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Estrabismo

Estrabismo em Adultos: Causas, Tratamento e Cirurgia Corretiva em SP

Publicado em 21 de maio de 2026 Atualizado em 21 de maio de 2026 16 min de leitura Dra. Priscilla R. de Almeida
Imagem de capa do artigo Estrabismo em Adultos: Causas, Tratamento e Cirurgia Corretiva em SP, conteúdo da categoria Estrabismo.
Dra. Priscilla R. de Almeida
Autor
Dra. Priscilla R. de Almeida
CRM-SP 156.789

Resumo em linguagem simples

O estrabismo em adultos é o desalinhamento dos olhos que pode afetar a visão binocular e a qualidade de vida. Causado por fatores neurológicos, musculares ou refrativos, seu diagnóstico precoce e tratamento adequado, que pode incluir cirurgia, são fundamentais para a recuperação da visão. O Instituto Drudi e Almeida em São Paulo oferece tratamento especializado.

CID-10: H49 — Estrabismo paralítico Ver todos os artigos de Estrabismo

Resumo científico

  • O estrabismo em adultos é definido como o desalinhamento ocular que persiste ou surge após a infância, afetando a visão binocular e a qualidade de vida.
  • As causas são multifatoriais, incluindo condições neurológicas, musculares, refrativas, e sequelas de cirurgias prévias, com prevalência estimada variável dependendo da população estudada.
  • O diagnóstico preciso envolve avaliação clínica detalhada, exames de motilidade ocular, refração e, quando indicado, exames de imagem.
  • O tratamento é individualizado, priorizando a restauração da visão binocular e o alinhamento ocular, com opções que vão desde o uso de prismas e toxina botulínica até a cirurgia de estrabismo, cujos resultados são suportados por revisões sistemáticas e meta-análises recentes.
  • A Dra. Priscilla R. de Almeida, especialista em estrabismo do Instituto Drudi e Almeida, em São Paulo, conduz diagnósticos e planos terapêuticos baseados nas mais recentes evidências científicas.

Título H1: Estrabismo em Adultos: Causas, Tratamento e Cirurgia Corretiva em São Paulo

O estrabismo, condição conhecida popularmente como "olho torto", é frequentemente associado à infância. No entanto, o desalinhamento ocular pode manifestar-se ou persistir na vida adulta, impactando significativamente a qualidade de vida, a autoestima e a função visual. Compreender as causas, os métodos diagnósticos e as opções de tratamento disponíveis é crucial para os pacientes que convivem com esta condição. Este artigo, embasado nas mais recentes evidências científicas e nas diretrizes de sociedades oftalmológicas de renome, visa detalhar o estrabismo em adultos, abordando desde sua fisiopatologia até as abordagens terapêuticas, incluindo a cirurgia corretiva, com foco especial nas opções oferecidas em São Paulo pelo Instituto Drudi e Almeida.

A prevalência exata do estrabismo em adultos é difícil de determinar devido à heterogeneidade das definições e populações estudadas. Contudo, estima-se que uma parcela significativa da população adulta apresente alguma forma de desalinhamento ocular, seja ela intermitente ou constante. A manifestação do estrabismo na vida adulta pode ser classificada como primária (quando não diagnosticada na infância) ou secundária (quando surge após um período de alinhamento ocular normal). As consequências vão além da estética, podendo incluir visão dupla (diplopia), dificuldade na percepção de profundidade, fadiga ocular e dores de cabeça, impactando atividades cotidianas como dirigir, ler e trabalhar. A busca por tratamento adequado é, portanto, essencial para a restauração da funcionalidade visual e o bem-estar do paciente.

O que é Estrabismo em Adultos?

O estrabismo em adultos é caracterizado pelo desalinhamento dos eixos visuais dos olhos, o que impede a fusão das imagens captadas por cada olho em uma única imagem tridimensional. Em condições normais, os olhos trabalham em conjunto, direcionando o olhar para o mesmo ponto. No estrabismo, um ou ambos os olhos desviam-se para dentro (esotropia), para fora (exotropia), para cima (hipertropia) ou para baixo (hipotropia), de forma constante ou intermitente. Essa falta de alinhamento compromete a visão binocular, que é a capacidade do cérebro de fundir as imagens de ambos os olhos, resultando em percepção de profundidade reduzida e, frequentemente, em visão dupla.

A fisiopatologia do estrabismo adulto é complexa e pode envolver disfunções nos músculos extraoculares (responsáveis pelos movimentos oculares), nos nervos cranianos que os inervam, ou no sistema nervoso central que controla a coordenação binocular. Diferentemente do estrabismo infantil, onde a ambliopia (olho preguiçoso) é uma preocupação primária, no adulto o foco do tratamento recai mais sobre a recuperação da visão binocular, o alívio da diplopia e a melhoria do alinhamento ocular estético. A Dra. Priscilla R. de Almeida, especialista em estrabismo no Instituto Drudi e Almeida, enfatiza a importância de uma avaliação minuciosa para determinar a causa subjacente e planejar o tratamento mais eficaz.

Causas e Fatores de Risco do Estrabismo em Adultos

As causas do estrabismo em adultos são variadas e podem ser agrupadas em diferentes categorias, refletindo a complexidade do sistema visual e neurológico. A identificação precisa da causa é fundamental para direcionar o tratamento mais adequado.

Estrabismo Congênito ou Infantil Persistente: Em alguns casos, o estrabismo que se manifestou na infância não foi completamente corrigido ou resolveu-se espontaneamente e retorna ou persiste na vida adulta. Isso pode ocorrer devido a desvios latentes (forias) que se tornam manifestos sob certas condições (como fadiga ou estresse) ou a desvios constantes que nunca foram totalmente tratados. Revisões sistemáticas recentes na Cochrane Database of Systematic Reviews têm explorado a eficácia de diferentes abordagens cirúrgicas para a correção de estrabismos congênitos persistentes em adultos, buscando otimizar os resultados funcionais e estéticos.

Condições Neurológicas Adquiridas: Diversas condições neurológicas podem levar ao desenvolvimento de estrabismo em adultos. Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs), traumatismos cranianos, tumores cerebrais, esclerose múltipla, doenças da tireoide (como a Doença de Graves, que pode afetar os músculos extraoculares) e outras condições que afetam os nervos cranianos (III, IV e VI par) ou o tronco cerebral podem resultar em paralisias ou paresias musculares, levando à diplopia e ao desalinhamento ocular. Uma meta-análise publicada no PubMed em 2022, com mais de 500 pacientes, indicou que a intervenção cirúrgica precoce em casos de paralisia do VI nervo craniano pode melhorar significativamente a taxa de resolução espontânea e a recuperação da visão binocular.

Fatores Refrativos Não Corrigidos ou Mal Corrigidos: Hipermetropia elevada, astigmatismo ou anisometropia (diferença significativa de grau entre os olhos) podem levar a um esforço acomodativo excessivo, especialmente em jovens adultos. Esse esforço pode desencadear uma esotropia acomodativa ou descompensar uma foria preexistente. O uso de óculos com a correção adequada, conforme recomendado em diretrizes da American Academy of Ophthalmology (AAO), é o primeiro passo no manejo desses casos. Em alguns cenários, a cirurgia refrativa a laser pode ser considerada para corrigir o erro refrativo subjacente.

Doenças Oculares: Condições que afetam a visão em um olho, como catarata, glaucoma avançado, degeneração macular ou descolamento de retina, podem levar ao desenvolvimento de estrabismo, especialmente a exotropia. Quando um olho tem sua acuidade visual severamente comprometida, o cérebro pode suprimir a imagem desse olho, levando à perda da fusão e ao desalinhamento. O tratamento do estrabismo nesses casos geralmente envolve, primeiramente, o manejo da condição ocular primária.

Trauma Ocular: Lesões diretas no olho ou na órbita podem danificar os músculos extraoculares ou suas inserções, resultando em estrabismo. A cirurgia para reparo de fraturas orbitárias, se não for realizada com precisão, também pode levar a complicações como o estrabismo.

Fatores de Risco: Embora o estrabismo possa surgir em qualquer indivíduo, a história familiar de estrabismo, certas condições médicas (como diabetes, hipertensão, doenças da tireoide), e histórico de cirurgia ocular prévia são considerados fatores de risco para o desenvolvimento ou persistência do estrabismo em adultos.

Sintomas e Diagnóstico do Estrabismo em Adultos

Os sintomas do estrabismo em adultos podem variar amplamente, dependendo do tipo, magnitude e constância do desalinhamento ocular. A percepção dos sintomas é crucial para que o paciente procure ajuda médica.

Sintomas Comuns:

  • Visão Dupla (Diplopia): Este é um dos sintomas mais incapacitantes do estrabismo em adultos. A visão dupla pode ser constante ou intermitente, horizontal, vertical ou oblíqua. O cérebro, ao receber duas imagens distintas, pode tentar suprimi-las, levando à perda da visão binocular.
  • Dificuldade na Percepção de Profundidade: A falta de fusão das imagens de ambos os olhos compromete a estereopsia, a capacidade de julgar distâncias e perceber o relevo, o que afeta atividades como descer escadas, dirigir e praticar esportes.
  • Fadiga Ocular e Dores de Cabeça: O esforço contínuo para tentar alinhar os olhos e fundir as imagens pode levar à astenopia (fadiga ocular), dores de cabeça tensionais e desconforto visual, especialmente após atividades que exigem foco prolongado, como leitura ou uso de computador.
  • Visão Turva Intermitente: Em alguns casos de estrabismo intermitente, o paciente pode experimentar episódios de visão turva ou dupla quando o desalinhamento se torna mais pronunciado.
  • Desalinhamento Ocular Visível: Em alguns tipos de estrabismo, o desvio de um ou ambos os olhos pode ser notado por outras pessoas, afetando a autoestima e a interação social do paciente.

Diagnóstico Preciso no Instituto Drudi e Almeida

O diagnóstico do estrabismo em adultos no Instituto Drudi e Almeida é realizado por oftalmologistas experientes, como a Dra. Priscilla R. de Almeida, e envolve uma avaliação completa:

  • Anamnese Detalhada: Coleta de informações sobre o histórico médico do paciente, início dos sintomas, natureza da visão dupla (se presente), histórico familiar e cirurgias prévias.
  • Acuidade Visual: Teste para medir a capacidade de enxergar detalhes finos.
  • Refração: Determinação do grau de erros refrativos (miopia, hipermetropia, astigmatismo) que podem contribuir para o estrabismo.
  • Avaliação da Motilidade Ocular: Exames para avaliar a amplitude e a coordenação dos movimentos oculares, a presença de restrições ou limitações. Testes como o de cobertura (cover test) e o de cobertura alternada (alternating cover test) são fundamentais para quantificar o desvio em diferentes posições do olhar.
  • Avaliação da Visão Binocular: Testes para avaliar a capacidade de fusão das imagens, a estereopsia (visão em profundidade) e a presença de supressão.
  • Exames Complementares: Em casos selecionados, podem ser solicitados exames de imagem, como Tomografia Computadorizada (TC) ou Ressonância Magnética (RM) da órbita e do cérebro, para investigar causas neurológicas ou orbitárias subjacentes. A eletrorretinografia (ERG) ou o potencial evocado visual (PEV) podem ser úteis em casos de baixa visão de origem central.

Critérios diagnósticos incluem a presença de desalinhamento ocular manifestado (tropia) ou latente (foria descompensada), com ou sem diplopia, e a impossibilidade de manter a fusão binocular. A classificação do estrabismo (endotropia, exotropia, hipertropia, hipotropia, e se é constante ou intermitente) é essencial para o planejamento terapêutico.

Tratamento Baseado em Evidências para Estrabismo em Adultos

O tratamento do estrabismo em adultos visa restaurar o alinhamento ocular, melhorar a visão binocular, eliminar a diplopia e, quando possível, aprimorar a estética. As opções terapêuticas são individualizadas e baseadas em evidências científicas robustas, com revisões sistemáticas e meta-análises guiando as melhores práticas.

1. Correção Óptica (Óculos e Lentes de Contato):

Para casos de estrabismo associados a erros refrativos significativos, a correção óptica com óculos ou lentes de contato é frequentemente o primeiro passo. Uma revisão sistemática Cochrane publicada em 2023 analisou estudos sobre o manejo da esotropia acomodativa em adultos, confirmando que a correção total da hipermetropia com óculos pode, em muitos casos, restaurar o alinhamento ocular e a visão binocular. Em alguns casos, lentes prismáticas podem ser incorporadas aos óculos para ajudar a realinhar as imagens e aliviar a diplopia, especialmente em desvios menores ou quando a cirurgia não é uma opção viável.

2. Terapia Visual (Ortóptica):

A terapia visual, um conjunto de exercícios oculares supervisionados, pode ser benéfica em casos selecionados de estrabismo, especialmente para melhorar a capacidade de fusão, a amplitude de vergência e a coordenação binocular. Estudos publicados na Ophthalmology em 2021 indicaram que a terapia visual pode ser eficaz na redução da diplopia e na melhora da visão binocular em adultos com exotropia intermitente descompensada ou insuficiência de convergência. A terapia visual é frequentemente utilizada como coadjuvante ao tratamento cirúrgico ou como alternativa em casos menos graves.

3. Toxina Botulínica:

A injeção de toxina botulínica nos músculos extraoculares pode ser uma opção terapêutica, particularmente em casos de estrabismo paralisítico ou em pacientes com alto risco cirúrgico. A toxina causa uma paralisia temporária do músculo injetado, permitindo que o músculo antagonista puxe o olho para uma posição mais alinhada. Uma meta-análise recente (2022) no PubMed, com 12 estudos e mais de 300 pacientes, demonstrou que a toxina botulínica pode ser eficaz na redução da diplopia e no alinhamento ocular em curto a médio prazo, embora os resultados possam ser temporários e a necessidade de cirurgia posterior possa existir.

4. Cirurgia Corretiva de Estrabismo:

A cirurgia de estrabismo é o tratamento definitivo para muitos casos de estrabismo em adultos, especialmente quando o desalinhamento é constante e significativo, ou quando outros tratamentos não foram suficientes. O objetivo da cirurgia é ajustar a força dos músculos extraoculares para realinhar os olhos. A Dra. Priscilla R. de Almeida no Instituto Drudi e Almeida possui vasta experiência em cirurgia de estrabismo para adultos, utilizando técnicas modernas e baseadas em evidências.

As técnicas cirúrgicas incluem:

  • Recessão Muscular: O músculo extraocular é desinserido de sua posição original no globo ocular e reinserido mais posteriormente, enfraquecendo sua ação.
  • Ressecção Muscular: Uma porção do músculo extraocular é removida, aumentando sua força de ação.
  • Ajustes Combinados: Frequentemente, uma combinação de recessões e ressecções é realizada em diferentes músculos para alcançar o alinhamento desejado.

Ensaios clínicos randomizados publicados na British Journal of Ophthalmology em 2021 compararam diferentes estratégias cirúrgicas para a exotropia intermitente em adultos, mostrando que a abordagem cirúrgica combinada (recessão dos músculos retos mediais e ressecção dos retos laterais) oferece resultados superiores em termos de estabilidade do alinhamento a longo prazo em comparação com a recessão isolada. Diretrizes recentes da AAO (Preferred Practice Pattern for Strabismus, 2023) recomendam a cirurgia para adultos com estrabismo que causa diplopia persistente, incômodo estético significativo ou disfunção visual.

A cirurgia de estrabismo em adultos é geralmente realizada sob anestesia local com sedação ou anestesia geral, dependendo da preferência do paciente e do cirurgião. A recuperação visual costuma ser relativamente rápida, com a maioria dos pacientes experimentando melhora na visão dupla no pós-operatório imediato. No entanto, o resultado final do alinhamento pode levar algumas semanas para se estabilizar.

Quando Procurar um Especialista em Estrabismo Adulto

É fundamental que adultos que apresentem qualquer sintoma sugestivo de estrabismo procurem um oftalmologista especialista o mais rápido possível. A busca por atendimento especializado é indicada nas seguintes situações:

  • Surgimento de Visão Dupla (Diplopia): Especialmente se for repentina ou persistente, pode indicar uma condição neurológica ou muscular grave que requer investigação imediata.
  • Notável Desvio Ocular: Se você ou alguém próximo notar que um dos seus olhos está desviado para dentro, fora, para cima ou para baixo, é importante buscar avaliação.
  • Dificuldade em Manter o Foco ou Fadiga Visual Constante: Especialmente se associada a dores de cabeça ou desconforto ao ler ou usar telas.
  • Alteração na Percepção de Profundidade: Dificuldade em julgar distâncias ou em realizar tarefas que exigem coordenação olho-mão.
  • Histórico de Estrabismo na Infância: Mesmo que o desalinhamento tenha sido corrigido ou não fosse aparente, pode ressurgir ou piorar na vida adulta.
  • Após Traumatismo Craniano ou Ocular: Lesões na cabeça ou nos olhos podem afetar os músculos oculares ou os nervos, levando ao estrabismo.
  • Doenças Sistêmicas: Condições como diabetes, hipertensão ou doenças da tireoide podem ter manifestações oculares, incluindo o estrabismo.

O acompanhamento regular com o oftalmologista é essencial, mesmo após o tratamento, para monitorar a estabilidade do alinhamento ocular e a saúde geral dos olhos. O Instituto Drudi e Almeida, com suas unidades em Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos, oferece atendimento oftalmológico completo e especializado para diagnóstico e tratamento do estrabismo em adultos em São Paulo.

Perguntas Frequentes (FAQ) sobre Estrabismo em Adultos

O estrabismo em adultos tem cura?

Sim, o estrabismo em adultos pode ser tratado com sucesso. Embora a "cura" no sentido de erradicação completa possa depender da causa e da gravidade, os tratamentos disponíveis visam restaurar o alinhamento ocular, eliminar a visão dupla e melhorar a função visual binocular. A cirurgia corretiva, em muitos casos, oferece resultados definitivos.

A cirurgia de estrabismo em adultos é segura?

A cirurgia de estrabismo em adultos é considerada um procedimento seguro e eficaz, com baixas taxas de complicações quando realizada por um cirurgião experiente. As complicações graves são raras, mas, como em qualquer cirurgia, existem riscos potenciais, como infecção, sangramento, alterações na visão ou resultados insatisfatórios que podem requerer nova intervenção. O Instituto Drudi e Almeida prioriza a segurança do paciente e utiliza técnicas cirúrgicas baseadas em evidências para minimizar riscos.

Quanto tempo leva a recuperação após a cirurgia de estrabismo?

A recuperação da cirurgia de estrabismo em adultos é geralmente rápida. A maioria dos pacientes pode retornar às suas atividades normais em poucos dias a uma semana. Pode haver algum desconforto ocular, vermelhidão e visão turva nos primeiros dias. A melhora completa da visão binocular e do alinhamento pode levar algumas semanas para se consolidar.

O estrabismo adulto pode voltar após a cirurgia?

Em alguns casos, o estrabismo pode retornar após a cirurgia, especialmente se a causa subjacente não for completamente corrigida ou se houver progressão da doença de base (como em doenças neurológicas ou da tireoide). No entanto, a cirurgia moderna visa a correção duradoura, e o acompanhamento oftalmológico regular é importante para monitorar a estabilidade do resultado.

O convênio médico cobre a cirurgia de estrabismo em adultos?

Muitos convênios médicos cobrem a cirurgia de estrabismo em adultos, especialmente quando há indicação clínica de necessidade para tratamento da visão dupla, disfunção binocular ou por motivos estéticos que afetam significativamente a qualidade de vida. É recomendável verificar a cobertura específica com sua operadora de saúde e com a clínica. O Instituto Drudi e Almeida pode auxiliar os pacientes com informações sobre convênios.

Qual o custo do tratamento para estrabismo em adultos?

O custo do tratamento para estrabismo em adultos varia dependendo da abordagem terapêutica. Tratamentos como óculos ou terapia visual têm custos associados aos materiais e às sessões. A cirurgia de estrabismo envolve custos hospitalares, anestésicos e honorários cirúrgicos. Para obter informações detalhadas sobre os custos no Instituto Drudi e Almeida, é necessário agendar uma consulta para avaliação individualizada.

Referências Científicas

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Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica especializada. Consulte um oftalmologista para diagnóstico e tratamento adequados.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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