Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–13h
Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Respostas curtas sobre consulta, exames, doenças e cirurgias dos olhos e sobre o atendimento na Drudi e Almeida. Cada resposta leva à página que trata do assunto.

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia), com residência em Oftalmologia e fellowship de 3 anos em retina e cirurgia de catarata no HSPE. Atualizado em . Ver o perfil do Dr. Fernando. Como revisamos o conteúdo.

51 perguntas respondidas · 11 temas
Como agendar uma consulta na Drudi e Almeida?

Pelo agendamento on-line do site, pelo WhatsApp (11) 91298-8844 ou pelo telefone (11) 5430-2421. As cinco unidades (Santana, Tatuapé, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos) atendem de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Saiba mais: Agendar on-line
A Drudi e Almeida aceita convênio?

Sim. A rede atende Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde. Os convênios aceitos variam por unidade, e a cobertura de cada exame ou cirurgia depende do plano. A Ameplan Saúde é marcada pela recepção ou pelo telefone (11) 5430-2421, com a guia da operadora. Para conferir o seu plano, ligue (11) 5430-2421.

Saiba mais: Convênios aceitos em cada unidade
Qual é o valor de uma consulta oftalmológica particular?

A consulta particular custa R$ 180 no Pix ou R$ 200 no cartão, o mesmo valor nas cinco unidades. Ela inclui medida da visão e do grau dos óculos, medida da pressão dos olhos, exame de fundo de olho, com dilatação quando o médico indicar e orientação do médico sobre o que fazer a seguir. Exames complementares, como OCT e campo visual, são cobrados à parte, pela tabela de preços. Pelo convênio, valem as regras do seu plano. No agendamento on-line, o valor aparece antes de você confirmar.

Saiba mais: Ver horários e agendar
Preciso de encaminhamento médico para consultar na Drudi e Almeida?

Para a consulta particular, não. Pelo convênio, depende do plano: alguns pedem guia ou encaminhamento. A Ameplan exige a guia autorizadora antes da consulta.

Saiba mais: Regras de cada convênio
Quanto tempo demora a primeira consulta?

Reserve um tempo a mais se houver dilatação da pupila: o colírio precisa agir antes do exame de fundo de olho. A consulta inclui a medida da visão e do grau, a pressão do olho, o exame com a lâmpada de fenda e o fundo de olho. Com a pupila dilatada, a visão de perto fica embaçada e a claridade incomoda por algumas horas; por isso, não dirija depois.

Saiba mais: Consulta com oftalmologista: valores, convênios e unidades
Tem estacionamento? Tem acessibilidade?

As cinco unidades têm acessibilidade para quem tem mobilidade reduzida. Estacionamento: Santana: estacionamento rotativo na própria Rua Dr. César; Tatuapé: estacionamento conveniado perto da unidade; Lapa: estacionamento rotativo na Rua Barão de Jundiaí e arredores; São Miguel Paulista: estacionamento rotativo na Rua Beraldo Marcondes e arredores; Guarulhos: estacionamento rotativo na Rua Sete de Setembro e arredores.

Saiba mais: Endereços e como chegar
Posso ir à consulta de óculos escuros após exame com dilatação?

Sim, traga óculos de sol. Depois da dilatação, a claridade incomoda por algumas horas e a visão de perto fica embaçada. Se puder, venha acompanhado ou use transporte por aplicativo, e não dirija na volta.

Saiba mais: Como é o exame com a pupila dilatada
O que é cirurgia de catarata e como funciona?

A cirurgia retira o cristalino opaco e coloca no lugar uma lente intraocular. A técnica é a facoemulsificação: o cristalino é fragmentado por ultrassom e aspirado por uma incisão pequena, que em geral dispensa pontos. A cirurgia dura, em média, de 15 a 20 minutos por olho, é feita com anestesia local e sedação no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, e a pessoa vai para casa no mesmo dia.

Saiba mais: Instituto da Catarata
A cirurgia de catarata é coberta pelo convênio?

Pode ser, com autorização prévia do convênio. A indicação sai da consulta, a operadora autoriza o procedimento e a equipe agenda a cirurgia no MIRA Hospital Oftalmológico. O que o plano cobre na lente intraocular depende do seu contrato; as opções são explicadas antes de qualquer decisão. A rede faz a cirurgia de catarata pelos convênios Bradesco Saúde, Amil, Prevent Senior, Mediservice, Instituto Pró-PM e Ameplan Saúde.

Saiba mais: O que cada convênio cobre
Qual a diferença entre lente monofocal, multifocal e EDOF?

A monofocal corrige a visão para uma distância, em geral para longe, e os óculos ficam para perto. A multifocal (ou trifocal) divide a luz em focos para longe, meia distância e perto, para depender menos dos óculos, e pode trazer halos e reflexos à noite. A de foco estendido (EDOF) dá visão de longe e de meia distância, com menos halos que a multifocal. A tórica corrige também o astigmatismo. A escolha depende do exame, da biometria e de como a pessoa usa a visão no dia a dia.

Saiba mais: Portal das Lentes: os tipos de lente intraocular
Quais são os riscos da cirurgia de catarata?

A cirurgia de catarata tem baixa taxa de complicações graves quando bem indicada e acompanhada. A infecção dentro do olho (endoftalmite) é rara: nos grandes registros, aconteceu em cerca de 4 a cada 10 mil cirurgias. Também podem acontecer inflamação, aumento da pressão do olho e inchaço da mácula, em geral tratados com colírios. Meses ou anos depois, parte dos pacientes tem a catarata secundária: a cápsula que sustenta a lente fica embaçada e é tratada com o laser YAG, no MIRA Hospital Oftalmológico.

Saiba mais: Cirurgia de catarata: como funciona, riscos e recuperação
Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de catarata?

Na primeira semana, é comum a visão ficar um pouco embaçada e a claridade incomodar. Os colírios são usados pelo tempo que o médico orientar, e nas primeiras semanas evite esforço físico intenso, piscina e coçar o olho. Os retornos acompanham a recuperação até a visão se estabilizar; o grau dos óculos, quando necessário, é medido depois disso.

Saiba mais: Cuidados no pós-operatório da catarata
Posso operar os dois olhos no mesmo dia?

Na maior parte dos casos, os olhos são operados em dias diferentes, com o intervalo que o médico definir depois de ver como o primeiro olho se recuperou. A cirurgia dos dois olhos no mesmo dia existe e é feita em casos selecionados, com cuidados de assepsia separados para cada olho; a decisão é individual.

Saiba mais: Catarata nos dois olhos no mesmo dia
A cirurgia de catarata elimina a necessidade de óculos?

Depende da lente. Com a monofocal, a visão de longe costuma dispensar os óculos, e eles ficam para perto. As lentes multifocais e de foco estendido diminuem a dependência dos óculos no dia a dia, mas nem todos ficam sem eles. A tórica corrige o astigmatismo. A lente é escolhida depois do exame completo e da conversa sobre como você usa a visão.

Saiba mais: Lentes e valores no Instituto da Catarata
O que é ceratocone e quais são os sintomas?

O ceratocone é uma doença em que a córnea afina e vai tomando a forma de um cone. A visão fica embaçada e distorcida, a claridade incomoda, aparecem halos em volta das luzes e o grau, principalmente o astigmatismo, muda com frequência. Costuma começar na adolescência ou no início da vida adulta, e coçar os olhos piora.

Saiba mais: Guia do ceratocone
O crosslinking cura o ceratocone?

Não. O crosslinking não cura o ceratocone nem tira o grau: ele enrijece a córnea para frear a progressão, com colírio de riboflavina (vitamina B2) e luz ultravioleta A. É indicado quando os exames seriados mostram que a doença está avançando, e a indicação depende da espessura da córnea, da idade e da fase da doença. A Dra. Priscilla Almeida atende ceratocone, e o crosslinking é feito no MIRA Hospital Oftalmológico.

Saiba mais: Instituto do Ceratocone
Qual é a diferença entre crosslinking epitélio-off e epitélio-on?

Na técnica epitélio-off, a camada superficial da córnea (o epitélio) é retirada para a riboflavina penetrar melhor; é a técnica com mais estudos. Na epitélio-on (transepitelial), o epitélio é mantido, o pós-operatório costuma incomodar menos e a recuperação é mais rápida, mas o efeito tende a ser menor. A escolha depende da espessura da córnea, da fase do ceratocone e da avaliação do médico.

Saiba mais: Crosslinking de córnea no ceratocone
Lentes de contato ajudam no ceratocone?

Sim. No ceratocone, as lentes de contato especiais costumam dar mais visão que os óculos. As rígidas gás-permeáveis criam uma superfície regular sobre a córnea irregular; as esclerais se apoiam no branco do olho e costumam ser mais confortáveis em córneas muito irregulares; as híbridas têm centro rígido e borda macia. A Dra. Priscilla Almeida faz a adaptação de lentes especiais para ceratocone.

Saiba mais: Lentes especiais no Instituto do Ceratocone
O glaucoma tem cura?

Não tem cura, mas tem tratamento: baixar a pressão do olho protege o nervo óptico e serve para frear a progressão. A visão que já foi perdida não volta, por isso o diagnóstico cedo importa. O campo visual computadorizado e o OCT do nervo óptico encontram o glaucoma antes de a pessoa notar a perda de visão. O tratamento usa colírios, laser (a trabeculoplastia seletiva, SLT) e, quando eles não bastam, cirurgia.

Saiba mais: Instituto do Glaucoma
Quais são os sintomas do glaucoma?

O glaucoma de ângulo aberto, o mais comum, não dá sintomas no começo nem nas fases intermediárias. Quando a pessoa percebe, já há perda de visão que não volta. Por isso o exame da pressão do olho e do nervo óptico é recomendado a partir dos 40 anos, ou antes para quem tem glaucoma na família, miopia alta ou diabetes. Dor forte em um olho, olho vermelho e halos em volta das luzes podem ser crise de ângulo fechado, que é urgência.

Saiba mais: Sintomas de glaucoma e sinais de alerta
Pressão ocular alta significa glaucoma?

Não necessariamente. A pressão alta do olho (hipertensão ocular) é o principal fator de risco que se pode tratar, mas não é a doença. Há glaucoma com a pressão normal e há quem tenha a pressão alta e nunca desenvolva glaucoma. O diagnóstico depende da avaliação completa: medida da pressão, gonioscopia, campo visual e OCT do nervo óptico.

Saiba mais: Pressão ocular alta e hipertensão ocular
O glaucoma é hereditário?

A história familiar pesa. Num grande estudo americano, ter um irmão com glaucoma deixou a chance cerca de 3,7 vezes maior, e ter pai ou mãe, cerca de 2,2 vezes. Outros fatores de risco são a idade acima de 60 anos, a miopia alta, o diabetes, o uso prolongado de corticoide e a córnea fina. Quem tem esses fatores deve fazer o exame no intervalo que o oftalmologista indicar.

Saiba mais: Fatores de risco no Instituto do Glaucoma
Quais são as opções de tratamento para o glaucoma?

O tratamento baixa a pressão do olho para proteger o nervo óptico. As opções são os colírios (análogos de prostaglandina, betabloqueadores, inibidores da anidrase carbônica e alfa-agonistas), o laser SLT, sem corte, que pode ser o primeiro tratamento, e a cirurgia: trabeculectomia, implante de drenagem (válvula) e microimplantes. Na Drudi e Almeida, o SLT é feito no MIRA Hospital Oftalmológico. O Dr. Fernando Drudi acompanha pacientes com glaucoma e é certificado para o microimplante de glaucoma.

Saiba mais: Guia do glaucoma
O que é injeção intravítrea (anti-VEGF)?

A injeção intravítrea coloca o medicamento dentro do olho, com uma agulha fina, com o olho anestesiado por colírio. Os anti-VEGF (ranibizumabe, aflibercepte, faricimabe e bevacizumabe) bloqueiam o fator de crescimento que forma vasos anormais e faz a retina vazar líquido. São usados na degeneração macular (DMRI) úmida, no edema macular diabético e no edema da oclusão de veia da retina. Na Drudi e Almeida, as injeções são feitas no MIRA Hospital Oftalmológico.

Saiba mais: Injeção intravítrea anti-VEGF
Quais são os sintomas de descolamento de retina?

Flashes de luz, um aumento repentino de moscas volantes, uma sombra ou cortina cobrindo parte da visão e visão embaçada. O descolamento de retina é urgência: procure atendimento oftalmológico no mesmo dia. No horário de atendimento (seg–sex 8h–18h, sáb 8h–13h), ligue (11) 5430-2421; fora dele, procure um pronto-socorro imediatamente, sem esperar a clínica abrir. O Dr. Fernando Drudi, que atua em retina cirúrgica, opera descolamento de retina (vitrectomia e introflexão escleral) no MIRA Hospital Oftalmológico.

Saiba mais: Descolamento de retina: sinais, riscos e tratamento
O que é degeneração macular (DMRI)?

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença da mácula, o centro da retina, ligada ao envelhecimento, e uma das principais causas de perda de visão depois dos 55 anos. Tira a nitidez da visão central e preserva a lateral. A forma seca avança devagar; na úmida, vasos anormais crescem sob a retina e a visão central pode piorar em semanas. As injeções de anti-VEGF são o tratamento de primeira linha da forma úmida.

Saiba mais: Degeneração macular: tipos, sintomas e tratamentos
A cirurgia de estrabismo pode ser feita em adultos?

Sim. Em adultos, a cirurgia corrige o desvio dos olhos para tratar a visão dupla e por estética. No MIRA Hospital Oftalmológico, em adultos, ela é feita com anestesia local e sedação, e a alta é no mesmo dia; em crianças, com anestesia geral. A volta às atividades é orientada pelo médico.

Saiba mais: Instituto do Estrabismo
O que é ambliopia (olho preguiçoso) e como tratar?

Na ambliopia (olho preguiçoso), a visão de um olho não se desenvolve bem na infância, porque o cérebro passou a usar mais o outro olho. As causas mais comuns são o estrabismo, a diferença de grau entre os olhos (anisometropia) e o que tapa a visão de um olho, como a catarata congênita. O tratamento inclui óculos ou lentes de contato, o tampão no olho que enxerga melhor e, em alguns casos, cirurgia. Funciona melhor quanto mais cedo começa.

Saiba mais: Guia do estrabismo
O que causa o estrabismo?

O estrabismo pode vir de desequilíbrio dos músculos que movem os olhos, de grau não corrigido (principalmente a hipermetropia em crianças), de paralisia de nervo, de doenças neuromusculares, de tumores e de traumas. Na criança, o estrabismo acomodativo, ligado à hipermetropia, é comum e pode ser corrigido só com óculos. O diagnóstico cedo evita a ambliopia.

Saiba mais: Estrabismo: o que é, tipos, causas e tratamento
O exame de fundo de olho dói?

Não. O exame de fundo de olho não dói. O incômodo é a claridade depois da dilatação da pupila, que dura algumas horas, e a visão de perto embaçada. Traga óculos de sol e, se puder, venha acompanhado ou use transporte por aplicativo.

Saiba mais: Mapeamento de retina
Preciso de jejum para algum exame oftalmológico?

A maioria dos exames dos olhos não pede jejum. As cirurgias, como a de catarata, a vitrectomia e o crosslinking, e os exames com anestesia geral em crianças pedem jejum, pelo tempo que a equipe orientar. Consultas, exames de rotina e a injeção intravítrea não pedem jejum.

Saiba mais: Exames e preparo
O que é o exame de OCT e para que serve?

O OCT (tomografia de coerência óptica) é um exame de imagem sem contato que mostra as camadas da retina e do nervo óptico em corte. É usado no diagnóstico e no acompanhamento do glaucoma, da degeneração macular, do edema macular diabético e de outras doenças da retina.

Saiba mais: Exame de OCT
Para que serve a tomografia de córnea?

A tomografia de córnea mapeia a curvatura, a espessura e a regularidade da córnea. É usada no diagnóstico do ceratocone, na avaliação antes da cirurgia refrativa (LASIK e PRK), no planejamento do crosslinking e na escolha da lente intraocular. O exame é rápido, sem contato e sem dilatação. Na Drudi e Almeida, a tomografia de córnea é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, só no particular (nenhum convênio cobre); a unidade ou a central faz o agendamento.

Saiba mais: Tomografia de córnea
O que é o exame de campo visual?

O campo visual computadorizado (perimetria) mede a visão lateral. É usado no diagnóstico e no acompanhamento do glaucoma e de doenças neurológicas que afetam a visão. A pessoa olha para um ponto no centro e aperta um botão quando vê as luzes que aparecem na lateral.

Saiba mais: Exame de campo visual
Quem pode fazer cirurgia de miopia a laser (LASIK)?

Em geral, a pessoa precisa ter pelo menos 18 anos, grau estável há pelo menos 1 ano, córnea com espessura e curvatura adequadas na tomografia de córnea, sem ceratocone, e olhos saudáveis. Os limites de grau dependem da medida da córnea e da técnica; quem decide é a avaliação antes da cirurgia. A cirurgia refrativa é feita em hospital credenciado.

Saiba mais: Cirurgia refrativa (LASIK): como funciona e indicações
Qual a diferença entre LASIK e PRK?

No LASIK, cria-se uma fina lâmina (flap) na córnea, com microcerátomo ou laser de femtossegundo; o laser excimer remodela a córnea por baixo e a lâmina volta ao lugar. A visão costuma se recuperar em poucos dias. No PRK, a camada superficial da córnea é retirada e o laser age direto na superfície; o incômodo dura alguns dias e a recuperação é mais lenta, mas não há lâmina. O PRK costuma ser preferido em córneas mais finas e em quem pratica esportes de contato. A cirurgia refrativa é feita em hospital credenciado.

Saiba mais: Cirurgia refrativa: tipos, valor e riscos
O que é o laser YAG e para que serve?

O laser YAG (Nd:YAG) abre a cápsula que ficou embaçada depois da cirurgia de catarata: é a catarata secundária, que aparece em parte dos pacientes meses ou anos depois. É feito sem corte e sem internação, no MIRA Hospital Oftalmológico. O mesmo laser faz a iridotomia no glaucoma de ângulo fechado.

Saiba mais: Laser YAG
Para que serve o laser de argônio?

O laser de argônio faz a fotocoagulação a laser da retina: na retinopatia diabética, para tratar os vasos anormais e, em casos selecionados, o edema macular; nas rasgaduras e degenerações da periferia da retina, para prevenir o descolamento; e em oclusões de veia e outras doenças da retina. É feito com colírio anestésico e uma lente de contato apoiada no olho, sem internação. Na Drudi e Almeida, a fotocoagulação a laser é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

Saiba mais: Fotocoagulação a laser
A cirurgia de miopia a laser é coberta pelo convênio?

Em geral, não: a cirurgia refrativa (LASIK e PRK) para miopia, hipermetropia e astigmatismo é considerada eletiva. Pode haver exceções, como grande diferença de grau entre os olhos ou intolerância documentada a óculos e lentes de contato; confira com o seu convênio. A cirurgia refrativa é feita em hospital credenciado.

Saiba mais: Cirurgia refrativa: tipos, valor e riscos
O que é blefaroplastia e para quem é indicada?

A blefaroplastia (ou palpebroplastia) é a cirurgia das pálpebras que retira o excesso de pele (dermatocálase) e, quando preciso, de gordura, nas pálpebras de cima ou nas bolsas de baixo. É indicada quando o excesso de pele atrapalha a visão (funcional) ou por estética. A queda da própria pálpebra, a ptose, é outra condição, corrigida por outra cirurgia. Na Drudi e Almeida, a blefaroplastia é feita com anestesia local, no MIRA Hospital Oftalmológico.

Saiba mais: Instituto de Plástica Facial
O que é ptose palpebral e como é tratada?

A ptose é a queda da pálpebra superior, que pode cobrir parte ou toda a pupila. Na criança, pode causar ambliopia (olho preguiçoso); no adulto, atrapalha a visão. O tratamento é cirúrgico, e a técnica depende da causa (congênita, aponeurótica, miogênica ou neurológica) e do grau da queda. Na criança, tratar cedo previne a ambliopia.

Saiba mais: Ptose palpebral: causas e cirurgia
O que é entrópio e ectrópio?

No entrópio, a pálpebra vira para dentro e os cílios tocam a córnea, causando irritação, lacrimejamento e risco de úlcera na córnea. No ectrópio, a pálpebra vira para fora, expondo a conjuntiva, com olho seco, lacrimejamento e infecções. Os dois são tratados com cirurgia e são mais comuns em idosos, pelo relaxamento dos tecidos da pálpebra.

Saiba mais: Instituto de Plástica Facial
A blefaroplastia é coberta pelo convênio?

A blefaroplastia funcional, quando o excesso de pele atrapalha a visão, pode ser coberta pelo convênio, com autorização prévia e documentação (campo visual e fotografias). A blefaroplastia só estética, em geral, não tem cobertura. O Prevent Senior não cobre plástica ocular (pálpebras, supercílio e evisceração) na rede. O médico avalia cada caso e orienta a documentação para o pedido ao convênio.

Saiba mais: Blefaroplastia: indicações, riscos e recuperação
O que é retinopatia diabética e como prevenir?

A retinopatia diabética é a lesão dos pequenos vasos da retina causada pela glicemia alta ao longo dos anos. Nos países de alta renda, é a causa mais frequente de casos novos de cegueira entre adultos de 20 a 74 anos. Manter a glicemia, a pressão arterial e as gorduras do sangue nas metas reduz o risco de a doença surgir ou piorar, e o exame periódico da retina a encontra antes dos sintomas.

Saiba mais: Guia da retinopatia diabética
Com que frequência o diabético deve consultar o oftalmologista?

Pelas recomendações da Associação Americana de Diabetes (ADA) de 2026: no diabetes tipo 2, o primeiro exame com dilatação da pupila é feito já no diagnóstico; no tipo 1, em adultos, 5 anos depois do início. Depois, se houver retinopatia, o exame é repetido pelo menos uma vez por ano, e com mais frequência se ela estiver piorando; se um ou mais exames anuais não mostrarem retinopatia e a glicemia estiver na meta, o intervalo pode ser de 1 a 2 anos. Na gestação, quem já tinha diabetes faz o exame antes de engravidar e no primeiro trimestre. O oftalmologista ajusta o intervalo ao seu caso.

Saiba mais: Quando examinar a retina
O que é edema macular diabético e como é tratado?

É o acúmulo de líquido na mácula, o centro da retina, pelo vazamento dos vasos danificados pelo diabetes. Embaça a visão central, a de ler e ver detalhes. O tratamento de primeira linha são as injeções intravítreas de anti-VEGF (ranibizumabe, aflibercepte, faricimabe e bevacizumabe), que reduzem o edema e podem melhorar a visão; a fotocoagulação a laser é usada em casos selecionados.

Saiba mais: Injeções e laser no guia da retinopatia diabética
Com que frequência devo consultar o oftalmologista?

Depende da idade e dos fatores de risco. Crianças: a primeira consulta entre 6 e 12 meses de idade e, depois, conforme a orientação do oftalmologista. Adultos sem fatores de risco: a cada 2 a 3 anos até os 40. Depois dos 40: uma vez por ano, para o rastreamento de glaucoma, catarata e degeneração macular. Quem tem diabetes, pressão alta, glaucoma na família ou miopia alta: uma vez por ano ou como o médico orientar.

Saiba mais: Agendar uma consulta
O que é síndrome do olho seco e como tratar?

A síndrome do olho seco acontece quando a lágrima é pouca ou evapora rápido demais. Dá ardência, coceira, sensação de areia, visão embaçada que vai e volta e dificuldade com lentes de contato. O tratamento pode incluir lágrimas artificiais, colírios anti-inflamatórios (como a ciclosporina), plugues no ponto lacrimal, ômega-3 e, nos casos graves, colírio feito do soro do próprio paciente (soro autólogo). Telas e ar-condicionado pioram o olho seco.

Saiba mais: Síndrome do olho seco
Moscas volantes (floaters) são perigosas?

As moscas volantes são sombras de pequenas opacidades do vítreo, vistas como pontos, fios ou teias que se movem com o olhar. Na maior parte das vezes são benignas e ligadas ao envelhecimento do vítreo. Um aumento repentino de moscas volantes, principalmente com flashes de luz ou uma sombra cobrindo parte da visão, pode ser rotura ou descolamento de retina: procure atendimento oftalmológico no mesmo dia.

Saiba mais: Moscas volantes e flashes de luz
Como saber se meu filho tem problema de visão?

Sinais de alerta na criança: aproximar objetos ou a tela dos olhos, piscar demais, inclinar ou virar a cabeça para ver, coçar os olhos com frequência, queda no rendimento da escola, reflexo branco na pupila (leucocoria, que pode ser sinal de retinoblastoma), olho desviado (estrabismo) e olho que treme (nistagmo). A primeira consulta com o oftalmologista é recomendada entre 6 e 12 meses de idade, mesmo sem sintomas.

Saiba mais: Visão da criança no Instituto do Estrabismo
Óculos de sol protegem os olhos de verdade?

Protegem, desde que tenham proteção UV400 (ou 100% UV). A exposição ao ultravioleta ao longo da vida está associada a catarata, pterígio, degeneração macular e câncer de pálpebra. Óculos escuros sem proteção UV podem deixar entrar mais ultravioleta, porque a pupila dilata atrás da lente escura. Na compra, confira a indicação de proteção UV400.

Saiba mais: Óculos de sol e proteção UV

Aviso médico

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta. Cada caso é avaliado individualmente pelo oftalmologista. Para diagnóstico e tratamento, agende uma consulta.

Ainda tem dúvidas?

Fale com a equipe

A equipe responde às suas dúvidas e marca a consulta na unidade mais perto de você.