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Noite Estrelada de Van Gogh — fundo artístico
Exame Diagnóstico

Retinografia — Fotografia Digital do Fundo de Olho

A retinografia é a fotografia digital de alta resolução do fundo do olho — retina, nervo óptico, mácula e vasos sanguíneos. Permite documentar, comparar e monitorar lesões ao longo do tempo, sendo essencial no acompanhamento de diabéticos, hipertensos e pacientes com doenças da retina.

5 min
Duração
Nenhuma
Dor
Com ou sem dilatação
Preparo
Alta definição
Resolução
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A indicação e o preparo do exame dependem de avaliação médica individualizada.

O que é

Retinografia Digital:
Eyer II Phelcom — Retinógrafo Portátil

A Retinografia Digital Colorida é o exame fundamental de documentação fotográfica do fundo do olho. Utilizando um sistema óptico complexo de lentes e iluminação controlada (flash), o retinógrafo captura imagens de alta resolução da mácula (área de visão central), do disco óptico (início do nervo óptico) e da rede vascular retiniana. Mais do que apenas "ver" o fundo do olho, a retinografia permite documentar com precisão microscópica o estado atual da retina para comparação futura — algo essencial em doenças crônicas e progressivas.

No Instituto Drudi e Almeida, fomos além dos equipamentos de mesa tradicionais e adotamos o Eyer II da Phelcom, um retinógrafo portátil inteligente de última geração. O grande diferencial tecnológico do Eyer II é a sua integração nativa com algoritmos de Inteligência Artificial (IA) validados clinicamente. Imediatamente após a captura da foto, a IA analisa a imagem em busca de microaneurismas, exsudatos duros e hemorragias puntiformes — os primeiros sinais silenciosos da Retinopatia Diabética.

O exame é rápido, indolor e, na imensa maioria dos casos (graças à óptica avançada do Eyer II), pode ser realizado de forma não midriática — ou seja, sem a necessidade de dilatar a pupila com colírios que embaçam a visão. Isso significa que o paciente diabético ou hipertenso pode realizar seu rastreamento anual de rotina em poucos minutos e voltar imediatamente para o trabalho ou dirigir, sem os incômodos tradicionais da dilatação.

A retinografia é indispensável para o diagnóstico precoce e acompanhamento de três das maiores causas de cegueira no mundo: o Glaucoma (avaliando o aumento da escavação do nervo óptico), a Retinopatia Diabética (contando e mapeando micro-hemorragias) e a Degeneração Macular Relacionada à Idade - DMRI (documentando o aparecimento de drusas sob a mácula).

Código TUSS: 30202016 — verifique cobertura com seu plano de saúde

Retinógrafo Eyer II Phelcom no Instituto Drudi e Almeida
Para que serve

Condições avaliadas

H36.0

Retinopatia Diabética

Rastreamento e estadiamento da retinopatia diabética com IA integrada. Detecta microaneurismas, hemorragias e neovascularização.

H35.3

DMRI (Degeneração Macular)

Documenta drusas, atrofia geográfica e membranas neovasculares na mácula para acompanhamento longitudinal.

H40

Glaucoma

Fotografa o disco óptico e a camada de fibras nervosas para documentação da escavação e progressão.

H34

Oclusão Vascular Retiniana

Documenta oclusões de artéria e veia central da retina e seus ramos com mapeamento vascular.

D31.6

Nevus Coroidal

Monitora lesões pigmentadas do fundo de olho com documentação fotográfica para detecção de crescimento.

H35.0

Retinopatia Hipertensiva

Avalia as alterações vasculares retinianas causadas pela hipertensão arterial crônica.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre Retinografia Digital

A retinografia dói?
Não. O exame é completamente indolor. O flash de luz pode causar leve ofuscamento temporário que desaparece em segundos.
Preciso dilatar a pupila para a retinografia?
Na maioria dos casos, não. O Eyer II Phelcom realiza o exame sem dilatação. Em casos de pupila muito pequena ou para avaliação da periferia retiniana, o médico pode solicitar dilatação.
Posso dirigir depois da retinografia?
Sim, se não houver dilatação. Com dilatação, evite dirigir por 2–4 horas.
Qual a diferença entre retinografia e OCT?
A retinografia é uma fotografia colorida do fundo do olho — mostra a superfície da retina em 2D. O OCT é uma tomografia que mostra as camadas internas da retina em corte transversal. São exames complementares: a retinografia documenta a aparência geral; o OCT avalia a estrutura em profundidade.
Meu convênio cobre a retinografia?
O código TUSS é 30202016. A maioria dos planos cobre com indicação médica. Diabéticos têm direito ao rastreamento anual pela maioria dos planos.
O Eyer II usa inteligência artificial?
Sim. O Eyer II Phelcom tem IA integrada validada pela ANVISA e FDA para triagem automática de retinopatia diabética, com sensibilidade > 96% e especificidade > 87% para detecção de retinopatia diabética referenciável.

Referências Científicas

  1. [1] Abràmoff MD et al. Pivotal trial of an autonomous AI-based diagnostic system for detection of diabetic retinopathy. NPJ Digit Med. 2018. DOI: 10.1038/s41746-018-0040-6
  2. [2] Tufail A et al. An observational study to assess if automated diabetic retinopathy image assessment software can replace one or more steps of manual imaging grading. Eye (Lond). 2017. DOI: 10.1038/eye.2016.319
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## Retinografia Colorida e Fluorescente: Documentação do Fundo de Olho A retinografia é um exame de imagem fotográfica de alta resolução que documenta as estruturas do fundo do olho, incluindo a retina, o nervo óptico, a mácula e os vasos sanguíneos. É uma ferramenta essencial para o registro, diagnóstico e acompanhamento evolutivo de diversas patologias oculares e sistêmicas. ### Tipos de Retinografia Existem basicamente duas modalidades deste exame: 1. **Retinografia Colorida (Simples):** Captura a imagem natural do fundo de olho. É excelente para documentar lesões visíveis, como hemorragias, exsudatos, drusas, nevus (pintas) e a escavação do nervo óptico. 2. **Angiofluoresceinografia (Retinografia Fluorescente):** Envolve a injeção intravenosa de um contraste seguro (fluoresceína sódica) no braço do paciente. O contraste viaja pela corrente sanguínea até os vasos do olho, enquanto a câmera tira fotos sequenciais com filtros especiais. Isso permite avaliar a dinâmica do fluxo sanguíneo, detectando vazamentos, isquemias e neovascularizações que não são visíveis na retinografia simples. ### Importância no Acompanhamento Clínico A principal vantagem da retinografia é a capacidade de comparação objetiva ao longo do tempo. O oftalmologista pode colocar lado a lado a foto de hoje e a de anos atrás para avaliar se uma doença está progredindo ou respondendo ao tratamento. As indicações mais frequentes incluem: - **Retinopatia Diabética:** Para classificar o estágio da doença e monitorar o surgimento de novos vasos ou áreas de isquemia (com contraste). - **Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI):** Documentação do tamanho e número de drusas na forma seca, e identificação de membranas neovasculares na forma úmida. - **Glaucoma:** O registro fotográfico do nervo óptico (estereofoto de papila) é fundamental para detectar o aumento sutil da escavação ao longo dos anos, indicando progressão da doença. - **Hipertensão Arterial:** A retinopatia hipertensiva altera o calibre e o cruzamento dos vasos retinianos. ### Como é o Exame O exame de retinografia simples é rápido e indolor. Na maioria das vezes, requer a dilatação da pupila com colírios para permitir um campo de visão mais amplo da retina periférica. O paciente posiciona o rosto no retinógrafo e vê um flash luminoso a cada foto. No caso do exame com contraste, o procedimento leva cerca de 10 a 15 minutos adicionais após a injeção.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre o exame