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Valeda e DMRI Seca: Evidências e Limites

Publicado em 01 de maio de 2026 Atualizado em 21 de agosto de 2026 Revisão médica: 13 de agosto de 2026 14 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
Médica explica fotobiomodulação com Valeda para paciente, com retina e mácula iluminadas ao fundo
Dr. Fernando Macei Drudi
Autor Médico
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300 | RQE 50.645

Resumo em linguagem simples

Fotobiomodulação com Valeda é uma tecnologia de luz estudada na DMRI seca. Entenda o que os ensaios relatam, por que as meta-análises pedem cautela e como conversar sobre indicação com especialista em retina.

CID-10: H35.3 — Degeneração da mácula e do polo posterior

Resposta rápida: o Valeda é um sistema de fotobiomodulação — aplicação não invasiva de luz em comprimentos de onda definidos — estudado em pessoas com DMRI seca. Um ensaio clínico importante relatou resultado favorável em uma população selecionada, mas revisões que reuniram vários estudos encontraram incerteza relevante e não confirmaram benefício clínico conclusivo para todos os desfechos. Por isso, a tecnologia não deve ser apresentada como cura, garantia de melhora ou substituta de tratamentos da DMRI exsudativa. A decisão, quando discutida, começa com avaliação por especialista em retina, fundo de olho e OCT.

Pontos-chave

O que vale saber antes de considerar a tecnologia

  • Fotobiomodulação não é injeção nem cirurgia, mas também não é uma alternativa automática para toda pessoa com DMRI seca.
  • O LIGHTSITE III foi randomizado, mascarado e controlado por sham; em 13 meses, relatou diferença média de 2,4 letras ETDRS entre grupos em população selecionada.[1]
  • Meta-análises recentes identificaram heterogeneidade, limitações e ausência de benefício conclusivo nos resultados agrupados.[3] [4]
  • Linhas que ficam tortas, mancha central nova ou queda rápida da visão pedem reavaliação, pois podem indicar mudança de estágio ou outra condição macular.
Prancha clínica sobre fotobiomodulação na DMRI seca, mostrando luz não invasiva dirigida ao olho, mácula com drusas, avaliação de retina, limites da evidência e decisão individual
Figura clínica em destaque. A fotobiomodulação é discutida no contexto da DMRI seca depois de caracterizar a mácula e a visão. A figura resume o dispositivo de luz, a presença de drusas, os exames prévios e a necessidade de equilibrar evidência, alternativas e acompanhamento.

O que é a fotobiomodulação com Valeda?

Fotobiomodulação é o nome dado ao uso terapêutico de luz em parâmetros definidos. O sistema Valeda foi desenvolvido para aplicar combinações de luz em comprimentos de onda específicos, sem contato com o olho, no contexto de estudos e de uso clínico para degeneração macular relacionada à idade não exsudativa. Ele não corresponde a uma injeção intravítrea, a uma cirurgia nem ao laser usado em outras situações retinianas.

O interesse nessa abordagem decorre de mecanismos biológicos propostos para a luz em tecidos com demanda energética elevada, como a retina. Esses mecanismos são hipóteses e racional biológico; não demonstram, por si só, que uma pessoa terá ganho visual. A discussão responsável precisa separar o que parece biologicamente plausível do que foi medido em ensaios clínicos.

Infográfico mostrando aparelho de luz não invasiva direcionado ao olho e à mácula
Fotobiomodulação usa luz sem contato; não é injeção e não substitui a avaliação da retina.

Em qual parte da DMRI seca essa conversa costuma surgir?

A DMRI não é uma condição única. A retina pode apresentar desde alterações iniciais até DMRI intermediária, atrofia geográfica ou conversão para a forma exsudativa. O estágio depende de exame ocular e de achados como drusas, alterações pigmentares, OCT e documentação fotográfica. A classificação clínica é importante porque estudos de fotobiomodulação não significam que toda apresentação de DMRI tenha o mesmo perfil de benefício ou de risco.[7]

O papel desta página é explicar a tecnologia e seus limites. Para uma visão completa dos tipos de DMRI, sintomas e opções de cuidado, consulte o guia de degeneração macular relacionada à idade. A atrofia geográfica possui avaliação e opções próprias, abordadas no artigo sobre atrofia geográfica e pegcetacoplan.

Infográfico com estágios inicial, intermediário e avançado da DMRI seca e seus diferentes contextos de cuidado
O estágio da DMRI precisa ser definido em consulta; tecnologias de luz não se aplicam da mesma forma a todas as apresentações.

O que o estudo LIGHTSITE III avaliou?

O LIGHTSITE III foi um ensaio multicêntrico, randomizado, mascarado e controlado por sham. A publicação de 13 meses incluiu 100 participantes e 148 olhos. No protocolo estudado, cada série teve nove sessões; as séries eram repetidas em intervalos de quatro meses. Na análise reportada, a diferença média entre grupos para acuidade visual foi de 2,4 letras ETDRS aos 13 meses.[1]

Esse é um dado de grupo, obtido em uma população com critérios definidos. Não permite calcular qual será o resultado de uma pessoa específica e não transforma o protocolo do estudo em prescrição universal. Critérios de inclusão e exclusão de um ensaio servem para responder uma pergunta científica; eles não substituem a consulta, a interpretação do OCT e a conversa sobre objetivos e alternativas.[6]

O que mudou no relato de 24 meses?

A análise de 24 meses descreveu a mesma coorte do LIGHTSITE III, com seis séries de nove sessões em intervalos de quatro meses. Ela acrescenta informação de seguimento, mas não elimina as limitações de uma única coorte patrocinada. A publicação também descreve a incidência de atrofia geográfica como análise descritiva, sem ajuste para múltiplas comparações; portanto, não é adequado apresentar a tecnologia como prevenção comprovada de atrofia geográfica.[2]

Quando você encontrar uma afirmação sobre “reduzir progressão” ou “proteger a retina”, vale perguntar: qual desfecho foi medido, em qual população, por quanto tempo e se a análise foi confirmatória? Essas perguntas ajudam a transformar uma manchete em decisão compartilhada e mais segura.

Por que as meta-análises recentes são mais cautelosas?

Uma revisão sistemática e meta-análise de 2024 reuniu três ensaios randomizados, totalizando 247 olhos. Os autores encontraram diferença estatística pequena para acuidade visual e volume de drusas, mas avaliaram que o resultado ficava abaixo de seu limiar de relevância clínica; também não houve diferença significativa em área de atrofia geográfica. O trabalho destacou risco de viés e informação insuficiente.[3]

Outra meta-análise, publicada em 2025, reuniu seis estudos, 360 participantes e 477 olhos. Na análise agrupada, não identificou melhora significativa para acuidade visual, volume de drusas ou atrofia geográfica. Os autores ressaltaram heterogeneidade de protocolos, dispositivos e desfechos.[4] Resultados aparentemente diferentes entre um ensaio individual e uma síntese de estudos não significam que uma fonte deva ser ignorada: significam que a incerteza precisa fazer parte da conversa clínica.

Infográfico comparando ensaio clínico individual, síntese de estudos e necessidade de interpretar benefício clínico
Uma decisão responsável considera tanto o ensaio pivotal quanto as revisões que avaliam o conjunto da evidência.

Como interpretar a evidência sem promessas?

QuestãoO que a evidência permite dizerO que ela não permite prometer
Acuidade visualO LIGHTSITE III relatou diferença média entre grupos em população selecionada.Que toda pessoa ganhará visão ou deixará de perder visão.
DrusasAlguns estudos mediram alterações estruturais de drusas.Que reduzir drusas isoladamente significa prevenir toda progressão da DMRI.
Atrofia geográficaÉ um desfecho importante acompanhado em estudos de DMRI.Que Valeda previne comprovadamente atrofia geográfica.
SegurançaEnsaios descrevem uma abordagem não invasiva em grupos estudados.Que o método é apropriado para qualquer condição macular ou para qualquer pessoa.

Como é uma sessão e por que não se deve copiar protocolo da internet?

Nos estudos centrais, a aplicação foi feita com equipamento próprio, em séries e intervalos definidos pelo protocolo. A luz é aplicada sem contato e sem injeção. Porém, o cronograma de pesquisa não é uma receita. Fora de um estudo, toda decisão precisa considerar o diagnóstico correto, o estágio, a presença de outras doenças oculares, a qualidade dos exames e o plano de acompanhamento.

Também é importante não confundir uma sessão de fotobiomodulação com tratamento de urgência. Se houver suspeita de DMRI exsudativa, hemorragia, edema ou perda visual recente, a prioridade é reavaliar a retina. A discussão sobre injeção intravítrea anti-VEGF pertence a outro cenário clínico e não deve ser adiada em razão de tecnologias estudadas para DMRI seca.

Quais exames ajudam a decidir?

A consulta com retina integra sintomas, acuidade visual, exame de fundo de olho e imagem da mácula. A tomografia de coerência óptica, ou OCT, permite observar camadas retinianas e identificar alterações que não são visíveis somente pela descrição de sintomas. Fotografias, autofluorescência e outros exames podem ser indicados conforme a pergunta clínica.

A finalidade dos exames não é apenas escolher ou recusar uma tecnologia. Eles ajudam a identificar quando há DMRI em outro estágio, doença exsudativa, membrana neovascular, edema, atrofia ou uma causa diferente para a mudança visual. Esse raciocínio é mais seguro do que tomar uma decisão com base apenas na idade, em uma propaganda ou em um nome de dispositivo.

Infográfico com etapas de consulta, fundo de olho, OCT e plano individual para avaliação de retina
Consulta, exame de retina e OCT orientam a conversa antes de qualquer decisão terapêutica.

Fotobiomodulação substitui suplementos AREDS2?

Não. AREDS2 é uma formulação estudada para situações específicas de DMRI e sua indicação depende do estágio e do contexto clínico. O estudo AREDS2 avaliou luteína, zeaxantina e outros componentes em um desenho próprio; ele não testou o Valeda como substituto de suplementação.[8]

Se você já usa suplemento, não interrompa, altere ou combine produtos por conta própria. Além da indicação ocular, há questões de dieta, histórico de tabagismo, medicamentos e saúde geral que precisam ser revisadas na consulta.

O que a tecnologia não substitui?

Uma tecnologia de luz não substitui diagnóstico, controle de fatores de risco, cessação do tabagismo, acompanhamento de sintomas, suplementação quando indicada ou tratamentos próprios da DMRI exsudativa. Tampouco substitui as condutas voltadas à atrofia geográfica quando há indicação para avaliá-las.

O cuidado com DMRI seca também não se resume a um procedimento. A leitura de sintomas, a regularidade dos exames e a adaptação de estratégias visuais para tarefas do dia a dia podem ter papel prático na qualidade de vida.

Qual é a situação regulatória do Valeda?

Nos Estados Unidos, o Valeda Light Delivery System recebeu decisão De Novo da FDA em 4 de novembro de 2024.[5] Essa informação regulatória norte-americana não equivale, por si só, a disponibilidade no Brasil, cobertura por convênio, preço ou oferta por uma clínica específica.

Há documento público hospedado por terceiro que identifica o equipamento, fabricante e número de registro brasileiro. Como esta revisão não realizou consulta direta à base oficial da Anvisa, esse documento é citado apenas com essa ressalva. Este artigo também não confirma que o Instituto Drudi e Almeida possua ou aplique o equipamento; seu objetivo é educativo.

Quando procurar avaliação mais rapidamente?

Marque avaliação antecipada se linhas retas começarem a parecer tortas, se surgir mancha central escura ou borrada, se houver queda rápida da visão, piora importante de contraste ou diferença nova entre os olhos. Esses sinais não confirmam uma causa específica, mas merecem exame porque podem indicar mudança de estágio ou outra condição macular.

Infográfico com linhas deformadas, mancha central e queda visual rápida como sinais de alerta macular
Alterações novas de visão devem motivar contato com oftalmologista, sem esperar a próxima consulta de rotina.

Como acompanhar a DMRI seca no dia a dia?

O acompanhamento é individual. Seu especialista pode recomendar intervalos diferentes de acordo com o estágio, os achados do OCT e a estabilidade dos sintomas. Entre as consultas, observar separadamente cada olho durante tarefas de leitura pode ajudar a perceber alteração nova, mas não substitui exame.

Não fumar, cuidar de saúde cardiovascular, manter alimentação equilibrada e seguir as recomendações discutidas em consulta são medidas que integram o cuidado geral. O objetivo não é transferir toda a responsabilidade para você, e sim criar um plano realista que permita reconhecer mudanças e manter seguimento adequado.

Infográfico com etapas de avaliação, planejamento, acompanhamento e reavaliação na DMRI seca
O plano de cuidado evolui conforme os exames, a visão e os objetivos pessoais.

Que perguntas levam a uma decisão mais informada?

Em vez de perguntar apenas “funciona?”, vale perguntar qual é o estágio da sua DMRI, que objetivo é realista, qual evidência se aplica ao seu caso, quais alternativas existem e como o resultado será acompanhado. Também é importante perguntar o que faria o plano mudar: um novo achado no OCT, piora visual, suspeita de DMRI exsudativa ou mudança em sua tolerância ao acompanhamento.

Uma conversa de boa qualidade acolhe a expectativa de preservar visão e, ao mesmo tempo, não promete o que a ciência ainda não comprovou. É assim que a decisão compartilhada pode ser útil mesmo quando a evidência é emergente ou divergente.

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Perguntas frequentes sobre Valeda e DMRI seca

O que é o Valeda?

Valeda é um sistema de fotobiomodulação que aplica luz em comprimentos de onda definidos ao olho, sem injeção e sem cirurgia. Ele foi estudado no contexto da DMRI seca, mas a decisão de uso depende de avaliação individual por especialista em retina.

Fotobiomodulação é o mesmo que laser?

Não. Embora ambos usem luz, a fotobiomodulação estudada com o Valeda não é apresentada como um laser destrutivo de retina. São tecnologias com mecanismos, indicações e expectativas diferentes.

Valeda cura a DMRI seca?

Não há base para dizer que cura a DMRI seca. Estudos avaliaram desfechos de visão e retina em grupos selecionados, mas os resultados não permitem prometer cura, reversão da doença ou benefício individual garantido.

Para quem a fotobiomodulação foi estudada?

Os estudos centrais envolveram pessoas com DMRI não exsudativa, especialmente em estágios selecionados. Critérios de pesquisa não funcionam como indicação automática; o estágio precisa ser confirmado com consulta, fundo de olho e, quando indicado, OCT.

Quem tem DMRI exsudativa pode fazer Valeda?

DMRI exsudativa exige avaliação rápida por retina e possui tratamentos próprios, como terapias intravítreas quando indicadas. Ela foi excluída de estudos importantes de fotobiomodulação, portanto não deve ser tratada como a mesma situação.

O que o estudo LIGHTSITE III encontrou?

O LIGHTSITE III foi um ensaio randomizado, mascarado e controlado por sham. Em sua análise de 13 meses, relatou diferença média de 2,4 letras ETDRS entre os grupos para acuidade visual em uma população selecionada. Esse número não prevê o resultado de uma pessoa específica.

Por que há dúvidas se o estudo mostrou resultado favorável?

Revisões que reuniram vários estudos chegaram a conclusões mais cautelosas. Meta-análises recentes apontaram heterogeneidade, limitações metodológicas e ausência de benefício clínico conclusivo em análises agrupadas. Por isso, a evidência precisa ser discutida com transparência.

O Valeda previne atrofia geográfica?

Não se pode afirmar prevenção comprovada de atrofia geográfica. Dados de longo prazo do estudo principal incluem análises descritivas, mas não confirmam benefício preventivo para todas as pessoas com DMRI seca.

Como é uma sessão de fotobiomodulação?

O sistema estudado aplica luz sem contato durante sessões programadas. Protocolos de pesquisa não substituem uma prescrição: número de sessões, intervalos e indicação precisam ser definidos por profissional habilitado no contexto clínico apropriado.

É doloroso ou envolve injeção?

A fotobiomodulação é descrita como não invasiva e não envolve injeção. Ainda assim, conforto, segurança e adequação dependem de avaliação ocular completa e de acompanhamento profissional.

Valeda substitui AREDS2?

Não. A suplementação AREDS2, quando indicada, é uma conduta distinta baseada no estágio da DMRI e no histórico clínico. Não se deve iniciar, interromper ou trocar suplementos por conta própria.

O Valeda é aprovado pela Anvisa?

Há documento público de terceiro que identifica o Valeda Light Delivery System com registro brasileiro e número específico. Como a verificação direta em base oficial não foi concluída nesta revisão, o artigo não trata esse documento como confirmação de disponibilidade, cobertura ou oferta em todas as regiões.

O Instituto Drudi e Almeida oferece Valeda?

Este artigo não confirma que o Instituto possua ou aplique o equipamento. A página tem finalidade educativa e não deve ser interpretada como anúncio de disponibilidade local.

Quais sintomas exigem avaliação mais rápida?

Linhas retas que parecem tortas, mancha central nova, piora rápida da visão, distorção em um olho ou redução importante de contraste justificam contato com oftalmologista. Esses sintomas podem indicar mudança de estágio ou outra condição macular.

O que perguntar na consulta sobre fotobiomodulação?

Pergunte qual é o estágio da sua DMRI, quais exames sustentam a avaliação, qual resultado seria realisticamente esperado, quais alternativas existem, como será o acompanhamento e quais mudanças de visão devem motivar retorno antecipado.

Referências científicas e regulatórias

  1. Boyer DS et al. Lightsite III: A randomized controlled trial of photobiomodulation for dry age-related macular degeneration. Retina. 2024. PMID: 37972955. DOI: 10.1097/IAE.0000000000003980.
  2. Jaffe GJ et al. Photobiomodulation for dry age-related macular degeneration: 24-month results from LIGHTSITE III. Retina. 2026. PMID: 41791029. DOI: 10.1097/IAE.0000000000004822.
  3. Rassi TNO et al. Photobiomodulation for age-related macular degeneration: a systematic review and meta-analysis. International Journal of Retina and Vitreous. 2024. PMID: 39148091. DOI: 10.1186/s40942-024-00569-x.
  4. Chen KY et al. Photobiomodulation therapy for age-related macular degeneration: a systematic review and meta-analysis. Ophthalmology and Therapy. 2025. PMID: 40089957. DOI: 10.1007/s40123-025-01119-w.
  5. U.S. Food and Drug Administration. Valeda Light Delivery System — De Novo Classification Request DEN230083. Acesso em 13 ago. 2026.
  6. ClinicalTrials.gov. NCT04065490: Photobiomodulation for Dry Age-Related Macular Degeneration. Acesso em 13 ago. 2026.
  7. Ferris FL et al. Clinical classification of age-related macular degeneration. Ophthalmology. 2013. PMID: 23332590. DOI: 10.1016/j.ophtha.2012.10.036.
  8. AREDS2 Research Group. Lutein + zeaxanthin and omega-3 fatty acids for age-related macular degeneration: the AREDS2 randomized clinical trial. JAMA. 2013. PMID: 23644932. DOI: 10.1001/jama.2013.4997.
  9. CMI – Centro Médico Logístico Ltda. Documento público de referência brasileira do Valeda Light Delivery System. Documento de terceiro; não substitui consulta oficial direta à Anvisa.
  10. Burton B et al. LIGHTSITE II Randomized Multicenter Trial: Evaluation of Multiwavelength Photobiomodulation in Non-exudative Age-Related Macular Degeneration. Ophthalmology and Therapy. 2023. PMID: 36588113. DOI: 10.1007/s40123-022-00640-6.
  11. Markowitz SN et al. A double-masked, randomized, sham-controlled, single-center study with photobiomodulation for the treatment of dry age-related macular degeneration. Retina. 2020. PMID: 31404033. DOI: 10.1097/IAE.0000000000002632.

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, CRM-SP 139.300 | RQE 50.645. Atualizado em 13/08/2026. Este conteúdo é educativo e não substitui consulta, exame de retina ou plano de cuidado individual.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.