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A Medicina que
Vai Além das Clínicas

Levamos diagnóstico, tratamento e esperança a comunidades indígenas, policiais militares, favelas, igrejas e municípios do interior — porque a visão é um direito humano fundamental.

75%
da cegueira é evitável
Fonte: OMS
6+
grupos sociais atendidos
Indígenas, PM, favelas e mais
582mil
cegos no Brasil
Maioria com condições tratáveis
100%
gratuito
Para todos os beneficiários
Nosso Compromisso

A Cegueira Evitável é uma Injustiça Social

A Organização Mundial da Saúde estima que 75% dos casos de deficiência visual no mundo poderiam ser evitados com prevenção ou tratamento adequado. No Brasil, mais de 582 mil pessoas vivem com cegueira — a maioria por condições tratáveis como catarata, glaucoma e retinopatia diabética, diagnosticadas tarde demais porque o acesso à oftalmologia especializada ainda é profundamente desigual.

O Instituto Drudi e Almeida nasceu com o propósito de democratizar o acesso à saúde ocular de excelência. Isso significa oferecer a mais alta tecnologia diagnóstica e cirúrgica em nossas clínicas — mas significa também ir além das clínicas. Significa levar a medicina a quem não pode vir até ela.

"Cada paciente que atendemos nas comunidades carrega consigo uma história de barreiras superadas. Nossa presença ali é um compromisso com a equidade — e com a crença de que a excelência médica deve servir a todos."

— Dr. Fernando Drudi, Diretor Clínico
Terra Indígena Rio Silveira

Onde a Medicina Chegou Antes das Estradas

Atendimento oftalmológico ao povo Guarani Mbya — Bertioga e São Sebastião, SP

A Terra Indígena Ribeirão Silveira guarda, entre a Mata Atlântica do litoral norte de São Paulo, uma das últimas comunidades Guarani Mbya do estado. São mais de 430 pessoas — crianças, adultos, anciãos — que vivem em 948 hectares demarcados na divisa entre Bertioga e São Sebastião, a 183 km da capital, em um território onde o acesso a especialistas médicos sempre foi uma barreira quase intransponível.

A oftalmologia nunca havia chegado ali. Não porque a necessidade não existisse — ela existia, silenciosa, nas crianças que enxergavam mal a lousa da escola, nos adultos que perdiam gradualmente a nitidez do mundo ao redor, nos idosos que confundiam a neblina da catarata com o envelhecimento natural. Mas porque levar tecnologia diagnóstica de geração atual a uma aldeia indígena exige muito mais do que boa vontade: exige logística, parceria, coragem e um compromisso genuíno com a equidade em saúde.

O Instituto Drudi e Almeida foi. Levou autorrefratores, forópteros, oftalmoscópios e uma equipe completa de profissionais. Transformou a sala de aula da escola da aldeia — com seu alfabeto colorido na parede — em um consultório oftalmológico improvisado, mas tecnicamente completo. Examinou bebês no colo das mães, adolescentes que nunca haviam usado óculos, adultos com condições tratáveis que avançavam sem diagnóstico.

Cada exame realizado naquela aldeia não foi apenas um ato médico. Foi um ato de justiça.

430+
indígenas Guarani atendidos
Médico oftalmologista examinando bebê indígena Guarani com oftalmoscópio na Terra Indígena Rio Silveira
Exame oftalmológico em bebê Guarani — Terra Indígena Ribeirão Silveira, SP
Profissional realizando exame de refração com foróptero em jovem indígena na escola da aldeia
Refração com foróptero de geração atual — sala de aula transformada em consultório
Equipe do Instituto Drudi e Almeida e Instituto Salus na Terra Indígena Rio Silveira
Equipe multidisciplinar na aldeia — parceria Instituto Drudi e Almeida + Instituto Salus
Polícia Militar do Estado de São Paulo — ROTA

Cuidar de Quem nos Protege

Diagnóstico precoce de doenças oculares para os policiais militares do 1.° Batalhão de Choque

O 1.° Batalhão de Choque "Tobias de Aguiar" — a ROTA — é a tropa de elite da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Criada em 1970, com lema "Dignidade Acima de Tudo", a ROTA reúne cerca de 800 policiais militares que diariamente enfrentam situações de alto risco nas ruas de São Paulo. São homens e mulheres que dedicam suas vidas à segurança da população — e que, paradoxalmente, muitas vezes negligenciam a própria saúde.

A saúde ocular do policial militar é um tema crítico e frequentemente subestimado. A exposição constante a ambientes de alta tensão, o uso de equipamentos de proteção, o contato com agentes irritantes e a pressão psicológica acumulada ao longo dos anos de serviço criam condições que favorecem o desenvolvimento de doenças oculares silenciosas — glaucoma, retinopatia hipertensiva, síndrome do olho seco, alterações de campo visual — que avançam sem sintomas perceptíveis até estágios avançados.

O Instituto Drudi e Almeida levou ao batalhão da ROTA uma estrutura completa de diagnóstico oftalmológico de geração atual. Equipamentos portáteis foram transportados até o quartel, eliminando a barreira do deslocamento e do tempo que frequentemente impede os policiais de buscar atendimento especializado. A ação combinou triagem de acuidade visual, tonometria, mapeamento de retina e orientação sobre doenças oculares relacionadas ao estresse e à atividade policial.

Cuidar da visão de quem nos protege é, também, uma forma de proteger a todos nós.

800+
policiais militares da ROTA
CUFA — Central Única das Favelas

A Oftalmologia Chegou à Favela

Parceria com a CUFA Heliópolis para levar saúde ocular in loco às comunidades

Heliópolis é a maior favela do Estado de São Paulo. Com mais de 200 mil moradores concentrados em poucos quilômetros quadrados no bairro do Ipiranga, é um território de resistência, cultura e vida intensa — e também de profunda desigualdade no acesso à saúde especializada. A CUFA (Central Única das Favelas), presente em mais de 60 países, transforma essa realidade há décadas através da cultura, do esporte, da educação e da cidadania.

A parceria entre o Instituto Drudi e Almeida e a CUFA Heliópolis nasceu de uma convicção simples: se o paciente não pode ir ao médico, o médico vai ao paciente. A equipe montou um ponto de atendimento oftalmológico dentro da própria comunidade, com triagem visual, fotografia de retina com smartphones adaptados e encaminhamento para tratamento especializado dos casos identificados.

A ação revelou o que os dados epidemiológicos já indicavam: em comunidades de baixa renda, a prevalência de doenças oculares não tratadas é significativamente maior do que na população geral. Refrações não corrigidas, glaucoma sem diagnóstico, retinopatia diabética em estágio avançado — condições que, com diagnóstico precoce, têm tratamento acessível e eficaz.

A CUFA não é apenas um parceiro. É um espelho do que a saúde pública deveria ser: presente, acessível e humanizada.

200mil+
moradores de Heliópolis alcançados
Equipe Olhar Certo na CUFA Heliópolis com backdrop da Central Única das Favelas
Equipe de saúde ocular na CUFA Heliópolis — parceria para democratizar o acesso à oftalmologia
Atendimento oftalmológico em tenda externa na comunidade de Heliópolis
Triagem oftalmológica in loco — levando diagnóstico à comunidade
Igreja Universal do Reino de Deus

Conscientização que Transforma Vidas

Palestras sobre cegueira evitável e atendimento in loco em múltiplas igrejas de São Paulo

A Igreja Universal do Reino de Deus está presente em mais de 100 países e reúne, só no Brasil, milhões de fiéis em suas congregações semanais. Suas igrejas em São Paulo concentram uma população diversa — trabalhadores, idosos, famílias de baixa e média renda — que muitas vezes não tem acesso regular a consultas oftalmológicas preventivas.

A parceria com a Igreja Universal permitiu ao Instituto Drudi e Almeida alcançar um público que raramente busca especialistas de forma espontânea. Através de palestras de conscientização sobre cegueira evitável, a equipe médica levou informação direta e acessível sobre as principais doenças oculares que afetam a população adulta brasileira: catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular.

A Organização Mundial da Saúde estima que 75% dos casos de deficiência visual no mundo poderiam ser evitados com prevenção ou tratamento adequado. No Brasil, mais de 582 mil pessoas vivem com cegueira — e a maioria dessas condições é tratável quando diagnosticada precocemente. Levar essa informação a quem mais precisa, nos espaços onde essas pessoas já se reúnem, é uma das formas mais eficazes de combater a cegueira evitável.

Após as palestras, equipes de triagem realizaram atendimento in loco, identificando casos que necessitavam de encaminhamento para consulta especializada.

Múltiplas
igrejas atendidas em SP
Empresas de Médio e Grande Porte

Saúde Ocular no Ambiente Corporativo

Palestras e triagem para colaboradores de empresas como Wizard e outras redes

O ambiente corporativo é um dos principais fatores de risco para doenças oculares na população adulta ativa. A exposição prolongada a telas, a iluminação inadequada, o estresse e a falta de pausas regulares contribuem para o desenvolvimento de síndrome do olho seco, fadiga visual, miopização progressiva e outras condições que afetam diretamente a produtividade e a qualidade de vida dos trabalhadores.

O Instituto Drudi e Almeida desenvolveu um programa de saúde ocular corporativa que leva palestras de conscientização e triagem visual diretamente ao ambiente de trabalho. Em parceria com empresas como a Wizard — maior rede de franquias de idiomas do Brasil —, a equipe realizou ações educativas que combinam informação científica acessível com triagem prática, identificando colaboradores que necessitam de acompanhamento especializado.

A saúde ocular no ambiente corporativo é, ao mesmo tempo, uma responsabilidade social e um investimento estratégico. Colaboradores com visão adequada são mais produtivos, cometem menos erros e têm melhor qualidade de vida.

Centenas
de colaboradores triados
Mutirões com Prefeituras do Interior de SP

Cirurgias que Devolvem o Mundo em Cores

Mutirões de cirurgia de catarata em parceria com municípios do interior paulista

A cirurgia de catarata é considerada pela Organização Mundial da Saúde a intervenção cirúrgica de maior custo-efetividade na medicina. Em aproximadamente 30 minutos, um procedimento relativamente simples devolve a um paciente a capacidade de enxergar com nitidez — de reconhecer o rosto dos filhos, de ler novamente, de retomar a independência que a opacificação do cristalino havia roubado gradualmente.

No interior do Estado de São Paulo, as filas de espera para cirurgia de catarata pelo SUS podem durar meses ou anos. Idosos que perderam a visão funcional aguardam em listas intermináveis enquanto a condição avança e a qualidade de vida se deteriora. Os mutirões cirúrgicos em parceria com prefeituras municipais são uma resposta direta a essa realidade — uma forma de usar a capacidade técnica e a estrutura do Instituto Drudi e Almeida para reduzir filas e transformar vidas em escala.

A parceria público-privada em saúde, expressamente permitida pelo SUS, é um modelo que o Instituto Drudi e Almeida abraça com convicção. Acreditamos que a excelência técnica da medicina privada e o alcance e a equidade do sistema público são complementares — e que juntos podem fazer o que nenhum dos dois consegue sozinho.

Cada mutirão realizado é uma prova viva de que a parceria entre setores público e privado, quando orientada pelo propósito genuíno de servir, é capaz de transformar realidades.

Centenas
de cirurgias realizadas
Impacto em Números

Cada Número é uma Vida Transformada

6+
grupos sociais atendidos
Indígenas, policiais militares, comunidades, igrejas, empresas e municípios
75%
da cegueira é evitável
Segundo a OMS — com diagnóstico e tratamento adequados
582mil
cegos no Brasil
A maioria com condições tratáveis quando diagnosticadas precocemente
100%
gratuito para os pacientes
Todas as ações sociais são realizadas sem custo para os beneficiários
Parcerias Público-Privadas

Juntos Chegamos Mais Longe

O Instituto Drudi e Almeida está aberto a parcerias com organizações públicas e privadas que compartilham o compromisso com a saúde ocular e a redução da cegueira evitável no Brasil. Atuamos em conformidade com as diretrizes do SUS para parcerias público-privadas em saúde.

Prefeituras e Municípios

Mutirões de cirurgia de catarata, triagem oftalmológica em massa, campanhas de prevenção e diagnóstico precoce. Redução de filas de espera do SUS com qualidade técnica de referência.

Organizações Sociais

Parcerias com ONGs, associações comunitárias, igrejas e movimentos sociais para levar atendimento oftalmológico in loco a populações vulneráveis e de difícil acesso.

Empresas e Corporações

Programas de saúde ocular corporativa, palestras de conscientização, triagem visual para colaboradores e ações de responsabilidade social empresarial com impacto mensurável.

Sua Organização Pode Fazer Parte Disso

Se você representa uma prefeitura, organização social, empresa ou instituição que acredita que a saúde ocular é um direito de todos, entre em contato. Vamos construir juntos uma parceria que transforma vidas.