Seg–Sex: 8h–18h  |  Sáb: 8h–13h

Anel intracorneano no ceratocone: indicação, valor e riscos

Publicado em 01 de maio de 2026 · Atualizado em 22 de outubro de 2026 · 10 min de leitura

Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia), em 22 de outubro de 2026. Como revisamos

Ilustração em 3D de um médico de jaleco mostrando um segmento de anel intracorneano em arco a um paciente, com uma córnea transparente em forma de cone e um anel dentro dela, e o título Anel intracorneano no ceratocone: indicação, valores e riscos
Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

Autora

Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida

CRM-SP 148.173 | RQE 59.216

Em resumo

O anel intracorneano é um implante em arco colocado dentro da córnea que deixa o formato dela mais regular no ceratocone e pode melhorar a qualidade da visão; óculos ou lente podem continuar necessários. Ele não freia a doença: para isso existe o crosslinking. Na rede custa R$ 9.900 por olho, à vista ou em até 10 vezes no cartão pelo mesmo valor (particular, 2026), com as consultas de pós-operatório incluídas, e é feito no MIRA.

CID-10: H18.6 — Ceratocone Ver todos os artigos de Ceratocone
Neste artigo

Resposta rápida: O anel intracorneano (conhecido como anel de Ferrara) é um implante em arco colocado dentro da córnea para deixá-la mais plana e regular no ceratocone. Ele pode melhorar a qualidade da visão, mas não freia a doença, e você pode continuar precisando de óculos ou lente de contato.[1][2] Na Drudi e Almeida, ele custa R$ 9.900 por olho, à vista ou pelo mesmo valor no cartão, em até 10 vezes (particular, 2026, valor final confirmado na avaliação), com as consultas de pós-operatório incluídas, e é feito no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, com laser de femtossegundo.

Qual a função do anel intracorneano?

A função do anel é regularizar a curvatura da córnea no ceratocone. Os segmentos em arco, em geral de acrílico (PMMA), ficam dentro da córnea, em volta da área central, e afastam as fibras de colágeno onde são colocados; com isso, a região cercada por eles fica mais plana.[1] A curvatura e o astigmatismo irregular, que distorce a imagem no ceratocone, costumam diminuir.[1]

A doença continua presente depois do implante, e o acompanhamento segue. Para entender o ceratocone desde o começo, leia o artigo sobre sintomas, diagnóstico e tratamento do ceratocone.

O anel intracorneano visto de frenteO olho visto de frente, com a íris e a pupila. Dois segmentos em arco, finos e claros, ficam dentro da córnea, em volta da área central, fora da pupila.
AVisto de frente
O anel intracorneano em corteA córnea vista de lado, ampliada, com as camadas: o epitélio na superfície, o estroma no meio e o endotélio atrás. Os segmentos do anel, de seção triangular, ficam dentro do estroma, abaixo da superfície e longe da face de trás.
BEm corte
Córnea com ceratocone antes do anelA córnea vista de lado com o cone saliente e deslocado para baixo; a face da frente, em dourado, tem curvatura irregular.
CAntes
Córnea com ceratocone depois do anelA mesma córnea com os dois segmentos do anel na periferia. A região central, cercada por eles, fica mais plana: a linha tracejada mostra a forma de antes, mais saliente.
DDepois do anel
  1. 1Segmentos do anel, em arco, em geral de acrílico, dentro da córnea.
  2. 2Área central livre: a pupila fica dentro do anel.
  3. 3Epitélio, a camada da superfície.
  4. 4Estroma, a camada mais grossa, de fibras de colágeno.
  5. 5Endotélio, a camada de trás.
  6. 6Segmento dentro do estroma, abaixo da superfície e longe da face de trás, no túnel feito com laser de femtossegundo.
  7. 7Antes: cone saliente e deslocado para baixo; curvatura irregular (astigmatismo irregular).
  8. 8Os segmentos afastam as fibras de colágeno onde são colocados.
  9. 9A área cercada pelo anel fica mais plana (tracejado: a forma de antes).
Figura 1. Onde o anel intracorneano fica e como ele deixa a córnea mais plana. O anel regulariza a curvatura e pode melhorar a visão com óculos ou lente; não freia o ceratocone (isso é o crosslinking) e, em geral, não dispensa óculos ou lente. Sem medida de profundidade; esquema fora de escala, não é o exame de nenhum paciente.Fonte: desenho da Drudi e Almeida a partir de Hayat e colaboradores, Clin Ophthalmol, 2025 (referência 1), e Avni-Zauberman e Rootman, Eye Contact Lens, 2014 (referência 2).

Anel intracorneano no ceratocone: como funciona e quando é indicado

O anel intracorneano é formado por segmentos em arco colocados dentro da córnea, num túnel feito com laser, para deixar a curvatura mais regular no ceratocone. Ele pode melhorar a qualidade da visão de quem não tolera a lente ou não enxerga bem com ela, mas não freia a doença: para isso existe o crosslinking. Óculos ou lente podem continuar necessários.

Abrir no YouTube

Vídeo produzido com inteligência artificial.

Para quem o anel intracorneano é indicado?

Na rede, o anel intracorneano é indicado para quem tem ceratocone e se encaixa em uma destas situações, desde que a córnea ainda tenha espessura suficiente para receber o implante:

  • não tolera a lente de contato e tem a córnea muito irregular;
  • não alcança boa visão com a lente de contato.

O objetivo é melhorar a qualidade da visão no dia a dia. Mesmo com o anel, você pode continuar precisando de óculos ou de lente de contato, e isso é conversado antes da cirurgia.

A literatura descreve um perfil parecido: o anel é mais útil para quem não tolera a lente e não tem cicatriz no centro da córnea, e a espessura mínima depende da espessura do segmento escolhido, medida nos exames antes da cirurgia.[1] No ceratocone avançado, o resultado é menos previsível quando a córnea já está muito curva ou fina, e a decisão depende da espessura e do mapa da córnea; numa série de 20 olhos com doença moderada a avançada, 30% tiveram complicação.[1] Nesses casos, a conversa inclui as lentes para ceratocone, a lente escleral e o transplante de córnea.

Em crianças e adolescentes, os dados ainda são poucos. A mesma revisão descreve o candidato ideal como adulto, e as séries com menores de 18 anos são poucas e retrospectivas.[1]

Que exames decidem se o anel cabe?

A tomografia de córnea (Pentacam) é um dos exames do planejamento. Pentacam é o nome do aparelho; o exame mede a curvatura das duas faces da córnea e a espessura dela em cada ponto, o que mostra onde o cone está e onde o segmento pode entrar. Na rede, a tomografia é feita só no MIRA, em atendimento particular: R$ 260 à vista ou Pix no MIRA, R$ 363 no cartão, em até 10 vezes, ou R$ 220 no Pix pelo site, pelos dois olhos.

Para a tomografia, a rede orienta 48 horas sem lente de contato, de qualquer tipo, porque a lente deforma a córnea por algum tempo e pode falsear o mapa. Antes do planejamento da cirurgia, o médico pode pedir um prazo maior sem lente, principalmente para quem usa lente rígida há anos.[1] A página da tomografia de córnea explica o preparo, e o artigo sobre a tomografia de córnea (Pentacam) ensina a ler o resultado.

Como é a cirurgia do anel no MIRA?

No MIRA, o túnel em que o anel é colocado é aberto com laser de femtossegundo; a técnica mecânica, com instrumento manual, não é mais feita na rede. Uma revisão de 2025 descreve uma metanálise de 115 estudos: o ganho de visão foi parecido com as duas técnicas, mas as complicações foram bem mais frequentes com a dissecção mecânica, entre elas lesão da superfície da córnea e perfuração.[1] Segundo a mesma revisão, o laser dá mais controle sobre a profundidade e a regularidade do túnel.[1]

Existe também um anel feito de tecido de córnea doadora, descrito pela primeira vez em 2018. Os estudos indicam que ele é seguro, mas ainda faltam resultados de longo prazo.[1]

Quanto tempo de repouso depois do anel?

Na rede, em geral, a recuperação do anel tem dor leve nos primeiros dias, volta ao trabalho em cerca de 7 dias e volta à lente de contato depois de cerca de 15 dias. A orientação do médico que acompanha você prevalece, porque a cicatrização varia. Como o formato da córnea muda, o médico confere no retorno se a lente que você usava ainda serve.

Evite coçar os olhos. Há relatos de complicação em pessoas que esfregavam os olhos com frequência depois do anel, incluindo um caso em que o segmento passou para dentro do olho sete anos depois do implante.[1]

Linha do tempo da recuperação do anel intracorneanoGráfico em faixas sobre uma linha do tempo de 0 a 6 meses, com a escala comprimida. O implante fica no dia 0. A dor leve começa e diminui na primeira semana. A volta ao trabalho fica no dia 7 e a volta à lente de contato no dia 15. Os retornos aparecem ao longo de todo o período e continuam. Uma faixa hachurada atravessa toda a linha do tempo: não coçar os olhos.07 d15 d1 m3 m6 m
  1. 1Implante no MIRA, com o túnel feito por laser de femtossegundo.
  2. 2Primeiros dias: dor leve; colírios receitados.
  3. 3Volta ao trabalho: cerca de 7 dias.
  4. 4Volta à lente de contato: cerca de 15 dias; o médico confere se a lente ainda serve.
  5. 5Retornos e tomografia de controle por muito tempo, porque algumas complicações aparecem tarde.
  6. 6Não coce os olhos, em nenhuma fase.
Figura 2. A recuperação do anel intracorneano na rede (d = dias; m = meses; escala do tempo comprimida). Roteiro da rede, em geral; a orientação do seu médico prevalece.Fonte: prática da rede; complicações tardias: Hayat e colaboradores, Clin Ophthalmol, 2025 (referência 1).

Como enxerga uma pessoa com anel intracorneano?

Em geral, a pessoa enxerga melhor do que antes, com óculos ou lente, mas o resultado varia e nem todos têm o mesmo ganho.[1] Num estudo com 36 olhos acompanhados por 10 anos, a curvatura máxima média caiu de 55,0 para 50,6 dioptrias em 5 anos e estava em 50,7 aos 10 anos; a visão com correção melhorou, e a média aos 10 anos continuava melhor do que antes da cirurgia.[5] É um estudo pequeno, feito a partir de prontuários, por um grupo que inclui o criador desse modelo de anel.

Parte da irregularidade da córnea pode continuar depois do implante, e por isso os óculos ou a lente costumam completar a correção.[1] Algumas pessoas notam halos, ofuscamento ou visão que oscila, e esses sintomas estão entre os motivos de retirada do anel.[6]

O anel intracorneano freia o ceratocone?

Não. O anel muda o formato da córnea, mas não impede a doença de avançar; quem freia a progressão é o crosslinking.[2] Um estudo acompanhou por 5 anos 18 olhos de adultos jovens, com idade média perto de 26 anos e progressão confirmada antes da cirurgia: a curvatura média caiu 4,48 dioptrias em 6 meses e depois voltou a subir 3,36 dioptrias até o quinto ano, e os autores concluíram que o anel sozinho não mudou a evolução da doença.[7]

Quando os exames mostram que o ceratocone está piorando, o crosslinking pode ser feito no mesmo dia do anel ou meses depois. Uma revisão de 7 estudos comparou as duas formas e encontrou o mesmo ganho de visão entre 6 e 12 meses.[4] A melhor forma de combinar os dois ainda não está definida.[2]

Quais são os riscos do anel intracorneano?

Durante a cirurgia, pode haver lesão da superfície da córnea, dano ao segmento, túnel em profundidade desigual ou perfuração; esses riscos diminuíram com o uso do laser de femtossegundo.[1] Depois da cirurgia, os problemas descritos nos estudos são estes:[1][6]

  • deslocamento do segmento dentro do túnel ou saída dele pela superfície da córnea (extrusão);
  • afinamento ou derretimento da córnea perto do segmento;
  • infecção da córnea (ceratite), rara e mais comum no começo do pós-operatório;
  • vasos que crescem na entrada do túnel, depósitos dentro do túnel e perda de transparência da córnea;
  • halos, ofuscamento, visão que oscila e sensação de corpo estranho.

Numa revisão sistemática, os serviços com grande número de cirurgias (2.124 olhos no total) precisaram retirar o anel em até 14 de cada mil olhos.[6] Algumas complicações aparecem tarde: há relato de extrusão 20 anos depois do implante, um dos motivos para manter o acompanhamento.[1]

O anel intracorneano pode ser retirado?

Sim. O anel pode ser retirado, trocado ou reposicionado em nova cirurgia, em geral por complicação ou porque halos, ofuscamento e sensação de corpo estranho incomodam.[1] Num estudo com 37 olhos reoperados, a visão com correção melhorou em média depois da troca, do acréscimo, do reposicionamento ou da retirada dos segmentos.[8]

Qual o valor da cirurgia do anel intracorneano?

Na rede, o anel intracorneano custa R$ 9.900 por olho, à vista, ou o mesmo valor no cartão, em até 10 vezes (particular, 2026, valor final confirmado na avaliação). O valor inclui o procedimento e as consultas de pós-operatório, sem custo adicional.

A consulta e os exames feitos antes da indicação têm valores próprios:

Valores particulares de 2026 na rede; o valor final é confirmado na avaliação.
EtapaOndeÀ vista ou Pix na unidadeNo cartãoPix pelo site
Consulta oftalmológica5 unidadesR$ 180R$ 200não se aplica
Consulta com a Dra. Priscilla, às quintasMIRAR$ 220R$ 250não se aplica
Tomografia de córnea (os dois olhos), só particularMIRAR$ 260R$ 363, em até 10 vezesR$ 220
Anel intracorneano, por olho, com as consultas de pós-operatórioMIRAR$ 9.900R$ 9.900, em até 10 vezesnão se aplica
Crosslinking, por olho, quando há progressãoMIRAR$ 4.300R$ 4.300, em até 10 vezesnão se aplica

Os exames pedidos variam de caso para caso. Os outros valores estão na tabela de preços dos exames e no resumo de preços do Instituto do Ceratocone.

O plano de saúde cobre o anel intracorneano?

Nos planos regulados pela ANS, sim, quando o caso cumpre a diretriz de utilização nº 34 do Rol de Procedimentos, a lista do que os planos de saúde são obrigados a cobrir.[3] A diretriz vale para quem tem ceratocone com visão ruim com óculos e lentes de contato, ou intolerância à lente, depois de tentados os tratamentos clínicos, e pede todos estes critérios:[3]

  • curvatura máxima da face da frente da córnea acima de 53 e abaixo de 75 dioptrias;
  • nenhuma cicatriz no centro da córnea;
  • espessura da córnea acima de 300 micrômetros.

Pela mesma diretriz, o anel fica de fora quando há opacidade severa da córnea, hidropsia (inchaço agudo da córnea), infecção em atividade no olho ou no corpo, ou erosão recorrente da córnea.[3] Os 300 micrômetros são a regra de cobertura; a espessura que permite o implante depende do segmento escolhido e é avaliada nos exames.[1] O Rol vale para planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 e para os planos antigos adaptados à Lei dos Planos de Saúde, e a cobertura depende também do tipo de plano contratado.[3] A diretriz diz o que o plano é obrigado a cobrir, não em que hospital o implante é feito: para usar o plano, peça a autorização à sua operadora, que informa os serviços da rede credenciada dela.

Fluxo da diretriz 34 da ANS para o anel intracorneanoFluxograma com três perguntas em sequência. Se a resposta leva adiante, a seta desce até a caixa de cobertura, destacada com borda dupla dourada. Se não, a seta vai para o lado, até uma caixa tracejada: fora da diretriz.
  1. 1Visão ruim com óculos e lentes, ou intolerância à lente, depois de tentados os tratamentos clínicos? Sim: desce. Não: vai para o lado.
  2. 2Todos estes? Curvatura máxima da face da frente acima de 53 e abaixo de 75 dioptrias; nenhuma cicatriz no centro da córnea; espessura acima de 300 µm. Sim: desce. Não: vai para o lado.
  3. 3Alguma exclusão? Opacidade severa da córnea, hidropsia, infecção em atividade no olho ou no corpo, erosão recorrente da córnea. Nenhuma: desce. Alguma: vai para o lado.
  4. 4Cobertura obrigatória nos planos regulados pela ANS, conforme o tipo de plano.
  5. 5Fora da diretriz 34.
Figura 3. Quando o plano de saúde cobre o anel intracorneano. Seta para baixo: segue na diretriz; seta para o lado: fica fora dela.Fonte: ANS, Rol de Procedimentos, Anexo II, item 34 (RN nº 465/2021, atualizada até a RN nº 681/2026) (referência 3).

O SUS faz o anel intracorneano?

No SUS, o implante de anel intraestromal consta da tabela de procedimentos com o código 04.05.05.014-3.[9] Cada estado e cada município define onde ele é feito e como o paciente é encaminhado. Nenhuma unidade da rede nem o MIRA atende pelo SUS.

Onde fazer o anel intracorneano em São Paulo?

Na rede, o implante do anel é feito no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede, na Alameda dos Maracatins, 404, Indianópolis, São Paulo, onde também se faz a tomografia de córnea. A consulta acontece nas 5 unidades: Tatuapé, Santana, Lapa, São Miguel Paulista e Guarulhos.

Se você já tem diagnóstico de ceratocone ou pedido médico, o contato da consultora está na página do Instituto do Ceratocone, que também reúne os valores. Se ainda não tem diagnóstico, marque uma consulta numa das unidades. O Guia do ceratocone explica todos os tratamentos.

Perguntas frequentes

Depois do anel, ainda vou precisar de óculos ou lente de contato?

O objetivo é melhorar a qualidade da visão no dia a dia. Mesmo com o anel, você pode continuar precisando de óculos ou de lente de contato, e isso é conversado antes da cirurgia.

Referências

  1. Hayat UK, Shiwani HA, Memon D, Walkden A. Intracorneal ring segments in keratoconus: a narrative literature review. Clin Ophthalmol. 2025;19:2249-2257. DOI: 10.2147/OPTH.S520174. PMID: 40666275.
  2. Avni-Zauberman N, Rootman DS. Cross-linking and intracorneal ring segments: review of the literature. Eye Contact Lens. 2014;40(6):365-370. DOI: 10.1097/ICL.0000000000000091. PMID: 25320956.
  3. Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, Anexo II: Diretrizes de Utilização (RN nº 465/2021, atualizada até a RN nº 681/2026). Item 34: Implante de anel intraestromal. 2026. Documento oficial (PDF).
  4. Bonajmah H, Aljassar F, Taqi AA, AlSabah DH. Timing of corneal cross-linking in eyes undergoing intracorneal ring segments for keratoconus: same-day versus staged CXL: a systematic review and meta-analysis. Int Ophthalmol. 2026;46(1). DOI: 10.1007/s10792-026-04040-8. PMID: 41874765.
  5. Torquetti L, Ferrara G, Almeida F, Cunha L, et al. Intrastromal corneal ring segments implantation in patients with keratoconus: 10-year follow-up. J Refract Surg. 2014;30(1):22-26. DOI: 10.3928/1081597X-20131217-02. PMID: 24864323.
  6. Bautista-Llamas MJ, Sánchez-González MC, López-Izquierdo I, et al. Complications and explantation reasons in intracorneal ring segments (ICRS) implantation: a systematic review. J Refract Surg. 2019;35(11):740-747. DOI: 10.3928/1081597X-20191010-02. PMID: 31710377.
  7. Vega-Estrada A, Alió JL, Plaza-Puche AB. Keratoconus progression after intrastromal corneal ring segment implantation in young patients: five-year follow-up. J Cataract Refract Surg. 2015;41(6):1145-1152. DOI: 10.1016/j.jcrs.2014.08.045. PMID: 26189375.
  8. Torquetti L, Ferrara G, Almeida F, Cunha L, et al. Clinical outcomes after intrastromal corneal ring segments reoperation in keratoconus patients. Int J Ophthalmol. 2013;6(6):796-800. DOI: 10.3980/j.issn.2222-3959.2013.06.10. PMID: 24392327.
  9. Ministério da Saúde, CONITEC. Protocolo de Uso da Radiação para Cross-Linking Corneano no Tratamento do Ceratocone. Relatório nº 250, novembro de 2016; aprovado pela Portaria SAS/MS nº 486, de 6 de março de 2017. 2016. Documento oficial (PDF).

Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia). Revisado em AAAA-MM-DD. Conteúdo educativo; não substitui a consulta, o exame dos olhos e a orientação individual do seu médico.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.