Resumo em linguagem simples
A retinografia é uma fotografia da retina. O Eyer II Phelcom usa IA para detectar automaticamente sinais de retinopatia diabética e DMRI. É indolor, rápido e não precisa dilatar na maioria dos casos.
O que é a retinografia digital?
A retinografia digital é um exame que fotografa a retina — a camada sensível à luz no fundo do olho — com câmeras de alta resolução. As imagens mostram o nervo óptico, os vasos sanguíneos, a mácula e toda a extensão da retina periférica, permitindo ao médico identificar alterações como hemorragias, exsudatos, neovascularização, drusas e atrofia.
No Instituto Drudi e Almeida, utilizamos o Eyer II Phelcom — retinógrafo portátil de última geração desenvolvido no Brasil, com campo de captura de 45° e integração com plataforma de inteligência artificial para rastreamento automático de retinopatia diabética e DMRI.
Para que serve a retinografia?
- Retinopatia Diabética — rastreamento e estadiamento em pacientes diabéticos; a IA do Eyer II detecta microaneurismas, hemorragias e neovascularização com sensibilidade >90%
- Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) — identifica drusas, atrofia geográfica e neovascularização coroidal
- Glaucoma — documenta a aparência do nervo óptico e a relação escavação/disco
- Oclusões Vasculares — hemorragias em chama de vela, edema macular
- Hipertensão Arterial — alterações vasculares retinianas (cruzamentos arteriovenosos, espessamento arteriolar)
- Documentação e Seguimento — registro fotográfico para comparação ao longo do tempo
O Eyer II e a inteligência artificial
O Eyer II Phelcom integra-se com a plataforma de IA EyerMaps, que analisa automaticamente as imagens capturadas e gera um relatório de rastreamento em menos de 2 minutos. O algoritmo foi treinado em mais de 1 milhão de imagens retinianas e detecta:
- Retinopatia diabética (leve, moderada, grave, proliferativa)
- Edema macular clinicamente significativo
- DMRI (seca e úmida)
- Glaucoma suspeito (relação E/D aumentada)
Essa tecnologia é especialmente valiosa para rastreamento em larga escala — como em campanhas de saúde para pacientes diabéticos — e para triagem em unidades básicas de saúde.
Como é feito o exame?
O paciente senta em frente ao aparelho (ou o técnico aproxima o retinógrafo portátil do olho do paciente) e olha para um ponto de luz. Em menos de 1 segundo, a câmera captura a imagem da retina. O exame é completamente indolor, sem contato com o olho e sem necessidade de colírio anestésico. Na maioria dos casos, não é necessária dilatação pupilar.
Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.
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