Em resumo
A cirurgia de estrabismo alinha os olhos mexendo nos músculos que ficam do lado de fora do olho, sem corte na pele. Na Drudi e Almeida, ela é feita no MIRA, hospital próprio da rede: em adultos, com anestesia local e sedação, e em crianças, com anestesia geral. Sem convênio, em adultos, custa R$ 7.000, em até 10 vezes de R$ 700, operando um ou os dois olhos; na criança, o valor é informado na consulta.
Neste artigo
Na Drudi e Almeida, sem convênio, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700. O valor é pela cirurgia, operando um ou os dois olhos, e inclui os exames, o hospital, a anestesia, os honorários e os retornos. Na criança, a cirurgia é feita com anestesia geral, e o valor é diferente, informado na consulta. A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. Pelo convênio, Bradesco Saúde, Mediservice e Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia no MIRA; o Prevent Senior, a Amil e a Ameplan Saúde, com autorização prévia da operadora.
Olhar nos olhos de alguém e sentir que os próprios olhos "não cooperam" é uma experiência que vai muito além do estético. O estrabismo — condição em que os olhos não se alinham corretamente — pode afetar a visão binocular, o desenvolvimento visual em crianças e a autoestima em qualquer fase da vida. Este artigo explica quando a cirurgia é indicada, como ela é feita, quanto custa e o que esperar depois.
Aqui você vai entender o que é o estrabismo, quando a cirurgia é indicada, como é o passo a passo do procedimento e o que esperar em cada etapa da jornada — desde a primeira consulta até o acompanhamento pós-operatório.
O que é estrabismo e quais são as principais causas
O estrabismo é o desalinhamento dos eixos visuais dos dois olhos. Em vez de apontarem para o mesmo ponto ao mesmo tempo, um olho pode desviar para dentro (esotropia), para fora (exotropia), para cima (hipertropia) ou para baixo (hipotropia).[1]
Esse desvio pode ser constante ou intermitente, e pode aparecer em crianças pequenas ou em adultos.
Principais causas do estrabismo
- Desequilíbrio nos músculos extraoculares (os seis músculos que controlam o movimento dos olhos)
- Erros de refração não corrigidos, como hipermetropia elevada
- Causas neurológicas, como paralisia de nervos cranianos
- Histórico familiar — o estrabismo tem componente genético
- Traumatismos cranianos ou oculares
- Doenças sistêmicas, como diabetes e doenças da tireoide, em adultos
Em crianças, o diagnóstico precoce é fundamental. O cérebro em desenvolvimento pode "ignorar" a imagem do olho desviado, levando à ambliopia (olho preguiçoso) — uma perda de acuidade visual que pode ser permanente se não tratada a tempo.
Visão dupla que começou de repente não é caso de marcar cirurgia. No adulto, ela precisa de avaliação médica urgente.[2] Veja também Urgência ocular: quando procurar atendimento em São Paulo.
Quando a cirurgia de estrabismo é indicada?
Nem todo caso de estrabismo exige cirurgia imediatamente. O oftalmologista avalia cada caso, considerando:
| Fator | O Que É Avaliado |
|---|---|
| Tipo e grau do desvio | Ângulo de desvio medido em prismas |
| Idade do paciente | Crianças x adultos têm abordagens diferentes |
| Presença de ambliopia | Tratamento prévio pode ser necessário |
| Uso de óculos | Estrabismo acomodativo pode ser corrigido com óculos |
| Resposta ao tratamento clínico | Exercícios ortópticos, oclusão, prismas |
A cirurgia é geralmente indicada quando:
- O desvio não responde ao tratamento clínico (óculos, oclusão, prismas)
- O ângulo de desvio é grande e constante
- Há comprometimento da visão binocular
- Existe impacto funcional ou psicossocial significativo
- O paciente adulto apresenta diplopia (visão dupla) incapacitante
Mitos e verdades sobre a cirurgia de estrabismo
Mito: "Cirurgia de estrabismo é só estética"
Verdade: A cirurgia tem objetivo funcional: alinhar os olhos pode melhorar o uso dos dois olhos juntos e ampliar a parte da cena vista por eles.[3] Ela não trata a ambliopia, que se trata com óculos, tampão ou colírio de atropina, antes e depois da cirurgia.[4][5]
Mito: "Adultos não podem operar"
Verdade: Adultos também operam. Os objetivos incluem tirar a visão dupla, ampliar a parte da cena vista pelos dois olhos e corrigir a posição da cabeça; em grandes séries, a cirurgia alinhou os olhos em 68% a 85% dos adultos.[3]
Mito: "Uma cirurgia sempre resolve"
Verdade: Às vezes é preciso operar de novo. Em grandes séries de adultos, até 21% precisaram de uma cirurgia que não estava planejada, e até metade quando o desvio vinha da tireoide.[3]
Mito: "Criança tem que esperar crescer para operar"
Verdade: Depende do tipo. Quando o olho do bebê desvia para dentro o tempo todo desde antes dos 6 meses, operar cedo melhora a chance de a criança usar os dois olhos juntos; quando o desvio vai e volta e a criança controla bem, ela pode ser só acompanhada.[4]
Como funciona a cirurgia de estrabismo: passo a passo da jornada do paciente
1. Consulta e avaliação
Tudo começa com a consulta com o oftalmologista. Na Drudi e Almeida, a avaliação inclui:
- Medição do ângulo de desvio em diferentes posições do olhar
- Avaliação da visão binocular e estereopsia
- Exame de motilidade ocular
- Refração e, quando necessário, cicloplegia (exame com colírio que paralisa temporariamente a acomodação)
- Avaliação do fundo de olho
Com base nesses dados, o médico planeja a cirurgia: quais músculos operar e quanto recuar ou encurtar cada um. Quando precisa, o médico pede o teste ortóptico, feito no Tatuapé.
2. Preparação pré-operatória
Antes da cirurgia, o paciente passa por:
- Questionário de saúde e, conforme as respostas, avaliação pré-anestésica
- Orientações sobre jejum e medicamentos
- Esclarecimento de todas as dúvidas com a equipe médica
Em crianças, a cirurgia é feita com anestesia geral. Em adultos, no MIRA, com anestesia local e sedação, e em geral a alta é no mesmo dia.[6]
3. O procedimento cirúrgico
A cirurgia de estrabismo é realizada nos músculos extraoculares — os músculos que movimentam o olho — sem entrar no interior do globo ocular. O procedimento é feito através da conjuntiva (membrana transparente que cobre o branco do olho).
As técnicas principais incluem:
- Recessão muscular: o músculo é recuado para reduzir sua ação (enfraquecimento)
- Ressecção muscular: parte do músculo é removida para aumentar sua ação (fortalecimento)
- Transposição muscular: usada em casos de paralisia muscular
A cirurgia dura cerca de 90 minutos.
A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital oftalmológico próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo.
4. Pós-operatório: o que esperar
Nas primeiras horas após a cirurgia, é comum:
- Vermelhidão e irritação ocular
- Lacrimejamento
- Sensação de areia nos olhos
- Leve desconforto ao movimentar os olhos
Essas manifestações fazem parte do processo normal de cicatrização e tendem a diminuir progressivamente. A vermelhidão pode levar semanas para sumir.[6]
Cuidados essenciais no pós-operatório
- Aplicar os colírios prescritos nos horários corretos
- Evitar esfregar os olhos
- Não praticar natação ou mergulho pelo período indicado pelo médico
- Evitar ambientes com poeira ou fumaça
- Usar óculos de proteção quando necessário
- Comparecer a todas as consultas de retorno agendadas
O alinhamento é avaliado nas consultas de retorno: no 1º dia, na 1ª semana e no 1º mês depois da cirurgia; outros retornos podem ser necessários, conforme a indicação médica. Procure a equipe antes do retorno se a pálpebra inchar e ficar vermelha, se houver febre ou se o olho parar de se mover para um dos lados.[4] Complicação grave é rara: num levantamento com cerca de 24 mil cirurgias no Reino Unido, houve uma a cada 400 cirurgias, e o resultado final foi ruim em 1 a cada 2.400.[7]
Cirurgia de estrabismo em SP: convênio e preço
Uma das dúvidas mais frequentes é sobre quanto custa e se o plano cobre. Sem convênio, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700. Pelo convênio, depende do plano.
Cirurgia de estrabismo por convênio
Depende do plano. Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice, Prevent Senior e Instituto Pró-PM cobrem consulta, exames e cirurgia. No MIRA, a cirurgia de estrabismo é autorizada pelo Bradesco Saúde, pela Mediservice e pelo Instituto Pró-PM; pelo Prevent Senior, com guia de autorização da operadora. A Amil e a Ameplan Saúde também cobrem consulta, exames e cirurgia, com autorização prévia da operadora. A cobertura de cada procedimento segue o contrato e as regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Para verificar a cobertura, é necessário:
- Apresentar o laudo médico com o diagnóstico e a indicação cirúrgica
- Solicitar a autorização prévia junto ao plano de saúde
- Confirmar se o hospital e o médico são credenciados ao seu plano
Veja o que cada plano cobre na página de convênios.
Cirurgia de estrabismo: preço particular
Para quem não tem convênio ou prefere o atendimento particular, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700. O valor é pela cirurgia, operando um ou os dois olhos. Na criança, a cirurgia é feita com anestesia geral, e o valor é diferente, informado na consulta.
O valor do adulto inclui as etapas da cirurgia: os exames, o hospital, a anestesia, os honorários médicos e os retornos.
| Etapa | O que cobre | Incluído |
|---|---|---|
| Exames | Os exames pedidos para a cirurgia | Sim |
| Hospital | MIRA Hospital Oftalmológico, com o centro cirúrgico | Sim |
| Anestesia | Anestesista e acompanhamento durante a cirurgia | Sim |
| Honorários médicos | Cirurgião e equipe cirúrgica | Sim |
| Retornos | Consultas de retorno depois da cirurgia | Sim |
A avaliação define o plano cirúrgico: quais músculos serão operados e qual a estratégia para o seu caso.
Onde é feita e quem atende
A consulta e o acompanhamento são feitos nas 5 unidades da Drudi e Almeida, e o teste ortóptico, no Tatuapé. A cirurgia, de crianças e adultos, e a toxina botulínica são feitas no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. A cirurgia é feita no MIRA por nossos especialistas cirúrgicos. A diretora técnica do MIRA é a Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Veja o Instituto do Estrabismo.
Perguntas frequentes sobre a cirurgia de estrabismo
1. Com que idade é possível operar o estrabismo?
Depende do tipo. Quando o olho do bebê desvia para dentro o tempo todo desde antes dos 6 meses, operar cedo melhora a chance de a criança usar os dois olhos juntos; quando o desvio vai e volta e a criança controla bem, ela pode ser só acompanhada.[4] Adultos também operam.[3]
2. A cirurgia de estrabismo dói?
Durante o procedimento, o paciente não sente dor graças à anestesia. No pós-operatório imediato, pode haver desconforto, sensação de areia e irritação ocular, que são controlados com os medicamentos prescritos.
3. Meu filho vai precisar usar óculos depois da cirurgia?
Depende. A cirurgia alinha os olhos, mas não trata erros de refração como hipermetropia ou miopia. Se a criança já usava óculos antes, provavelmente continuará precisando deles após a cirurgia.
4. É possível fazer a cirurgia de estrabismo pelo convênio?
Depende do plano. Na Drudi e Almeida, Bradesco Saúde, Mediservice e Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia no MIRA; o Prevent Senior, a Amil e a Ameplan Saúde, com autorização prévia da operadora.
5. Quantas cirurgias serão necessárias?
Muitas vezes, uma; às vezes, mais. Em grandes séries de adultos, até 21% precisaram de outra cirurgia não planejada[3], e desvios muito grandes pedem uma segunda cirurgia com mais frequência.[4]
Conclusão
O estrabismo tem tratamento, e a cirurgia é uma das opções, quando indicada. No adulto, ela alinha os olhos na maior parte dos casos e pode tirar a visão dupla; na criança, vem junto com o tratamento da ambliopia.[3][4]
Marque a consulta de estrabismo
Com diagnóstico de estrabismo e pedido médico, envie o pedido pelo WhatsApp do Instituto, e a consultora faz o agendamento no horário de funcionamento. Sem diagnóstico, agende a consulta na unidade, pelo convênio ou particular.
Já tenho diagnóstico: enviar pelo WhatsApp Ainda não tenho diagnóstico: agendar consulta
Referências
- Organização Mundial da Saúde. CID-10, versão 2019, capítulo VII, H49 e H50. icd.who.int/browse10/2019/en#/H49-H52. Tradução oficial: DATASUS, CID-10, H49 a H52.
- Tamhankar MA, Biousse V, Ying GS, et al. Isolated third, fourth, and sixth cranial nerve palsies from presumed microvascular versus other causes: a prospective study. Ophthalmology. 2013;120(11):2264-9. PMID 23747163. doi 10.1016/j.ophtha.2013.04.009
- Mills MD, Coats DK, Donahue SP, Wheeler DT. Strabismus surgery for adults: a report by the American Academy of Ophthalmology. Ophthalmology. 2004;111(6):1255-62. PMID 15177982. doi 10.1016/j.ophtha.2004.03.013
- Sprunger DT, Lambert SR, Hercinovic A, et al. Esotropia and Exotropia Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2023;130(3):P179-P221. PMID 36526451. doi 10.1016/j.ophtha.2022.11.002
- Cruz OA, Repka MX, Hercinovic A, et al. Amblyopia Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2023;130(3):P136-P178. PMID 36526450. doi 10.1016/j.ophtha.2022.11.003
- American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus (AAPOS). Strabismus Surgery. aapos.org/glossary/strabismus-surgery (atualizado em 01/2022; lido em 30/09/2026).
- Bradbury JA, Taylor RH. Severe complications of strabismus surgery. J AAPOS. 2013;17(1):59-63. PMID 23352718. doi 10.1016/j.jaapos.2012.10.016
Perguntas frequentes sobre cirurgia de estrabismo em SP
Qual é o preço da cirurgia de estrabismo em São Paulo e ela é coberta por convênios?
Na Drudi e Almeida, sem convênio, a cirurgia de estrabismo em adultos custa R$ 7.000, que podem ser pagos em até 10 vezes de R$ 700. O valor é pela cirurgia, operando um ou os dois olhos, e inclui os exames, o hospital, a anestesia, os honorários e os retornos; na criança, que opera com anestesia geral, o valor é diferente e informado na consulta. Pelo convênio, depende do plano: Bradesco Saúde, Mediservice e Instituto Pró-PM autorizam a cirurgia no MIRA; o Prevent Senior, a Amil e a Ameplan Saúde, com autorização prévia da operadora. A cirurgia é feita no MIRA, hospital próprio da rede.
A cirurgia de estrabismo é indicada apenas para crianças ou adultos também podem se operar?
Crianças e adultos. Na criança, alinhar os olhos vem junto com o tratamento da ambliopia, que a cirurgia não substitui. No adulto, a cirurgia pode tirar a visão dupla, ampliar a parte da cena vista pelos dois olhos e corrigir a posição da cabeça; em grandes séries, alinhou os olhos em 68% a 85% dos casos. A indicação depende do tipo e do tamanho do desvio.
Como é o pós-operatório da cirurgia de estrabismo? O que esperar nos primeiros dias?
O pós-operatório da cirurgia de estrabismo é, em geral, bem tolerado pela maioria dos pacientes. Nos primeiros dias, é normal apresentar vermelhidão nos olhos, sensação de areia ou desconforto leve, lacrimejamento e, eventualmente, uma leve visão dupla temporária, que tende a se resolver à medida que os músculos oculares se adaptam à nova posição. O médico irá prescrever colírio ou pomada de antibiótico, às vezes com corticoide, para uso no período pós-operatório, além de orientações específicas sobre restrições de atividades. Adultos também costumam se recuperar bem, mas o tempo de adaptação pode variar. É fundamental seguir rigorosamente as orientações da equipe médica e comparecer a todas as consultas de acompanhamento para acompanhar o resultado.
Uma única cirurgia é suficiente para corrigir o estrabismo, ou pode ser necessário operar mais de uma vez?
Muitas vezes, uma basta; às vezes, não. Em grandes séries de adultos, até 21% precisaram de outra cirurgia que não estava planejada, e até metade quando o desvio vinha da tireoide. Desvios muito grandes pedem uma segunda cirurgia com mais frequência. O acompanhamento depois da cirurgia mostra se é preciso ajustar o tratamento com óculos, tampão ou nova cirurgia.
Onde posso realizar a cirurgia de estrabismo em São Paulo e Guarulhos com atendimento por convênio?
A cirurgia é feita no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo. A consulta e o acompanhamento são feitos nas 5 unidades: Santana (Rua Dr. César, 130), Tatuapé (Rua Tuiuti, 2429), Lapa (Rua Barão de Jundiaí, 221), São Miguel Paulista (Rua Beraldo Marcondes, 108) e Guarulhos (Rua Sete de Setembro, 375, Centro). A cirurgia é feita no MIRA por nossos especialistas cirúrgicos, e o teste ortóptico, no Tatuapé.
Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300, RQE 50.645 (Oftalmologia). Atualizado em 30 de setembro de 2026.
Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi (CRM-SP 139.300, RQE 50.645), em 30 de setembro de 2026. Como revisamos o conteúdo.
Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.