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Cirurgia de Catarata nos Dois Olhos no Mesmo Dia: Quando Pode Ser Discutida

Publicado em 01 de maio de 2026 Atualizado em 21 de agosto de 2026 Revisão médica: 19 de agosto de 2026 12 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
Médico e paciente conversam sobre cirurgia de catarata nos dois olhos no mesmo dia, com diagrama de dois olhos ao fundo.
Dr. Fernando Macei Drudi
Autor Médico
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300 | RQE 50.645

Resumo em linguagem simples

Em geral, cada olho é operado em uma data. A cirurgia dos dois olhos no mesmo dia não é rotina no Instituto e só pode ser discutida após avaliação individual.

GUIA CLÍNICO · CATARATA

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi · CRM-SP 139.300 · RQE 50.645

No Instituto Drudi e Almeida, a cirurgia de catarata nos dois olhos no mesmo dia não é rotina. Em situações selecionadas, a possibilidade pode ser discutida após avaliação individual dos dois olhos, da saúde geral, das circunstâncias de anestesia e da capacidade de acompanhar o pós-operatório. Cada olho continua a ser tratado como um procedimento próprio, e o plano pode mudar se houver uma intercorrência ou uma nova informação durante a cirurgia do primeiro olho.

Prancha clínica com dois olhos com catarata, um ponto de avaliação entre eles e quatro caixas explicando avaliação de cada olho, circunstâncias clínicas, decisão individual e que a mesma data não é rotina.
Figura clínica em destaque. A decisão sobre tratar os dois olhos na mesma data depende de uma avaliação que considera cada olho, as circunstâncias clínicas e a possibilidade de alterar o plano entre os procedimentos.

O que significa operar os dois olhos no mesmo dia?

A expressão usada na literatura é cirurgia bilateral sequencial imediata, frequentemente abreviada como ISBCS. Ela descreve a realização de cirurgia de catarata em ambos os olhos na mesma data. Isso não deve ser entendido como uma única cirurgia “duplicada”: os olhos precisam ser avaliados individualmente, e a decisão sobre o segundo olho precisa continuar aberta até o momento apropriado do procedimento.

Na estratégia mais comum, cada olho é operado em uma data diferente. Esse intervalo permite acompanhar a evolução inicial, confirmar a resposta visual, revisar sintomas e incorporar novas informações ao planejamento do outro olho. A cirurgia na mesma data não torna esse raciocínio desnecessário; ela apenas organiza duas etapas em uma sessão que exige critérios e cuidados próprios.

Figura educativa comparando cirurgia de catarata em datas distintas com a possibilidade de mesma data, mostrando que ambas exigem planejamento e que a segunda alternativa não é rotina.

Por que as cirurgias em datas separadas continuam sendo o padrão?

Datas separadas preservam um intervalo útil para observar o primeiro olho antes de programar o segundo. O cirurgião pode revisar achados do pós-operatório, discutir a adaptação visual e, quando necessário, ajustar o planejamento subsequente. Para muitas pessoas, esse intervalo faz parte de uma organização prudente do cuidado e é a conduta habitual do Instituto.

Também é importante distinguir conveniência de indicação. Reduzir deslocamentos ou concentrar etapas no calendário pode ser relevante para algumas pessoas, mas não basta para definir a estratégia. A escolha precisa levar em conta os exames, o contexto clínico, o entendimento do paciente sobre a proposta e as orientações que serão necessárias depois da alta.

Uma revisão sistemática de ensaios randomizados não encontrou diferença clara em resultados visuais ou complicações entre as estratégias estudadas, mas classificou a qualidade da evidência como baixa ou muito baixa. Os autores concluíram que a decisão deve seguir uma conversa cuidadosa entre cirurgião e paciente, e não uma regra universal.[1] Essa limitação é central para este artigo: evidência comparativa não equivale a indicação para qualquer pessoa.

Quando a mesma data pode ser discutida?

A discussão pode ser pertinente quando o conjunto de circunstâncias clínicas justifica considerar menos exposições cirúrgicas. Entre os contextos possíveis estão situações selecionadas envolvendo anestesia geral ou comorbidades que tornam relevante avaliar como o tratamento será organizado. Isso não significa que a anestesia geral, uma comorbidade ou a catarata em ambos os olhos, isoladamente, determine a realização no mesmo dia.

O ponto de partida é sempre avaliar se a catarata de cada olho explica a dificuldade visual e se há condições associadas que podem alterar a previsão de cuidado. Córnea, retina, nervo óptico, pressão intraocular, histórico de cirurgias, medicamentos em uso e condições sistêmicas podem influenciar tanto o planejamento como a necessidade de acompanhamento. A decisão também considera se a pessoa compreende a proposta, consegue seguir as orientações e dispõe do suporte recomendado para o retorno para casa e para os primeiros dias após a cirurgia.

Figura educativa em diagrama circular mostrando avaliação de cada olho, saúde geral, acompanhamento, planejamento cirúrgico e preferências como elementos de uma decisão individual.

Quais informações entram na avaliação?

A consulta não se limita a confirmar que existe catarata nos dois olhos. O médico reúne a história visual, as dificuldades nas atividades cotidianas, o exame ocular, as medidas necessárias para planejar a lente intraocular e o histórico clínico geral. A avaliação de cada olho é separada porque dois olhos da mesma pessoa podem ter cataratas, córneas, medidas e doenças associadas diferentes.

Também vale informar todos os medicamentos, alergias, cirurgias anteriores, alterações recentes de visão e condições de saúde acompanhadas por outros profissionais. Não altere medicamentos por conta própria para “se preparar” para a cirurgia. Se algum ajuste for necessário, ele deve ser orientado pela equipe que conhece o seu caso e, quando aplicável, articulado com os profissionais que acompanham outras doenças.

O planejamento da lente intraocular é outro elemento importante. Em datas separadas, o resultado do primeiro olho pode oferecer uma informação adicional para a conversa sobre o segundo. Essa possibilidade de ajuste é uma das razões pelas quais a cirurgia em dias diferentes continua sendo uma escolha frequente. Uma revisão de vantagens e limites da ISBCS descreve justamente que a impossibilidade de ajustar a escolha do segundo olho a partir do primeiro faz parte do debate clínico.[8]

Figura educativa em linha do tempo com avaliação ocular, conversa clínica, plano cirúrgico e definição de data como etapas anteriores à cirurgia de catarata.

Dois olhos no mesmo dia não significa um único procedimento

Quando a estratégia é discutida, a referência científica destaca a necessidade de tratar cada olho como procedimento independente. Isso inclui planejamento próprio, conferências próprias e medidas de prevenção que a equipe explica no contexto do serviço e do caso. Não é apropriado supor que protocolos descritos em um estudo, em outro país ou em outro centro sejam idênticos aos que serão aplicados a uma pessoa específica.

O ensaio multicêntrico de Serrano-Aguilar e colaboradores comparou as duas estratégias em pacientes selecionados e associou seus resultados a seleção cuidadosa, experiência cirúrgica e diretrizes padronizadas de independência asséptica entre os olhos.[3] Esse achado é útil para explicar por que a mesma data exige planejamento rigoroso; ele não autoriza declarar que qualquer paciente ou qualquer serviço tem o mesmo contexto do estudo.

O que pode mudar o plano depois do primeiro olho?

Uma das cautelas mais importantes é reconhecer que a decisão não fica “travada” antes de começar. Se houver uma intercorrência, uma dificuldade técnica, um achado inesperado ou qualquer informação que faça a equipe reavaliar a situação, o segundo olho pode ser adiado. O objetivo não é cumprir um calendário a qualquer custo, mas preservar a decisão clínica apropriada para cada olho.

Esse ponto também ajuda a evitar uma interpretação inadequada da expressão “mesmo dia”. A possibilidade pode ser planejada, mas ela permanece condicionada ao que acontece ao longo do cuidado. Na consulta, pergunte diretamente qual é o plano caso algo mude no primeiro procedimento e como a equipe explicará uma eventual decisão de adiar o segundo olho.

Figura educativa mostrando primeiro olho, reavaliação e segundo olho, destacando que uma intercorrência pode modificar o plano para o segundo procedimento.

O que os estudos mostram — e o que eles não permitem prometer

Há ensaios, coortes e revisões que comparam cirurgia bilateral imediata e cirurgia em datas distintas. Os trabalhos variam quanto ao desenho, ao perfil de pacientes, aos protocolos e aos desfechos avaliados. Por isso, é mais seguro usar a literatura para qualificar a conversa do que para prever uma visão específica, um prazo de recuperação ou um risco individual.

Tipo de evidênciaContribuição para a conversaLimite para o caso individual
Ensaios randomizados e revisõesComparam resultados entre estratégias em populações selecionadas.O número de ensaios e a certeza de parte da evidência são limitados.[1]
Meta-análise recenteReúne estudos com diferentes desfechos pós-operatórios.Estudos não randomizados podem refletir seleção de casos e confundimento.[2]
Registros de grande portePermitem observar eventos pouco frequentes em populações amplas.Dados de registro não substituem avaliação local nem estimam risco pessoal.[4] [5]
Coortes de olhos não complexosAjudam a contextualizar desfechos visuais e refrativos.Não são uma garantia de resultado e não representam todos os perfis clínicos.[6]

Por exemplo, uma meta-análise de 2023 não identificou diferenças estatisticamente significativas em vários desfechos pós-operatórios comparados, mas apontou associação de ruptura de cápsula posterior com ISBCS no agrupamento de estudos não randomizados. Esse dado precisa ser lido como associação observacional, e não como previsão de que algo ocorrerá em uma pessoa.[2] Da mesma forma, os registros de infecção intraocular ajudam a demonstrar que eventos são incomuns em suas populações estudadas, mas não autorizam tratar esse risco como inexistente.[4] [5]

Como se preparar para uma conversa bem informada?

Leve para a consulta seus exames disponíveis, lista de medicamentos, informações sobre alergias, tratamentos em andamento e relatos das dificuldades visuais que mais interferem na rotina. Diga se há necessidade de anestesia geral já conhecida, limitações de mobilidade, dificuldade para comparecer a retornos ou apoio disponível em casa. Essas informações não são detalhes administrativos: elas ajudam a organizar uma decisão clínica coerente.

Também vale separar expectativas de perguntas práticas. Em vez de perguntar apenas “posso fazer os dois olhos?”, tente formular questões como: qual estratégia atende melhor ao meu caso; o que pode levar ao adiamento do segundo olho; qual acompanhamento será necessário; e quais sintomas exigem contato antes do retorno. Essa conversa deixa mais claro que a decisão envolve o cuidado completo, não apenas a data do procedimento.

Figura educativa com quatro perguntas para conversar com o cirurgião sobre seleção de caso, mudança de plano, organização após a cirurgia e motivos para preferir datas distintas.

Como é o acompanhamento depois da cirurgia?

O acompanhamento pós-operatório continua indispensável independentemente da estratégia escolhida. As consultas permitem examinar cada olho, revisar sintomas, confirmar o uso das medicações prescritas e orientar a retomada de atividades. O calendário é definido pelo cirurgião de acordo com os achados, a história clínica e as orientações de alta; não deve ser substituído por cronogramas genéricos encontrados na internet.

Organize antecipadamente o transporte e o acompanhante quando forem orientados. Não dirija no dia do procedimento. Guarde as receitas, o documento de alta e os contatos fornecidos pela equipe em local fácil de consultar. Se a visão mudar ou surgir uma dúvida, siga a orientação específica do seu atendimento, em vez de usar prescrições, colírios ou recomendações de outra pessoa.

Sinais que não devem esperar até o retorno programado

Dor importante, redução súbita da visão, vermelhidão intensa ou uma mudança diferente do que foi explicado na alta justificam contato rápido com a equipe que acompanha o caso ou avaliação conforme a orientação recebida. Esses sinais não significam automaticamente uma complicação específica, mas precisam ser interpretados no contexto do seu olho e do procedimento realizado.

O cuidado deve ser ainda mais claro quando os dois olhos foram tratados na mesma data, porque os sintomas podem afetar tarefas básicas do cotidiano. Planeje apoio para os primeiros dias se a equipe recomendar e confirme, antes da cirurgia, como proceder caso seja necessário falar com o serviço fora do horário da consulta.

Figura educativa comparando tópicos que podem ser conversados em casos selecionados com cautelas, incluindo que cada olho tem seu próprio plano e que o segundo pode ser adiado.

Artigos que ajudam a aprofundar o planejamento

Este conteúdo discute especificamente a decisão excepcional sobre os dois olhos na mesma data. Para compreender a cirurgia de forma ampla, leia o guia sobre como funciona a cirurgia de catarata, seus riscos e recuperação. Se a sua dúvida for sobre organização do dia e do acompanhamento, consulte quanto tempo demora a cirurgia de catarata. As orientações posteriores ao procedimento são detalhadas no artigo de cuidados no pós-operatório de catarata.

Quer discutir qual estratégia de cirurgia de catarata faz sentido no seu caso? A avaliação com o Dr. Fernando permite revisar cada olho, suas condições clínicas, os exames necessários e o planejamento de acompanhamento.

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Perguntas frequentes sobre cirurgia de catarata nos dois olhos no mesmo dia

O que significa cirurgia de catarata nos dois olhos no mesmo dia?

É uma estratégia em que cada olho é tratado na mesma data, mas como procedimentos separados. A equipe considera cada olho individualmente e o plano precisa ser definido pelo cirurgião após avaliação completa.

Essa cirurgia é rotina no Instituto Drudi e Almeida?

Não. A prática usual é organizar as cirurgias em datas separadas. A mesma data pode ser discutida apenas em casos selecionados, quando a avaliação clínica aponta que essa conversa é pertinente.

Por que operar os olhos em dias diferentes continua sendo comum?

Datas separadas permitem acompanhar o primeiro olho antes de programar o segundo e ajustar o planejamento quando necessário. Essa estratégia permanece apropriada para muitas pessoas.

Em quais situações a mesma data pode ser discutida?

A discussão pode surgir em situações selecionadas, incluindo circunstâncias clínicas que tornam relevante reduzir exposições cirúrgicas, como alguns contextos de anestesia geral ou comorbidades. Isso não cria uma indicação automática.

A anestesia geral garante que os dois olhos serão operados no mesmo dia?

Não. A necessidade ou possibilidade de anestesia geral é apenas uma informação dentro de uma avaliação mais ampla. O cirurgião considera as condições de cada olho, a saúde geral e o planejamento do procedimento.

Os dois olhos são tratados como uma única cirurgia?

Não. Quando essa abordagem é considerada, cada olho precisa ser tratado como procedimento independente, com planejamento e controles próprios. Essa separação é parte importante da discussão de segurança.

O que acontece se houver uma intercorrência no primeiro olho?

O plano pode ser reavaliado. Uma intercorrência, uma nova informação ou uma alteração durante o primeiro procedimento pode levar ao adiamento do segundo olho, conforme a decisão da equipe cirúrgica.

A cirurgia no mesmo dia elimina riscos?

Não. Toda cirurgia de catarata envolve riscos e a mesma data não os elimina. Estudos observacionais e registros ajudam a informar a conversa, mas não preveem o que ocorrerá com uma pessoa específica.

É possível ajustar a lente do segundo olho com base no primeiro?

Uma das diferenças entre datas separadas e a mesma data é a possibilidade de incorporar a evolução do primeiro olho ao planejamento posterior. Esse aspecto pode fazer parte da conversa sobre a estratégia mais adequada.

Diabetes, glaucoma ou doença de retina podem influenciar a decisão?

Podem modificar a avaliação porque condições oculares e clínicas associadas influenciam o planejamento, a interpretação da visão e o acompanhamento. Informe todo o histórico médico e ocular na consulta.

Como é feita a avaliação antes da cirurgia?

A avaliação reúne a conversa sobre sintomas e rotina, o exame dos dois olhos, as medidas necessárias ao planejamento e a revisão de condições clínicas, medicamentos e orientações para o dia do procedimento.

Preciso de acompanhante se a cirurgia for no mesmo dia?

A necessidade de acompanhante e a organização da volta para casa devem seguir a orientação da equipe. Planeje isso antes do procedimento, pois o pós-operatório inicial exige cuidados definidos pela alta.

O acompanhamento depois da cirurgia muda?

Os retornos continuam sendo essenciais para avaliar cada olho, revisar sintomas e orientar os próximos passos. O número e o momento das consultas dependem do caso e da orientação recebida após a cirurgia.

Quanto tempo a visão leva para se adaptar?

A evolução visual não ocorre no mesmo ritmo para todas as pessoas. Características da catarata, da córnea, da retina, da lente intraocular e do próprio pós-operatório influenciam essa adaptação.

Quais sintomas justificam contato antes do retorno programado?

Dor importante, piora súbita da visão, vermelhidão intensa ou qualquer mudança diferente do que foi explicado na alta devem motivar contato rápido com a equipe ou avaliação conforme a orientação recebida.

Referências científicas

  1. Kessel L, Andresen J, Erngaard D, et al. Immediate Sequential Bilateral Cataract Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis. Journal of Ophthalmology. 2015;2015:912481. DOI: 10.1155/2015/912481. PMID: 26351576.
  2. Aiello F, Gallo Afflitto G, Leviste K, et al. Immediate sequential vs delayed sequential bilateral cataract surgery: systematic review and meta-analysis. Journal of Cataract and Refractive Surgery. 2023;49(11):1168-1179. DOI: 10.1097/j.jcrs.0000000000001230. PMID: 37276258.
  3. Serrano-Aguilar P, Ramallo-Fariña Y, Cabrera-Hernández JM, et al. Immediately sequential versus delayed sequential bilateral cataract surgery: safety and effectiveness. Journal of Cataract and Refractive Surgery. 2012;38(10):1734-1742. DOI: 10.1016/j.jcrs.2012.05.024. PMID: 22884569.
  4. Friling E, Johansson B, Lundström M, Montan P. Postoperative Endophthalmitis in Immediate Sequential Bilateral Cataract Surgery: A Nationwide Registry Study. Ophthalmology. 2022;129(1):26-34. DOI: 10.1016/j.ophtha.2021.07.007. PMID: 34246658.
  5. Lacy M, Kung TH, Owen JP, et al. Endophthalmitis Rate in Immediately Sequential versus Delayed Sequential Bilateral Cataract Surgery within the Intelligent Research in Sight Registry Data. Ophthalmology. 2022;129(2):129-138. DOI: 10.1016/j.ophtha.2021.07.008. PMID: 34265315.
  6. Herrinton LJ, Liu L, Alexeeff S, Carolan J, Shorstein NH. Immediate Sequential vs. Delayed Sequential Bilateral Cataract Surgery: Retrospective Comparison of Postoperative Visual Outcomes. Ophthalmology. 2017;124(8):1126-1135. DOI: 10.1016/j.ophtha.2017.03.034. PMID: 28438415.
  7. Malvankar-Mehta MS, Chen YN, Patel S, et al. Immediate versus Delayed Sequential Bilateral Cataract Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis. PLoS One. 2015;10(6):e0131857. DOI: 10.1371/journal.pone.0131857. PMID: 26121673.
  8. Singh R, Dohlman TH, Sun G. Immediately sequential bilateral cataract surgery: advantages and disadvantages. Current Opinion in Ophthalmology. 2017;28(1):81-86. DOI: 10.1097/ICU.0000000000000327. PMID: 27684294.

Este conteúdo é educativo e não substitui consulta, diagnóstico ou orientação individual. Siga sempre as recomendações recebidas da equipe que acompanha sua cirurgia.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.