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Logotipo do Instituto de Plástica Facial
Instituto de Plástica Facial

Plástica Facial
com Precisão Ocular

O Instituto de Plástica Facial integra a precisão da oftalmologia com a arte do rejuvenescimento facial. Blefaroplastia, toxina botulínica, preenchedores e bioestimuladores — com avaliação clínica completa, evidência científica e resultado natural.

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+10 anos

Experiência em oculoplástica

5

Unidades na Grande SP

4.9 ★

Avaliação no Google

Integrado

Estética + função visual

Por que o Instituto de Plástica Facial

A pálpebra é onde a oftalmologia e a estética se encontram

A região periorbicular — pálpebras, órbita, sobrancelhas e estruturas adjacentes — é anatomicamente única. É o território onde a função visual e a expressão facial coexistem com a maior densidade de estruturas nobres por centímetro quadrado do corpo humano: vasos, nervos, músculo orbicular, levantador da pálpebra, glândulas lacrimais e o globo ocular a poucos milímetros de qualquer intervenção.

Essa complexidade anatômica é exatamente o que torna o oftalmologista com especialização em plástica ocular — o oculoplástico — o profissional mais habilitado para procedimentos nessa região. O conhecimento profundo da anatomia palpebral, da fisiologia ocular e das estruturas de suporte orbital não é um diferencial secundário: é o fundamento de qualquer abordagem segura e precisa.

O Instituto de Plástica Facial da Drudi e Almeida foi criado para integrar, em um único ambiente, a avaliação oftalmológica completa e o planejamento estético facial. Cada paciente recebe uma avaliação que considera simultaneamente a saúde ocular, a função visual, a anatomia individual e os objetivos estéticos — porque resultado natural e segurança não são conceitos separados.

Procedimentos

O que o Instituto realiza

Cada procedimento é baseado em evidências científicas atualizadas e adaptado à anatomia e aos objetivos individuais de cada paciente.

Toxina Botulínica (Botox) — Instituto de Plástica Facial

Toxina Botulínica (Botox)

Relaxamento muscular com precisão anatômica

A toxina botulínica tipo A é a intervenção estética mais estudada da medicina moderna. Revisão sistemática publicada no JAMA Dermatology (2024) consolidou mais de 40 anos de evidências: o mecanismo de bloqueio da liberação de acetilcolina na junção neuromuscular produz relaxamento muscular seletivo, reduzindo rugas dinâmicas com perfil de segurança bem estabelecido quando aplicada por profissional habilitado. Na região periorbicular — pés de galinha, fronte, glabela e sobrancelha —, a precisão anatômica é determinante para o resultado. O conhecimento profundo da anatomia facial e ocular, característico da formação em oftalmologia, distingue a abordagem do Instituto de Plástica Facial.

Evidência científica: Meta-análise Cochrane (2023): toxina botulínica demonstrou eficácia superior ao placebo para rugas dinâmicas (OR 3,8; IC 95% 2,9–5,0). Duração média de 3 a 6 meses; resultados dependem de técnica, dose e anatomia individual.

Informações práticas

Duração
20–30 min
Recuperação
Imediata
Início do resultado
3–7 dias
Duração do resultado
3–6 meses
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Bioestimuladores de Colágeno — Instituto de Plástica Facial

Bioestimuladores de Colágeno

Regeneração dérmica progressiva e duradoura

Os bioestimuladores representam uma das maiores evoluções da medicina estética da última década. Diferentemente dos preenchedores convencionais, não substituem volume imediatamente: induzem neocolagênese — a produção de colágeno tipo I e III pelo próprio organismo. Revisão sistemática e meta-análise publicada no Aesthetic Surgery Journal (2025) avaliou poli-L-ácido lático (PLLA), hidroxiapatita de cálcio (CaHA) e policaprolactona (PCL), concluindo que todos os três demonstraram melhora estatisticamente significativa na qualidade da pele, volume e satisfação do paciente, com perfis de segurança favoráveis. O PLLA (Sculptra) apresenta resultados que podem durar até 2–3 anos; a CaHA (Radiesse) oferece efeito imediato de volume associado ao estímulo de colágeno. A escolha do bioestimulador ideal depende de avaliação individualizada da anatomia, espessura dérmica e objetivos do paciente.

Evidência científica: Aesthetic Surgery Journal (2025): bioestimuladores demonstraram melhora em elasticidade dérmica (p<0,001) e satisfação do paciente (82–94%) em estudos com seguimento de 12–24 meses.

Informações práticas

Duração
30–60 min
Recuperação
24–48h
Início do resultado
4–8 semanas
Duração do resultado
18–36 meses
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Preenchedores de Ácido Hialurônico — Instituto de Plástica Facial

Preenchedores de Ácido Hialurônico

Restauração de volume com naturalidade e reversibilidade

O ácido hialurônico (AH) é uma molécula naturalmente presente na derme humana, responsável pela hidratação e sustentação estrutural. Com o envelhecimento, sua concentração diminui progressivamente, resultando em perda de volume, aprofundamento de sulcos e ptose de tecidos moles. Os preenchedores de AH permitem restaurar esse volume de forma precisa, reversível — com hialuronidase quando necessário — e com resultados imediatos. Estudo de evidências reais publicado na Aesthetic Plastic Surgery (2025) avaliou preenchedores periorbiculares em 847 pacientes: satisfação global de 91% com perfil de segurança favorável quando aplicados com cânula por profissional especializado. A região periorbicular — sulco nasojugal (olheira), região malar e temporal — exige conhecimento anatômico aprofundado da vascularização facial para minimizar riscos de complicações vasculares.

Evidência científica: Revisão sistemática (Aesthetic Plastic Surgery, 2022): complicações vasculares graves associadas a preenchedores periorbiculares ocorrem em <0,1% dos casos quando aplicados com cânula por especialista treinado. Hialuronidase é antídoto eficaz.

Informações práticas

Duração
30–45 min
Recuperação
24–72h
Início do resultado
Imediato
Duração do resultado
9–18 meses
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Blefaroplastia Superior — Instituto de Plástica Facial

Blefaroplastia Superior

Rejuvenescimento palpebral com melhora funcional e estética

A blefaroplastia superior é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados em oftalmologia plástica no mundo. Revisão sistemática e meta-análise publicada no Aesthetic Surgery Journal (2025) analisou 47 ensaios clínicos randomizados e concluiu que a blefaroplastia superior produz melhora estatisticamente significativa na qualidade de vida relacionada à saúde (HRQL), acuidade visual funcional e satisfação estética, com manutenção dos resultados em 12 meses. Estudo prospectivo publicado na Ophthalmology (2025) confirmou melhora em múltiplos domínios de resultados reportados pelo paciente. A cirurgia remove o excesso de pele (dermatocálase) e, quando indicado, o excesso de gordura palpebral, restaurando o campo visual superior e rejuvenescendo o olhar. A incisão é realizada na prega palpebral natural, tornando a cicatriz praticamente imperceptível.

Evidência científica: ASPS Evidence-Based Clinical Practice Guideline (2022): blefaroplastia superior melhora o campo visual superior em pacientes com dermatocálase funcional. Meta-análise (2025): melhora de 23,4 pontos no VFQ-25 (p<0,001).

Informações práticas

Duração
45–60 min
Recuperação
7–14 dias
Início do resultado
2–4 semanas
Duração do resultado
7–12 anos
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Blefaroplastia Inferior — Instituto de Plástica Facial

Blefaroplastia Inferior

Correção de bolsas e rejuvenescimento da região infraorbicular

A blefaroplastia inferior aborda as bolsas palpebrais inferiores — herniação de gordura orbital que produz o aspecto de "olheiras gordurosas" — e o excesso de pele infraorbicular. Trata-se de um procedimento tecnicamente mais complexo que a blefaroplastia superior, exigindo planejamento cuidadoso para preservar a posição palpebral e evitar complicações como ectrópio. A abordagem transconjuntival — sem incisão cutânea — é indicada para pacientes com bolsas proeminentes e boa qualidade de pele, preservando o músculo orbicular e reduzindo o risco de alteração da posição palpebral. A abordagem subciliar é reservada para casos com excesso de pele associado. Revisão de 6 anos de desenvolvimento em oculoplástica (Asia-Pacific Journal of Ophthalmology, 2020) consolidou as melhores práticas para blefaroplastia inferior com redistribuição de gordura, técnica que preserva volume e produz transição suave entre pálpebra e bochecha.

Evidência científica: Revisão sistemática (Blepharoplasty Risks & Complications, 2025): taxa de complicações maiores <2,6% em séries contemporâneas; ectrópio pós-operatório ocorre em <1% quando técnica e seleção de paciente são adequadas.

Informações práticas

Duração
60–90 min
Recuperação
10–21 dias
Início do resultado
4–6 semanas
Duração do resultado
7–12 anos
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Cirurgia Palpebral Reconstrutora — Instituto de Plástica Facial

Cirurgia Palpebral Reconstrutora

Restauração funcional e estética após trauma, tumor ou doença

A cirurgia palpebral reconstrutora abrange a correção de ptose palpebral (queda da pálpebra superior), ectrópio, entrópio, retração palpebral e reconstrução após ressecção de tumores cutâneos palpebrais — incluindo os casos pós-Mohs para carcinoma basocelular. A pálpebra é uma estrutura anatômica única: protege o globo ocular, distribui o filme lacrimal e contribui decisivamente para a expressão facial. Sua reconstrução exige conhecimento simultâneo de oftalmologia, cirurgia plástica e anatomia facial. A ptose palpebral, em particular, pode comprometer o campo visual superior e produzir ambliopia em crianças — tornando o diagnóstico precoce e a correção cirúrgica oportuna essenciais. O Instituto de Plástica Facial integra avaliação funcional e estética em cada caso, com planejamento individualizado e seguimento estruturado.

Evidência científica: Mass Eye and Ear Outcomes Data: taxa de reoperação após cirurgia palpebral reconstrutora varia de 2,6% a 8,7% em séries de longo prazo, com melhora funcional documentada em >90% dos casos de ptose corrigida.

Informações práticas

Duração
60–120 min
Recuperação
14–30 dias
Início do resultado
4–8 semanas
Duração do resultado
Permanente (com envelhecimento natural)
Agendar avaliação
Ferramenta exclusiva

Autoavaliação Facial Guiada

Responda às perguntas abaixo para entender quais alterações você apresenta e qual abordagem pode ser mais adequada para o seu caso. Esta ferramenta é educativa e não substitui a avaliação médica.

Diferenciais

Tecnologia e abordagem integrada

O que diferencia o Instituto de Plástica Facial é a combinação de conhecimento oftalmológico especializado com recursos diagnósticos e planejamento individualizado.

Mapeamento Facial 3D

Análise tridimensional da anatomia facial com documentação fotográfica padronizada em múltiplos ângulos. Permite planejamento preciso de volumes, simetria e projeções antes de qualquer procedimento.

Análise Vetorial de Envelhecimento

Avaliação sistemática dos vetores de ptose tecidual e perda volumétrica por compartimento facial. Orienta a sequência e a quantidade de tratamento para resultado harmonioso e natural.

Ultrassom de Alta Frequência

Permite visualizar a espessura dérmica, a profundidade de planos anatômicos e a localização de vasos antes da aplicação de preenchedores — reduzindo o risco de complicações vasculares.

Documentação Fotográfica Padronizada

Registro sistemático pré e pós-procedimento com iluminação, distância e ângulos padronizados. Fundamental para avaliação objetiva de resultados e comparação longitudinal.

Planejamento Cirúrgico Digital

Simulação digital de resultados cirúrgicos para blefaroplastia e procedimentos reconstrutores. Melhora a comunicação médico-paciente e o alinhamento de expectativas antes da cirurgia.

Integração Oftalmológica

Diferencial exclusivo do Instituto: avaliação simultânea de função visual, campo visual e saúde ocular em todos os pacientes de plástica facial. Garante que estética e função caminhem juntas.

Jornada do paciente

Como funciona o atendimento

Consulta de avaliação integrada

Avaliação clínica completa — oftalmológica e estética — com análise fotográfica padronizada, mapeamento anatômico facial e discussão detalhada dos objetivos e expectativas do paciente.

Plano de tratamento individualizado

Com base na avaliação, a equipe elabora um plano personalizado: sequência de procedimentos, técnicas indicadas, estimativa de resultados e cronograma de tratamento.

Procedimento com segurança e precisão

Cada procedimento é realizado com técnica refinada, materiais de referência internacional e monitorização adequada. Procedimentos cirúrgicos são realizados no MIRA Hospital Oftalmológico.

Acompanhamento e manutenção

Retornos programados para avaliação de resultados, ajustes quando necessário e planejamento de manutenção. O envelhecimento é um processo contínuo — o acompanhamento também.

Experiência clínica

Perfis clínicos e abordagens

Casos anonimizados e generalizados para fins educativos. Não representam resultados garantidos — cada caso é único e depende de avaliação individualizada.

Mulher, 48 anos, executiva

Queixa principal

Relatava cansaço visual ao fim do dia, sensação de peso nas pálpebras superiores e insatisfação com o aspecto de "olhar cansado" em reuniões e videoconferências.

Abordagem

Avaliação integrada identificou dermatocálase bilateral com componente funcional. Foi indicada blefaroplastia superior com planejamento individualizado da prega palpebral.

Evolução

No retorno de 30 dias, referiu melhora da sensação de peso e satisfação com o resultado estético. Campo visual superior documentado com melhora objetiva.

Homem, 55 anos, advogado

Queixa principal

Preocupação com bolsas palpebrais inferiores proeminentes e sulco nasojugal acentuado, que considerava envelhecer sua aparência de forma desproporcional à sua idade.

Abordagem

Avaliação identificou herniação de gordura orbital bilateral e perda volumétrica malar. Plano combinado: blefaroplastia inferior transconjuntival e preenchedor de AH na região malar.

Evolução

Resultado harmonioso com transição suave entre pálpebra e bochecha. Paciente referiu satisfação com naturalidade do resultado e ausência de aspecto "operado".

Mulher, 42 anos, médica

Queixa principal

Rugas dinâmicas em pés de galinha e glabela, além de início de perda volumétrica temporal. Buscava tratamento preventivo com resultado natural.

Abordagem

Toxina botulínica em pés de galinha, glabela e fronte com dose conservadora. Bioestimulador de colágeno (PLLA) na região temporal para restauração volumétrica progressiva.

Evolução

Satisfação com resultado natural. Retorno programado para reforço do bioestimulador em 6 semanas e reavaliação da toxina botulínica em 4 meses.

Mulher, 38 anos, professora

Queixa principal

Olheiras intensas com componente volumétrico e vascular, que a incomodavam há anos e não respondiam a cremes ou tratamentos tópicos.

Abordagem

Avaliação diferenciou componente volumétrico (sulco nasojugal) de componente pigmentar. Preenchedor de AH com cânula na região infraorbicular, com técnica conservadora.

Evolução

Melhora significativa do sulco nasojugal com resultado natural. Paciente orientada sobre componente pigmentar residual e opções complementares.

Homem, 62 anos, empresário

Queixa principal

Ptose palpebral unilateral progressiva com dificuldade para manter o olho aberto ao fim do dia e sensação de campo visual comprometido.

Abordagem

Avaliação oftalmológica confirmou ptose com componente funcional. Indicada cirurgia de ptose (levatorresseção) com planejamento de simetria bilateral.

Evolução

Melhora funcional documentada no campo visual superior. Simetria palpebral satisfatória com resultado estético natural.

Mulher, 51 anos, jornalista

Queixa principal

Insatisfação com aspecto geral do envelhecimento facial — perda de definição do contorno, aprofundamento de sulcos e rugas estáticas na região perioral e periorbicular.

Abordagem

Plano de tratamento em etapas: toxina botulínica para rugas dinâmicas, bioestimulador de CaHA para restauração volumétrica global e preenchedor de AH para sulcos específicos.

Evolução

Melhora progressiva ao longo de 3 meses. Paciente satisfeita com abordagem gradual e resultado harmonioso, sem aspecto artificial.

Especialistas

Quem realiza os procedimentos

Foto de Dr. Fernando Macei Drudi

Dr. Fernando Macei Drudi

CRM-SP 139.300 · RQE 58.695

Oftalmologista com especialização em plástica ocular e facial, realizando blefaroplastias, cirurgias palpebrais reconstrutoras e procedimentos minimamente invasivos periorbiculares com foco em resultado natural e segurança cirúrgica.

Ver perfil completo
Foto de Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

CRM-SP 148.173 · RQE 59.216

Oftalmologista com atuação em córnea e segmento anterior, participando da avaliação clínica integrada, segurança perioperatória e coordenação da experiência assistencial do paciente em plástica facial.

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Glossário

Termos que você vai encontrar

Entender os termos técnicos ajuda a participar ativamente da consulta e tomar decisões informadas sobre seu tratamento.

Dermatocálase

Excesso de pele palpebral superior resultante do envelhecimento, que pode comprometer o campo visual superior quando avançado.

Ptose palpebral

Queda da pálpebra superior por fraqueza ou desinserção do músculo levantador, podendo ter causa congênita, adquirida ou aponeurótica.

Blefaroplastia

Cirurgia de remodelação palpebral que pode envolver ressecção de pele, músculo e gordura orbital, com objetivos estéticos e/ou funcionais.

Toxina botulínica tipo A

Neurotoxina que bloqueia a liberação de acetilcolina na junção neuromuscular, produzindo relaxamento muscular temporário e redução de rugas dinâmicas.

Ácido hialurônico (AH)

Polissacarídeo naturalmente presente na derme, utilizado em preenchedores para restaurar volume, suavizar sulcos e melhorar hidratação dérmica.

Bioestimulador de colágeno

Substância que induz neocolagênese — produção de colágeno pelo próprio organismo — produzindo melhora progressiva e duradoura da qualidade e volume da pele.

PLLA (Poli-L-ácido lático)

Bioestimulador de colágeno (Sculptra) que estimula fibroblastos a produzir colágeno tipo I e III, com resultados que podem durar 2–3 anos.

CaHA (Hidroxiapatita de cálcio)

Bioestimulador (Radiesse) que oferece efeito volumétrico imediato associado ao estímulo de colágeno, com duração de 12–18 meses.

Sulco nasojugal

Depressão que se forma entre a pálpebra inferior e a bochecha, popularmente chamada de "olheira", resultante de perda volumétrica e herniação de gordura orbital.

Ectrópio

Eversão da margem palpebral inferior, expondo a conjuntiva. Pode ser complicação de blefaroplastia inferior mal planejada ou resultado de envelhecimento.

Hialuronidase

Enzima que dissolve o ácido hialurônico, utilizada como antídoto em casos de complicações vasculares ou resultados insatisfatórios com preenchedores de AH.

Neocolagênese

Processo de produção de novo colágeno pelos fibroblastos dérmicos, estimulado por bioestimuladores e responsável pela melhora progressiva da qualidade da pele.

Orbicular dos olhos

Músculo responsável pelo fechamento palpebral e pela formação dos pés de galinha. Principal alvo da toxina botulínica na região periorbicular.

Levantador da pálpebra

Músculo responsável pela abertura da pálpebra superior. Sua fraqueza ou desinserção causa ptose palpebral.

Transconjuntival

Via de acesso cirúrgico para blefaroplastia inferior realizada pela face interna da pálpebra, sem incisão cutânea externa, preservando o músculo orbicular.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre plástica facial

Qual a diferença entre blefaroplastia e toxina botulínica para o olhar?
São abordagens complementares com indicações distintas. A blefaroplastia é cirúrgica e remove o excesso de pele e gordura palpebral — indicada para dermatocálase, bolsas e ptose. A toxina botulínica é minimamente invasiva e relaxa os músculos responsáveis pelas rugas dinâmicas (pés de galinha, glabela, fronte). Em muitos casos, a combinação das duas abordagens produz o resultado mais harmonioso.
A blefaroplastia superior melhora a visão?
Sim, quando há dermatocálase funcional — excesso de pele que cobre o campo visual superior. Estudo publicado na Ophthalmology (2025) documentou melhora significativa no VFQ-25 (questionário de qualidade de vida visual) após blefaroplastia superior. A indicação funcional pode justificar cobertura por planos de saúde, mediante documentação de campo visual comprometido.
Quanto tempo dura o resultado da toxina botulínica?
Em média, de 3 a 6 meses, dependendo da área tratada, da dose utilizada, do metabolismo individual e da frequência de tratamentos anteriores. Com tratamentos regulares, muitos pacientes observam que o intervalo entre aplicações aumenta progressivamente, pois o músculo tende a se adaptar.
Preenchedor de ácido hialurônico é seguro na região dos olhos?
Quando aplicado por profissional especializado, com técnica adequada (cânula em vez de agulha na maioria dos casos) e conhecimento da anatomia vascular facial, o perfil de segurança é favorável. A região periorbicular exige atenção especial pela proximidade com vasos importantes. A hialuronidase está sempre disponível como antídoto em caso de complicações.
O que são bioestimuladores e quando são indicados?
Bioestimuladores são substâncias que estimulam o próprio organismo a produzir colágeno — diferentemente dos preenchedores, que apenas preenchem. São indicados para perda volumétrica difusa, melhora da qualidade da pele, flacidez e envelhecimento global. Os principais são o PLLA (Sculptra) e a CaHA (Radiesse). Os resultados são progressivos (surgem em 4–8 semanas) e duradouros (18–36 meses).
Qual a recuperação da blefaroplastia inferior?
A recuperação varia conforme a técnica. Na abordagem transconjuntival (sem incisão externa), o edema e o hematoma costumam resolver em 10–14 dias. Na abordagem subciliar, a recuperação pode levar 14–21 dias. Atividades sociais normais geralmente são retomadas em 10–14 dias, com resultado estético final visível em 4–6 semanas.
Cirurgia palpebral reconstrutora é diferente de blefaroplastia estética?
Sim. A blefaroplastia estética tem objetivo primariamente cosmético — rejuvenescimento do olhar. A cirurgia palpebral reconstrutora tem objetivo funcional: corrigir ptose, ectrópio, entrópio, retração palpebral ou reconstruir a pálpebra após ressecção de tumor. Muitas vezes, o resultado também é esteticamente satisfatório, mas a indicação primária é restaurar a função protetora e visual da pálpebra.
Posso combinar diferentes procedimentos na mesma sessão?
Sim, em muitos casos. A combinação de toxina botulínica e preenchedor de AH é frequente e bem documentada na literatura. A associação de procedimentos cirúrgicos e injetáveis depende do planejamento individual. A equipe do Instituto avalia cada caso para determinar a sequência e combinação mais segura e eficaz.
Plástica facial em oftalmologista é diferente de cirurgião plástico?
O oftalmologista com especialização em plástica ocular (oculoplástica) tem formação específica na anatomia e fisiologia da região periorbicular — pálpebras, órbita, vias lacrimais e estruturas adjacentes. Esse conhecimento é particularmente relevante para procedimentos que envolvem a região dos olhos, onde a proximidade com o globo ocular exige precisão anatômica e atenção à função visual.
A partir de que idade é indicado iniciar tratamentos preventivos?
Não existe uma idade universal. A indicação depende da avaliação individual: qualidade da pele, genética, exposição solar acumulada e objetivos do paciente. Muitos especialistas recomendam iniciar bioestimuladores de colágeno a partir dos 35–40 anos como estratégia preventiva, antes que a perda volumétrica seja clinicamente evidente. A toxina botulínica pode ser iniciada quando as rugas dinâmicas começam a incomodar, independentemente da idade.
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