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Estrabismo

Estrabismo: O que é, Tipos, Causas e Tratamento Completo

Publicado em 27 de abril de 2026 Atualizado em 27 de abril de 2026 Aproximadamente 15 minutos de leitura Dra. Priscilla R. de Almeida
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Dra. Priscilla R. de Almeida
Autor
Dra. Priscilla R. de Almeida
CRM-SP 156.789

Resumo em linguagem simples

Um guia detalhado sobre o desalinhamento dos olhos, conhecido como estrabismo. Abordamos os tipos, as causas em crianças e adultos, e os tratamentos disponíveis, incluindo óculos, tampão e cirurgia.

CID-10: H49 — Estrabismo paralítico Ver todos os artigos de Estrabismo

O estrabismo, popularmente conhecido como “olho torto” ou “vesgueira”, é uma condição visual caracterizada pelo desalinhamento dos olhos, fazendo com que eles não apontem para a mesma direção simultaneamente. Enquanto um olho foca em um objeto, o outro pode estar desviado para dentro, para fora, para cima ou para baixo. Esta condição é muito mais do que uma questão estética; ela afeta a forma como o cérebro processa as imagens e pode levar a consequências sérias para a visão, especialmente em crianças, como a perda da visão de profundidade e o desenvolvimento de ambliopia (olho preguiçoso). O tratamento é fundamental e pode variar desde o uso de óculos e tampões até a realização de cirurgia, com o objetivo de alinhar os olhos, restaurar a função visual e melhorar a qualidade de vida do paciente.

O que é Estrabismo? Uma Definição Detalhada

Para entender o estrabismo, é preciso primeiro compreender como a visão normal, ou visão binocular, funciona. Nossos olhos estão localizados a uma pequena distância um do outro, o que faz com que cada um capture uma imagem ligeiramente diferente do mesmo objeto. O cérebro, então, funde essas duas imagens em uma única imagem tridimensional (3D), um processo chamado de estereopsia, que nos dá a percepção de profundidade.

Esse alinhamento ocular perfeito é controlado por um sistema complexo que envolve seis músculos extraoculares em cada olho, os nervos que os comandam e as áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor e pela fusão das imagens. O estrabismo ocorre quando há uma falha nesse sistema de controle. O cérebro não consegue coordenar os movimentos dos olhos de forma adequada, resultando no desalinhamento.

Em crianças, o cérebro tem uma neuroplasticidade notável. Para evitar a confusão de receber duas imagens muito diferentes (uma do olho alinhado e outra do olho desviado), o cérebro pode começar a ignorar ou "suprimir" a imagem vinda do olho desalinhado. Se essa supressão persistir durante o período crítico de desenvolvimento visual (até por volta dos 7-8 anos), a conexão neural entre aquele olho e o cérebro não se desenvolve corretamente, levando a uma condição permanente de baixa visão chamada ambliopia, ou "olho preguiçoso". Por isso, o diagnóstico e tratamento precoces são cruciais.

Os Diferentes Tipos de Estrabismo

O estrabismo não é uma condição única; ele é classificado de várias formas, dependendo da direção do desvio, da frequência com que ocorre e da idade em que se manifesta. Na Drudi e Almeida Oftalmologia, a Dra. Priscilla R. de Almeida realiza uma avaliação completa para classificar precisamente o tipo de desvio, o que é essencial para definir o plano de tratamento mais eficaz.

Classificação pela Direção do Desvio

  • Esotropia (Desvio Convergente): É o tipo mais comum, especialmente em crianças. O olho desvia para dentro, em direção ao nariz. Pode ser constante ou intermitente.
  • Exotropia (Desvio Divergente): O olho desvia para fora, em direção à orelha. Este tipo de desvio pode ser mais evidente quando a pessoa está cansada, desatenta ou olhando para longe.
  • Hipertropia/Hipotropia (Desvio Vertical): O olho desvia para cima (hipertropia) ou para baixo (hipotropia) em relação ao olho fixador. Desvios verticais são menos comuns e podem estar associados a problemas neurológicos ou paralisia de músculos específicos.

Classificação pela Constância do Desvio

  • Constante: O desvio ocular está presente o tempo todo. Este tipo tem um risco maior de causar ambliopia em crianças.
  • Intermitente: O desvio aparece e desaparece. Geralmente, manifesta-se em momentos de estresse, cansaço, doença ou quando a pessoa está focando em objetos a uma distância específica. A visão binocular pode estar presente quando os olhos estão alinhados.

Tipos Específicos e Síndromes

Existem formas particulares de estrabismo que merecem destaque:

  • Estrabismo Acomodativo: Um tipo comum de esotropia que ocorre em crianças com alta hipermetropia (dificuldade para perto). O esforço excessivo para focar (acomodação) desencadeia um reflexo de convergência exagerado, fazendo com que os olhos desviem para dentro. Muitas vezes, este tipo de estrabismo pode ser corrigido apenas com o uso de óculos.
  • Pseudoestrabismo: Não é um estrabismo verdadeiro. É uma falsa impressão de desvio, comum em bebês e crianças pequenas, causada por uma ponte nasal larga e achatada ou pela presença de uma prega de pele no canto interno dos olhos (epicanto). Conforme o rosto da criança se desenvolve, essa aparência desaparece. Um oftalmologista pode diferenciar facilmente o pseudoestrabismo de um desvio real.
  • Síndromes Especiais: Condições como a Síndrome de Duane e a Síndrome de Brown envolvem limitações específicas no movimento ocular devido a problemas na inervação ou na estrutura dos músculos.
CaracterísticaEsotropia (Convergente)Exotropia (Divergente)
Direção do DesvioPara dentro (em direção ao nariz)Para fora (em direção à orelha)
Idade Comum de InícioGeralmente nos primeiros anos de vidaPode surgir na infância ou mais tarde
Sintomas ComunsDesvio visível, risco de ambliopiaFechar um olho sob luz solar, desvio intermitente (cansaço)
Tratamento Inicial FrequenteÓculos (se houver hipermetropia), tampãoÓculos (se houver miopia), observação, exercícios
Tabela Comparativa: Esotropia vs. Exotropia

Causas do Estrabismo: Por que os Olhos se Desalinham?

As causas do estrabismo são variadas e, em muitos casos, a origem exata não pode ser determinada (idiopática). No entanto, diversos fatores de risco estão bem estabelecidos, tanto para o desenvolvimento na infância quanto na vida adulta.

Fatores em Crianças

  1. Ametropias (Erros de Refração): A hipermetropia não corrigida é uma causa principal de esotropia acomodativa. Graus elevados de miopia ou astigmatismo também podem dificultar a fusão das imagens e levar ao desalinhamento.
  2. Fatores Genéticos: O estrabismo frequentemente ocorre em famílias. Crianças com pais ou irmãos estrábicos têm uma chance maior de desenvolver a condição.
  3. Condições Neurológicas: Problemas que afetam o cérebro e o sistema nervoso, como paralisia cerebral, hidrocefalia, Síndrome de Down e tumores cerebrais, podem interferir no controle dos músculos oculares.
  4. Prematuridade e Baixo Peso ao Nascer: Bebês prematuros têm um sistema nervoso central ainda em desenvolvimento, o que aumenta o risco de estrabismo.
  5. Baixa Visão em um Olho: Qualquer condição que cause visão ruim em um dos olhos, como catarata congênita, lesões na retina ou retinoblastoma (um tumor ocular infantil), pode fazer com que o cérebro ignore aquele olho, levando ao seu desvio. Por isso, um desvio ocular súbito em uma criança deve ser investigado com urgência.

Fatores em Adultos (Estrabismo Adquirido)

O surgimento de estrabismo na idade adulta é frequentemente um sinal de uma condição médica subjacente e requer investigação imediata. As causas incluem:

  • Doenças Sistêmicas: O diabetes pode causar danos aos nervos que controlam os músculos oculares (mononeuropatia diabética). Doenças da tireoide, especialmente a Doença de Graves, podem causar inflamação e espessamento dos músculos oculares, restringindo seus movimentos.
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC): Um AVC pode danificar as áreas do cérebro que controlam o alinhamento e o movimento dos olhos.
  • Traumatismos: Lesões na cabeça ou diretamente na órbita ocular podem danificar os músculos, os nervos ou o cérebro.
  • Tumores: Tumores cerebrais ou orbitários podem comprimir nervos ou músculos.
  • Descompensação de Foria: Muitas pessoas têm um pequeno desvio latente (foria) que é mantido sob controle pelo cérebro. Com o envelhecimento, cansaço ou doença, essa capacidade de controle pode diminuir, e o desvio se torna manifesto (tropia).

Sinais e Sintomas: Como Identificar o Estrabismo?

Os sinais do estrabismo variam significativamente entre crianças e adultos devido à forma como o cérebro de cada um lida com o desalinhamento.

Em Crianças

Os pais e cuidadores devem estar atentos aos seguintes sinais:

  • Desvio visível dos olhos: O sinal mais óbvio, que pode ser constante ou aparecer apenas ocasionalmente.
  • Fechar ou cobrir um dos olhos: Especialmente em ambientes com muita luz solar, a criança pode fechar um olho para evitar a visão dupla ou a confusão visual.
  • Inclinar ou girar a cabeça (torcicolo ocular): A criança adota uma posição anormal da cabeça para tentar usar os dois olhos juntos e manter a visão binocular.
  • Falta de coordenação: Pode parecer desajeitada, esbarrando em objetos, pois a percepção de profundidade está prejudicada.

É importante notar que crianças pequenas raramente se queixam de visão dupla (diplopia). Seu cérebro se adapta rapidamente suprimindo a imagem do olho desviado. Por isso, a ausência de queixas não significa ausência de problema.

Em Adultos

O cérebro adulto não consegue suprimir facilmente uma das imagens. Portanto, o sintoma mais comum e perturbador do estrabismo adquirido é a visão dupla (diplopia). Outros sintomas incluem:

  • Fadiga visual (astenopia): Cansaço nos olhos, especialmente durante a leitura ou trabalho no computador.
  • Dor de cabeça.
  • Perda da percepção de profundidade.
  • Necessidade de inclinar a cabeça ou fechar um olho para enxergar uma única imagem.

A Importância do Diagnóstico Precoce: O Papel do Oftalmologista

O diagnóstico precoce do estrabismo é a chave para um tratamento bem-sucedido e para a prevenção da perda permanente da visão. A recomendação do Conselho Brasileiro de Oftalmologia é que todas as crianças passem por uma avaliação oftalmológica completa no primeiro ano de vida. Na Drudi e Almeida Oftalmologia, tanto em São Paulo quanto em Guarulhos, seguimos rigorosamente essa diretriz, oferecendo um ambiente acolhedor e exames adaptados para os pequenos pacientes.

A consulta para diagnóstico de estrabismo, conduzida por especialistas como o Dr. Fernando Drudi e a Dra. Priscilla Almeida, envolve uma série de testes:

  • Avaliação da Acuidade Visual: Mede a capacidade de visão de cada olho. Em crianças que não sabem informar as letras, são usados testes com figuras ou a observação de como a criança segue objetos.
  • Teste de Cobertura (Cover Test): É o exame mais importante para detectar a presença e medir o tipo de desvio. O médico cobre e descobre cada olho alternadamente enquanto o paciente fixa um alvo, observando o movimento do olho que não está coberto.
  • Avaliação da Motilidade Ocular: O médico pede ao paciente para seguir um objeto com os olhos em diferentes direções para avaliar a função de cada um dos seis músculos extraoculares.
  • Refração sob Cicloplegia: É a medição do grau dos olhos com o uso de colírios que dilatam a pupila e relaxam o músculo da focalização. Isso é essencial, pois revela o grau real do paciente (especialmente a hipermetropia) e é fundamental para o tratamento do estrabismo acomodativo.
  • Exame de Fundo de Olho (Mapeamento de Retina): Permite ao oftalmologista examinar as estruturas internas do olho, como a retina e o nervo óptico, para descartar outras doenças que possam estar causando o estrabismo.

Tratamentos para Estrabismo: Alinhando a Visão

O tratamento do estrabismo tem dois objetivos principais: preservar ou restaurar a visão (especialmente tratando a ambliopia) e alinhar os olhos para recuperar a visão binocular e melhorar a aparência. O plano de tratamento é sempre individualizado.

Tratamentos Não Cirúrgicos

  • Óculos: São a primeira linha de tratamento em muitos casos. Em crianças com estrabismo acomodativo, a correção da hipermetropia com óculos pode ser suficiente para alinhar completamente os olhos. Em outros tipos de estrabismo, os óculos ajudam a fornecer uma imagem nítida ao cérebro, facilitando a fusão.
  • Oclusão (Tampão): O uso do tampão no olho com melhor visão é o tratamento padrão para a ambliopia. Ele não corrige o desvio, mas força o cérebro a utilizar e desenvolver a visão do "olho preguiçoso". A duração e a frequência do uso do tampão são determinadas pelo oftalmologista.
  • Prismas: São lentes especiais que podem ser adicionadas aos óculos para desviar a luz e ajudar a alinhar as imagens, eliminando a visão dupla. São mais utilizados em adultos com pequenos desvios ou como uma medida temporária.
  • Exercícios Ortópticos: São uma espécie de "fisioterapia ocular" que pode ajudar em casos específicos, como a insuficiência de convergência (um tipo de exotropia para perto). No entanto, os exercícios não são eficazes para a maioria dos tipos de estrabismo com grandes desvios.
  • Toxina Botulínica: A injeção de toxina botulínica (Botox®) em um dos músculos extraoculares pode ser uma opção em certos casos, como em paralisias agudas ou para pequenos desvios residuais após a cirurgia. A toxina enfraquece temporariamente o músculo, permitindo que o músculo oposto puxe o olho para a posição correta.

Tratamento Cirúrgico

A cirurgia de estrabismo é indicada quando os tratamentos não cirúrgicos não são suficientes para alinhar os olhos. O procedimento visa ajustar a força dos músculos extraoculares.

Como funciona? O cirurgião oftalmologista, com base em medições pré-operatórias precisas, realiza um ou dois tipos de ajustes nos músculos:

  • Retrocesso: O músculo é desinserido de sua posição original no globo ocular e reinserido mais para trás, enfraquecendo sua ação.
  • Ressecção: Uma pequena parte do músculo é removida, e o músculo é reinserido no mesmo local, encurtando-o e fortalecendo sua ação.

A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, sob anestesia geral para crianças e, geralmente, anestesia local com sedação para adultos. A recuperação costuma ser rápida. É comum haver vermelhidão e desconforto nos primeiros dias, que são controlados com colírios. As taxas de sucesso são altas, mas em alguns casos complexos, mais de um procedimento pode ser necessário ao longo da vida para manter o alinhamento.

Mitos e Verdades sobre o Estrabismo

  • Mito: Estrabismo em bebês melhora sozinho com o tempo.
  • Verdade: Um pequeno desvio intermitente pode ser normal nos primeiros 3 a 4 meses de vida. No entanto, qualquer desvio constante ou que persista após os 6 meses deve ser avaliado por um oftalmologista. Esperar pode levar à perda de visão por ambliopia.
  • Mito: A cirurgia de estrabismo é puramente estética.
  • Verdade: O principal objetivo da cirurgia é funcional: restaurar a visão binocular, a percepção de profundidade e eliminar a visão dupla. A melhora estética é uma consequência importante que impacta positivamente a autoestima e a interação social, mas a função visual é a prioridade.
  • Mito: Adultos não podem tratar o estrabismo.
  • Verdade: O estrabismo pode ser tratado com sucesso em qualquer idade. Em adultos, o tratamento pode eliminar a visão dupla, expandir o campo de visão e melhorar significativamente a qualidade de vida.

Conclusão: Uma Visão Alinhada para o Futuro

O estrabismo é uma condição oftalmológica complexa que exige atenção e cuidado especializado. Seja na infância, para garantir o desenvolvimento visual adequado, ou na vida adulta, para restaurar a função e o conforto, existem tratamentos eficazes disponíveis. A chave é não subestimar os sinais e buscar uma avaliação oftalmológica o mais cedo possível.

Se você ou seu filho apresenta algum sinal de desalinhamento ocular, não hesite em procurar ajuda especializada. Na Drudi e Almeida Oftalmologia, contamos com uma equipe experiente, liderada pela Dra. Priscilla R. de Almeida e pelo Dr. Fernando Drudi, para oferecer um diagnóstico preciso e um plano de tratamento individualizado. Agende sua consulta em nossas unidades de São Paulo ou Guarulhos e dê o primeiro passo para uma visão mais saudável e alinhada.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Estrabismo tem cura?

Sim, o estrabismo tem tratamento e controle. Em muitos casos, especialmente com diagnóstico e intervenção precoces, é possível alinhar os olhos de forma permanente e desenvolver uma boa visão em ambos. O objetivo é o controle funcional e estético do desvio.

A cirurgia de estrabismo é perigosa?

Como todo procedimento cirúrgico, existem riscos, mas a cirurgia de estrabismo é considerada muito segura. As complicações graves, como infecção ou perda de visão, são extremamente raras. Os riscos e benefícios devem ser discutidos detalhadamente com o cirurgião.

O estrabismo pode voltar depois da cirurgia?

Sim, em alguns casos, pode haver um desvio residual (hipocorreção) ou o desvio pode retornar com o tempo (recorrência). Isso não significa que a cirurgia falhou. Fatores como o tipo de estrabismo e a capacidade de fusão do cérebro influenciam o resultado a longo prazo. Às vezes, uma segunda cirurgia ou outros tratamentos podem ser necessários.

Até que idade o estrabismo pode ser tratado?

Não há limite de idade para tratar o estrabismo. Embora o tratamento na infância seja crucial para prevenir a ambliopia, adultos podem se beneficiar enormemente do tratamento para eliminar a visão dupla, melhorar o campo visual e a autoestima.

O SUS cobre a cirurgia de estrabismo?

Sim, a cirurgia de estrabismo é coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela maioria dos planos de saúde, pois é considerada um procedimento funcional para restaurar a saúde visual, e não apenas estético.

Referências Científicas

Este artigo foi redigido com base no conhecimento consolidado e nas diretrizes de prática clínica em oftalmologia. Para a sua elaboração, foram consultadas as principais publicações e consensos da área, como os estabelecidos pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e pela American Academy of Ophthalmology (AAO). Não há referências a artigos científicos específicos (PubMed) pois o conteúdo visa ser uma revisão geral e educativa.


Atenção: Este conteúdo tem caráter meramente informativo e educacional. As informações aqui apresentadas não substituem a consulta com um médico oftalmologista. O diagnóstico e o tratamento de qualquer condição médica devem ser realizados por um profissional qualificado.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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