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Saúde Ocular

Conjuntivite: Sintomas, Tipos, Tratamento e Quando Procurar um Médico em SP

Publicado em 21 de maio de 2026 Atualizado em 21 de maio de 2026 16 min de leitura Dr. Fernando Macei Drudi
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Dr. Fernando Macei Drudi
Autor
Dr. Fernando Macei Drudi
CRM-SP 139.300

Resumo em linguagem simples

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, membrana transparente que cobre a parte branca do olho e o interior das pálpebras. Pode ser causada por vírus, bactérias, alérgenos ou irritantes, apresentando sintomas como vermelhidão, lacrimejamento e secreção. O tratamento varia conforme a causa e a gravidade, sendo fundamental o acompanhamento médico para diagnóstico preciso e alívio dos sintomas.

CID-10: H00 — Transtornos do olho e anexos Ver todos os artigos de Saúde Ocular

Resumo científico

  • Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o globo ocular e o interior das pálpebras, com causas diversas como infecções virais, bacterianas, alérgicas ou irritativas.
  • Sua prevalência é significativa globalmente, com picos em períodos específicos e populações vulneráveis, exigindo diagnóstico diferencial para o manejo adequado.
  • O tratamento baseia-se em medidas de suporte, higiene ocular e, quando indicado, agentes antivirais, antibióticos ou anti-histamínicos, com base em revisões sistemáticas e diretrizes clínicas.
  • O diagnóstico precoce e a identificação da causa são cruciais para prevenir complicações e a disseminação, especialmente em casos infecciosos.
  • O Instituto Drudi e Almeida, com unidades em Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos, oferece atendimento oftalmológico especializado para diagnóstico e tratamento de conjuntivite em São Paulo.

A conjuntivite, popularmente conhecida como "olho vermelho", é uma das queixas oftalmológicas mais comuns em consultórios médicos e pronto-atendimentos. Caracteriza-se pela inflamação da conjuntiva, uma membrana fina e transparente que reveste a parte branca do olho (esclera) e o interior das pálpebras. Embora frequentemente associada a quadros benignos e autolimitados, a conjuntivite pode, em alguns casos, indicar condições mais sérias ou levar a complicações que afetam a visão. Compreender seus diferentes tipos, sintomas e as abordagens terapêuticas baseadas em evidências científicas é fundamental para o manejo adequado e a preservação da saúde ocular.

A alta incidência da conjuntivite, especialmente em ambientes escolares e coletivos, ressalta a importância da informação e da prevenção. A disseminação de conjuntivites infecciosas, como a viral e a bacteriana, pode ser rápida, impactando a rotina de indivíduos e comunidades. Por isso, o conhecimento sobre as formas de transmissão, medidas de higiene e quando buscar assistência médica especializada é essencial. Este artigo visa fornecer um panorama completo sobre a conjuntivite, desde suas causas e manifestações clínicas até as opções de tratamento baseadas nas mais recentes evidências científicas, com ênfase na importância do acompanhamento por profissionais qualificados.

O que é Conjuntivite?

A conjuntiva é uma membrana mucosa fina e vascularizada que desempenha um papel protetor e lubrificante para o globo ocular. Ela se estende desde a margem das pálpebras até o limbo (a junção entre a córnea e a esclera) e cobre a superfície anterior do olho. A inflamação dessa membrana é o que chamamos de conjuntivite. Essa inflamação pode ser desencadeada por uma variedade de agentes, resultando em um espectro de sinais e sintomas que variam em intensidade e características.

A fisiopatologia da conjuntivite envolve uma resposta inflamatória da conjuntiva a um agente agressor. Independentemente da causa — seja um patógeno infeccioso (vírus ou bactéria), um alérgeno (pólen, ácaros, pelos de animais) ou um irritante físico/químico (fumaça, cloro de piscina, corpo estranho) — o resultado é a vasodilatação dos vasos conjuntivais, levando à vermelhidão característica, e o aumento da produção de secreção lacrimal e/ou mucoide. A liberação de mediadores inflamatórios, como histamina, prostaglandinas e citocinas, contribui para os sintomas de prurido (coceira), ardência e sensação de corpo estranho.

Causas e Fatores de Risco da Conjuntivite

A conjuntivite pode ser classificada com base em sua etiologia, sendo as causas mais comuns:

Conjuntivite Viral

É a forma mais frequente de conjuntivite infecciosa, frequentemente causada por adenovírus. É altamente contagiosa e pode estar associada a infecções do trato respiratório superior, como resfriados e gripes. A transmissão ocorre por contato direto com secreções oculares ou objetos contaminados. A revisão sistemática Cochrane de 2021 sobre intervenções para conjuntivite viral aguda não encontrou evidências robustas para tratamentos específicos além do suporte, destacando a natureza autolimitada da condição em muitos casos.

Conjuntivite Bacteriana

Causada por bactérias como *Staphylococcus aureus*, *Streptococcus pneumoniae*, *Haemophilus influenzae* e *Chlamydia trachomatis*. A conjuntivite bacteriana também é contagiosa e geralmente se manifesta com secreção purulenta (amarelada ou esverdeada), que pode colar as pálpebras, especialmente ao acordar. Uma meta-análise publicada no PubMed em 2023 avaliou a eficácia de diferentes antibióticos tópicos para conjuntivite bacteriana, confirmando a alta taxa de cura com regimes terapêuticos adequados, embora a resistência bacteriana seja uma preocupação crescente.

Conjuntivite Alérgica

Não é contagiosa e ocorre em indivíduos com predisposição a reações alérgicas. Os alérgenos comuns incluem pólen, poeira, ácaros, mofo, pelos de animais e cosméticos. Os sintomas típicos são prurido intenso, lacrimejamento, vermelhidão e inchaço das pálpebras, geralmente bilateral. Revisões sistemáticas da Cochrane têm demonstrado a eficácia de anti-histamínicos tópicos e estabilizadores de mastócitos no controle dos sintomas da conjuntivite alérgica sazonal e perene.

Conjuntivite Irritativa

Causada pela exposição a substâncias irritantes como fumaça, cloro de piscinas, poluição, produtos químicos ou corpos estranhos. Os sintomas são geralmente leves e desaparecem após a remoção do agente irritante. O tratamento principal é a lavagem ocular com solução salina e a evitação do agente causal.

Outras Causas

Menos comuns incluem conjuntivites associadas a doenças sistêmicas (como artrite reumatoide ou doenças inflamatórias intestinais), conjuntivites por protozoários ou fungos, e conjuntivites associadas ao uso de lentes de contato (ceratoconjuntivite). O Dr. Fernando Macei Drudi, especialista em Retina e Catarata cirúrgica, frequentemente reforça a importância de identificar a causa exata, pois algumas condições podem afetar outras estruturas oculares.

Fatores de Risco:

  • Higiene inadequada: Não lavar as mãos com frequência aumenta o risco de transmissão de conjuntivites infecciosas.
  • Contato próximo: Ambientes com aglomeração de pessoas facilitam a disseminação viral e bacteriana.
  • Exposição a alérgenos: Pessoas com histórico de rinite alérgica, asma ou eczema têm maior risco de conjuntivite alérgica.
  • Uso de lentes de contato: Higiene inadequada das lentes ou uso prolongado pode levar a infecções e inflamações.
  • Ambientes irritativos: Exposição a fumaça, poeira ou produtos químicos.

Sintomas e Diagnóstico da Conjuntivite

Os sintomas da conjuntivite podem variar significativamente dependendo da causa subjacente, mas alguns sinais são comuns à maioria dos tipos:

  • Vermelhidão (hiperemia): O "olho vermelho" é o sinal mais característico, resultante da dilatação dos vasos sanguíneos da conjuntiva.
  • Lacrimejamento (epífora): Aumento da produção de lágrimas, que pode ser aquoso (viral, alérgico) ou mais espesso (bacteriano).
  • Sensação de corpo estranho: Sensação de areia ou algo arranhando o olho.
  • Prurido (coceira): Mais comum em conjuntivites alérgicas, podendo ser intenso.
  • Ardência ou queimação: Desconforto ocular.
  • Secreção ocular: Pode variar de aquosa a mucosa ou purulenta (amarelada/esverdeada), frequentemente levando à formação de "casquinhas" nas pálpebras, especialmente ao acordar.
  • Inchaço das pálpebras (edema palpebral): Comum em conjuntivites alérgicas e, por vezes, em infecciosas.
  • Visão turva: Geralmente temporária, causada pela secreção sobre a córnea ou pelo lacrimejamento excessivo.
  • Fotofobia (sensibilidade à luz): Pode ocorrer em casos mais intensos ou quando há envolvimento da córnea.

Diagnóstico

O diagnóstico da conjuntivite é primariamente clínico, baseado na história do paciente e no exame oftalmológico. O Dr. Fernando Macei Drudi e a Dra. Priscilla R. de Almeida enfatizam a importância de uma anamnese detalhada para identificar a possível causa, incluindo histórico de exposição a alérgenos, contato com pessoas doentes, uso de lentes de contato e sintomas associados como febre ou dor de garganta.

O exame físico inclui:

  • Acuidade visual: Avaliação da visão para verificar se há comprometimento significativo.
  • Exame com lâmpada de fenda (biomicroscopia): Permite visualizar a conjuntiva, córnea, pálpebras e outras estruturas oculares com aumento, identificando sinais de inflamação, secreção, lesões na córnea (ceratite) ou outras anormalidades.
  • Coloração com fluoresceína: Utilizada para detectar lesões na córnea, como úlceras ou abrasões, que podem ocorrer em conjuntivites mais severas ou quando há coinfecção.

Em casos de conjuntivite bacteriana suspeita ou recorrente, ou quando há suspeita de infecções mais específicas (como por *Chlamydia* ou gonococo), pode ser coletada uma amostra da secreção conjuntival para exame microbiológico (cultura e antibiograma) ou testes moleculares. No entanto, a maioria dos casos de conjuntivite viral e bacteriana comum não requerem exames laboratoriais, sendo o diagnóstico clínico suficiente.

A Dra. Priscilla R. de Almeida, especialista em Ceratocone e Estrabismo, ressalta que é fundamental diferenciar a conjuntivite de outras condições oculares que podem apresentar sintomas semelhantes, como a ceratite (inflamação da córnea), esclerite (inflamação da esclera), uveíte (inflamação da úvea) ou até mesmo um quadro de olho seco agudizado. O envolvimento da córnea, dor ocular intensa, baixa visual significativa e fotofobia marcada são sinais de alerta que indicam a necessidade de avaliação especializada e urgente.

Tratamento Baseado em Evidências

O tratamento da conjuntivite é direcionado à causa específica e à gravidade dos sintomas. As diretrizes da American Academy of Ophthalmology (AAO) — Preferred Practice Patterns (PPP) — fornecem um guia valioso para o manejo clínico.

Conjuntivite Viral

Na maioria dos casos, a conjuntivite viral é autolimitada e não possui um tratamento curativo específico. O foco é no alívio dos sintomas e na prevenção da disseminação:

  • Medidas de suporte: Compressas frias podem aliviar o desconforto e o inchaço. Lubrificantes oculares (lágrimas artificiais) sem conservantes ajudam a aliviar a irritação.
  • Higiene rigorosa: Lavagem frequente das mãos, evitar compartilhar toalhas, lenços e objetos pessoais. Evitar coçar ou tocar nos olhos.
  • Agentes antivirais: Em casos específicos de conjuntivite por herpes simples ou zoster, o tratamento com antivirais sistêmicos ou tópicos pode ser indicado por um oftalmologista. A revisão Cochrane de 2021 não encontrou evidências suficientes para recomendar antivirais de rotina para conjuntivite viral aguda comum.
  • Corticosteroides tópicos: Podem ser usados com cautela em casos selecionados para reduzir a inflamação, mas geralmente são evitados nas fases iniciais devido ao risco de piorar infecções herpéticas ou aumentar a pressão intraocular. Seu uso deve ser estritamente supervisionado por um médico.

Conjuntivite Bacteriana

O tratamento visa erradicar a infecção bacteriana e aliviar os sintomas:

  • Antibióticos tópicos: São a base do tratamento. Colírios ou pomadas antibióticas (como fluoroquinolonas, aminoglicosídeos, macrolídeos ou polimixina B) são prescritos pelo oftalmologista. A escolha do antibiótico depende do patógeno suspeito e dos padrões de resistência locais. Uma meta-análise publicada na Ophthalmology em 2022 reforçou a eficácia dos antibióticos de amplo espectro, mas destacou a importância do uso racional para evitar resistência.
  • Limpeza das secreções: Limpar suavemente as pálpebras com compressas mornas e limpas para remover secreções e crostas.
  • Higiene: Medidas de higiene são cruciais para evitar a autoinoculação e a transmissão.

Conjuntivite Alérgica

O objetivo é controlar a resposta alérgica e aliviar o prurido e a inflamação:

  • Evitar alérgenos: Identificar e evitar os gatilhos alérgicos sempre que possível.
  • Compressas frias: Aliviam a coceira e o inchaço.
  • Lubrificantes oculares: Lágrimas artificiais ajudam a lavar os alérgenos da superfície ocular.
  • Anti-histamínicos tópicos: Colírios com anti-histamínicos (como olopatadina, epinastina) proporcionam alívio rápido da coceira.
  • Estabilizadores de mastócitos: Colírios que impedem a liberação de histamina e outros mediadores inflamatórios (como cromoglicato, lodoxamida). Muitas vezes, são usados em combinação com anti-histamínicos. Revisões sistemáticas da Cochrane publicadas entre 2020 e 2024 confirmam a eficácia e segurança dessas classes de medicamentos.
  • Corticosteroides tópicos: Usados em casos moderados a graves para controle rápido da inflamação, mas sob supervisão médica rigorosa devido aos potenciais efeitos colaterais (aumento da pressão intraocular, catarata).
  • Imunoterapia: Em casos crônicos e graves, a imunoterapia alérgeno-específica pode ser considerada.

Conjuntivite Irritativa

O tratamento principal é a remoção do agente irritante e o alívio dos sintomas:

  • Lavagem ocular: Irrigação abundante com solução salina ou água limpa.
  • Lubrificantes: Lágrimas artificiais para conforto.
  • Evitar exposição: Prevenir novo contato com a substância irritante.

Tabela Comparativa Simplificada de Tratamentos

Tipo de Conjuntivite Tratamento Principal Considerações Importantes
Viral Medidas de suporte, higiene Autolimitada, prevenção da disseminação. Antivirais em casos específicos (herpes).
Bacteriana Antibióticos tópicos Necessário diagnóstico para escolha correta. Higiene rigorosa.
Alérgica Anti-histamínicos/Estabilizadores de mastócitos tópicos, evitar alérgenos Prurido intenso é comum. Corticoides em casos graves sob supervisão.
Irritativa Lavagem ocular, remoção do agente irritante Sintomas geralmente cessam com a remoção do estímulo.

Quando Procurar um Especialista

Embora muitas conjuntivites sejam benignas, é crucial saber identificar os sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar um oftalmologista, como os do Instituto Drudi e Almeida, em São Paulo. A avaliação profissional é essencial para garantir o diagnóstico correto e evitar complicações.

Procure um oftalmologista IMEDIATAMENTE se você apresentar:

  • Dor ocular intensa: Dor forte pode indicar envolvimento de outras estruturas oculares, como a córnea ou o interior do olho.
  • Alteração súbita ou significativa da visão: Visão embaçada persistente, perda de visão, halos ao redor das luzes ou sensibilidade extrema à luz (fotofobia intensa) são sinais de gravidade.
  • Vermelhidão intensa associada a dor e/ou baixa visual: Sugere um quadro mais sério, como ceratite ou esclerite.
  • Suspeita de corpo estranho no olho: Especialmente após trauma ou exposição a partículas volantes.
  • Secreção purulenta abundante e persistente: Embora comum na conjuntivite bacteriana, pode indicar infecções mais agressivas.
  • Conjuntivite em recém-nascidos: Pode ser sinal de infecção grave (como conjuntivite gonocócica ou clamidial) que requer tratamento urgente para prevenir danos permanentes.
  • Sintomas que não melhoram após 2-3 dias de tratamento inicial: Ou que pioram progressivamente.
  • Histórico de cirurgia ocular recente ou doença ocular crônica: Como glaucoma ou ceratocone.

Acompanhamento é fundamental:

Mesmo em casos de conjuntivite aparentemente simples, o acompanhamento com um oftalmologista é importante para assegurar a resolução completa, orientar sobre medidas preventivas e descartar outras condições. O Instituto Drudi e Almeida possui unidades estrategicamente localizadas em Lapa, Santana, Tatuapé, São Miguel Paulista e Guarulhos para facilitar o acesso dos pacientes em São Paulo a um atendimento oftalmológico de excelência.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Conjuntivite é contagiosa?

Depende do tipo. Conjuntivites virais e bacterianas são altamente contagiosas e podem ser transmitidas pelo contato direto com secreções oculares ou superfícies contaminadas. Conjuntivites alérgicas e irritativas não são contagiosas.

2. Quanto tempo dura a conjuntivite?

A duração varia com a causa. Conjuntivites virais geralmente duram de 1 a 3 semanas. Conjuntivites bacterianas costumam melhorar em poucos dias com o tratamento antibiótico adequado. Conjuntivites alérgicas podem ser crônicas ou sazonais, dependendo da exposição ao alérgeno.

3. Existe cura para a conjuntivite?

Para conjuntivites virais comuns, não há uma cura específica, o tratamento é de suporte e o corpo se recupera naturalmente. Para conjuntivites bacterianas, os antibióticos curam a infecção. Conjuntivites alérgicas são controladas com medicação e evitando gatilhos, mas podem retornar se a exposição ao alérgeno persistir.

4. Quais colírios posso usar para conjuntivite?

A escolha do colírio depende do diagnóstico. Para conjuntivite bacteriana, antibióticos tópicos são prescritos. Para conjuntivite alérgica, anti-histamínicos, estabilizadores de mastócitos ou corticosteroides (sob prescrição). Para alívio de sintomas em qualquer tipo, lubrificantes oculares (lágrimas artificiais) podem ser úteis. Nunca use colírios sem orientação médica, pois o uso inadequado pode piorar o quadro ou mascarar diagnósticos graves.

5. Preciso ir ao médico se tiver conjuntivite?

Sim, é recomendado procurar um oftalmologista, especialmente se os sintomas forem intensos, se houver dor, alteração visual, ou se os sintomas não melhorarem em poucos dias. O diagnóstico correto é crucial para o tratamento adequado e para prevenir complicações. O Instituto Drudi e Almeida oferece consultas em diversas unidades em São Paulo.

6. Como prevenir a conjuntivite?

Medidas de higiene são fundamentais: lavar as mãos frequentemente, evitar tocar nos olhos, não compartilhar objetos pessoais (toalhas, maquiagem), higienizar corretamente lentes de contato. Em casos de conjuntivite viral, evitar contato próximo com outras pessoas até a melhora dos sintomas.

Referências Científicas

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Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica especializada. Consulte um oftalmologista para diagnóstico e tratamento adequados.

Aviso importante: Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico oftalmologista. Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde ocular, procure atendimento médico especializado.

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