAM Study. Am J Ophthalmol. 2018;196:129-135. doi:10.1016/j.ajo.2018.08.037
-
Azuma K, Ueta T, Eguchi S, Aihara M. Effects of Internal Limiting Membrane Peeling Combined With Removal of Idiopathic Epiretinal Membrane: A Systematic Review of Literature and Meta-Analysis. Retina. 2017;37(10):1813-1819. doi:10.1097/IAE.0000000000001537
-
Wang JC, Khurana RN, Liu L, Li C, Lum F. Cataract Progression and Risk Factors for Cataract Surgery after Pars Plana Vitrectomy in Phakic Eyes: An IRIS Registry Analysis. Ophthalmol Retina. 2026;10(8):783-791. doi:10.1016/j.oret.2026.03.016
-
Tadayoni R, Paques M, Massin P, Mouki-Benani S, Mikol J, Gaudric A. Dissociated optic nerve fiber layer appearance of the fundus after idiopathic epiretinal membrane removal. Ophthalmology. 2001;108(12):2279-2283. doi:10.1016/s0161-6420(01)00856-9
-
American Academy of Ophthalmology. Idiopathic Epiretinal Membrane and Vitreomacular Traction Preferred Practice Pattern. aao.org
-
Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV). sbrv.org.br
Revisão médica. Conteúdo escrito e revisado por Dr. Fernando Macei Drudi, CRM-SP 139.300 · RQE 50.645 — Retina cirúrgica. Revisão adicional por Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, CRM-SP 148.173 · RQE 59.216. Última revisão médica: 8 de agosto de 2026. Consulte nossa Política Editorial.
Aviso importante. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Se você notou que linhas retas parecem tortas ou que sua visão central está embaçada, procure avaliação com um especialista em retina.
Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.