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Tonometria: O Que É, Como Mede a Pressão Intraocular e Por Que É Essencial no Glaucoma

Publicado em 01 de maio de 2026 Atualizado em 21 de agosto de 2026 Revisão médica: 21 de agosto de 2026 7 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
Tonometria: O Que É, Como Mede a Pressão Intraocular e Por Que É Essencial no Gl — ilustração médica de saúde ocular — Instituto Drudi e Almeida Oftalmologia
Dr. Fernando Macei Drudi
Autor Médico
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300 | RQE 50.645

Resumo em linguagem simples

Este artigo explica de forma acessível o que é tonometria: o que é, como mede a pressão intraocular e por que é essencial no glaucoma, incluindo causas, sintomas, diagnóstico e opções de tratamento...

CID-10: Z01.0 — Exame dos olhos e da visão

O que é a tonometria?

A tonometria é o exame que mede a pressão intraocular (PIO) — a pressão exercida pelo humor aquoso dentro do olho. É um dos exames mais importantes da oftalmologia, pois a pressão elevada é o principal fator de risco modificável para o glaucoma.

Na Drudi e Almeida, utilizamos o Topcon CT-80 — tonômetro de não-contato computadorizado — para triagem, e a tonometria de aplanação de Goldmann na lâmpada de fenda para confirmação diagnóstica.

Tipos de tonometria

O tonômetro de não-contato (sopro) usa um jato de ar para achatar momentaneamente a córnea e mede a resistência. É rápido, não requer anestesia e é ideal para triagem em massa. O tonômetro de Goldmann (padrão-ouro) usa um prisma que toca a córnea anestesiada e mede a força necessária para achatar uma área corneana de 3,06 mm — o método mais preciso disponível.

O que a pressão intraocular tem a ver com glaucoma?

O glaucoma é uma neuropatia óptica progressiva em que a pressão intraocular elevada danifica as fibras do nervo óptico. A pressão normal está entre 10 e 21 mmHg. Valores acima de 21 mmHg aumentam significativamente o risco de glaucoma, mas não são suficientes para o diagnóstico — que requer também avaliação do nervo óptico (OCT) e campo visual.

Importante: cerca de 30 a 40% dos pacientes com glaucoma têm pressão dentro dos limites normais (glaucoma de pressão normal). Por isso, a tonometria deve sempre ser interpretada em conjunto com os demais exames.

Perguntas Frequentes Sobre a Tonometria

A tonometria é dolorosa?

Não. A tonometria de não-contato é totalmente indolor. A tonometria de Goldmann pode causar um leve desconforto devido ao contato com a córnea anestesiada, mas não provoca dor.

Posso usar lentes de contato para fazer o exame?

Não. É necessário remover as lentes de contato antes do exame para garantir a precisão dos resultados e evitar riscos de irritação.

Com que frequência devo fazer a tonometria?

A frequência varia conforme o risco individual e a recomendação do seu oftalmologista. Em geral, pacientes com fatores de risco devem realizar o exame anualmente ou conforme orientação médica.

A pressão intraocular alta significa que tenho glaucoma?

Nem sempre. A pressão alta é um fator de risco, mas o diagnóstico de glaucoma depende da avaliação completa do nervo óptico e dos exames de campo visual.

É possível prevenir o glaucoma?

Embora não haja prevenção garantida, o diagnóstico precoce e o controle da pressão intraocular são fundamentais para evitar a progressão da doença e preservar a visão.

Posso fazer o exame durante a gravidez?

Sim. A tonometria é segura durante a gravidez e pode ser realizada sem riscos para a mãe ou o bebê.

O que pode interferir na precisão da tonometria?

Alterações na córnea, como cicatrizes, edema ou espessura anormal, podem influenciar os resultados. Por isso, a avaliação é sempre feita considerando o quadro clínico completo.

Para mais informações ou agendar sua consulta, entre em contato com o Instituto Drudi e Almeida Oftalmologia, onde nossa equipe está pronta para cuidar da saúde dos seus olhos com tecnologia avançada e atendimento humanizado.

Diagnóstico e Exames

O diagnóstico do glaucoma começa com uma avaliação detalhada da pressão intraocular por meio da tonometria, que é fundamental para identificar pacientes em risco. Além da tonometria, o exame do campo visual é essencial para detectar alterações funcionais provocadas pelo dano ao nervo óptico. A combinação desses exames permite a identificação precoce da doença, mesmo antes que o paciente perceba sintomas visuais.

Outro exame importante é a avaliação do nervo óptico através da oftalmoscopia, realizada durante a consulta oftalmológica. Através da lâmpada de fenda, o médico pode observar alterações estruturais no disco óptico, como aumento da escavação, que indicam lesão glaucomatosa. A tomografia de coerência óptica (OCT) também é utilizada para analisar as camadas de fibras nervosas e monitorar a progressão da doença ao longo do tempo.

Além desses exames, a paquimetria corneana avalia a espessura da córnea, o que é importante para interpretar corretamente os valores da pressão intraocular, já que córneas muito finas podem subestimar a pressão real. O diagnóstico correto e a combinação desses exames são indispensáveis para um acompanhamento eficaz e para a escolha do tratamento mais adequado para cada paciente.

Tratamentos Disponíveis

O tratamento do glaucoma visa reduzir a pressão intraocular para evitar a progressão do dano ao nervo óptico. Na maioria dos casos, o primeiro passo é o uso de colírios hipotensores oculares, que atuam diminuindo a produção do humor aquoso ou aumentando sua drenagem. Essa terapia tópica é fundamental para controlar a doença e preservar a visão.

Quando o uso isolado dos colírios não é suficiente para controlar a pressão intraocular, podem ser indicados tratamentos complementares, como a laserterapia. O procedimento a laser, como a trabeculoplastia a laser, aumenta a drenagem do humor aquoso e é minimamente invasivo, podendo ser realizado em consultório. É uma alternativa eficaz para pacientes com resposta inadequada ao tratamento medicamentoso.

Em casos mais avançados ou quando as terapias anteriores não proporcionam controle adequado da pressão, a cirurgia de glaucoma pode ser necessária. Procedimentos como a trabeculectomia criam um novo canal para o escoamento do humor aquoso, reduzindo a pressão intraocular de forma mais eficaz. O acompanhamento regular é essencial para ajustar o tratamento conforme a evolução da doença.

Perguntas Frequentes

O exame de tonometria dói?

A tonometria de não-contato, que utiliza um jato de ar, é indolor e rápida, não exigindo anestesia. Já a tonometria de Goldmann pode causar leve desconforto devido ao contato com a córnea, mas é realizada com anestésico local, tornando o exame praticamente indolor.

Com que frequência devo fazer a tonometria?

Recomenda-se que pessoas com fatores de risco para glaucoma, como histórico familiar, idade avançada ou pressão ocular elevada, façam tonometria anualmente. Para pacientes diagnosticados com glaucoma, o acompanhamento pode ser mais frequente, conforme orientação médica.

Pressão intraocular alta significa sempre glaucoma?

Não necessariamente. Embora a pressão intraocular elevada seja um fator de risco importante, algumas pessoas podem apresentar pressão alta sem desenvolver glaucoma (hipertensão ocular), enquanto outras podem ter pressão normal e ainda assim apresentar a doença (glaucoma de pressão normal).

O glaucoma tem cura?

O glaucoma não tem cura, mas pode ser controlado com tratamento adequado para evitar a progressão e perda da visão. O diagnóstico precoce e o acompanhamento regular são fundamentais para preservar a qualidade de vida do paciente.

Perguntas Frequentes sobre Tonometria

O que é tonometria e para que serve?

A tonometria é o exame oftalmológico responsável por medir a pressão intraocular — ou seja, a pressão do fluido existente dentro do olho, chamado humor aquoso. Esse exame é fundamental para detectar alterações que podem indicar o desenvolvimento do glaucoma, uma doença silenciosa que, quando não tratada, pode levar à perda progressiva da visão. A tonometria também é utilizada no acompanhamento de pacientes que já receberam o diagnóstico de glaucoma ou hipertensão ocular, permitindo avaliar a eficácia do tratamento em curso. Por ser um exame simples, rápido e indolor na maioria das técnicas utilizadas, a tonometria é parte essencial do check-up oftalmológico de rotina, especialmente para pessoas com histórico familiar da doença ou acima dos 40 anos de idade.

Como é realizado o exame de pressão ocular?

O exame de pressão ocular pode ser realizado por diferentes técnicas. A mais comum no consultório oftalmológico é a tonometria de aplanação, considerada o padrão-ouro entre os métodos disponíveis. Nessa técnica, aplica-se um colírio anestésico e um corante (fluoresceína) nos olhos do paciente, e o oftalmologista utiliza um instrumento acoplado à lâmpada de fenda para tocar levemente a superfície da córnea e medir a pressão com alta precisão. Outra modalidade bastante utilizada, especialmente em triagens, é a tonometria de sopro (ou não-contato), que dispara um jato de ar sobre o olho sem tocá-lo — dispensando o uso de anestésico. Ambas as técnicas são seguras e bem toleradas pela grande maioria dos pacientes.

Qual é o valor normal da pressão intraocular?

Os valores considerados dentro da faixa normal para a pressão intraocular situam-se, em geral, entre 10 e 21 mmHg (milímetros de mercúrio). Valores acima de 21 mmHg podem indicar hipertensão ocular, que é um importante fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma. No entanto, é fundamental compreender que a pressão ocular isolada não é o único parâmetro avaliado: alguns pacientes desenvolvem glaucoma mesmo com pressão dentro dos limites normais (o chamado glaucoma de pressão normal), enquanto outros apresentam pressão elevada sem qualquer dano ao nervo óptico. Por isso, o diagnóstico correto depende sempre de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui análise do nervo óptico, campo visual e outros exames complementares.

A tonometria dói? Existe algum risco no exame?

A tonometria é, na grande maioria dos casos, um exame indolor e muito seguro. Na tonometria de aplanação, o colírio anestésico aplicado previamente elimina qualquer desconforto durante o contato do instrumento com a córnea. Alguns pacientes relatam uma leve sensação de pressão, mas sem dor. Já na tonometria de sopro, não há qualquer contato com o olho, e o único incômodo possível é a surpresa com o jato de ar. Os riscos associados ao exame são extremamente baixos quando realizado por um profissional qualificado em ambiente adequado. O oftalmologista tomará todos os cuidados necessários para garantir sua segurança e conforto durante o procedimento.

Com que frequência devo realizar o exame de pressão ocular?

A frequência ideal para realizar o exame de pressão ocular varia conforme o perfil de cada paciente. Para adultos saudáveis sem fatores de risco, recomenda-se incluir a tonometria nas consultas oftalmológicas de rotina — geralmente a cada 1 a 2 anos após os 40 anos de idade. Para pacientes com histórico familiar de glaucoma, portadores de hipertensão ocular, diabéticos, míopes de alto grau ou usuários prolongados de corticosteroides, o acompanhamento deve ser mais frequente, conforme orientação do oftalmologista. Já para quem já possui diagnóstico de glaucoma confirmado, o monitoramento da pressão intraocular é parte fundamental do tratamento e pode ser necessário em intervalos ainda menores, determinados individualmente pelo médico responsável.

No Instituto Drudi e Almeida Oftalmologia, contamos com equipamentos modernos e uma equipe especializada para realizar a tonometria e todos os exames necessários para a saúde dos seus olhos, com atendimento humanizado e estrutura completa para diagnóstico e tratamento do glaucoma. Atendemos nas unidades de Santana, Tatuapé, Lapa e São Miguel Paulista (São Paulo) e em Guarulhos , com diversos convênios, incluindo Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior e Porto Seguro. Não espere os sintomas aparecerem — o glaucoma é uma doença silenciosa e a prevenção é o melhor caminho. Agende sua consulta e cuide da sua visão com quem entende do assunto.

Referências científicas

  1. Goldmann H, Schmidt T. Über Applanationstonometrie. Ophthalmologica. 1957;134(4):221-42. PMID 13484216.
  2. Kass MA et al. The Ocular Hypertension Treatment Study: a randomized trial determines that topical ocular hypotensive medication delays or prevents the onset of primary open-angle glaucoma. Arch Ophthalmol. 2002;120(6):701-13. PMID 12049574.

Indicações Clínicas da Tonometria

A tonometria é fundamental para a avaliação da pressão intraocular, especialmente em pacientes com risco de glaucoma. Além disso, ela é indicada em diversas situações clínicas, tais como:

  • Triagem para glaucoma: pessoas com histórico familiar da doença, acima de 40 anos ou com fatores de risco associados.
  • Acompanhamento de pacientes diagnosticados com glaucoma: para monitorar a eficácia do tratamento e controlar a progressão da doença.
  • Exames pré-operatórios: antes de cirurgias oculares, como catarata, para avaliar a pressão intraocular e prevenir complicações.
  • Uso de medicamentos que podem afetar a PIO: corticosteroides, por exemplo, que podem elevar a pressão ocular.
  • Diagnóstico diferencial de outras doenças oculares: como uveítes, trauma ocular, e hipertensão ocular.

Na clínica Drudi e Almeida Oftalmologia, a tonometria é parte integrante do exame oftalmológico completo, garantindo um diagnóstico precoce e o manejo adequado do glaucoma e outras condições relacionadas.

Como Funciona a Tonometria: Entendendo o Procedimento

A tonometria mede a pressão intraocular com base na resistência que o globo ocular oferece a uma força aplicada. Existem diferentes métodos, cada um com seu princípio físico:

Tonometria de Não-Contato (Sopro de Ar)

Este método utiliza um jato de ar direcionado à córnea, que provoca um achatamento momentâneo da superfície ocular. O aparelho mede o tempo e a intensidade necessários para esse achatamento, convertendo esses dados em valores de pressão intraocular. É um exame rápido, indolor e não invasivo, ideal para triagem inicial.

Tonometria de Aplanação de Goldmann

Considerado o padrão-ouro, esse método utiliza um prisma especial que encosta delicadamente na córnea, previamente anestesiada com colírio. A força necessária para achatar uma área específica da córnea é medida, fornecendo um valor preciso da PIO. Embora mais precisa, essa técnica exige maior habilidade do profissional e condições adequadas para sua execução.

Outros Métodos

Além dos mencionados, existem tonômetros de rebote, de indentação e digitais, utilizados em situações específicas, mas menos comuns na rotina clínica da Drudi e Almeida Oftalmologia.

O Que Esperar Durante o Exame de Tonometria

O exame de tonometria é simples, rápido e geralmente indolor. Veja o que esperar durante a realização:

  • Preparação: o paciente será acomodado em frente ao equipamento, seja o tonômetro de ar ou a lâmpada de fenda para o Goldmann.
  • Aplicação do exame: no tonômetro de ar, um leve sopro será direcionado à córnea; no Goldmann, um colírio anestésico será aplicado antes do contato com a córnea.
  • Tempo do exame: o procedimento dura poucos segundos e pode ser repetido para garantir a precisão.
  • Conforto: o exame é bem tolerado, embora a tonometria de Goldmann possa causar leve desconforto devido ao contato direto, mas sem dor.

Na Drudi e Almeida Oftalmologia, nossa equipe é treinada para garantir que o exame seja realizado com máximo conforto e segurança para o paciente.

Preparo para o Exame de Tonometria

Em geral, a tonometria não exige preparo especial, mas algumas orientações ajudam a garantir um exame mais preciso e confortável:

  • Evite o uso de colírios ou pomadas oculares antes do exame, a menos que prescritos pelo oftalmologista.
  • Informe ao profissional sobre o uso de lentes de contato, pois geralmente é necessário removê-las antes do exame.
  • Evite coçar ou esfregar os olhos nas horas que antecedem a avaliação.
  • Se possível, leve seus exames anteriores, para que o médico possa comparar os resultados.

Na Drudi e Almeida Oftalmologia, orientamos todos os pacientes cuidadosamente antes do exame para que o procedimento seja realizado da forma mais eficaz possível.

Como Interpretar os Resultados da Tonometria

Os resultados da tonometria são expressos em milímetros de mercúrio (mmHg) e indicam a pressão intraocular. Valores normais geralmente variam entre 10 e 21 mmHg, mas podem variar conforme a individualidade do paciente.

  • Pressão normal: entre 10 e 21 mmHg;
  • Pressão ocular elevada: valores acima de 21 mmHg podem indicar risco aumentado para glaucoma;
  • Pressão baixa: valores abaixo de 10 mmHg podem ocorrer em casos de trauma ou outras condições oculares.

É importante lembrar que a pressão intraocular isoladamente não confirma o diagnóstico de glaucoma. A avaliação deve ser associada a outros exames, como exame do nervo óptico e campo visual, para um diagnóstico completo.

Na Drudi e Almeida Oftalmologia, os resultados da tonometria são sempre interpretados por oftalmologistas especializados para garantir um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado para cada paciente.

Quando Consultar um Especialista em Oftalmologia

É fundamental procurar um oftalmologista nas seguintes situações relacionadas à pressão intraocular:

  • Se você tem histórico familiar de glaucoma;
  • Se apresentar sintomas como visão embaçada, dor ocular, halos ao redor das luzes, ou perda de campo visual;
  • Se seu exame de tonometria indicar pressão elevada;
  • Se estiver fazendo uso de medicamentos que possam afetar a pressão ocular;
  • Para avaliações periódicas após diagnóstico de glaucoma ou hipertensão ocular.

Na Drudi e Almeida Oftalmologia, oferecemos atendimento especializado para diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamento do glaucoma, utilizando tecnologia de ponta e equipe altamente capacitada.

Cuidados Pós-Exame e Possíveis Efeitos Colaterais

Após a tonometria, especialmente a de Goldmann, alguns cuidados simples devem ser observados:

  • Pode haver leve desconforto ou sensação de corpo estranho, que costuma desaparecer em minutos;
  • Por conta do colírio anestésico, a visão pode ficar embaçada temporariamente;
  • Evite coçar os olhos para prevenir irritações;
  • Se houver vermelhidão intensa, dor ou alteração visual, procure o oftalmologista imediatamente.

No Instituto Drudi e Almeida, priorizamos a segurança e o conforto do paciente durante e após o exame, orientando sobre quaisquer cuidados necessários.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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