Em resumo
A tomografia de córnea, feita com o aparelho Pentacam, fotografa a córnea em cortes e mostra a face da frente, a face de trás e a espessura. É rápida, não dói e não dilata a pupila. Serve para reconhecer e acompanhar o ceratocone e para avaliar a córnea antes de cirurgias; na rede, é feita no MIRA.
Neste artigo
Resposta rápida: A tomografia de córnea é um exame sem contato que fotografa a córnea em cortes com uma câmera giratória e monta um mapa em três dimensões da face da frente, da face de trás e da espessura; Pentacam é o nome de um dos aparelhos mais usados para isso. O exame serve para diagnosticar e acompanhar o ceratocone e para avaliar a córnea antes de cirurgia refrativa e de catarata. Na rede Drudi e Almeida, ele é feito só no MIRA Hospital Oftalmológico: R$ 220 no Pix pelo site, pelos dois olhos (particular, 2026; valor final confirmado na avaliação).
O que é a tomografia de córnea (Pentacam)?
A tomografia de córnea é um exame de imagem que reconstrói a córnea em três dimensões. Uma câmera de Scheimpflug gira em volta do olho e fotografa cortes finos da córnea iluminados por uma fenda de luz; o programa junta esses cortes num modelo da frente do olho.[1][2] Scheimpflug é o nome de um princípio de óptica que permite manter em foco uma estrutura inclinada, como a córnea vista de lado.[1]
Pentacam é a marca do aparelho, fabricado pela empresa alemã Oculus.[3] Por isso muita gente chama o exame de "Pentacam". Existem outros tomógrafos de córnea, com câmera de Scheimpflug ou com OCT de segmento anterior, e os números de um aparelho não podem ser trocados pelos de outro.[4][5]
Em até dois segundos, o aparelho mede até 25 mil pontos de elevação da córnea, ou 138 mil na versão HR, que é a usada no MIRA, o hospital próprio da rede.[1]
O Pentacam é o mesmo que tomografia?
Sim, no uso do dia a dia. Pentacam é o aparelho, e tomografia de córnea (ou tomografia corneana) é o exame que ele faz. O nome engana em dois casos: a tomografia computadorizada, que usa raio X, e o OCT de retina, que também é chamado de tomografia. A tomografia de córnea usa luz, sem raio X, e estuda só a frente do olho.
O que a tomografia de córnea mede?
A tomografia mede a forma e a espessura da córnea inteira. No resultado, isso aparece como:
- curvatura da face da frente e da face de trás da córnea;
- elevação, isto é, quanto cada ponto da córnea fica acima ou abaixo de uma esfera de referência; no ceratocone, a região do cone aparece como uma ilha que sobe no mapa;[1]
- espessura em toda a córnea (paquimetria), com o valor e a posição do ponto mais fino;
- medidas da câmara anterior, o espaço entre a córnea e a íris, e a densidade do cristalino.[1]
Para ter uma referência, em 672 olhos normais o ponto mais fino da córnea mediu em média 534 micrômetros (µm), com variação de cerca de 30 µm para mais ou para menos.[6] No estudo australiano Raine, o ponto mais fino teve média de 475 µm em quem tinha ceratocone e de 536 µm em quem não tinha.[3]
- 1Face da frente (anterior), em dourado contínuo.
- 2Face de trás (posterior), em marinho tracejado.
- 3Espessura (paquimetria), medida em toda a córnea.
- 4Ponto mais fino, um pouco abaixo do centro no ceratocone. Em olhos normais, mede em média 534 µm.
- 5Esfera de referência (pontilhada), com que o aparelho compara cada ponto.
- 6Elevação: na região do cone, a córnea sobe acima da esfera (área dourada, ampliada no desenho).
- 7A câmera de Scheimpflug gira em volta do olho.
- 8Cada linha é uma imagem em corte; juntas, reconstroem a córnea em três dimensões.
Para que serve o exame Pentacam?
O exame serve principalmente para reconhecer e acompanhar o ceratocone e para avaliar a córnea antes de cirurgias. Os usos mais comuns são:
- diagnosticar o ceratocone, inclusive a forma inicial; mudanças na face de trás e no mapa de espessura aparecem antes das que a curvatura da frente revela;[2] num estudo feito com outro tomógrafo, em 3.502 olhos, acrescentar esses dados aumentou a sensibilidade para o ceratocone subclínico de 75,2% para 92,0%;[7]
- acompanhar quem já tem ceratocone e documentar a piora, que é o que leva à indicação do crosslinking;[8]
- planejar tratamentos: o crosslinking padrão é recomendado para córneas com pelo menos 400 µm de espessura,[9] e o anel intracorneano (conhecido como anel de Ferrara) também depende da espessura e da forma da córnea;
- adaptar lentes especiais para ceratocone, como a rígida e a escleral (veja o guia de lentes);
- fazer a triagem de quem quer cirurgia refrativa (LASIK ou PRK), para reconhecer córneas com risco de ectasia depois da operação;[1]
- avaliar a córnea antes da cirurgia de catarata, em especial quando ela é irregular;[4]
- estudar doenças da periferia da córnea, como a degeneração marginal pelúcida, porque a imagem cobre uma área maior que a da topografia.[2]
Como é feita a tomografia de córnea?
O exame é rápido e o aparelho não encosta no olho. O passo a passo costuma ser este:
- Você apoia o queixo e a testa no aparelho.
- Olha para uma luz de fixação, com o olho bem aberto.
- A câmera gira em volta do olho por um ou dois segundos. Depois o exame é repetido no outro olho.
- Se você piscar ou a lágrima estiver irregular, o técnico refaz a captura. Repetir faz parte do exame.
Não há colírio, sopro de ar nem contato com a córnea. Os mapas são interpretados pelo médico oftalmologista, junto com a consulta, a medida do grau e o exame na lâmpada de fenda.
Pentacam e topografia de córnea: a diferença no diagnóstico do ceratocone
Vídeo curto da rede sobre a tomografia de córnea (Pentacam): como a câmera giratória fotografa a córnea sem encostar no olho, o que o exame mede além da curvatura da face da frente e por que isso ajuda a reconhecer o ceratocone mais cedo. Antes do exame, 48 horas sem lente de contato.
Abrir no YouTubeVídeo produzido com inteligência artificial.
Quanto tempo demora uma tomografia no olho?
Na rede, o atendimento leva cerca de 15 minutos. A captura em si dura até dois segundos por olho;[1] o resto do tempo é para posicionar você e conferir a qualidade das imagens.
A tomografia de córnea dói ou dilata a pupila?
Não dói e não dilata a pupila. O aparelho não toca o olho, e a única sensação é a luz por alguns segundos. Como não há colírio para dilatar, em geral você sai do exame enxergando como chegou.
Precisa tirar a lente de contato antes do Pentacam?
Sim. A orientação da rede é ficar 48 horas sem lente de contato, de qualquer tipo (gelatinosa, tórica, rígida, híbrida ou escleral), antes da tomografia e da topografia de córnea.
O motivo é o corneal warpage, a deformação temporária que a lente provoca na córnea e que pode aparecer no mapa como uma irregularidade que vem da lente. Num estudo com candidatos a cirurgia refrativa que usavam lente, 12% tinham deformação importante causada por ela, e a córnea levou semanas para voltar ao normal: em média 7,8 semanas.[10]
As 48 horas são o padrão da rede. Se você usa lente rígida há muitos anos e o exame é para planejar cirurgia refrativa, o médico pode pedir um intervalo maior e repetir a tomografia até os mapas ficarem estáveis.[10] Se você tem ceratocone e depende da lente para enxergar, combine com o médico como cumprir as 48 horas. No acompanhamento, o mais importante é repetir o exame sempre nas mesmas condições.
Leve seus exames anteriores, de preferência feitos no mesmo tipo de aparelho, porque a comparação entre aparelhos diferentes não é confiável.[5]
Como ler os quatro mapas da tomografia?
Uma das telas de resultado do aparelho reúne quatro mapas numa página, conhecidos como os quatro mapas refrativos.[11] Cada um responde a uma pergunta:
- Curvatura da face da frente (mapa sagital ou axial): onde a córnea é mais curva. No ceratocone, aparece uma área quente, em geral abaixo do centro.
- Elevação da face da frente: quanto a superfície sobe ou desce em relação à esfera de referência. O cone aparece como uma ilha elevada.
- Elevação da face de trás: a mesma leitura para a superfície interna da córnea, que costuma mudar cedo no ceratocone.[2]
- Espessura (paquimetria): onde a córnea é mais fina. No ceratocone, o ponto mais fino fica mais fino e se afasta do centro; o índice BAD-D mede esse deslocamento na vertical.[1]
Cada mapa tem a sua escala de cores, e uma cor forte isolada não quer dizer doença. O médico lê os quatro juntos e compara os dois olhos.
- 1Área mais curva abaixo do centro (no aparelho, em geral vermelha).
- 2Ilha elevada na face da frente, no mesmo lugar.
- 3Ilha elevada na face de trás, mais marcada.
- 4Ponto mais fino, na mesma região, abaixo do centro.
O que significam BAD-D, ART e ABCD no resultado?
São índices que resumem os mapas em números. Nenhum deles fecha o diagnóstico sozinho; uma revisão sobre esses índices recomenda combinar vários deles com a avaliação clínica.[1]
BAD-D (Belin/Ambrósio)
O BAD-D reúne nove medidas de elevação, espessura e curvatura num valor final, o "D". Cada medida é comparada com a média de olhos normais: o relatório do aparelho marca em amarelo o que está a 1,6 desvio-padrão ou mais da média (suspeito) e em vermelho o que está a 2,6 ou mais (alterado).[1] No estudo Raine, com 1.259 jovens australianos de 20 anos, quem tinha BAD-D de 2,6 ou mais foi classificado como ceratocone: 1 em cada 84 participantes.[3] O ponto de corte varia entre estudos e versões do programa; um estudo brasileiro de 2026 usou 1,9 na versão 3 do índice.[12] Na triagem de 1.000 olhos de candidatos a PRK, 18,5% tinham topografia normal e pelo menos um critério do BAD alterado.[13]
ART (espessura relacional de Ambrósio)
O ART compara o ponto mais fino com o ritmo em que a córnea engrossa do centro para a borda. Numa córnea normal, a espessura cresce de forma suave; no ceratocone, o ponto mais fino é mais fino e a espessura cresce rápido em volta dele. No estudo original, o ART separou córneas normais de córneas com ceratocone melhor do que a espessura medida num ponto só, com pontos de corte de 424 µm (ART médio) e 339 µm (ART máximo).[14]
- 1Córnea normal (linha contínua): começa perto de 534 µm, a média do ponto mais fino em olhos normais, e engrossa de forma suave.
- 2Ceratocone (linha tracejada): começa mais baixo, perto de 475 µm, a média no estudo Raine, e engrossa mais rápido em volta do ponto mais fino.
ABCD (classificação de Belin)
A classificação ABCD, proposta em 2016, gradua o ceratocone de 0 a 4 com quatro letras: A, curvatura da face da frente; B (do inglês back), curvatura da face de trás; C, espessura no ponto mais fino; D (de distance), visão de longe. Ela acompanha a classificação antiga de Amsler-Krumeich nos estágios 1 a 4 e acrescenta a face de trás e a espessura no ponto mais fino.[6] Veja os graus do ceratocone e o que muda em cada um.
- ACurvatura da frente da córnea, em volta do ponto mais fino. Nota 0 abaixo de 46,5 dioptrias; 4 acima de 55.
- BCurvatura de trás, no mesmo ponto; segue a mesma lógica para a face de trás.
- CEspessura no ponto mais fino. Nota 0 acima de 490 micrômetros; 4 com 300 ou menos.
- DVisão de longe com correção. Nota 0 com 20/20; 4 pior que 20/400.
E o Kmax?
O Kmax é a curvatura mais alta da face da frente, o número que mais aparece nas conversas sobre ceratocone. Sozinho, ele detecta mal a piora: numa revisão sistemática, teve especificidade alta, mas sensibilidade de 0,49 a 0,70, enquanto índices compostos, como o BAD-D e o ABCD, ficaram entre os de melhor desempenho para definir progressão.[8]
Qual é o resultado normal do Pentacam?
Não existe um número único. Um exame normal tem mapas simétricos, sem ilha de elevação, espessura que aumenta de forma regular do centro para a borda e índices sem destaque em amarelo ou vermelho. Como referência, o ponto mais fino da córnea mede em média cerca de 534 µm em olhos normais.[6]
Um índice amarelo isolado não fecha diagnóstico. Resultados com "suspeito" ou "forma frustra", que é o ceratocone subclínico, sem sinais no exame do consultório, costumam pedir repetição do exame e acompanhamento. A medida também varia um pouco de um exame para outro, e essa variação é maior no ceratocone moderado.[15]
O exame Pentacam sai na hora?
Sim. Os mapas ficam prontos logo depois da captura, e no MIRA você recebe as imagens no mesmo dia do exame. Depois, o exame fica disponível para baixar a qualquer momento na plataforma de resultados de exames. O resultado só tem valor quando o médico oftalmologista o interpreta junto com a consulta e com os exames anteriores.
Qual a diferença entre tomografia e topografia?
A topografia mede só a curvatura da face da frente da córnea, a partir do reflexo de anéis de luz. A tomografia mostra a face da frente, a face de trás e a espessura em todos os pontos.[4] Por isso a tomografia ajuda mais nas formas iniciais do ceratocone, e a topografia continua útil para triagem e para adaptar lente de contato.
Na rede, a topografia é feita nas 5 unidades (pelos dois olhos, R$ 110 à vista ou R$ 77 no Pix pelo site; particular, 2026; valor final confirmado na avaliação), e a tomografia, só no MIRA. Veja como a topografia funciona no artigo sobre a topografia de córnea.
O que é paquimetria e o que significa ter a córnea fina?
Paquimetria é a medida da espessura da córnea. A tomografia já traz essa medida em toda a córnea, num mapa. A paquimetria ultrassônica é um exame separado: uma pequena sonda de ultrassom encosta na córnea, em geral depois de um colírio anestésico, e mede a espessura nos pontos escolhidos. Para reconhecer o ceratocone, o mapa completo ajuda mais: no estudo original do índice ART, o ritmo de afinamento em volta do ponto mais fino separou córneas normais de córneas com ceratocone melhor do que a espessura medida num ponto só.[14]
Ter a córnea fina quer dizer que ela mede menos que a média, que fica perto de 534 µm no ponto mais fino em olhos normais, com variação de cerca de 30 µm para mais ou para menos.[6] Uma córnea fina pode ser só uma característica da pessoa. O que sugere ceratocone é o afinamento concentrado num ponto ou que aumenta de um exame para o outro. A espessura também pesa em outras decisões: quem pode fazer cirurgia refrativa,[1] se a córnea comporta o crosslinking padrão, recomendado a partir de 400 µm,[9] e a avaliação do glaucoma. Num grande estudo americano com pessoas de pressão ocular alta, a córnea central mais fina foi um forte sinal de risco para o glaucoma aparecer.[16]
Na rede, a paquimetria é feita no Tatuapé e na Lapa e custa, pelos dois olhos, R$ 110 à vista, R$ 140 no cartão ou R$ 77 no Pix pelo site (particular, 2026; valor final confirmado na avaliação). O preparo é ficar 24 horas sem lente de contato. Os detalhes estão na página da paquimetria.
Quem precisa fazer tomografia de córnea?
A tomografia costuma ser indicada nestes casos:
- suspeita de ceratocone: astigmatismo que aumenta, troca frequente de óculos, visão que não fica boa com a receita nova ou imagem dupla num olho;[17]
- parentes de primeiro grau de quem tem ceratocone: num rastreio com tomografia, 12,3% deles tinham a doença;[18]
- quem coça muito os olhos: num estudo brasileiro com 521 jovens adultos, coçar os olhos esteve ligado a uma chance cerca de 20 vezes maior de ceratocone;[12]
- pessoas com síndrome de Down: num estudo, 26,3% tinham ceratocone, e os autores recomendam o rastreio com tomografia;[19]
- quem vai fazer LASIK ou PRK, e quem vai operar catarata com a córnea irregular;[1][4]
- quem já tem ceratocone, para acompanhar a evolução.
O ceratocone sem diagnóstico é mais comum do que se imagina. No estudo Raine, 1 em cada 84 jovens de 20 anos tinha a doença pela tomografia.[3] No estudo brasileiro, entre pessoas que não sabiam ter o problema, 1,0% dos olhos tinha ceratocone e 4,2% tinham suspeita.[12] Para entender a doença, veja o guia completo do ceratocone, o artigo sobre coçar os olhos e o que se sabe sobre ceratocone e hereditariedade.
Com que frequência repetir a tomografia?
Na rede, quem acompanha ceratocone costuma repetir a tomografia de córnea a cada 4 meses. Quando a piora fica documentada, o crosslinking é indicado. Em crianças, a rede costuma indicar o crosslinking já no diagnóstico.
Nem todo ceratocone piora: autores belgas que revisaram estudos clínicos anteriores citam que 20% a 30% dos casos são progressivos.[20] Mas a piora pode ser rápida. Num estudo com 96 pessoas na fila do crosslinking, 39,6% dos olhos pioraram durante a espera, que durou em média 153 dias.[21] Uma metanálise com 11.529 olhos mostrou que jovens e córneas mais curvas progridem mais e recomenda acompanhamento mais próximo abaixo de 17 anos e com curvatura máxima acima de 55 D.[22]
Para comparar um exame com o outro, o ideal é usar o mesmo aparelho[5] e considerar a variação natural da medida.[15] Acompanhar de perto ajuda a tratar antes que a córnea afine abaixo dos 400 µm recomendados para o crosslinking padrão.[9]
- 1Diagnóstico do ceratocone.
- 2Tomografia de controle, em geral a cada 4 meses.
- 3Estável: segue o controle.
- 4Piorou (seta tracejada): a piora documentada leva ao tratamento.
- 5Crosslinking no MIRA, o hospital próprio da rede.
- 6Em crianças, o crosslinking costuma ser indicado já no diagnóstico.
Quanto custa uma tomografia de córnea?
Na rede, a tomografia de córnea é feita só no MIRA Hospital Oftalmológico, o hospital próprio da rede, e só como particular. O valor cobre os dois olhos, num exame só: R$ 260 à vista no MIRA, R$ 363 no cartão em até 10 vezes ou R$ 220 no Pix pelo site, com pagamento antecipado na marcação (particular, 2026; valor final confirmado na avaliação).
Para marcar e pagar, use a marcação de exame do site. Os detalhes do exame estão na página da tomografia de córnea, e os demais valores, na tabela de preços. Se você ainda não passou por consulta, pode marcar a consulta nas unidades (R$ 180 à vista ou no Pix, R$ 200 no cartão; particular, 2026; valor final confirmado na avaliação).
O plano de saúde cobre o exame Pentacam?
Na rede, nenhum plano de saúde cobre a tomografia de córnea: o exame é só particular. Em outros serviços, a cobertura depende do contrato do seu plano; confirme com a operadora antes de marcar.
O SUS cobre o exame Pentacam?
Nenhuma unidade da rede nem o MIRA atende pelo SUS. A oferta do exame pelo SUS depende de cada serviço público e da regulação local. Quem é atendido pelo SUS deve perguntar na unidade básica de saúde sobre o encaminhamento para exames de córnea.
Referências
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Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Revisado em AAAA-MM-DD. Conteúdo educativo; não substitui a consulta, o exame dos olhos e a orientação individual do seu médico.
Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.