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Catarata

Lentes Intraoculares para Catarata: Monofocal, Multifocal e Trifocal em SP

Publicado em 20 de maio de 2026 Atualizado em 20 de maio de 2026 15 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
Imagem de capa do artigo Lentes Intraoculares para Catarata: Monofocal, Multifocal e Trifocal em SP, conteúdo da categoria Catarata.
Dr. Fernando Macei Drudi
Autor
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300

Resumo em linguagem simples

A catarata é uma condição ocular comum que afeta a visão. A cirurgia de catarata com implante de lentes intraoculares é o tratamento mais eficaz. Conheça as opções de lentes: monofocal, multifocal e trifocal, e descubra qual se adapta melhor às suas necessidades visuais. O Dr. Fernando Macei Drudi e a Dra. Priscilla Almeida, especialistas do Instituto Drudi e Almeida em São Paulo, oferecem as mais avançadas tecnologias em lentes intraoculares.

CID-10: H26 — Outras cataratas Ver todos os artigos de Catarata

Resumo científico

  • A catarata é a principal causa de cegueira reversível globalmente, com prevalência crescente no Brasil devido ao envelhecimento populacional.
  • A cirurgia de catarata com implante de lentes intraoculares (LIOs) é o tratamento definitivo, restaurando a visão e a qualidade de vida.
  • As LIOs evoluíram de monofocais para multifocais e trifocais, oferecendo diferentes graus de independência de óculos para longe, perto e distâncias intermediárias.
  • A escolha da LIO ideal depende das necessidades visuais individuais, estilo de vida e saúde ocular do paciente, sendo crucial uma avaliação oftalmológica detalhada.
  • Estudos publicados em revistas como Ophthalmology e JAMA Ophthalmology validam a segurança e eficácia das LIOs avançadas, com meta-análises no PubMed demonstrando resultados satisfatórios.
  • O Instituto Drudi e Almeida, com unidades em Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos, oferece expertise e tecnologia para o diagnóstico e tratamento da catarata em São Paulo.

A visão é um dos sentidos mais preciosos, permitindo-nos interagir com o mundo de forma rica e complexa. No entanto, diversas condições oculares podem comprometer essa capacidade ao longo da vida. Entre elas, a catarata se destaca como a principal causa de cegueira reversível em todo o mundo. No Brasil, o envelhecimento da população tem levado a um aumento significativo na incidência desta condição, impactando diretamente a qualidade de vida de milhões de pessoas. Felizmente, os avanços na oftalmologia oferecem soluções eficazes, com a cirurgia de catarata e o implante de lentes intraoculares representando um marco no tratamento.

O Dr. Fernando Macei Drudi, especialista em Retina e Catarata Cirúrgica, e a Dra. Priscilla R. de Almeida, especialista em Ceratocone e Estrabismo, fundadores do Instituto Drudi e Almeida em São Paulo, com unidades nas zonas Leste e Norte (Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista) e na Grande São Paulo (Guarulhos), dedicam-se a oferecer o que há de mais moderno em cuidados oftalmológicos. Este artigo visa detalhar as opções de lentes intraoculares disponíveis para a cirurgia de catarata – monofocais, multifocais e trifocais – auxiliando pacientes a compreenderem suas características, benefícios e indicações, sempre com base em evidências científicas sólidas.

O que é Catarata?

A catarata é definida clinicamente como a opacificação do cristalino, a lente natural do olho, que está localizada atrás da íris e da pupila. Em condições normais, o cristalino é transparente e sua função é focar a luz na retina, permitindo a formação de imagens nítidas. Quando a catarata se desenvolve, o cristalino perde sua transparência, tornando-se turvo, semelhante a um vidro fosco. Essa opacificação impede que a luz passe livremente e seja focada corretamente, resultando em uma progressiva perda da qualidade visual.

A fisiopatologia da catarata geralmente envolve alterações nas proteínas que compõem o cristalino. Com o envelhecimento, essas proteínas podem se desnaturalizar e se aglutinar, formando áreas opacas. Outros fatores, como exposição prolongada à radiação ultravioleta (UV), diabetes, uso de certos medicamentos (como corticoides), tabagismo, traumas oculares e predisposição genética, também podem acelerar esse processo degenerativo. A catarata é uma condição que se desenvolve lentamente, e seus estágios iniciais podem passar despercebidos, mas com o tempo, a visão torna-se cada vez mais embaçada, dificultando atividades cotidianas.

Causas e Fatores de Risco para Catarata

A causa mais comum de catarata é o envelhecimento natural do olho. À medida que envelhecemos, o cristalino sofre mudanças bioquímicas e estruturais que levam à sua opacificação. Revisões sistemáticas publicadas no PubMed indicam que a catarata senil é responsável pela vasta maioria dos casos em adultos acima de 60 anos. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) reforçam que a prevalência da catarata aumenta exponencialmente com a idade na população brasileira.

No entanto, outros fatores podem contribuir ou acelerar o desenvolvimento da catarata. A exposição crônica à radiação ultravioleta (UV) do sol, sem proteção adequada com óculos escuros, é um fator de risco reconhecido. Estudos publicados na revista Ophthalmology associam maior exposição solar a um risco elevado de catarata nuclear. O diabetes mellitus descompensado também é um fator de risco importante; níveis elevados de glicose no sangue podem levar a alterações metabólicas no cristalino, acelerando a opacificação.

O uso prolongado de corticosteroides, seja por via oral, inalatória ou tópica (colírios), é outro fator de risco bem documentado. Diretrizes clínicas internacionais alertam para o potencial de desenvolvimento de catarata subcapsular posterior em pacientes em uso crônico dessas medicações. Fatores genéticos também desempenham um papel, com algumas famílias apresentando maior predisposição a desenvolver catarata em idades mais precoces. Traumas oculares diretos ou cirurgias oculares prévias podem induzir a catarata traumática. Por fim, hábitos como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool também têm sido associados a um risco aumentado, conforme apontam meta-análises publicadas no PubMed.

Sintomas e Diagnóstico da Catarata

Os sintomas da catarata geralmente se desenvolvem de forma gradual e indolor, o que muitas vezes leva os pacientes a se acostumarem com a perda progressiva da visão. O sintoma mais comum é a visão embaçada ou turva, como se estivesse olhando através de um vidro sujo ou fosco. Essa sensação de embaçamento pode variar em intensidade e afetar um ou ambos os olhos.

Outros sintomas incluem dificuldade em enxergar à noite, sensibilidade aumentada à luz e ao brilho (fotofobia), vendo halos ao redor das luzes. Muitos pacientes relatam a necessidade de aumentar a iluminação para ler ou realizar outras atividades de perto. Pode haver também uma alteração na percepção das cores, com as cores parecendo mais desbotadas ou amareladas. Em alguns casos, a catarata pode causar visão dupla em um olho (diplopia monocular) ou alterações frequentes no grau dos óculos, necessitando de trocas constantes para tentar manter a nitidez visual.

O diagnóstico da catarata é realizado por um oftalmologista através de um exame oftalmológico completo. O exame inicia-se com a avaliação da acuidade visual, utilizando tabelas de leitura para medir a capacidade de enxergar a diferentes distâncias. Em seguida, o médico realiza a biomicroscopia, utilizando o lâmpada de fenda, um microscópio com iluminação especial, para examinar as estruturas anteriores do olho, incluindo o cristalino, e identificar a presença e o tipo de opacificação. A fundoscopia, com a pupila dilatada, permite a visualização do fundo do olho, avaliando a retina e o nervo óptico, essenciais para descartar outras patologias oculares.

Em São Paulo, o Instituto Drudi e Almeida oferece um diagnóstico preciso e detalhado da catarata e outras doenças oculares em suas unidades. O Dr. Fernando Macei Drudi e sua equipe utilizam equipamentos de última geração para garantir a acurácia diagnóstica. Exames complementares como a biometria ocular, que mede o comprimento do olho e a curvatura da córnea, são fundamentais para o planejamento cirúrgico e a escolha da lente intraocular mais adequada, especialmente em casos de implantes de LIOs tóricas ou multifocais.

Tratamento Baseado em Evidências: Lentes Intraoculares para Catarata

Atualmente, a cirurgia de catarata é o único tratamento eficaz para a condição. Ela consiste na remoção do cristalino opacificado e sua substituição por uma lente intraocular (LIO) artificial transparente. A técnica cirúrgica mais comum é a facoemulsificação, que utiliza ultrassom para fragmentar o cristalino, minimizando o tamanho da incisão. O tipo de LIO implantada é crucial para o resultado visual pós-operatório, e as opções mais comuns são as lentes monofocais, multifocais e trifocais.

Lentes Intraoculares Monofocais

As lentes monofocais são o tipo mais tradicional de LIO. Elas possuem um único foco de correção, o que significa que o paciente pode escolher entre ter uma visão nítida para longe ou para perto. Geralmente, a correção é feita para longe, permitindo que o paciente enxergue bem objetos distantes, como paisagens e rostos, mas exigindo o uso de óculos para leitura e outras tarefas de perto. Alguns pacientes optam pela correção para perto, mas isso é menos comum.

A principal vantagem das lentes monofocais é a clareza visual em seu ponto focal e a ausência de artefatos visuais como halos ou brilhos, que podem ocorrer com LIOs mais complexas. Revisões sistemáticas publicadas no PubMed indicam que as lentes monofocais proporcionam excelente qualidade de visão para longe e são uma opção segura e eficaz para muitos pacientes. A cirurgia com LIOs monofocais é frequentemente coberta por planos de saúde e pelo SUS, sendo uma alternativa acessível. O Instituto Drudi e Almeida oferece essa opção, garantindo um procedimento seguro e resultados satisfatórios para quem busca restaurar a visão de longe.

Lentes Intraoculares Multifocais (MIOFs)

As lentes multifocais (MIOFs) são projetadas para corrigir a visão em diferentes distâncias, reduzindo ou eliminando a dependência de óculos após a cirurgia de catarata. Elas funcionam dividindo a luz em múltiplos focos: um para longe, um para perto e, em algumas versões, um intermediário. Isso permite que o paciente enxergue com clareza tanto objetos distantes quanto próximos.

A tecnologia por trás das MIOFs inclui anéis concêntricos ou zonas de diferentes poderes ópticos na superfície da lente. Estudos publicados na revista JAMA Ophthalmology demonstram que as MIOFs podem proporcionar uma alta taxa de independência de óculos, com pacientes relatando satisfação com a melhora da visão em diversas situações. No entanto, é importante notar que as MIOFs podem introduzir alguns efeitos visuais indesejados, como halos ao redor das luzes, especialmente em condições de baixa luminosidade, e uma leve redução no contraste visual. A Dra. Priscilla R. de Almeida ressalta que a seleção cuidadosa do paciente é fundamental para o sucesso com lentes multifocais, pois nem todos os estilos de vida e necessidades visuais são compatíveis com essa tecnologia.

Lentes Intraoculares Trifocais (TIOFs)

As lentes trifocais (TIOFs) representam um avanço em relação às multifocais, oferecendo correção visual em três distâncias distintas: longe, intermediária (distância de trabalho, como o monitor do computador) e perto (leitura). Elas utilizam princípios de óptica mais sofisticados, como a refração e a difração, para criar focos bem definidos em cada uma dessas distâncias.

Meta-análises da Cochrane Database of Systematic Reviews têm avaliado a eficácia das lentes trifocais, com resultados indicando que elas podem proporcionar uma excelente qualidade visual em todas as distâncias, com altas taxas de independência de óculos. Pesquisas publicadas na revista British Journal of Ophthalmology mostram que os pacientes implantados com TIOFs experimentam uma melhora significativa na qualidade de vida e na capacidade de realizar atividades diárias sem a necessidade de óculos. Assim como as MIOFs, as TIOFs podem apresentar alguns efeitos visuais como halos e brilhos, embora estudos mais recentes sugiram que essas percepções tendem a diminuir com o tempo de adaptação.

O Dr. Fernando Macei Drudi, com sua vasta experiência em cirurgia de catarata, explica que a escolha entre lentes monofocais, multifocais ou trifocais em São Paulo deve ser individualizada. "A decisão depende de fatores como a ocupação do paciente, seus hobbies, a saúde geral dos seus olhos e, claro, suas expectativas visuais", afirma o Dr. Drudi. O Instituto Drudi e Almeida realiza uma avaliação completa para guiar o paciente na melhor escolha para seu caso.

Lentes Tóricas

É importante mencionar as lentes intraoculares tóricas, que podem ser monofocais, multifocais ou trifocais. As lentes tóricas são projetadas para corrigir o astigmatismo, uma condição em que a córnea ou o cristalino possuem uma curvatura irregular, causando visão distorcida em todas as distâncias. Pacientes com astigmatismo significativo que se submetem à cirurgia de catarata podem se beneficiar enormemente das lentes tóricas, que corrigem tanto a opacificação do cristalino quanto o erro refrativo do astigmatismo em um único procedimento.

Considerações sobre a Escolha da Lente Intraocular

A decisão sobre qual tipo de lente intraocular implantar é uma das mais importantes na cirurgia de catarata. Não existe uma lente única que seja a melhor para todos. Pacientes com um estilo de vida mais sedentário, que realizam poucas atividades que exigem visão de perto detalhada, podem se satisfazer com lentes monofocais e usar óculos para leitura. Já indivíduos ativos, que dirigem com frequência, utilizam computadores e gostam de ler, podem se beneficiar mais das lentes multifocais ou trifocais, buscando maior independência dos óculos.

A avaliação pré-operatória detalhada é fundamental. O oftalmologista irá verificar a saúde da retina, a córnea, a presença de glaucoma ou outras doenças oculares que possam contraindicar o uso de lentes mais complexas. O Dr. Fernando Macei Drudi e a Dra. Priscilla Almeida, do Instituto Drudi e Almeida, enfatizam a importância da comunicação aberta com o paciente para entender suas expectativas e explicar os potenciais benefícios e limitações de cada tipo de lente.

Segundo diretrizes da American Academy of Ophthalmology (AAO), a seleção da LIO deve considerar a refração pré-operatória, as características oculares do paciente e suas necessidades funcionais. A correta mensuração biométrica e a escolha da potência da lente são essenciais para alcançar o resultado refrativo desejado, seja ele a emetropia (visão sem grau) para longe com lentes monofocais, ou a correção para múltiplas distâncias com lentes avançadas.

Quando Procurar um Especialista

Qualquer sinal de alteração na visão, como embaçamento progressivo, dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz, sensibilidade aumentada ao brilho ou halos ao redor das luzes, deve ser um motivo para procurar um oftalmologista. A catarata, embora seja uma condição comum associada ao envelhecimento, pode ser diagnosticada e tratada precocemente, evitando que a perda visual se torne incapacitante.

É particularmente importante buscar avaliação especializada se você notar uma mudança frequente no grau dos seus óculos, pois isso pode indicar o desenvolvimento ou progressão da catarata. Além disso, se você tem histórico familiar de doenças oculares, diabetes, ou faz uso prolongado de corticoides, o acompanhamento oftalmológico regular é essencial para a detecção precoce de qualquer problema.

No Instituto Drudi e Almeida, em São Paulo (Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos), oferecemos consultas com especialistas que podem diagnosticar a catarata em seus estágios iniciais e discutir as melhores opções de tratamento. O Dr. Fernando Macei Drudi e a Dra. Priscilla R. de Almeida recomendam que, mesmo sem sintomas evidentes, indivíduos acima de 40 anos realizem exames oftalmológicos de rotina anualmente, pois muitas doenças oculares graves podem ser assintomáticas em suas fases iniciais.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre Lentes Intraoculares para Catarata

Qual o custo da cirurgia de catarata com lentes intraoculares em São Paulo?

O custo da cirurgia de catarata varia consideravelmente dependendo do tipo de lente intraocular escolhida (monofocal, multifocal, trifocal, tórica) e da clínica. Lentes monofocais geralmente têm um custo menor, enquanto as lentes premium multifocais e trifocais representam um investimento maior devido à sua tecnologia avançada. O Instituto Drudi e Almeida oferece diferentes opções para atender às necessidades e orçamentos dos pacientes em São Paulo.

Os planos de saúde cobrem a cirurgia de catarata com lentes intraoculares?

Geralmente, os planos de saúde cobrem a cirurgia de catarata e o implante de lentes intraoculares monofocais. Coberturas para lentes multifocais, trifocais ou tóricas podem variar. É recomendável verificar diretamente com seu plano de saúde e com a clínica sobre a cobertura específica para o tipo de lente desejada. O Instituto Drudi e Almeida pode auxiliar na orientação sobre os procedimentos.

Como é o período de recuperação após a cirurgia de catarata com lentes intraoculares?

A recuperação da cirurgia de catarata é geralmente rápida. A maioria dos pacientes retoma suas atividades normais em poucos dias, evitando esforços físicos intensos e seguindo as orientações médicas, como o uso de colírios e a proteção ocular. A adaptação às lentes multifocais ou trifocais pode levar algumas semanas. O Dr. Fernando Macei Drudi orienta cada paciente sobre os cuidados pós-operatórios específicos.

É possível ter catarata nos dois olhos?

Sim, é muito comum que a catarata se desenvolva em ambos os olhos, embora geralmente em ritmos diferentes. A cirurgia é realizada em um olho de cada vez, com um intervalo de alguns dias ou semanas entre os procedimentos, dependendo da avaliação médica e da recuperação do paciente.

As lentes intraoculares para catarata precisam ser trocadas com o tempo?

As lentes intraoculares modernas são projetadas para serem permanentes e não precisam ser trocadas. Elas são feitas de materiais biocompatíveis e duráveis. Em casos muito raros, complicações como a opacificação da cápsula posterior (uma membrana que envolve a lente) podem ocorrer, mas isso é tratável com um procedimento a laser simples e não envolve a troca da lente intraocular.

Como saber qual o melhor tipo de lente intraocular para o meu caso?

A escolha da lente intraocular ideal é uma decisão conjunta entre o paciente e o oftalmologista. O Dr. Fernando Macei Drudi e a Dra. Priscilla R. de Almeida, no Instituto Drudi e Almeida, realizam uma avaliação oftalmológica completa, considerando seu estilo de vida, suas necessidades visuais e a saúde dos seus olhos. Uma conversa detalhada sobre suas expectativas e as características de cada lente (monofocal, multifocal, trifocal) é essencial para essa escolha.

Referências Científicas

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Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica especializada. Consulte um oftalmologista para diagnóstico e tratamento adequados.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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