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SLT para glaucoma: como funciona, quem pode fazer e quanto custa

Publicado em 01 de maio de 2026 · Atualizado em 23 de setembro de 2026 · 10 min de leitura

Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida, médica oftalmologista, CRM-SP 148.173, RQE 59.216 (Oftalmologia), em 23 de setembro de 2026. Como revisamos

Oftalmologista aplica o laser SLT em um modelo ampliado de olho
Dr. Fernando Macei Drudi

Autor

Dr. Fernando Macei Drudi

CRM-SP 139.300 | RQE 50.645

Em resumo

O SLT é um laser aplicado no consultório, com colírio anestésico, que melhora a drenagem do olho e baixa a pressão. Em quem tem glaucoma de ângulo aberto ou pressão alta, ele pode substituir o colírio: 69,8% dos olhos seguiam controlados sem remédio seis anos depois no estudo LiGHT. Não serve para ângulo fechado, pode ser repetido e não cura o glaucoma. Na Drudi e Almeida, custa R$ 1.800 à vista · R$ 2.000 no cartão, por olho, e o laser é feito no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

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Neste artigo

O laser SLT pode substituir o colírio em boa parte das pessoas com glaucoma de ângulo aberto ou pressão ocular alta, e a evidência para isso tem seis anos de acompanhamento. No ensaio LiGHT, quem começou o tratamento pelo laser em vez das gotas ficou com a pressão na meta sem nenhum tratamento adicional em 69,8% dos olhos após seis anos, com menos progressão da doença e menos cirurgias. O procedimento é feito no consultório, com colírio anestésico, em poucos minutos, e pode ser repetido. Ele não serve para todo tipo de glaucoma, não cura e não dispensa o acompanhamento.

PONTOS-CHAVE

O que o SLT faz e o que ele não faz

  • Em 718 pessoas recém-diagnosticadas, começar pelo laser deixou 74,2% sem colírio em três anos; nenhum olho do grupo do laser precisou de cirurgia nesse período, contra 11 do grupo dos colírios.1
  • Em seis anos, 69,8% dos olhos tratados com laser continuavam na meta sem remédio nem cirurgia; a doença progrediu em 19,6% deles contra 26,8% dos tratados com colírio.2
  • Quem já usa colírio há anos também se beneficia: trocar gotas por laser reduziu o número de remédios de 1,38 para 0,59 em média, e 60,5% ficaram sem tratamento algum.3
  • Um estudo com 8.934 olhos encontrou redução de pressão igual à dos colírios em 6 a 12 meses e 0,87 remédio a menos por pessoa.6
  • O efeito não é para sempre: o laser pode perder força com os anos e ser repetido. E não substitui a trabeculectomia quando a meta de pressão é baixa.
  • Só serve para ângulo aberto. Em ângulo fechado o tratamento é outro.

O que é o laser SLT?

SLT é a sigla em inglês de trabeculoplastia seletiva a laser. É um procedimento que trata a malha trabecular, o "ralo" do olho por onde o humor aquoso escoa, para que ela volte a drenar melhor e a pressão caia.

O olho produz humor aquoso o tempo todo e o elimina pela malha trabecular, uma estrutura em rede no ângulo entre a córnea e a íris. No glaucoma de ângulo aberto essa rede perde eficiência. O SLT aplica pulsos de laser muito curtos e de baixa energia sobre ela; a energia é absorvida só pelas células pigmentadas, e o tecido ao redor é poupado. É por isso que se chama seletivo, e é por isso que pode ser repetido: ele não queima nem cicatriza a malha, como fazia o laser de argônio usado antes dele. O efeito vem de uma resposta biológica das próprias células, que remodela a malha e melhora o escoamento ao longo das semanas seguintes.7

O SLT funciona? O que o estudo LiGHT mostrou

Funciona, e a melhor evidência é um ensaio clínico feito no sistema público britânico com pessoas que nunca tinham tratado a doença.

O LiGHT sorteou 718 pacientes com glaucoma de ângulo aberto ou hipertensão ocular para começar pelo laser ou pelos colírios, com uma meta de pressão definida para cada olho conforme a gravidade. Em três anos, 74,2% dos olhos do grupo do laser não precisavam de nenhum colírio para se manter na meta. Os olhos tratados com laser estavam na meta em 93% das visitas, contra 91,3% no grupo das gotas, e nenhum deles precisou de cirurgia de glaucoma no período, contra 11 pacientes do grupo dos colírios. A qualidade de vida foi igual nos dois grupos, e o laser custou menos ao sistema de saúde.1

O acompanhamento continuou. Aos seis anos, 69,8% dos olhos do grupo do laser seguiam na meta sem tratamento medicamentoso nem cirúrgico. A progressão da doença foi menor (19,6% contra 26,8%), a trabeculectomia foi necessária em 13 olhos contra 32, e houve menos cirurgias de catarata (57 contra 95). Não houve nenhum evento adverso grave relacionado ao laser.2

Esses números vêm de um serviço com protocolo rígido de meta e retorno. O que eles sustentam: o laser como primeira opção é seguro, controla a doença pelo menos tão bem quanto o colírio e poupa muita gente de pingar gotas por anos. O que eles não sustentam: que o laser resolve todo caso, ou que dispensa exames.

Comparação dos seis anos do estudo LiGHT: 69,8% dos olhos tratados com laser na meta sem tratamento adicional, progressão em 19,6% contra 26,8%, trabeculectomia em 13 contra 32 olhos e cirurgia de catarata em 57 contra 95 olhos
Figura 1. Seis anos de LiGHT: menos progressão e menos cirurgias no grupo que começou pelo laser.2

Já uso colírio há anos. O laser ainda ajuda?

Ajuda, com dois objetivos possíveis: tirar remédio de quem está controlado, ou somar efeito em quem não está.

Depois dos três primeiros anos do LiGHT, quem estava no grupo dos colírios pôde migrar para o laser. Dos 320 participantes, 112 fizeram. Nos que trocaram as gotas pelo laser, o número médio de remédios caiu de 1,38 para 0,59, e aos 72 meses 60,5% dos olhos não precisavam de nenhum tratamento; entre os que usavam um único colírio antes, 83,8% ficaram sem remédio. Nos que fizeram o laser porque a pressão estava descontrolada, a redução média foi de 4,6 mmHg (21,8%), 62,5% chegaram à meta sem cirurgia, e 18,7% acabaram precisando de trabeculectomia.3

Ou seja: em olho estável, o laser é um caminho para reduzir ou abandonar o colírio. Em olho descontrolado, ele ajuda, mas não elimina a possibilidade de cirurgia. A conversa com o médico começa por qual dos dois é o seu caso.

O que dizem as revisões de vários estudos

Concordam no principal e discordam no detalhe, e é honesto mostrar os dois lados.

A revisão Cochrane de 2022 reuniu 40 estudos com 5.613 olhos e encontrou muita variação: nos ensaios que compararam laser com medicação, o risco de falha em controlar a pressão em dois anos foi de 0,43 a 1,87, ou seja, ora a favor do laser, ora a favor do colírio, e a maioria dos estudos tinha risco de viés por não ser mascarada.4 Os estudos mais antigos usavam o laser de argônio e populações diferentes, o que explica parte da dispersão.

Duas metanálises recentes, restritas ao SLT, são mais claras. Uma reuniu 16 ensaios randomizados com 2.412 pacientes: em um ano ou mais, a redução de pressão foi maior no grupo do laser do que no grupo dos colírios, e o laser reduziu em 0,78 o número médio de remédios enquanto o grupo do colírio não mudou.5 A outra, com 50 estudos e 8.934 olhos, encontrou redução de pressão igual à dos colírios em 6 a 12 meses (diferença de 0,04 mmHg), 0,87 remédio a menos por pessoa, campo visual estável e poucos picos de pressão depois do procedimento.6

Com base nisso, as diretrizes europeia e americana colocam o SLT entre as opções de primeira linha para glaucoma de ângulo aberto e hipertensão ocular, ao lado dos colírios.8 9

Quem pode fazer o SLT?

Quem tem o ângulo de drenagem aberto. Isso inclui o glaucoma primário de ângulo aberto, a hipertensão ocular, o glaucoma pseudoesfoliativo e o pigmentar. A gonioscopia, exame feito com uma lente de contato na consulta, é o que confirma se o ângulo está aberto.

O laser costuma ser considerado em três situações: no diagnóstico, como alternativa a começar por colírio; em quem usa colírio e quer reduzir ou abandonar as gotas, por efeitos colaterais, esquecimento, custo ou dificuldade de pingar; e em quem precisa de mais redução do que os colírios dão e ainda não tem indicação de cirurgia.

Ele não serve para o glaucoma de ângulo fechado, cujo tratamento é a iridotomia a laser e, quando preciso, a cirurgia, descritos em crise de glaucoma agudo. Também rende menos em glaucomas inflamatórios e em quem já fez trabeculoplastia com argônio. Em glaucoma avançado, com meta de pressão muito baixa, o laser costuma ser insuficiente e a cirurgia entra antes.

Como é feito o procedimento

No consultório, na mesma cadeira do exame, com colírio anestésico. Não há corte, ponto nem internação.

  1. Preparo. Colírio anestésico e, em geral, um colírio para reduzir o pico de pressão que pode ocorrer nas primeiras horas.
  2. Lente. Uma lente de contato especial é apoiada no olho para o médico enxergar o ângulo e direcionar o laser.
  3. Aplicação. Dezenas de pulsos ao redor da malha trabecular, em metade ou em toda a circunferência. A pessoa vê flashes de luz e pode sentir um leve toque. Leva poucos minutos.
  4. Depois. A visão pode ficar embaçada por algumas horas. A pressão é medida em seguida e nas semanas seguintes. O efeito pleno aparece entre quatro e oito semanas.

Os efeitos indesejados são em geral leves e passageiros: vermelhidão, inflamação discreta, sensibilidade à luz e um pico de pressão transitório, que é o motivo da medida logo após o laser.6 Os colírios de pressão continuam até o médico dizer que podem ser reduzidos, e isso é decidido pela medida, nunca pela expectativa.

O efeito dura para sempre? Pode repetir?

Não dura para sempre, e pode repetir. Uma parte dos olhos perde o efeito ao longo dos anos. No LiGHT, o protocolo permitia até três aplicações no mesmo olho, e foi com essa regra que 69,8% chegaram aos seis anos sem outro tratamento.2 Como o laser não cicatriza a malha, a repetição é possível quando o primeiro tratamento funcionou e depois perdeu força.7 Quando o primeiro não teve efeito algum, repetir raramente compensa, e a conversa passa a ser sobre colírio ou cirurgia.

Quanto custa o SLT?

Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, a trabeculoplastia seletiva a laser (SLT) custa R$ 1.800 à vista · R$ 2.000 no cartão, por olho, e o laser é feito no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede.

A consulta particular de avaliação custa R$ 180 no Pix ou dinheiro e R$ 200 no cartão. Com plano de saúde, a cobertura do laser depende do produto contratado e da análise da operadora; leve o pedido médico e peça a resposta por escrito. Pelo SUS, a trabeculoplastia é feita nos serviços de referência em glaucoma, com encaminhamento pela unidade básica de saúde.

Há uma conta que vale fazer com calma: um colírio de prostaglandina custa por mês o que custa por mês, todos os meses, por anos. O laser é um custo de uma vez, com efeito de anos. Foi por isso que o LiGHT concluiu, com 97% de probabilidade, que começar pelo laser é mais custo-efetivo do que começar pelas gotas.1

Onde fazer o SLT em São Paulo

Na Drudi e Almeida, a consulta, os exames e o acompanhamento são feitos nas unidades de São Paulo e Guarulhos; o laser e as cirurgias, no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. Veja valores, convênio e unidades em Tratamento de glaucoma em São Paulo. Leve os exames anteriores e a lista de colírios em uso. Se a sua dúvida for sobre os remédios, comece por colírios para glaucoma; se for sobre a doença em si, por o que é glaucoma.

O Instituto é para quem já tem diagnóstico de glaucoma e pedido médico. O agendamento é pelo WhatsApp do Instituto: no horário de atendimento, a consultora responde no (11) 91654-4653; fora dele, a Central, no (11) 91298-8844, com atendimento por inteligência artificial, marca pelo Instituto.

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Perguntas frequentes

O que é o laser SLT para glaucoma?

É a trabeculoplastia seletiva a laser: pulsos curtos e de baixa energia aplicados na malha de drenagem do olho para que ela escoe melhor o líquido e a pressão caia. É feito no consultório, com colírio anestésico, sem corte, e pode ser repetido.

O SLT substitui o colírio?

Em muitos casos, sim. No estudo LiGHT, 74,2% de quem começou pelo laser ficou sem colírio em três anos, e 69,8% dos olhos seguiam na meta sem tratamento em seis anos. Quem já usa gotas e troca pelo laser reduz o número de remédios, e parte fica sem nenhum.

Como é feita a "cirurgia de glaucoma a laser"?

O SLT não é cirurgia: é um procedimento de consultório. Depois do colírio anestésico, uma lente é apoiada no olho e o médico aplica dezenas de pulsos ao redor da malha trabecular, em poucos minutos. A pessoa vê flashes de luz e vai para casa em seguida.

O SLT dói?

Não. O colírio anestésico elimina a dor; pode haver um leve toque da lente e sensação de pressão. Nas horas seguintes, vermelhidão, sensibilidade à luz e visão embaçada são comuns e passam.

Quanto tempo o SLT leva para fazer efeito?

A redução da pressão começa nos primeiros dias e o efeito pleno aparece entre quatro e oito semanas. Os colírios continuam até a medida confirmar o resultado e o médico autorizar a redução.

Quanto tempo dura o efeito do SLT?

Anos, em parte dos olhos; em outros, o efeito diminui com o tempo. Como o laser não cicatriza a malha, pode ser repetido quando funcionou e perdeu força. No estudo LiGHT, com até três aplicações, 69,8% dos olhos chegaram a seis anos sem outro tratamento.

Quem não pode fazer o SLT?

Quem tem glaucoma de ângulo fechado, cujo tratamento é a iridotomia e a cirurgia. O laser também rende menos em glaucomas inflamatórios, em quem já fez trabeculoplastia com argônio e em glaucomas avançados que exigem pressão muito baixa.

Quais são os riscos do SLT?

Pico de pressão transitório nas primeiras horas, inflamação leve, vermelhidão e sensibilidade à luz. Eventos graves são raros: no estudo LiGHT, com seis anos de acompanhamento, não houve nenhum evento adverso grave relacionado ao laser.

Qual é o valor do SLT?

Na Drudi e Almeida, em valores particulares de 2026, a trabeculoplastia seletiva a laser (SLT) custa R$ 1.800 à vista · R$ 2.000 no cartão, por olho, e o laser é feito no MIRA Hospital Oftalmológico, hospital próprio da rede. A consulta particular custa R$ 180 no Pix ou dinheiro e R$ 200 no cartão. Com plano, a cobertura depende do produto contratado e da análise da operadora.

O SLT cura o glaucoma?

Não. Ele baixa a pressão, que é o único fator de risco modificável, e com isso reduz a velocidade de perda das fibras do nervo óptico. O acompanhamento com campo visual e OCT continua depois do laser.

Referências científicas e institucionais

  1. Gazzard G, Konstantakopoulou E, Garway-Heath D, et al. Selective laser trabeculoplasty versus eye drops for first-line treatment of ocular hypertension and glaucoma (LiGHT): a multicentre randomised controlled trial. Lancet. 2019;393(10180):1505-1516. DOI: 10.1016/S0140-6736(18)32213-X. PMID: 30862377.
  2. Gazzard G, Konstantakopoulou E, Garway-Heath D, et al. Laser in Glaucoma and Ocular Hypertension (LiGHT) Trial: Six-Year Results of Primary Selective Laser Trabeculoplasty versus Eye Drops for the Treatment of Glaucoma and Ocular Hypertension. Ophthalmology. 2023;130(2):139-151. DOI: 10.1016/j.ophtha.2022.09.009. PMID: 36122660.
  3. Konstantakopoulou E, Gazzard G, Garway-Heath D, et al. Selective Laser Trabeculoplasty After Medical Treatment for Glaucoma or Ocular Hypertension. JAMA Ophthalmol. 2025;143(4):295-302. DOI: 10.1001/jamaophthalmol.2024.6492. PMID: 39976961.
  4. Rolim-de-Moura CR, Paranhos A, Loutfi M, et al. Laser trabeculoplasty for open-angle glaucoma and ocular hypertension. Cochrane Database Syst Rev. 2022;8(8):CD003919. DOI: 10.1002/14651858.CD003919.pub3. PMID: 35943114.
  5. So S, Wang TQ, Thind A, et al. Selective Laser Trabeculoplasty Compared to Medication for Open-Angle Glaucoma Patients: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Ophthalmol. 2026;2026:9102711. DOI: 10.1155/joph/9102711. PMID: 41586028.
  6. Chen KY, Chan HC, Chan CM. What is the long-term efficacy and safety of selective laser trabeculoplasty in the management of primary open-angle glaucoma? A systematic review and meta-analysis. Photodiagnosis Photodyn Ther. 2025;56:104743. DOI: 10.1016/j.pdpdt.2025.104743. PMID: 40782877.
  7. Narayanaswamy A, Sood SR, Thakur S. Selective laser trabeculoplasty: An updated narrative review. Indian J Ophthalmol. 2024;72(3):312-319. DOI: 10.4103/IJO.IJO_2104_23. PMID: 38421290.
  8. European Glaucoma Society. European Glaucoma Society Terminology and Guidelines for Glaucoma, 5th Edition. Br J Ophthalmol. 2021;105(Suppl 1):1-169. DOI: 10.1136/bjophthalmol-2021-egsguidelines. PMID: 34675001.
  9. Gedde SJ, Vinod K, Wright MM, et al. Primary Open-Angle Glaucoma Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2021;128(1):P71-P150. DOI: 10.1016/j.ophtha.2020.10.022. PMID: 34933745.

Revisão médica: Dr. Fernando Macei Drudi, médico oftalmologista, CRM-SP 139.300 · RQE 50.645. Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui consulta, exame ou orientação médica individual. A indicação do laser depende da gonioscopia e da avaliação do glaucoma.

Revisão médica: Dra. Priscilla Rodrigues de Almeida (CRM-SP 148.173, RQE 59.216), em 23 de setembro de 2026. Como revisamos o conteúdo.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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